Nietzsche Corpo Mente

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⁠"Esse não saber...
A porta fechada...
O pijama morando no corpo...
A luz do futuro apagada...
Então a tristeza também é isso?"

⁠Lutando contra um sentimento que dominou todo meu corpo...

As suas habilidades morrem com o seu corpo. As minhas sobreviverão por muito tempo depois que eu me for.

⁠Pra amar de verdade não é preciso ser de corpo presente,basta os corações estarem unidos numa mesma sintonia.
O amor distante é tão doce quanto o presente,basta ser verdadeiro.

⁠'' Sinto como se meu corpo estivesse se afundando as pouco e sem ninguém aqui para poder me ajudar, o jeito e ficar só e se afundar.''



Te mostrei o meu desejo,
Te mostrei o quanto meu corpo anseia pelo seu, e como minha alma está entregue a você.

Seu cheiro ainda está no meu rosto, no
meu corpo e no meu travesseiro.
A contentação por tão pouco só me mostra
O quanto estou fascinada por você.

⁠Do que me adianta teu gosto...
Teu corpo ... teu jeito calado , do que me adianta seu riso, sua fala , sua voz meio calada... do que adianta ? Tudo é em vão.. tudo é sem noção..tudo é falho ..do que me adianta te ver de longe..se tudo que eu mais quero na vida é ter você sempre por perto..

⁠Eu sou indigena, indigena em contexto urbano.

Dentro do meu corpo território, também já houveram invasões.

Primeira invasão foi ao nascer nesse mundo e ser arrancada do pertencimento da minha cultura.

Segunda invasão foi na infância, saquearam minha inocência de achar que éramos todos iguais.

Em todos lugares, tentaram me marginalizar, escantear e dizer que eu era menos, apenas por ser na indígena.

A terceira invasão foi na adolescência, onde acharam que meu corpo tinha que ter dono, pois uma mulher indigena é considerada apenas objeto de dominação.

Cor do pecado, olhos que hipnotizam, exótica, selvagem, são palavras usadas pra normalizar a violência e o abuso sob nosso corpo território.

Dominaram e destroçaram meu espírito mais vezes do que eu saberia contar, mas eu nunca abaixei minha cabeça, ando com nariz empinado em qualquer lugar que eu passo porque apesar de me tratarem como invasora da minha própria terra, eu resisto e insisto em mostrar que estaremos aqui.

Sempre estaremos aqui, na nossa terra, com nossos ancestrais nos levantando em cada caída rumo a nossa re(tomada). ✊🏽

Minha alma te chama...
Meu corpo por ti clama
Meu ❤️ tão bobo arde e inflama.
Na solidão da noite no vazio frio da nossa ex-Cama.

O beijo das estrelas

O teu corpo de terra e água
Onde a quilhado do meu barco
Onde a relha arado
Abrem rotas e caminho

Teu ventre de seivas brancas
Tuas rosas paralelas
Tuas colunas teu centro
Teu fogo de verde pinho

Tua boca verdadeira
Teu destino minha alma
Meu mundo tolo
Teus olhos de mel e vinho

Bem que o mundo não seria
Se nosso amor lhe faltasse
Mas as manhãs que não temos
São nossos lençóis de linho
Que vem o beijo das estrelas.

" Quero sentir o cheiro do teu corpo, sentir o gosto da tua boca,e ver o brilho dos teus olhos."

Paz pra alma, paz pro corpo,
paz pro espírito.
Paz pra quem vai, pra quem chega... pra quem fica...
Paz pra quem volta.
Paz nas decisões, nas comunhões, nos corações.
Paz em todos os acontecimentos.
Paz nos dias, nas horas...
Paz em todos os momentos.

Pior do que estar sozinho(a), é viver com a solidão, não a do corpo, mas a solidão da alma.

Pior do que estar sozinho(a), é viver com a solidão, não a do corpo, mas a
solidão da alma.




Autor: Cássio Charles Gomes

SONO, TRISTEZA E POESIA


O corpo cede, mas há lembrança,
de cada riso, de cada dança,
e o coração, ainda que cansa…
agradece.


A noite cobre de sombra e véu,
mas há estrelas no mesmo céu,
e cada dor, por mais cruel…
ensina.


No breu que insiste, surge um clarão,
a alma entende a própria canção,
e a vida, em breve, num sopro então…
renasce.

Como uma sombra você surge em minha frente e meu corpo começa a tremer, seu olhar devasta cada centímetro meu, meus olhos queimam como brasa viva,minhas veias pulsam pura adrenalina e paixão. O caos se instala como fogo na pólvora, o ar já não existe,e o que antes era calmaria se transforma em tempestade viva e destruidora.


Minha boca clama por seus lábios, minha pele arde de desejo e nada,nada mais faz sentido.As palavras já não saem, já perco o raciocínio.
Você é voracidade, fome e tesão,você é a sede,e eu a gota de orvalho, o veneno e eu antídoto, o fio que arrebenta toda esperança, o apagão na minha claridade.


Você é o que eu nunca senti,o que eu nunca desejei,o que eu nunca queria encontrar.
E mesmo assim meu maior prazer, seria ter você incendiando meu mundo,devastando meu ser e inundando minha mente e meu corpo,me deixando em êxtase.

Quando o corpo grita, até os guerreiros mais corajosos precisam aprender a lutar de joelhos.


Trecho do livro Lá em casa – uma contemplação da família perfeita SQN

DISTONIA E O AMOR



A distonia limitou o meu corpo

Porém, não limitou o meu amor

Que continua crescendo

Mesmo com tanta dor

As reminiscências são a forma mais sutil de percorrer o túnel do tempo, não com o corpo, pois o tempo não retorna, mas com a alma, que revisita o passado para resgatar momentos, imagens e encontros que se tornaram inesquecíveis.

O luto é um território onde o tempo anda diferente. Não é atraso, nem falha — é o corpo e a alma tentando compreender a ausência que não cabe em palavras. O luto não é um túnel escuro, como tantos dizem; é uma travessia, sim, mas uma travessia feita de noites e amanheceres entrelaçados, onde dor e amor caminham de mãos dadas.

Perder alguém é sentir o mundo deslocar-se um pouco para o lado, como se tudo estivesse igual, mas profundamente alterado. E, ainda assim, dentro dessa ferida aberta, existe um brilho silencioso: é o amor que permanece. O luto nada mais é do que o eco desse amor, tentando encontrar um novo lugar para morar dentro de nós.

A verdade é que não “superamos” o luto — nós o integramos. Aprendemos a carregar a ausência com mais leveza. Aprendemos que lembrar não é sofrer, mas honrar; que chorar não é fraqueza, mas prova da presença que existiu e transformou quem somos. Com o tempo, a dor muda de textura: deixa de ser um corte bruto e se torna cicatriz sensível, que dói quando tocamos, mas também nos recorda de que vivemos algo real, grande, importante.

Brilhar no luto não significa esconder a dor, mas permitir que ela se transforme. É deixar que o amor que ficou ilumine as partes escuras. É reconhecer que, embora alguém tenha partido, aquilo que essa pessoa despertou em nós — ternura, coragem, riso, memória — permanece vivo.

No fim, o luto é uma prova silenciosa de que tivemos a sorte de amar alguém a ponto de sua ausência mudar nosso mundo. E, pouco a pouco, aprendemos que seguir em frente não é deixar para trás, mas caminhar levando junto — de outro jeito, em outro ritmo, mas com o mesmo amor.