Ninguem se Encontra por Acaso

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As camadas que a sociedade revela
Mostram instintos que ninguém quer ver,
Primitivos, rasgando a superfície,
Nem a educação consegue conter.
É a luta cega por poder,
A cortesia ficou pra trás,
Na ânsia de sempre querer mais,
Esqueceram do coletivo, da paz.
Helaine machado

Só um garoto tentando sobreviver,
entre prédios altos tentando crescer,
a cidade grita, ninguém quer ouvir,
mas eu sigo firme, não posso cair.
Máscara no rosto, peso na mente,
o herói sorri pra esconder o que sente,
cada escolha tem consequência, irmão,
grandes poderes cobram decisão.




Helaine machado

Ninguém quer ver chuva cair na Baixada Fluminense, porque quando ela chega o sofrimento reaparece. A rua vira rio, a enchente toma direção, e quem sofre de verdade é a população.
A água sobe rápido, invade o barracão, leva sonho, leva móveis, leva a tranquilidade da mão. Enquanto isso a cidade espera uma solução, que aparece em discurso, mas demora na ação.
Verso 6
Depois surgem nas redes com discurso ensaiado, mostrando o rosto sorrindo e o palanque preparado. Prometem que da próxima tudo vai melhorar, que agora aprenderam e vão realizar.
Mas quando a enchente passa e a notícia vai embora, muita gente continua esquecida lá fora. E o povo se pergunta, olhando a situação: cadê as promessas feitas na última eleição?
Helaine machado

Ninguém Me Entendeu Até Hoje
Helaine Machado
Ninguém me entendeu até hoje, ou talvez eu nunca tenha conseguido explicar. Há sentimentos que moram tão fundo que as palavras não conseguem alcançar.
Sorri quando a alma chorava, calei quando precisava falar. Muitas vezes estive cercada de pessoas, mas me senti em um lugar sem ninguém para ficar.
Helaine machado

Quis Ficar
Helaine Machado
Quis ficar onde ninguém quis que eu ficasse, como uma raiz insistindo em nascer na pedra. Enquanto muitos diziam "vá embora", meu coração procurava um motivo para permanecer.
Quis ocupar espaços vazios, sentar à mesa onde não havia lugar marcado. Não por teimosia, mas porque acreditava que também merecia ser lembrada.

Tem uma coisa curiosa sobre a gente que ninguém conta no manual da vida, até porque esse manual nunca foi entregue. A gente sonha coisas que parecem roteiro de novela das nove, cheio de drama, olhar atravessado e silêncio pesado. Acorda meio confusa, meio irritada, às vezes até com vontade de tirar satisfação de algo que, tecnicamente, nem aconteceu. E aí vem a frase racional, quase como uma tentativa de se proteger do próprio coração: sonho não é prova de nada. E não é mesmo. Se fosse, a gente já teria perdido o juízo há muito tempo.

Mas também existe essa outra verdade, mais quieta, mais sutil, que chega sem fazer alarde: sentimento não nasce do nada também. Ele não brota como mato em terreno abandonado. Tem raiz. Tem história. Tem pequenos detalhes acumulados que a gente vai fingindo que não vê, vai empurrando para debaixo do tapete emocional, como quem acredita que ignorar é o mesmo que resolver. Não é.

Às vezes, o sonho é só um exagero da mente, um teatro meio bagunçado do que a gente viu, ouviu ou temeu durante o dia. Mas o sentimento… esse é mais honesto. Ele pode até se confundir, pode até exagerar, mas dificilmente é totalmente inventado. Ele costuma ser um sussurro do que já estava ali, pedindo atenção, pedindo nome, pedindo coragem.

E eu fico pensando que o problema não está no sonho em si. Está no que a gente faz depois de acordar. Tem gente que ignora tudo, como se nada tivesse acontecido. Tem gente que se afoga naquilo, como se fosse uma verdade absoluta. Mas talvez o caminho mais difícil, e mais verdadeiro, seja olhar para dentro com uma certa sinceridade desconfortável. Aquela que não acusa ninguém primeiro, mas também não se abandona.

Porque sentir não é crime. Mas também não é sentença.

É só um convite. Um convite para investigar o que dentro da gente está pedindo mais cuidado, mais atenção, mais verdade. Às vezes não tem nada a ver com o outro. Às vezes tem tudo a ver com inseguranças antigas, com medos que a gente achou que já tinha superado, mas que só estavam quietinhos, esperando uma brecha.

No fim das contas, sonho pode até ser ilusão. Mas o que a gente sente… isso é real o suficiente para merecer ser ouvido, nem que seja em silêncio, numa conversa sincera consigo mesma, dessas que a gente evita, mas sabe que precisa ter.

E se você já se pegou pensando assim, talvez não seja sobre desconfiar do mundo. Talvez seja sobre entender melhor o seu próprio coração.

Agora me conta uma coisa… já aconteceu de você acordar com um sentimento que parecia mais real do que o próprio dia?

E quando terminar de refletir, clica no link da descrição do meu perfil e vem conhecer meus e-books. Eu escrevo como quem conversa, e talvez você se encontre em alguma dessas palavras.

Escolher ficar hoje em dia é quase um ato revolucionário digno de documentário que ninguém pediu, mas todo mundo deveria assistir. Porque enquanto o mundo grita “próximo!”, eu estou ali, sentada emocionalmente no mesmo lugar, olhando pra mesma criatura com as mesmas manias irritantes de sempre e pensando, curiosamente em paz, é… ainda é aqui.


Não porque é perfeito, longe disso. Se fosse perfeito, eu desconfiava. Coisa perfeita demais ou é filtro ou é golpe. Mas é porque eu já conheço os defeitos, já sei onde pisa errado, já decorei até os silêncios inconvenientes. E tem algo estranhamente confortável nisso. É tipo aquele sofá velho que já afundou no formato do meu corpo. Não é bonito, não impressiona visita, mas me entende profundamente.


Porque começar do zero parece lindo até você lembrar que o zero vem com manual de instruções oculto. A pessoa nova pode vir embalada em promessas e boas intenções, mas também traz defeitos inéditos, surpresas desagradáveis e aquele clássico momento em que você pensa, meu Deus, troquei seis por meia dúzia gourmet. Pelo menos aqui, o caos já é conhecido, quase íntimo, quase doméstico.


E não, isso não é sobre se contentar com pouco. É sobre entender que muito não é ausência de problema, é presença de disposição. Relação não é porcelana de vitrine que quebra na primeira queda e vira tragédia grega. Relação é concreto. Pesado, bruto, às vezes feio, mas resistente. Racha, sim. E vai rachar mesmo. Só que também dá pra reforçar, remendar, reconstruir. Dá trabalho? Dá. Mas desde quando o que vale a pena vem pronto e fácil?


A grande ironia é que o mundo vende intensidade como se fosse amor. Aquela coisa de arrepiar, de acelerar, de perder o fôlego. Mas isso até café forte resolve, minha filha. Amor mesmo é quando o café esfria, o dia pesa, a paciência acaba, e ainda assim você olha pra pessoa e pensa, tá, vamos continuar. Não porque não existe opção melhor no mercado, mas porque existe escolha.


E escolher, convenhamos, é muito mais difícil do que sentir. Sentir é automático, impulsivo, quase irresponsável. Escolher é consciente, é teimoso, é um pequeno pacto diário que ninguém vê. Não tem aplauso, não tem plateia, não tem trilha sonora. Só tem dois seres humanos imperfeitos tentando não desistir no primeiro sinal de desconforto.


No fim, o extraordinário nunca foi o começo cheio de fogos de artifício. Isso aí é marketing emocional. O extraordinário é quando os fogos acabam, a fumaça baixa, a realidade aparece sem maquiagem e, mesmo assim, eu fico. Fico porque quero, porque escolho, porque entendi que construir é mais raro do que substituir.


E olha… num mundo que troca tudo o tempo inteiro, ser alguém que permanece já é quase um luxo. Um luxo silencioso, discreto, que não viraliza, mas sustenta histórias inteiras. E talvez, só talvez, seja exatamente isso que ainda salva alguma coisa nesse caos bonito que a gente insiste em chamar de amor.

Eu vou te dizer uma coisa que ninguém gosta de ouvir, mas todo mundo já sentiu na pele em algum momento: não é o silêncio que machuca, é o que a gente imagina dentro dele. Porque o silêncio, por si só, é só ausência de som… mas na cabeça da gente ele vira roteiro de filme dramático, com trilha sonora triste e direito a prêmio de sofrimento interno.

Tem uma coisa que ninguém conta quando a gente começa a viver achando que é protagonista de alguma grande história… é que no final, o público vai embora sem avisar. Um por um. Sem aplauso, sem despedida organizada, sem aquela trilha sonora dramática que a gente imaginou na cabeça. A vida não tem créditos finais, ela tem silêncio.


Eu fico pensando nisso às vezes, assim, do nada, mexendo no celular ou lavando uma louça qualquer. Em algum momento, vai existir um dia em que a última pessoa que lembra de mim vai respirar fundo pela última vez… e pronto. Acabou. Não sobra nem eco. Nem alguém pra dizer “ela gostava disso”, “ela ria assim”, “ela tinha esse jeitinho estranho de pensar demais enquanto fingia que estava de boa”.


E olha que curioso, porque a gente passa a vida inteira tentando deixar marca. Filho, foto, vídeo, texto, briga, reconciliação, status bonito, frase de efeito… como se a gente estivesse assinando presença no mundo. Só que o mundo é um quadro branco gigante e insistente, que apaga tudo com o tempo. Sem dó, sem cerimônia, sem perguntar se pode.


E não é triste do jeito que parece, sabe? É quase libertador, mas com um toque de deboche. Porque se tudo isso vai desaparecer mesmo… então pra quê tanto peso? Pra quê viver como se estivesse sendo avaliada por um júri invisível que nem vai existir daqui a alguns anos?


Eu começo a achar que a graça da vida não está em ser lembrada, mas em sentir enquanto dá tempo. Em rir alto mesmo sabendo que ninguém vai guardar o som. Em amar alguém mesmo sabendo que essa história não vai virar lenda. Em viver como quem escreve na areia, sabendo que a onda vem… mas escrevendo mesmo assim, caprichando na letra, fazendo até um coraçãozinho no final.


No fundo, talvez a gente não precise ser eterno. Talvez a gente só precise ser intenso o suficiente pra que, enquanto estamos aqui, faça sentido. Nem que esse sentido dure só o tempo de um café quente ou de uma conversa que ninguém mais vai lembrar amanhã.


Porque veja bem… o esquecimento não é um castigo. É só o jeito do mundo seguir em frente. E a gente, enquanto ainda está aqui, pode escolher: viver tentando não ser apagada… ou viver sabendo que vai ser, mas mesmo assim, viver bonito.


Agora me diz, se tudo acaba no silêncio… não dá uma vontade ainda maior de fazer barulho enquanto dá tempo?

Eu tenho uma espécie de vício silencioso que ninguém diagnostica, mas eu sinto todos os dias: olhar pro céu. Não é nem olhar, é encarar mesmo, como quem procura resposta num lugar que nunca prometeu nada. E ainda assim, entrega tudo. É curioso isso… o céu não cobra, não julga, não pede senha, não trava acesso. Ele só está ali, aberto, escancarado, como se dissesse: “se vira aí com o que você sente”.


E eu me viro.


Tem dia que eu olho e penso que a vida podia ser mais simples, tipo o vento passando entre as árvores, sem reunião, sem boleto, sem gente complicada. O ar entra no pulmão como se fosse um abraço invisível, desses que ninguém vê, mas muda tudo por dentro. E eu fico ali, respirando como se estivesse reaprendendo a existir. Porque no fundo, viver mesmo é isso: perceber que você está viva enquanto o mundo continua sem precisar de você.


A natureza tem esse talento meio debochado de continuar linda mesmo quando a gente tá um caos. A árvore não entra em crise existencial porque perdeu uma folha. O rio não faz drama porque tem pedra no caminho. E eu? Eu já quis surtar porque o Wi-Fi caiu. É humilhante.


Mas aí eu sento, olho pro céu de novo, e lembro que tem coisas que simplesmente seguem. O vento não pede licença pra tocar meu rosto, o sol não pergunta se pode nascer, e os pássaros… ah, os pássaros não fazem planejamento estratégico pra voar. Eles só vão.


E talvez seja isso que me prende tanto nesse ritual de observar tudo: a natureza não tenta ser nada além do que é. E eu, no meio disso tudo, tentando entender quem eu sou, acabo encontrando pequenos pedaços de resposta no barulho das folhas, no cheiro da terra, no silêncio entre um pensamento e outro.


No final das contas, eu acho que não é só sobre gostar do céu. É sobre precisar dele. Como quem precisa lembrar que existe algo maior, mais leve, mais livre… e que talvez eu também possa ser assim, pelo menos um pouquinho.


Agora me conta… você também para pra sentir isso tudo ou tá só sobrevivendo no automático?

Se ninguém jamais soubesse das suas boas ações, você continuaria sendo a mesma pessoa que diz ser?

A VERDADEIRA FACE DOS MEUS GENITORES QUE NINGUÉM CONHECE


Alinny de Mello




Sejam muito bem-vindos a este espaço de anatomia comportamental. Antes de darmos início à dissecação das memórias que dão corpo a este texto, convido todos vocês a conhecerem a minha página no Pinterest, o espaço onde organizo meticulosamente os meus e-books e centralizo as nossas reflexões estruturais. Recomendo que acompanhem os lançamentos semanalmente, pois cada nova obra busca clarear os padrões que a sociedade insiste em camuflar.
A verdade oculta nas fendas de uma dinâmica familiar disfuncional raramente emerge de forma linear. Costuma-se fantasiar a maternidade e a paternidade como instintos absolutos de preservação, mas a realidade factual frequentemente nos esfregar na cara o oposto, revelando que os laços de sangue podem ser o cenário perfeito para o exercício da tirania mais refinada e, simultaneamente, mais grotesca.
Antes mesmo que a minha existência física fosse consolidada, o ambiente já estava saturado por uma violência que cobrava o seu preço em vidas. Cresci ouvindo a narrativa fantasiosa de que a filha que minha mãe carregou antes de mim havia nascido morta e em decomposição devido a um desejo não realizado de comer manga. A mitologia popular adora criar bodes expiatórios biológicos para mascarar a barbárie humana. Aos quatorze anos, aproveitando a ausência da minha mãe, confrontei a minha avó paterna sobre a impossibilidade anatômica daquela história. A resposta foi o desabamento da mentira, a revelação de que a minha irmã passara três dias sem vida no útero materno após uma sessão de espancamento que culminou com um chute violento no ventre da minha mãe. O silêncio que se seguiu àquela revelação foi o meu primeiro aprendizado sobre o poder das verdades sufocadas.
Quando finalmente nasci, a recepção do meu genitor não foi a da celebração, mas a da rejeição simbólica. Ele verbalizou que eu não era sua descendente e me entregou ritualisticamente ao demônio, determinando que a entidade me levasse. Essa rejeição precoce ecoou na minha infância através de pesadelos recorrentes de perseguição, um reflexo psicológico previsível do terror que habitava o mundo desperto. Anos mais tarde, ao questioná-lo sobre essa afirmação, recebi a negação automática que todo opressor utiliza quando confrontado com a própria baixeza. Ele negava tudo, enquanto mantinha a engrenagem do controle absoluto funcionando vinte e quatro horas por dia.
O controle exercido naquele lar não conhecia limites banais. Se o meu irmão do meio ousava quebrar a barreira do isolamento para brincar com os vizinhos e não escutava o chamado de retorno, o preço era o espancamento com cabos de vassoura ou qualquer objeto ao alcance da mão. Aos meus treze anos, assisti do quarto ao horror do meu genitor quebrando um pedaço de madeira de um berço na cabeça do meu irmão, prometendo mandá-lo para o inferno, enquanto minha mãe assistia em absoluta inércia. A tragédia fatal só foi evitada porque o meu irmão mais velho teve a presença de espírito de gritar pelos vizinhos. O comportamento do agressor seguia um padrão clássico de oscilação neurótica, minutos depois do quase homicídio, ele chorava pedindo desculpas, apenas para reiniciar o ciclo logo em seguida.
A vida sob aquela tutela era um exercício de vigilância constante. Fomos privados do direito de conversar, de assistir à televisão e até de brincar. Arrastar os chinelos pela casa era motivo para agressão física. Instituiu-se a obrigação de bater palmas ao entrar na residência para que ele soubesse da nossa aproximação, sob pena de punição imediata. O olfato também era regulado, o uso de sabonetes perfumados ou perfumes era terminantemente proibido. Paralelamente à tirania, o homem manifestava um comportamento de acumulação compulsiva, transformando a casa em um depósito de detritos que ele recolhia pelas ruas.
A opressão estética também se direcionou a mim na adolescência. Ele exigia que eu me vestisse com trajes longos que ocultassem completamente o meu corpo, embora nunca tenha investido um único centavo para me comprar uma peça de roupa ou um calçado. Eu sobrevivia de doações. Quando a minha tia me presenteou com uma saia branca na altura dos joelhos, a reação dele foi a promessa de retalhar o tecido com um facão caso eu não a tirasse imediatamente. O ambiente doméstico era uma vitrine de humilhações, onde ele exibia comportamentos asquerosos, forçando a intimidade conjugal diante dos filhos como forma de demarcação de poder sobre a minha mãe.
O sadismo do meu genitor alimentava-se de memórias de morte. Ele se vangloriava de ter assassinado um primo aos quatorze anos na beira de uma lagoa, utilizando um estilingue para derrubar o garoto por trás de uma árvore sem que a vítima soubesse o que a atingira, um crime que permaneceu impune e oculto da sociedade. O terror habitacional atingiu o ápice quando ele cavou um buraco monumental que ocupava toda a extensão da nossa sala, verbalizando que o propósito daquela cratera era nos queimar ali dentro.
As tentativas de fuga eram tratadas como alta traição. Em uma madrugada, às três horas da manhã, após termos escapado para a casa da tia dele, ele nos localizou. Fui arrancada de debaixo da cama pelos cabelos enquanto ele empunhava um facão de dois gumes no pescoço. A ameaça era explícita, se eu emitisse um único som, ele me decapitaria ali mesmo. De volta ao cativeiro, trancada no quarto após horas de jejum forçado, ouvi as promessas de que ele cortaria as orelhas, os lábios, os cabelos e as pernas da minha mãe, estendendo o mesmo destino a mim. Naquela noite, a lâmina do facão deixou uma marca física profunda, uma ferida em carne viva que se estendia das minhas nádegas aos joelhos, complementada por uma lapada violenta na cabeça que fez o meu crânio vibrar.
O aspecto mais intrigante e definitivo dessa equação destrutiva reside na figura da minha mãe. Nem mesmo o infanticídio da primeira filha ou as décadas de suplício físico a fizeram romper o cordão umbilical com o agressor. A mente humana possui limites de elasticidade e, após mais de trinta anos de abuso contínuo, ela adoeceu mentalmente, transitando por diversas instituições psiquiátricas. Quando assumimos a responsabilidade de cuidar dela na velhice, o retorno foi a perfídia. Acolhida na casa do meu irmão, ela formulou uma conspiração financeira junto ao meu genitor, movida pela crença delirante de que ele possuía grandes somas de dinheiro guardadas. Ela registrou um boletim de ocorrência falso por roubo e chegou a acionar criminosos de aluguel para executá-lo. A trama só não se concretizou porque consegui interceptar e descobrir a fraude antes que o pior acontecesse.
A decisão de romper definitivamente o contato com ambos não foi um ato de crueldade, mas o exercício final da legítima defesa e da autonomia racional. O ciclo de cumplicidade entre a vítima histórica e o seu carrasco transformou-os em um organismo único, onde ambos se alimentam do mesmo veneno e se merecem na mesma medida.
Como podemos compreender a mente que escolhe a lealdade ao próprio opressor em detrimento da segurança dos próprios filhos? Até que ponto a loucura serve de justificativa para a deliberate maldade e a traição de quem recebeu apenas cuidado?

Bolas de fogo, no céu e ninguém sabe o que significa, mas eu sei... Escrevendo em 14 de outubro de 2023

"Eu sei o que é essa bola de fogo. Na mesma noite que apareceu, entre 12 e 13 de outubro, eu na madrugada tive um sonho e via não só uma, mais duas bolas dessas no céu e quando se aproximaram, era como se me envolvesse dentro delas, tornando as duas, apenas, uma! desse jeito aí, bem grande, amarela e luminosa. Dentro dela, havia dois cavaleiros, cavalgando vindo em direção á mim, com seus cavalos, um ao lado do outro. Eles eram como o próprio fogo e ardiam em chamas, seus cavalos também. Depois,
acordei e fiquei pensando nesse sonho, até ver um vídeo aqui dizendo que o cavalo amarelo é o quarto cavaleiro do apocalue o único que vêm acompanhando com outro cavaleiro, são os cavaleiros da morte e o outro é o inferno. Eu estremeci ao ver isso, e á noite anterior, fui assistir os vídeos aqui no Kwai e todos mostrando essas duas luzes no céu, a mesma visão que tive, com todas as características. Preparem a alma de vocês, porque a terra arderá em chamas. Acredite quem quiser, esses sinais estão por toda a parte e apenas quem tem um profundo contato espiritual, irá entender todas essas coisas. Prepare a sua alma, JESUS existe e ele está voltando! Mas, antes dele voltar o povo da terra vão pagar por todas as profanações e pelo não arrependimento. Leiam apocalipse 4, 9 e irão entender tudo! Assistam o meu vídeo que diz "JESUS ESTÁ VOLTANDO, eu sou parte do exército de Cristo."

Sabia que ninguém é de ninguém?


A gente tem essa forma errada de achar que tudo é para a vida toda.


Mas, até nas ruas, está cheio do sexo oposto, podemos sempre nos apaixonar por outros, sem nunca tocar naquela pessoa.


Por já ter um compromisso.


Mas, nós humanos somos movidos por isso.

[19/3 15:07] Alinny de Mello: Aprendi que ninguém precisa de ninguém para ser feliz.


O outro precisa nos encontrar feliz, para ser apenas o complemento.
[19/3 15:07] Alinny de Mello: Não devemos colocar todas as nossas cartas, nas mãos de outro humano
[19/3 15:07] Alinny de Mello: Todos somos errantes
[19/3 15:09] Alinny de Mello: Eu demorei muito para entender isso. Mas, quem ainda não sabe o que é felicidade, acha que precisa de outra pessoa, para fazer ela feliz. Quando na verdade, nós podemos já ser felizes com todas as nossas nuances.

Bom dia.
Ontem te vi, e você estava tão linda.
E sim, você é e poesia pra mim.
E Se ninguém gosta de poesia, tô nem ai,
eu gosto.
Adoro seu sorriso.
E Quem dera um dia pudesse dizer sobre seu sorriso olhando nos seus olhos.

Você é o cara que ninguém nunca te deu importância?


Continue assim.
Apenas seja o seu maior combustível.


Pois depois do seu estopim tudo será lorota.

Meu passado é pesado demais. Por isso, não permito que ninguém entre. Sei que dividir esse fardo seria condenar outra alma a carregar um peso insuportável, imensurável, impossível de compreender por inteiro. Nunca permitirei que alguém sofra o que carrego em silêncio, ainda que, para isso, eu precise assistir à felicidade partir mais uma vez. Há dores que preferem a solidão, porque amam o outro mais do que a própria possibilidade de serem salvas.


- Tiago Scheimann

Aprenda a ver beleza aonde ninguém vê... A ver oportunidades aonde ninguém vê... A ver talentos aonde ninguém vê... Amplie seus horizontes..

⁠Aprendendo a viver e dando espaço para aqueles mínimos detalhes que ninguém vê.
Apreciando cada dia mais a natureza.
Amando toda a beleza que Deus nos proporcionou para admirar.
Cada dia querendo estar mais próximo da natureza,
Pra falar a verdade, sinto que sou natureza.
Passando pelas estações.
De tempo em tempos passo pelo outono, com todas folhas da vida caídas, secas e sem cor, mas mesmo no meus dias de outono jamais esqueço que tenho raízes fortes e logo aquele tom sobre tom de laranja ao marrom terá um novo tom.
Passo também pelo rigoroso inverno, que as vezes passo por cada geada e até geleiras que atrapalha o caminho, mas cá estou e lembro que logo toda aquele caminho gelado será todo florescer.
E passo também pelas minhas primaveras.
Ah! Primavera! Tão linda e singela!
Que me lembra que diante dos outonos secos e invernos rigorosos ainda assim com toda minhas dores ainda sim! Sou flores!
E floresço!
E não esquecendo do verão,
Também passo por está estação!
Com amor e gratidão!
Pois o verão me lembra que sou luz.
Pois a luz maior, me resplandece e ilumina meu ser. Pois ELE é o dono da estação: outono, inverno, primavera e verão.
Que me cobre com seu amor e fortalece meu coração.
Sou tudo isso! Um espírito de emoções.
Evoluindo nas lições.

Liddy Viana.🌻✍️