Ninguem Perde Ninguem

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⁠Não é
segredo
para ninguém
que moro
longe,
E não posso
perguntar
para quem
não conheço;
De tantas
linhas
só acho
que uma
notícia
creio que
eu mereço.

Buscando
os passos
do Pastor
que busca
onde está
a sua ovelha;
Assim hoje
seguindo
o rastro
escrevi
mais poema
de todo dia.

Não sabia
até dos
paradeiros
dos dois
Generais,
Emocionada
junto com
os filhos
da Pátria
vizinha que
encontraram
um deles
após seis
semanas,
Continuo
sem saber
se o General
dos meus
poemas se
encontra vivo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠"Ninguém sabe o potencial que tem, até explorar a si mesmo."

Inserida por DAmico

A liberdade apavora mais que a prisão, porque nela não há ninguém a quem culpar.

Inserida por RodrigoBossle

É imperioso dizer:
- Ninguém mais
contém o quê
é sobrenatural.
mesmo diante
dos quatro
atrasos
do que é
para ser,
e ninguém
mais há
de deter.

Rima para o teu
ombro curar,
sonho para te
devolver,
pelo teu povo
não desiste
de te libertar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Desde que se apossaram
do mar da Bolívia,
Eu estava lá só que
ninguém me via,
Bem no meio antiga
da tropa eu havia
sido escrita e escondida.

Fui revelada só agora
que não vou me contentar,
Enquanto não me devolverem
o General, a tropa e o mar,
Não vou parar um só dia
de espalhar a minha poesia
por todo e qualquer lugar.

Nasci sul-americana
e nenhum de vocês
a mim não me engana.

Estou espalhada pelo ar,
nasci na serra e cresci
bem no meio do mar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O mar subtraído desde
a Guerra do Pacífico ainda
não foi ao povo devolvido.

Ninguém pode negar
que a Bolívia soberana
nasceu para navegar.

Não há poeta que não
tenha entregado
a sua vida ao mar.

E prometi a mim mesma
quando ele for devolvido,
será nesse dia que ali
junto ao povo vou estar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não é preciso provar nada,

Precisamos um do outro,

Não devemos nada a ninguém;

Devemos nos provar...e bem!



Não é preciso justificar nada,

Entregamos fácil o ouro,

Não negamos nada a ninguém,

Todos percebem muito bem...



Não é preciso esconder,

Dançamos no abismo;

Não recusamos o amanhecer

Dois oráculos e um destino.



Vagueio peregrina na tua mente,

O teu corpo sente a ausência

- unicamente - do meu!...

E o meu escreve evitando

- lembrar - de que já teve o seu!



Escrevo poesia - evitando -

Lembrar de que ela existe,

Como um gemido de fidelidade

- extrema - pela falta que me fazes;

Ainda escreverei versos muito melhores,

E bem mais plenos e audazes...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Ninguém me avisou

Eu mesma escutei

A onda quebrando

No meio da noite

Era você chegando

Na beira da praia

O mar cantando

Em tom de felicidade

O teu barco atracando

Em terra bem firme

De amor sem limite.



O vento cantante

Em volta de nós

A Lua brilhava

Passou um cometa

Em toccata e fuga

O amor é maior

Que ele nos contagie

Nos proteja do Mal

Trazendo mais amor

E nos aqueça com o Bem

Invada o planeta, e ensine:

Que fazer amor só faz bem.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Ninguém pode

deter-me

Desejo é

pertencer-te

Ninguém pode

julgar-me

Anseio é
reencontrar-te

Ninguém pode

condenar-me

Eu hei de viver

só para amar-te.



Desejo que

só me pertence

Ninguém

pode deter

Anseio que só

me estremece

Ninguém

pode 'fazer'

Eu hei de vivê-lo

para sempre.



Recolha-me

e absorva-me

Toma-me, coma-me

e beba-me

Devora-me

com ganância

Repleta-me

sem moderação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Uma cena que ninguém imagina,

Ela se passa amena, tranquila,

Poeticamente amanhecida,

No meio considerado como nada,

Mas todos querem estar lá,

Esbanjando celebração e vida,

Repletamente praiana,

Sobre a charmosa duna,

Que ninguém questiona ou duvida,

Tão tranquila cena,

O ninho das corujas, bem ali,

Um símbolo de glória e de sabedoria,

Morando muito bem na Praia de Salinas.



Em Balneário Barra do Sul,

Tudo se celebra:

o tempo, o mar e a vida,

Aqui tem mar azul,

E o céu de todo dia é motivo

Para escrever a nossa poesia.



Ali, logo ali, após as dunas,

Elegantemente esculpidas,

Por areias monazíticas,

Vejo o barquinho deslizando,

As gaivotas bailando,

Fazendo a festa da pescaria,

Logo, logo, chegará a Festa da Tainha,

- soberana

Ela que é a nossa rainha,

Festa do povo barrasulensse,

Que esbanja sorriso,

Poesia,

E intensa alegria.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Escrever sobre o quê todos já sabem,

Que nesta vida ninguém usa a cabeça?

A água limpa é fonte de vida,

Economizá-la sempre compensa.

Porque ela hidrata, limpa e nos renova,

Toda a homenagem não é o bastante,

Economizar a água é a maior forma de recompensa.



Água, água, água...

Água, água...

Água...

Água, água, água...



Já que resolvi escrever, escrevo sobre a ingratidão,

Da nossa Humanidade que não preserva nada,

Nem a água que utiliza, se banha e bebe,

Gente ingrata que nem ao Bom Deus,

- obedece -

Humanidade que suja a água,

Fonte de vida que fortalece

- Gente

Que a polui, a abandona e a esquece.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Observo de cima,

Lá do alto dos montes,

Não há tempo que oculte,

- Ninguém que esconda

E ninguém que se esqueça;

Do Bem que fizeste,

Tal como o riacho cortando,

Os montes e prados verdejantes.



Como o Ofício cantado,

Pelos monges entoado,

Não há mal que permaneça,

- Deus sempre vem em socorro

Ele não nega o auxílio;

Ao órfão, à viúva e ao peregrino,

Ele é a Luz que alumia o caminho,

Verdade, Caminho e Vida que nos guiam.



Cada certeza dedicada,

Em prece ofertada,

Deste coração contrito,

- Tenho em ti a minha fortaleza

E cada desvio por ti remido;

A fé de quem carrega o teu perfume,

Embalando a tua misericórdia infinita,

Que és o verdadeiro amor da minha vida.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Ninguém contou,

Mas eu sei de tudo,

E como tudo começou,

O pássaro sobrevoou,

Foi Ele quem te consagrou.



Ele te buscou,

Para seres soldado da paz,

A Guerra te marcou,

Mas a tua alma não roubou.



Ele sempre te Deus sinais,

Como deu à São Bento,

Todos divinais, - naturais,

Ele testemunho o quanto orais;

E fostes sempre o apóstolo da paz.



A doutrina da fé,

A pedra fundamental,

Pastor espiritual,

Estar com Ele sempre foi natural.



Continuar com Ele,

E por Ele,

E em n'Ele,

Ao renunciar pela Trindade,

Mistério da idade,

Libertação, fé e humildade,

Para crescer a Igreja em caridade,

Gesto divino e de humanidade,

Um raio caiu na Basílica central da cidade,

- país de Pedro, apóstolo

Cidade do Vaticano,

Mais um sinal,

Dado por Ele, que é chegada a hora

Da renovação,

Para a revolução do amor por toda a eternidade,

Um aviso para a Humanidade crescer em fraternidade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Ninguém está sozinho,

- eu acredito

Nem um cadinho nisso,

Somos feitos de carinho,

E de doçura sem fim...



Descobri em ti a salvação,

A redenção do meu coração,

O teu amor é revelação,

Fonte da minha libertação.



Desde que você chegou,

A estação saudade se alterna,

Entre o verão e a primavera,

Mesmo que você se vá,

Aqui você para sempre ficará.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Ninguém percebeu,

Que eu tenho raiz,

Sou a flor da duna,

Que cresceu feliz.



Tenho um doce aroma,

Bondade e textura,

Foi Deus quem me quis,

Nem o vento me derruba.



Nasci flor da duna,

Brilho com o Sol,

Existo além do tempo,

Eu descanso com a Lua.



Enxergo na penumbra,

- Deus é poesia

Enfeito o ninho da coruja,

Para o teu olhar trago alegria.



Resisto a forte mudança,

Das dunas não mudo,

Eu não perco a esperança,

De colorir o mundo com amor,

Enfeitando a vida com temperança,

E seguir plantando nesse mundo a esperança.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Hoje eu fui até a praia,

Catar conchas para você,

Ninguém precisa saber,

O mar gentil bramia,

Mansa a tarde caía,

O sol se recolhia,

Por detrás das dunas,

Ideias leves como plumas,

Repletas de beijos de luz,

A sereia e as ternuras,

Endereçadas à você,

Recolhendo conchas,

Para outra vez te ver,

Deixei a praia me dominar,

Guardei as conchas no corpo,

Mergulhei em mim e no mar.



O amor é um oceano,

Temos que desvendar,

Todos devem sonhar,

E ter alguém para amar.



Quase devolvida ao mar,

Resolvi regressar,

Para te rever, e nos resgatar;

E nunca mais olvidar...,

Iniciei a oração,

O céu se abriu admirado,

Com tanta devoção,

Em tom lavanda e com nuvens róseas,

Ele floriu como um jardim de rosas,

Repletas de místicas flóreas,

Um celestial jardim de rosas místicas,

- suspensas em pleno ar

Numa explosão de beleza sem igual,

Ouvi um concerto angelical,

Surgiu um arco-íris dando um sinal,

Que o nosso amor jamais terá final.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu enxergo longe...,

Enxergo de um jeito

que ninguém enxerga,

Eu te enxergo por inteiro...,

Faço versos até sobre

o meu limoeiro,

Trazes incrivelmente

os sons e os ritmos,

Do Brasil inteiro,

Pleno e doirado,

verdejante e azulado,

Da luz branca do luar

e do céu estrelado,

Místico e apaixonado...,

São esses versos

e o meu brocado,

Nos lábios permanecem

o sabor de jenipapo.



Eu te beijo por onde

ninguém imagina,

É verdade, os meus

beijos emanam

mel, luz e malícia...

Desdobradas carícias

que ocultadas

são para quem sabem

esperar a hora chegar,

e, também fazê-la acontecer...

Ainda você não se deu conta

o quanto eu gosto de você...,

Faço silêncio para você

se dar conta

do cortejo que tens

deixado de me fazer...



De longe sinto o teu cheiro...,

Tão perfumado que deixa rastro,

Seduz, reluz e plenifica...,

Ele é a tua assinatura,

- é parte de você

Causa contemplação e ternura,

- espiritualiza

Como um bouquet silvestre

que traz para si o carinho vento,

Ele não sai de mim porque nasceu

de você - cresceu com o sentimento.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não se castra a poesia de [ninguém,

Quem castra - age como quem rouba a fé,

Uma poesia castrada,

- é como o brilho dos olhos roubados de

[alguém

Não se castra a poesia de [ninguém.



Das vezes que eu tentei te procurar,

Você não quis deixar,

O meu amor te amar,

E no teu coração eu penetrar.



Não se abafa o canto de [ninguém,

Quem abafa - age como quem acaba com o oxigênio,

Um canto abafado

- é como um país que virou terra de

[ninguém

Não se abafa o canto de [ninguém.



Do meu escrever sobre o amor,

E sobre o teu sentir,

Eu quis falar,

E você não quis me ouvir.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Você fascina a minh’alma,

Dum jeito que me tira a calma,

Ninguém calcula como é;

Esse adocicado pertencer,



Você sabe que eu sou tua,

Eu nasci para você.

Em repentes alegres,

Pensamentos indecentes,

Aliciam para prazeres,

Inda mais atrevidos,

Resolvi trazer-te,

Para pertencer-te,

Do jeito que lhe convier,

Serei tua menina,

Posso ser a tua namorada,

Serei a tua moça,

Posso ser a tua amante,

E também a tua mulher.



Barrosa canta no terreiro,

Assim vou provocando,

Para te deixar queimando,

Aceso como um candieiro,

Os meus quadris sacolejo,

Para deixar os teus faceiros...



Posso ser cachoeira,

- posso ser o teu amor

Sou branca, negra, índia

e cabocla,

E tu nasceste para ser o

meu senhor.

De carmim pintarei

a minha boca,

Vou vestir-me com a

minha melhor roupa,

Para sair um pouco

da fazenda,

Quero que me leves

até João Pessoa.

E aqui no Sertão não

mais me prenda,

Porque amar pede

liberdade,

Não me faça nenhuma

reprimenda.

Quero que saibas que o

meu coração é teu,

Guarde isso de uma

vez por todas – aprenda.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Resolvi o nosso

amor acolher

Ninguém mais

nos tira

do trilho

Só o amor

é capaz

de dar

o brilho

Decididamente

contigo

resolvi viver



Acariciando

o teu coração

Te provarei

sem pudor

Seremos

do nosso

amor

Já te vejo

pleno

de fulgor



Serei a brisa

bem mansinha

Feminina

e encantadinha

Entregue

e arrepiadinha

Prometo que

vou andar na linha



A primavera

está florescendo

A minha adega

está nos

teus lábios

Dos nossos sabores

vou fazendo

Vinhos primaveris

de inebriar os sábios

Inserida por anna_flavia_schmitt