Nietzsche Corpo Mente
A mente é um labirinto e para se tornar mestre de seus pensamentos você deve desvendar os segredos ocultos.
O maior dos prazeres intelectuais é libertar-se da licenciosidade da mente que não altera os preceitos morais com o tempo e a consciência, adaptando-se ao desconhecido e sempre mantendo as circunstâncias de sua essência.
Todo conhecimento e toda experiência termina na mente, e o que está além da mente não pode ser experimentado.
A mente pode nos ensinar muitos caminhos, mas encontramos nosso destino por meio do coração que sempre sabe que direção tomar.
O Portal 11&11
A energia do olhar que eleva o portal da mente em conexão e sincronicidades ilumina e irradia com seu fluxo os guardiões das frequências e eventos de harmonia completa e infinita.
Libere a fumaça que se evapora no ar e transporta aquela brisa que bate na mente e faz o pensamento viajar.
“Na arena da autodisciplina, a maior conquista é vencer a si mesmo. Quando dominamos nossa mente, resistindo às tentações e mantendo o foco, transcendemos as distrações que tentam nos derrotar. A verdadeira batalha não é contra o mundo exterior, mas sim contra nossos próprios demônios internos.”
Sábio é quem vive o amor pelas artes, pois, assim consegue manter o espírito e a mente em estado de graça.
Ocupa o espaço vazio da tua mente com lembranças das pessoas boas que já passaram pela tua vida, pois as pessoas ruins, o diabo se encarrega de enviar.
A solidão do quarto, onde o silêncio reina, e a imersão nos livros, um banquete para a mente, são os berços da nossa metamorfose intelectual.
Explicando o inexplicável.
Há coisas que a razão jamais alcançará.
Mesmo que a mente humana avance em ciência.
Descubra galáxias, decifre átomos.
Permanece um espaço onde a luz da razão não penetra:
o espaço do sagrado.
Porque os céus proclamam que Ele é o autor.
Mas quem poderá compreender a mente do Criador?
Ele é aquele que estava antes de todas as coisas.
O que sustenta o universo sem jamais se esgotar.
O dono do tempo, o começo, meio e fim.
E nós, frágeis criaturas.
Nos debatemos entre o querer entender e o dever de somente crer.
Tantas vezes tentamos explicar Deus.
Nas palavras, nas doutrinas, nos sistemas de fé.
Mas ao final, só resta o assombro.
o respeito silencioso de quem percebe:
o infinito não cabe na finitude humana.
E mesmo assim, Ele se deixa perceber:
na ordem das estrelas, no pulsar do coração.
Na esperança que insiste em florescer.
Porque, se Deus fizer, Ele é Deus;
se não fizer, Ele continua sendo Deus.
Não é um ser condicionado pela nossa vontade.
Mas aquele que, soberano, governa sobre tudo.
Com um amor e justiça que nem sempre compreendemos.
Por isso, rendemo-nos diante do mistério.
Porque, afinal, ninguém explica Deus.
E talvez, não explica-Lo seja a forma mais pura de adorá-Lo:
aceitando-O como Ele é.
Infinito, invisível, perfeito e inatingível pela razão.
Mas perfeitamente acessível pela fé.
