Nem sempre

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A paciência é um bálsamo que sempre vem.

Deus é benevolente: sempre nos dá outra chance.

Quando competimos com os outros, sempre perdemos. Quando competimos com nós mesmos, sempre ganhamos.

A Verdade dura. A Verdade adorável dura para sempre.

A vida ensina de formas que nem sempre gostaríamos de aprender. Algumas pessoas nos deixam com o coração partido, mas também nos deixam uma lição: nunca devemos perder nossa paz tentando conquistar um lugar que alguém não está disposto a nos oferecer.

"Não carregue para sempre aquilo que aconteceu em um momento."


@gmajordeus

“A Sabedoria de Ajustar as Velas”

“Não podemos escolher a direção do vento, mas sempre é possível ajustar as velas.”

Durante muito tempo, talvez eu tenha confundido maturidade com controle.
Imaginava que amadurecer significava aprender a organizar a vida de tal maneira que quase nada pudesse sair do lugar.
Como se a experiência nos concedesse, pouco a pouco, algum poder secreto sobre o amanhã.

Mas a vida não funciona assim.

Podemos escolher a embarcação. Podemos estudar os mapas. Podemos calcular distâncias,
observar o horizonte e até decidir o porto para onde desejamos seguir.

Mas não escolhemos o vento.

E talvez uma das maiores dores humanas nasça justamente dessa dificuldade: queremos controlar aquilo que apenas podemos atravessar.
Há ventos que chegam fortes..

Uma perda.
Uma despedida.
Uma decepção.
Uma porta que se fecha quando tínhamos certeza de que se abriria.
Um amor que muda.
Um sonho que demora.
Uma notícia inesperada.
De repente, todo o mapa cuidadosamente desenhado já não parece servir para muita coisa.
É nesse momento que descobrimos a diferença entre controlar a vida e aprender a vivê-la.

O imaturo olha para a tempestade e pergunta:

“Por que o vento não sopra para onde eu quero?”

O homem amadurecido começa a fazer outra pergunta:

“Já que não posso mudar o vento, o que posso fazer com as minhas velas?”

Essa pequena mudança de pergunta pode transformar uma existência inteira.
Porque maturidade não significa ausência de medo. Não significa nunca sofrer, nunca hesitar ou possuir respostas para tudo.
Maturidade é compreender onde termina o nosso poder e onde começa a nossa capacidade de adaptação.
Existem coisas que dependem de nós.
Outras, simplesmente, não.

Não controlamos o comportamento das pessoas.
Não controlamos todas as despedidas.
Não controlamos o tempo.
Não controlamos completamente o corpo.
Não controlamos o passado.
E, por mais que façamos planos, jamais teremos domínio absoluto sobre o futuro.

Entretanto, existe uma pequena região sobre a qual ainda podemos exercer alguma autoridade:
a maneira como respondemos ao que nos acontece.

É ali que ficam as velas.

A vida pode mudar o vento, mas ainda podemos mudar nossa posição diante dele.

Podemos recolher uma vela durante a tempestade.
Podemos diminuir a velocidade.
Podemos mudar temporariamente a rota.
Podemos esperar.
Podemos recomeçar.
E, algumas vezes, podemos até descobrir um destino que jamais teríamos conhecido se o vento tivesse obedecido aos nossos planos.

Talvez por isso algumas das maiores transformações da nossa vida tenham começado justamente quando alguma coisa deu errado.
O caminho interrompido nos obrigou a procurar outra estrada.
A perda nos ensinou o valor da presença.
O fracasso nos apresentou à humildade.
A solidão nos colocou diante de nós mesmos.
A queda revelou forças que desconhecíamos possuir.

E aquilo que chamávamos de desvio talvez estivesse apenas nos ensinando outra maneira de navegar.
Há uma arrogância silenciosa na necessidade de controlar tudo.

Queremos que pessoas, acontecimentos, tempo e destino se comportem de acordo com os mapas que desenhamos.
Quando isso não acontece, sentimos que a vida nos traiu.
Mas talvez a vida nunca tenha prometido obedecer aos nossos mapas.
Ela apenas nos entregou um barco.
Algumas velas.
Um horizonte.
E a liberdade de aprender.
Maturidade, portanto, não é tornar-se senhor dos ventos.
É tornar-se marinheiro.
É olhar para o céu escurecendo e, mesmo sentindo medo, saber que ainda existem decisões possíveis.
É reconhecer que mudar a rota não significa necessariamente abandonar o destino.
Às vezes, para chegar ao mesmo porto, precisamos navegar por águas que jamais imaginávamos conhecer.
Outras vezes, precisamos ter coragem suficiente para admitir que aquele porto já não é mais o nosso.
Talvez seja essa uma das lições mais difíceis da existência:

nem toda mudança de direção é uma derrota.

Existem desvios que nos salvam.
Existem atrasos que nos protegem.
Existem tempestades que nos despertam.
Existem ventos contrários que fortalecem braços que haviam se acostumado demais à tranquilidade.
E existem caminhos que somente aparecem quando perdemos aquele que acreditávamos ser o único.

Hoje compreendo que viver não é possuir um mapa perfeito.

É aprender a ler o céu.
É perceber quando avançar, quando esperar, quando insistir e quando mudar.
É saber que algumas tempestades precisam ser enfrentadas e outras simplesmente atravessadas.
No fim, talvez ninguém chegue exatamente ao porto que imaginou quando começou a viagem.

Carregamos cicatrizes das tempestades, lembranças das águas tranquilas, saudades de quem navegou conosco e histórias de lugares onde jamais planejávamos estar.

Mas existe uma espécie de paz quando finalmente compreendemos que não precisamos controlar o oceano para continuar navegando.
O vento continuará mudando.
A vida continuará surpreendendo.
Algumas manhãs serão tranquilas. Outras chegarão carregadas de tempestades.
E nós continuaremos ali, pequenos diante da imensidão.
Mas enquanto ainda houver uma vela que possa ser ajustada, haverá também uma escolha possível.
Talvez amadurecer seja exatamente isso:

parar de exigir que o vento mude de direção e começar a aprender o que fazer com o vento que chegou.

Porque não é o mar tranquilo que revela o marinheiro.
É a maneira como ele ajusta as velas quando percebe que já não controla o caminho.

Quem tem muito a esconder sempre parece que tem muito a dizer.

O viés da negatividade não garante que o ruim vença sempre, mas ajuda o ruim a largar na frente.

Será que você está perguntando corretamente!?
Muitas pessoas perguntam sempre por quê e esquecem de perguntar pra quê.
Troque o porquê pelo pra quê: o futuro se edifica onde a gente constrói.


Van Escher

*NEM SEMPRE MENOS É MAIS*
No mundo da matemática, se você não fizer as contas direitinho, no final sempre será menos do que mais.
Na vida com filho é a mesma coisa.
Menos limite hoje = mais problema amanhã.
Menos "não" agora = mais choro depois.
Faz a conta certa enquanto é tempo.

*O Circo Van Escher Chegou*


Eu sempre fui assim: muito animada, muito brincalhona.


As pessoas que saem comigo pra qualquer lugar já sabem:
Se me levar pra uma festa, o entretenimento tá garantido.
Porque comigo sempre acontece umas coisas engraçadas.
Eu não procuro confusão...
A confusãoé que me acha.


_Van Escher

Na rádio eu lia frase pra todo mundo.
E alguém sempre ligava:
"Van, essa era pra mim."

Não era coincidência.
Era Deus usando minha voz
pra chegar no coração certo.

Queria ter dinheiro
pra curar fome, doença, dor.
Hoje não tenho.

Mas tenho palavra.
E palavra também mata fome
de alma.

Se tô servindo de microfone pro Céu,
já tô rica.

Van Escher

A evolução é como os planetas por mais que um planeta seja grande sempre haverá outro maior.

Os corvardes sempre vivem em silêncio, e aproveitando das oportunidades


Aldemi Escobar de Matos

Liberdade é um sonho da ilusão,
pois o passaro sempre esta ligado a uma cadeia de eventos.
O mesmo acontece com as formigas estão numa ordem social...
Os ratos estão distantes da ordem social, fábrica a leis e realizam a sua ordem social sendo a evidência o lucro e o enriquecimento político e social.
Matrix da realidade são a cadeia de eventos maniouladas pelas escolhas que temos na vida..
Porque a opções e oportunidades...?
O estudo enriquecimento do intelecto ou apenas as escolhas que tomou, elevando seu conhecimento para que seja uma peça da engrenagem da matrix, todo conceito eleva um dilema social. O homem é uma ilha dento das suas convicções.

Agora é tapa cara da direita,
Sempre foi falatório e retórica da patria e família agora se torno o algoz de milhões,
Parece que o filme terá novos capítulo.


Pobre bebe detergente o rico bebe leite no fraco de detergente e depois vamos escutar os áudios filho da ratazana lavando dinheiro público em delação premiada...


Ainda tem deepfakes ou fakes news...
Para depor a favor e colocar os novos parâmetros do caos no algarismo...
Ou agora ira fugir para outro pais ou vai para o hospital...


Vai continuar sua candidaturas ( a ditadura deve voltar papai precisa de liberdade meu velho babão.)
Figura suja e corrupta escreve mais uma página nos moldes da democracia.
Somos objeto de estudo enriquecimento o conhecimento do futuro da nação....traidores da patria...
Agora faça um comício dizendo que é inocente, diga o para o brasil que vai sangrar por justiça...!
Diga que verdade sera dita nada mais que a verdade e seja homem, continue sendo rato sempre foi ....

Calida alma rebelde floresce.
Sempre haverá um pássaro que voa.
No relento de nossas vidas
Somos a madrugada serena...
No céu tudo tem a liberdade...
E percebemos que a terra ainda azul água do mar parece verde,
Ventos uivando palavras jogadas na imensidão...
Relatos de um amor perfeito e iluminado por toda vida da terra...
Então a chuva aparece com lágrimas de uma paixão surge em labaredas de fogo no trovão. Um grito que silencia nossos olhos mortos pelo ardor do luar.

Não tenho espírito nem alma...
Sou apenas olhares no vazio,
Distante de tudo caminho sempre haverá um amanhã.

Entre álibis a sempre uma verdade...
E...Entre... a verdade a clareza dos fatos a suposições e declarações para os quais o silêncio responde a maioria das perguntas.
Sendo assim é declarado inocente por falta de provas.