No Silencio da Noite Sinto sua falta
Amor Recíproco
Amar é falar que ama, com alegria. É sentir falta e mostrar o que sente. É estar disposto a qualquer desafio por quem ama. É falar horas e horas ao telefone quando se está distante, e até adormecer ouvindo aquela voz encantadora capaz de aliviar qualquer cansaço. Amar, é dar carinho quando se pede. É pedir perdão quando se errou. É perdoar quando se pede desculpas. É se entregar sem medo do que dizem ou vão dizer. Amar, é deixar o orgulho de lado e dar o braço a torcer, apenas para desta forma mostrar à pessoa amada que sem ela você não existe, e não sabe viver.
Silêncios
Inspiro
Expiro
Não há nada aqui
Falta me ar!
A angustia, teima em dominar
Escrevo, para não enlouquecer
Como um animal, com sua presa
Meu Deus, o vazio
Está a me sufocar
Meu coração aperta
com todo esse sentir
Não consigo!
Não posso, não mais!
Alguém, poderia ajudar?
A carregar
Um pouco sequer, deste fardo?
Não chores sobre a triste vida que levas, chore antes pela falta de oportunidade que tens de ser feliz.
Margem, não utilize como regra, é um descaso, falta de interesse, a conotação sugere nada importante.
Brilhante Escuridão
Minhas linhas escritas com rimas.
As vezes parecem vazias.
Vazias pela falta de fraternidade.
Que me causam um enorme conflito.
Uma enorme calamidade.
Fazer do frio, calor.
Da tristeza, amor.
Do pequeno tempo, uma eternidade.
Sigo vagarosamente pensando.
Será que vale apena ser autor?
Será que só eu espalho amor?
Será que só eu transformei o meu frio em calor?
Não se esqueça, quando digo frio, não digo do corpo.
Digo do que tens na cabeça.
Digo de toda maldade e superação, de todo medo e maldição.
Sua mente nunca estará em vão, meus versos vieram de uma imensa escuridão.
Elogie sempre que puder
Diga coisas bonitas do nada
Diga que sente falta
Abraça, beija, demonstra
Rega seu jardim
As borboletas virão de dentro.
PRECONCEITOS DA VIDA
Todo preconceito
Me parte o coração
É uma falta de respeito
O ser humano botar defeito
Em cada um de nossos irmãos
Como mamãe mi'dizia
É bom ter transparência
A maior alegria
É ser educado e respeitar
É bonito amar
Qualquer diferença
Seja dentro de casa ou na rua
Seja qual for a direção
Vá sempre sorridente
Respeite toda essa gente
De qualquer religião
Não importa as diferença
Que existem nas aparências
Somos todos normais
Viva a igualdade
Você e sua outra metade
Sega sangue do seu sangue
De vida ou de coração
Muito melhor que humilhar
É um abraço de irmão
O amor não é quebrado
Não é um problema
Não tem ansiedade
Nem falta de ousadia
O amor não é passivo
Não tem falta de laços
O amor é presente
Que está em cada palavra
O amor guarda suas promessas
Guarda suas palavras
Ele honra o sagrado
E sua forma é inigualável
O amor não despedaça
Não é inseguro
Não é orgulhoso
Mas é, e sempre será, puro
Tira da cabeça a falta que te faz
E põe o pé no chão
Deixa a luz acesa
Amanhã com certeza venta um vento bom
A indiferença…
É sinal de total alheamento;
com enorme sabor a liberdade;
mas por ter tão falta de apegamento;
pode em nós tornar-se em: grande maldade!
É má, por não sentir a dor que sente;
todo sentir, que existe em nosso irmão;
ao andar entre nós tão descontente;
por em tais ver tanta desunião!
Por tal, cuidemos nosso actuar;
do que nela tão se encontra escondido;
no seu mandar pró lado, assobiar…
Porque esse parecer, dela a julgar;
só tendo aquele: e se fosse contigo?...
lhe dá o bom sabor, de um libertar!
Com cautela;
Ser recíproco
Sempre ouvi pessoas descreverem a falta de reciprocidade como "dar algo e não receber de volta na mesma intensidade."
Mas é exatamente aí que situa-se o erro.
A acepção de reciprocidade está bem longe de tal definição.
A gente não pode dar e esperar receber de volta da mesma maneira, somos diferentes.
Reciprocidade tem a ver com disposição.
É exatamente sobre aceitar essas diferenças no modo como cada um exprime seu sentimento.
Se a gente não aceita vem a insegurança.
E seja em qualquer tipo de relacionamento, namoro ou amizade, insegurança só embaraça.
E quanto mais você alimenta a concepção de que a outra pessoa deve corresponder ao seu sentimento na mesma intensidade, mais difícil vai ser reconhecer as coisas boas que ela faz por você.
Talvez a falta de reciprocidade esteja não na forma como a outra pessoa demonstra, mas sim na sua cobrança.
É um grande equívoco esperar que seres com realidades completamente diferentes comportem a mesma forma de amar.
O Corredor
As tardes caíam cada vez mais longas, sem expectativa e numa falta de prosa desconcertante.
Já ia longe a guerra do silêncio entre o casal em sua primeira disputa. Era difícil aplacar a angústia do que ia acontecer, disfarçar a ansiedade da volta e representar que tudo vai bem ou ia bem.
A janela foi objeto do desejo de disputa.
Abre a janela, Ana, está um calor danado desse jeito não consigo dormir, o quarto está abafado isto só dá pesadelo. Ela retrucou:
Pesadelo são os morcegos que entram no quarto e ficam assombrando o meu sono. Passo a noite vigiando a janela, de sentinela, enquanto você se refresca e dorme. No outro dia fico exausta.
— Assim não dá, Ana você acende velas no oratório, fecha a janela e o quarto fica mais abafado do que igreja em dia de Semana Santa. Isto já virou tormenta na hora de dormir, perde até o gosto de se deitar. Suar na escuridão é triste.
— Gosto da janela cerrada, dá mais segurança...
Vou abrir, Ana. amanhã é dia de serviço, a esta hora ainda não peguei no sono... deixe a luz da lua molhar o seu corpo, soprar o cheiro da flor do pequizeiro a perfumar o quarto.
Empertigada, Ana levantou-se:
— Então fique aí com a lua, os morcegos e as formigas dos pequizeiros. Vou para o outro quarto.
— Você é quem decide, Ana.
No corredor, quando as tábuas estrilaram, já bateu arrependimento.
Ana mastigou o conselho da avó: “Nunca saia de sua cama a volta é mais difícil''.
E foi assim. Tião ficou no quarto do oratório, de cortinado, as melhores cobertas, com a luz da lua, de janela aberta. Ana penava no final do corredor em colchão de capim, suando de calor e medo, disputando espaço com as muriçocas. Toda noite planejava e ameaçava: vou lá no outro quarto; “Amanhã tiro o cortinado...” Mas clareava o dia e pensava: “Quem vai subir e pregar este peso nas alturas?"!
Não se conversou mais sobre o assunto. Os pequizeiros floresceram, cheiraram, derramaram seus frutos, caíram suas folhas e não conversou mais.
O inverno chegou, a janela cerrou e Ana emperrou no quarto do corredor. Tião apostava até quando?! Aqui neste sertão sozinhos era só esperar...
Agora quem deixava Ana de sentinela eram seus pensamentos, haja tijolo quente debaixo da cama para aquecer a solidão, além da trabalheira, dos dedos queimados, dos pés gelados a indecisão deixava o corredor da volta mais comprido.
Tião matutava: tinha que tomar atitude, Ana ia botar fogo na casa. Coitada! Moça da cidade não tinha costume da roça. Levantou-se, encheu-se de coragem, pegou a vela para atravessar o corredor. A cálida luz iluminou todo esplendor de Ana que de vela na mão também voltava ardendo de saudade.
Entreolharam-se e gungunaram:
— Oiiiii.
Cruzaram o corredor cada um em sentido contrário. Ana adentrou no quarto do oratório com cortinado e Tião no quarto do corredor com o colchão de capim. Sentou-se na cama desolado, contrariado, acanhado e deitou-se.
Palpitando de ansiedade Ana mal conseguiu sentar-se na cama: no instante sentiu o cheiro das roupas de Tião que exalavam da cama ainda quente o que disparou suas lembranças e encurtou o caminho da volta. Com as mãos e os pés frios da noite, com o coração ardendo de coragem, a chama da paixão iluminou o corredor e caminhou para junto de Tião.
No espaço exíguo da cama deitou-se com o coração apertado acomodando seu corpo ao de Tião. Ele entrelaçou sua cintura em sinal de reconhecimento. Ana com os pés gelados encostou seus pés ao dele para roubar seu calor. Ele a aqueceu e perguntou:
— Não estamos brigados, Ana?
Rindo afirmou:
— “Pés não brigam”.
Livro: Não Cortem Meus Cabelos
Autora: Rosana Fleury
Depressão
É na falta, é no ócio que o sentimento de aperto vem me visitar.
Me paralisa, me confunde, me faz estacionar.
Penso em tudo que quero fazer para conseguir me organizar,
Mas não vejo muito sentido
E então de novo eu fico
Vendo apenas a vida passar...
Ficar no meio de outros não consigo, não tenho assunto,
Só o vínculo que muitas vezes só me faz atrapalhar...
Não que eu não ame, não que falta eu não sinta, mas preciso respirar...
Ver a vida do meu jeito, tentar me encontrar no espelho prá depois compartilhar.
Tem sido um tempo estranho, meio sem rumo, meio sem ganho.
Tento tampar a culpa de me sentir triste fingindo uma alegria para disfarçar .
Esse esforço às vezes cansa, não quero colo, não quero dança,
Quero apenas deixar passar, tentar um pouco me resguardar...
É que nem eu mesmo me entendo nestas fases
E me expor me deixa frágil demais prá caminhar...
Tenho sonhos que me fazem confrontar
Com o passado que incomoda sem querer passar,
Que se faz presente e me faz chorar,
Que me desnuda diante de mim
E aí me penalizo e tento achar esconderijo
Que guarde toda dor que sinto ou que faça ela me abandonar.
Quero resgatar meu riso, minha vontade de sair, minha vontade de acordar.
Na falta em que o toque nos faz, há nostalgia no dia a dia do "olho no olho", que tanto diz, tanto fala e jamais cala!
Deus, ao criar o mundo deve ter pensado: Agora falta criar algo que seja comum a todas as raças, a todos os credos, à toda humanidade! Algo que una. Foi então que criou o sorriso!
Você pode não ter pensado nisso ainda, mas o sorriso não precisa de legenda! Em qualquer canto do mundo, se alguém sorrir para você, você saberá identificar! Pois o sorriso sempre está ligado a um sentimento bom: gratidão, alegria, satisfação, simpatia! O sorriso é realmente, uma dádiva que recebemos!
E mais, há algumas filosofias, principalmente as orientais que desde tempos remotos afirmam: nós recebemos o que emanamos! A física quântica veio para confirmar cientificamente essa teoria.
Logo, se você sorrir mais, a vida sorrirá para você! Não só as pessoas te perceberão com uma energia mais prazerosa, como também você notará uma alegria interior.
A equação é simples: se estou feliz eu sorrio, se sorrio fico feliz! Faça o teste, hoje olhe no espelho e fique alguns minutos sorrindo para si mesmo. No começo pode parecer estranho, possa soar falso, mas logo você sentirá algo acontecer em seu humor, no modo como você se vê, como vê a vida!
O sorriso é grátis e te traz muitos benefícios! Ou seja, você e quem convive com você só têm a ganhar! Então sorria!
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