Ninguem se Encontra por Acaso
Fases
Não importa em qual fase da vida você se encontra!!
Pode ser fase da menina que brinca de boneca e de faz de conta ou, quem sabe, a fase da menina que deixa a boneca de lado e passa a ser a moça que fica por horas se admirando diante do espelho.
Talvez nas fases das conquistas, de sabores e amores, mas também pode ser nas fases das decepções e desilusões.
Você pode encontrar-se na fase da moça que se descobre Mulher!!
Mulher com suas caras e bocas, curvas e retas, fase onde tudo floresce e transborda.
Fases de encantos e seduções, às vezes
sem você perceber, mas você também pode encontrar-se na fase do amadurecimento, quando seus sonhos e projetos são mais urgentes e você tem pressa em realizá-los e também de sentir-se realizada.
Mas de repente você descobre que já não pensa mais como a menina que gostava de bonecas e tão pouco como a moça que sentia prazer em se admirar diante do espelho. Agora você deseja ser admirada, deseja um amor encontrar, deseja ser cortejada e flores receber.
Você sonha em construir uma família, mas também deseja o mundo ganhar e novos horizontes conquistar. Como é difícil fazer escolhas em determinadas fases da vida, como é difícil decidir qual caminho seguir.
Ah! Minha amiga, quantas fases se escondem por trás da face de uma Mulher?
Mas não importa quantas novas "você" surgem a cada amanhecer, o importante é saber aproveitar cada fase da vida e tentar ser feliz!!
O importante é sentir-se plena e realizada, não importa o como, apenas viva cada etapa da vida, cada momento de prazer e de satisfação.
Tudo é tão passageiro, as emoções que você deixa de viver hoje, pode ser que você não tenha outra oportunidade para vivenciá-las novamente.
Então viva intensamente o hoje e espere o amanhã chegar para novos planos traçar.
24/05/2019
Afinal, quem ou o que é o tão temido Diabo? Como podemos encontrá-lo? Ele é apenas um, ou há vários? Quem é o responsável por todos os nossos erros? Por todas as nossas péssimas escolhas?
Se quiser encontrar o Diabo, há um ritual muito simples, em que ele aparece na sua frente, e poderá encara-lo "olho no olho". Simplesmente, olhe-se no espelho. Fazendo isso, encontrará o tão famigerado "tinhoso", mas se surpreenderá ao ver que ele não é, nada mais e nada menos, que você.
- Marcela Lobato
O que eu vivo não é para muitos; é para poucos. Sou a parte do universo que não se encontra em nenhum outro lugar, até que eu reprograme o jogo.
Não falo de luxo, falo de uma paz que poucos alcançam. Sou o fragmento único do universo que se recusa a ser apenas parte do jogo.
Quem uma vez saboreou uma gota de Deus, não encontra descanso enquanto não se abisme no oceano dessa grande realidade.
Huberto Rohden
Ancorar o coração em um porto não significa fim de rota. Indica que nele você encontra paz e segurança para recarregar-se.
Quem não encontra identidade dentro de casa
vai aceitar qualquer versão de si mesmo, que o mundo oferecer.
O Natal chega todos os anos, mas nem sempre encontra a gente no mesmo lugar por dentro.
Alguns chegam cansados, outros feridos, muitos em silêncio. Há quem sorria por fora, mas carregue batalhas que ninguém viu ao longo do ano.
Talvez este Natal não seja sobre mesas cheias ou presentes embrulhados. Talvez seja sobre perceber que, apesar de tudo, você ainda está aqui. Respirando. Tentando. Acreditando, mesmo quando quase desistiu.
O Natal lembra que a esperança não nasce em palácios, nasce em cenários improváveis. Nasce quando tudo parece pequeno demais para dar certo. E, ainda assim, algo novo começa.
Se este ano foi difícil, talvez isso não seja o fim, mas o intervalo necessário para um recomeço mais consciente, mais forte e mais verdadeiro.
Que neste Natal você se permita menos cobranças e mais sentido.
Menos pressa e mais presença.
Porque às vezes o maior presente não é mudar o mundo, é mudar o olhar.
Onde o clima da serra encontra a intensidade do grão: um café expresso em Campos do Jordão não é apenas uma pausa, é o abraço quente que o inverno merece.
Reno Fioraso
Na vida, quem encontra um amigo verdadeiro descobre um tesouro, e talvez por isso ele pareça cada vez mais raro. Em meio a uma rotina acelerada e relações frequentemente superficiais, a lealdade deixa de ser regra e passa a soar como exceção.
Os sinais dessa escassez aparecem nos lugares mais inesperados. Em situações extremas, como na criminalidade, a ideia de “parceria” se desfaz ao primeiro risco real: quando tudo dá errado, prevalece o instinto de autopreservação. Também no cotidiano institucional, episódios de falha de apoio entre colegas expõem fragilidades que vão além do indivíduo, revelando problemas de preparo, confiança e coesão.
Esses exemplos, ainda que distintos, convergem para um ponto comum: a dificuldade de sustentar vínculos baseados em compromisso genuíno. Não se trata de romantizar a amizade, mas de reconhecer que ela exige algo que não se encontra pronto nas prateleiras, tempo, responsabilidade e presença concreta.
Em última análise, a amizade verdadeira não é produto de conveniência, tampouco mercadoria disponível ao primeiro alcance. É construção contínua, feita de escolhas consistentes e atitudes que resistem à pressão. E, justamente por isso, quando surge, merece ser tratada como aquilo que de fato é: um bem raro e valioso.
Encontra-se o sossego onde o vento sopra, os pássaros cantam e o verde da natureza silencia o mundo.
O homem que sabe rir de si mesmo, encontra a paz interior e é um sinal claro de uma mente sã, madura e livre.
Sob o manto de um céu infinito, encontra-se na solitude do campo o diálogo mais puro; onde o sopro do vento dita o ritmo e o canto dos pássaros traduz a paz que só o silêncio sabe cultivar.
Eu sempre acreditei que o amor era uma espécie de salvação, que, ao encontrá-lo, tudo faria sentido e as peças do quebra-cabeça da vida se encaixariam. Acreditei nisso com a pureza de quem ainda não havia sentido as dores que o amor também pode trazer. Minha avó, com sua sabedoria de anos, me dizia que ninguém é feliz depois de ter amado uma vez. Eu discordava, achava que o amor era algo eterno e puro, que jamais poderia ser fonte de infelicidade.
Mas hoje, com o coração mais marcado pelas experiências, começo a entender o que ela queria dizer. O amor, por mais bonito que seja, também é transformador — e nem sempre para o lado que esperamos. Ele nos faz crescer, sim, mas às vezes esse crescimento vem com dor, com perdas, com despedidas. E, depois de amar, nunca mais somos os mesmos. Não é que a felicidade se torne impossível, mas ela muda de forma. Ela deixa de ser aquela felicidade leve e despreocupada para se tornar algo mais maduro, talvez mais pesado, mas também mais profundo.
O amor me ensinou que sentir intensamente é também se expor à vulnerabilidade, às fraturas que podem nos fazer duvidar de quem somos e do que acreditamos. E, mesmo assim, eu continuo acreditando no amor. Não de forma ingênua como antes, mas com uma aceitação de que ele faz parte de quem somos, tanto nas alegrias quanto nas dores.
Minha avó tinha razão em parte — talvez depois de amar, nunca mais voltemos a ser os mesmos. Mas o que ela não disse, e que eu só descobri vivendo, é que essa transformação não precisa ser o fim da felicidade. Ela pode ser o começo de uma nova compreensão sobre o que é viver, sobre o que é sentir, e sobre o que significa amar com todas as suas cores — as claras e as sombrias.
Autora: Nayra Sousa
Levei um bom tempo para compreender de que o mundo ao qual pertenço encontra-se dentro de mim ,embora tivesse procurado do lado de fora,mas insistentemente ainda busco conviver com o meu exterior.
Você nunca encontra a mesma pessoa duas vezes.As alegrias curam, as dores ensinam, o sofrimento rasga, as feridas sicratizam. Em cada instante somos transformados pela vida.
