Ninguem Perde Ninguem
“Quando a lei passa a governar aquilo que ninguém pode ser obrigado a pensar, o Direito começa a invadir a última fronteira da liberdade.”
“A igualdade é o limite moral do poder: ninguém pode ser grande o bastante para tornar o outro juridicamente pequeno.”
“Onde ninguém pode falar em nome de Deus para retirar a liberdade de outro, o Direito encontrou talvez sua forma mais humana de transcendência.”
“Uma sociedade juridicamente civilizada é aquela em que ninguém precisa provar que sua existência merece proteção.”
“O maior perigo do Direito não é a ausência de leis, mas a existência de leis que ninguém mais ousa questionar.”
Às vezes, a maior injustiça não está na decisão, mas na pergunta que ninguém teve permissão para formular.
A felicidade jurídica talvez seja viver em uma sociedade na qual ninguém precise lutar diariamente pelo reconhecimento de sua dignidade.
A burocracia pode fragmentar a responsabilidade até que ninguém se sinta responsável pelo resultado.
A liberdade jurídica não é o direito de fazer tudo; é a garantia de que ninguém poderá impedir arbitrariamente aquilo que a lei permite.
A igualdade jurídica não significa que todos sejam iguais, mas que ninguém seja inferior perante a lei.
A caridade, juridicamente compreendida, aproxima-se da ideia de solidariedade: ninguém vive completamente separado das consequências sociais de seus atos.
"Ninguém vai ser livre de verdade enquanto houver intermediários religiosos ditando o que a gente tem que aceitar de olhos fechados."
A verdadeira segurança jurídica nasce quando ninguém está acima dos limites que a própria lei estabelece.
A liberdade exige que ninguém seja obrigado juridicamente a acreditar naquilo que não pode ser demonstrado.
Uma sociedade verdadeiramente livre não é aquela na qual ninguém tenta convencê-la, mas aquela na qual ninguém consegue transformar a consciência alheia em território sem soberania.
