Ninguem É Igual a Mim

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⁠Ninguém se reergue na vida se autodepreciando, criando ninhos de ofensas e hostilizando os de dentro e os de fora. É preciso mudar o pensamento para a vida mudar!

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não importa da onde parta, o clima de provocação não faz bem para ninguém.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A Ciência e todos os seus ramos perfazem o campo de investigação das leis da vida. Ninguém pode contra as leis da vida.

Essa pandemia está durando porque uma parcela da Humanidade está transgredindo e a outra está banalizando as leis da vida.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Ninguém te ama depois de muito tempo ou lembra que é teu amigo(a) depois de muito tempo.

O cordial hostil tem espírito rasteiro, faz cerco contando com a tua distração e procura dar contornos para aquilo que nunca existiu, não existe e jamais existirá.

Fique atento aos sinais que transitam entre gestos, palavras de falsa amabilidade e palavras de falso clamor.

O cordial hostil sempre deixa rastros digitais para tentar constranger você e quem se encontra ao seu redor.

Como diz a minha Mãe que sempre recorda o adágio popular: "- Olho vivo que cavalo não desce escada.".

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Ninguém mais milita por referendos em assuntos sensíveis para o Brasil. Deixem de ser acomodados em ficar a todo instantediminuindo a Constituição!

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠América Latina seja por insegurança pública ou política, é uma região que ninguém dorme há muitos anos...

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Aceitar o silêncio para um, é aceitar o silêncio para todos. Não fico feliz com a voz de ninguém silenciada.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Ninguém tem o direito de maltratar as nossas emoções, o nosso país precisa de tranquilidade para prosperar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Minha Pátria profunda,
Terra de Pindorama,
No meu povo ninguém toca,
A tua História ninguém apaga.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Ninguém precisa dizer

que dos teus lábios

de caxiri não me fartei,

aos sabores ancestrais

todos gentis na mesa

à eles me entreguei.



Feita do pó do tempo

e da cor das sementes

a vida festiva vida

que trouxe até a mim

a sua existência linda,

és amor para toda a vida.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Onde ninguém fala de política ou se recusar a falar, é o melhor lugar da face da Terra na atualidade! Menos ou nenhuma política = mais vida!

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Sem fazer esforço
de olhar para trás,
Não há como não
enganar a ninguém
que meus cabelos
são como cavalos
soltos por Karabakh;
Renunciar quem eu
sou nem o destino
pode mais me negar,
Ser diferente de quem
sou por amor ou razão
não posso me mudar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Melhor do que sorvete
em pleno verão ardente,
Amor refrescante amor
que ninguém derrete
e o tempo só fortalece.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não se castra a poesia de [ninguém,

Quem castra - age como quem rouba a fé,

Uma poesia castrada,

- é como o brilho dos olhos roubados de

[alguém

Não se castra a poesia de [ninguém.



Das vezes que eu tentei te procurar,

Você não quis deixar,

O meu amor te amar,

E no teu coração eu penetrar.



Não se abafa o canto de [ninguém,

Quem abafa - age como quem acaba com o oxigênio,

Um canto abafado

- é como um país que virou terra de

[ninguém

Não se abafa o canto de [ninguém.



Do meu escrever sobre o amor,

E sobre o teu sentir,

Eu quis falar,

E você não quis me ouvir.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Entra Natal e sai Natal
tudo tem se repetido,
Ninguém sabe quando
terminam as penas
de cada preso político,
A responsabilidade
por cada reclamo poético
sempre vivo assumindo.

Por utopia insistente
venho pedindo este
e os próximos Natais
com elevado sentido
de ter nunca mais
na vida presos políticos.

Não quero um Natal
repetido: com tupamaro
histórico perseguido e preso,
com professor desaparecido
com heróis reprimidos
e com culto a incoerência.

O quê tenho escrito
serve para mim, para ti
e para quem quiser tirar
proveito toda às vezes
que deixamos esquecido
o nosso protagonismo
independentemente
do grau de importância.

Porque enquanto houver
uma tropa inteira presa
e um General injustamente
preso por pensar diferente,
Onde quer que estejamos
estaremos presos sem
mesmo com que percebamos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Ninguém se recorda
do poeta do Brasil,
Dele não me esqueço
e ainda me inspiro.

Ainda por enquanto
há lindas palmeiras
acariciando o anil,
a lucidez de muitos
tem andado por um fio.

Ainda sobrevivem
algumas aves,
Os sabiás resistem
as gaiolas do destino,
e tudo tem me dado calafrio,

As árvores são
as que sobraram,
e não é mentira
onde a ofensa
fixou de vez residência.

De ti Gonçalves Dias
eu ainda lembro,
Em mim tu está vivo
em teu movimento
neste coração latino e brasileiro;

Que pergunta pelas libertações
da tropa, e do General,
e ao mesmo tempo sabe agradecer
à Venezuela pelo generoso oxigênio.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O ano está se despedindo,
e até agora nada mudou:
os pemones ninguém escutou.

Pobre Salvador, pobre Salvador,
pelo jeito vai ter por aqueles
o esquecimento da própria dor...

O ano está se despedindo
com notícia de conspiração
neutralizada no Palácio;
Não 'veem' o autoproclamado,
ele parece mais é tratado
(como pet de estimação).

Nada mudou e nada mudou,
tudo do jeito que estava,
é do mesmo jeito que ficou.

O ano está se despedindo,
sem notícia de justiça
equilibrada e de tropa libertada.

Nada se sabe e não se sabe
de absolutamente nada:
até a vida já está acostumada.

O ano está sem despedindo,
mas o General está na prisão
(injustamente aprisionado)
desde este dia amaldiçoado
o mundo foi parando e parou.

Ali o mundo foi parando,
paraaaando e parou;
o mundo dele parou...

Dos velhos hábitos maldizentes
tem gente que vejo da janela
que ainda não mudou,
não é verdade quando falam
que o General traiu ou conspirou.

(Apenas há uma falsa notícia
crime que acusa
que a rebelião ele instigou).

Só que a poesia e a verdade
não acabou e ninguém apagou;
como os dedos que não podem
capturar a liberdade que carrega o ar,
e a Lua segurar o Sol da manhã raiar:

a verdade e a poesia não vão evaporar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Ninguém sabe
mais do paradeiro
do General que
foi preso inocente,
A irmã perguntou,
O pastor também,
E ecoei porque
sou insistente,
Não dá para fingir
que não me
sensibilizo
porque nasci gente.

Não se sabe
onde está
o Vice-Presidente,
O Inferno e suas
Cinco Letras
estão emudecidos
simplesmente;
Há mais de um
desaparecido
neste continente.

Nenhuma linha
de Oslo
os desaparecidos,
Poderia até
fingir que
não percebi
a ausência disso;
A incoerência
sobre isso inspira
e até mesmo
sugere que não
está ciente
ou é indiferente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não é
segredo
para ninguém
que moro
longe,
E não posso
perguntar
para quem
não conheço;
De tantas
linhas
só acho
que uma
notícia
creio que
eu mereço.

Buscando
os passos
do Pastor
que busca
onde está
a sua ovelha;
Assim hoje
seguindo
o rastro
escrevi
mais poema
de todo dia.

Não sabia
até dos
paradeiros
dos dois
Generais,
Emocionada
junto com
os filhos
da Pátria
vizinha que
encontraram
um deles
após seis
semanas,
Continuo
sem saber
se o General
dos meus
poemas se
encontra vivo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Faço eco das vozes
da irmã, do irmão,
e dos irmãos,
e ouso sem autorização
e sem ser ninguém
para perguntar:

- O General
está bem?
Versejo nas sombras
da limitação real
para perguntar:
- Onde o General está?

Ninguém sabe onde
foi parar o General,
Ouviu ou viu,
Mas insisto
em perguntar:
- O General está vivo?
Não desisto de saber
no deserto de afetos,
tristezas aquarteladas
e absurdo dos séculos. ⁠

Inserida por anna_flavia_schmitt