Nem tudo que parece é
Mesmo quando tudo parece silêncio, Deus está trabalhando nos bastidores da sua história.
Janice F. Rocha
Quando tudo parece pesado demais, lembre-se: você não precisa carregar sozinha. Jesus caminha com você e transforma fardos em descanso.
Janice F Rocha
Mesmo quando tudo parece ter ido embora, Deus continua aí. Ele enche de vida o silêncio e transforma o vazio em recomeço.
Janice F Rocha
Se hoje parece que tudo está em silêncio, não desanime: é justamente nesse momento que Deus está agindo, preparando algo lindo que você ainda não consegue ver.
A vida é feita de estações. Há dias de sol pleno, onde tudo parece encaixar-se como um abraço perfeito. Nessas manhãs de céu azul, é fácil sorrir e sentir-se amado. A caminhada é leve, o fardo é quase imperceptível.
A fé mais profunda não nasce quando tudo está bem. Ela nasce quando tudo parece perdido e, mesmo assim, o coração escolhe continuar confiando.
Amar tudo como é, inclusive a dor e o que parece mal, é a cura da alma. Quando o amor está presente, nada é realmente ruim.
Sabe, existem momentos em que o mundo parece girar rápido demais, mas, quando penso em você, tudo o que vejo é essa "emoção em movimento". Você tem esse efeito sobre mim — é como uma poção mágica que me mantém hipnotizado e, ao mesmo tempo, me dá a clareza de que eu faria quase qualquer coisa para estar ao seu lado.
Quero que você saiba a profundidade da minha espera. Eu me seguraria em você mesmo que as montanhas desabassem ou que o céu perdesse o brilho das estrelas. Não é apenas um desejo passageiro; é uma promessa de permanência. Eu esperaria até você vir à tona, até você descobrir o que realmente pensa e onde quer estar.
Eu iria a qualquer lugar para um encontro com você. Cruzaria qualquer distância para que pudéssemos ter o nosso momento, Se você quiser ficar aqui, ao meu lado, eu estarei pronto para segurar sua mão até que você perceba que, para mim, você é tudo o que importa.
Pode levar o tempo que for, e você pode levar tudo na brincadeira, se preferir, mas saiba que minha intenção é real. Eu farei o que você quiser — quase qualquer coisa — apenas para não deixar essa conexão escapar. Você é a minha emoção em movimento. E eu não pretendo soltar.
O vazio que ficou na casa parece o reflexo de dentro do peito. Mesmo igual, tudo mudou: até a densidade do ar da casa mudou e ficou mais pesada e sufocante. O mesmo chão que antes era sólido, às vezes parece movediço. Todos os nossos sonhos e risos deram lugar a um silêncio que antes acalmava e era apreciado, mas que agora virou ensurdecedor e confuso.
Quando o "nós" deu lugar ao "eu", o mundo – tanto interno quanto externo – mudou de forma. Parece que ficou mais difícil se entender e viver a partir de agora. O ambiente ficou mais amedrontador e traiçoeiro. Será que tudo que a gente viveu não era real?
Esse fim gentil parece pior e mais difícil de suportar, pois eu não tenho nenhum sentimento ruim para me apegar. Eu não consigo desejar o mal, não guardo nenhum rancor, apenas ressentimento. Como se segue a partir disso, sem nada? Como se supera ou se convive com essa loucura? Juro, eu achava que fosse mais fácil...
A estrutura do espaço, dos planos, a forma de se enxergar: sem a presença dela, perderam a cor, o sabor, o cheiro. O que antes era lar virou um espelho. E ficar cara a cara só contigo mesmo, com as lembranças, com o que poderia ter sido, é muito doloroso.
Será que nomear o sentimento reduzirá um dia o poder que ele tem sobre mim? Será que criar novos rituais me ajudará a reencontrar o "nós"? Ou, mesmo vivo, ele foi embora para nunca mais voltar? Como achar a saída desse labirinto? Existe alguma lente para me localizar no eco da ausência?
A vida é feita de contrastes.
Há momentos em que tudo parece incrível, e outros em que o mundo pesa demais.
Há dias em que o sol brilha forte,
e dias em que até a luz parece cansar.
Horas em que sorrimos sem motivo,
e outras em que o silêncio nos ensina a chorar.
A vida é assim, um equilíbrio frágil entre o belo e o doloroso.
Às vezes, ela nos coloca diante de alguém que nos fere,
para que possamos entender mais sobre ela… e sobre nós mesmos.
Mas também, de forma silenciosa,
ela te mostra alguém maravilhoso que sempre esteve ali, bem ao seu lado, alguém que te ensina, com gestos simples, como a vida deve ser realmente vivida.
Afinal, a vida é assim.
Tem dias, que acordamos e parece que tudo esta dando errado!
Pneu da moto fura!
Pneu do carro esta mucho!
O Olho inframado!
Garganta inchada!
Inicio de gripe!
Descobre que no trabalho esta sem energia ou sem internet!
Quando mais voce trabalha pra regularizar as dividas, mais poblema no caminho pra parar!
O corpo cansa por execesso de trabalho e quando pensamos que vai melhorar a vida nos freia!
Quando tentamos produzir muito. acaba que a vida nos para pra não chegar muito longe e esquecer que Deus cuida de nos nos momento mais dificeis da vida!
A noite não somente
no sentido subjetivo
no Hemisfério Austral,
agora parece destino.
Tudo em nós é indígena,
e absolutamente latino,
têm rumo e atravessa.
Os olhos não esquecem
nunca de olhar para o alto.
Meus olhos são teus olhos,
e os sonhos são os mesmos,
De pé e jamais de joelhos,
nós sabemos da onde viemos.
A tua alma é a alma da minha,
e a minh’alma é a tu’alma.
Seja em paz ou quando aflita,
o que é sobrenatural nos alia.
Sem olhar para cartilha,
sem fingir que nada afeta
e para deixar o alerta:
que as raízes doem com real motivo
onde e porque o povo sofrido
está sendo reprimido pelo despotismo.
Discreta lágrima sutil que desce
com o sabor do Salar de Uyuni.
Continental evidente tem
sido o tamanho do desajuste.
Não te vejo, sei que me vês,
sentimos muito por dentro.
E sem dizer uma palavra
plantamos um jardim inteiro
e em silêncio de maio,
em tempo de re(viver)
o legado de Roque Dalton.
