Nem sei quem sou
EU SEI SENHOR
Eu sei senhor, pequei e não sou merecedor,
Mas coloco em tuas mãos, humildemente,
A minha vida, perdida, sedenta de amor,
Esperando confiante na condição de crente!
Quando finalmente estiver perto do fim,
Em que a morte, à espreita, me esperar,
Te compadeça e tenha pena de mim,
Não se esqueça de contigo me levar!
Perdoa-me Senhor, por ser tão culpado,
Por tantos erros, e muitos pecados,
Não quero sofrer a ação do teu juízo!
Eu quero Senhor, me preparar para o porvir,
Aguardando a hora de partir,
E acordar no paraíso!
De Rodivaldo Brito em 05.08.2019
Deixei de ouvir-te. E sei que sou
mais triste com o teu silêncio.
Preferia pensar que só adormeceste; mas
se encostar ao teu pulso o meu ouvido
não escutarei senão a minha dor.
Deus precisou de ti, bem sei. E
não vejo como censurá-lo
ou perdoar-lhe.
ESTA MANHÃ ENCONTREI O TEU NOME
Esta manhã encontrei o teu nome nos meus sonhos
e o teu perfume a transpirar na minha pele. E o corpo
doeu-me onde antes os teus dedos foram aves
de verão e a tua boca deixou um rasto de canções.
No abrigo da noite, soubeste ser o vento na minha
camisola; e eu despi-a para ti, a dar-te um coração
que era o resto da vida - como um peixe respira
na rede mais exausta. Nem mesmo à despedida
foram os gestos contundentes: tudo o que vem de ti
é um poema. Contudo, ao acordar, a solidão sulcara
um vale nos cobertores e o meu corpo era de novo
um trilho abandonado na paisagem. Sentei-me na cama
e repeti devagar o teu nome, o nome dos meus sonhos,
mas as sílabas caíam no fim das palavras, a dor esgota
as forças, são frios os batentes nas portas da manhã.
DORME, MEU AMOR
Dorme, meu amor, que o mundo já viu morrer mais este dia e eu estou aqui, de guarda aos pesadelos.
Fecha os olhos agora e sossega — o pior já passou há muito tempo; e o vento amaciou; e a minha mão desvia os passos do medo. Dorme, meu amor — a morte está deitada sob o lençol da terra onde nasceste e pode levantar-se como um pássaro assim que adormeceres. Mas nada temas: as suas asas de sombra não hão-de derrubar-me — eu já morri muitas vezes e é ainda da vida que tenho mais medo. Fecha os olhos agora e sossega — a porta está trancada; e os fantasmas
da casa que o jardim devorou andam perdidos nas brumas que lancei ao caminho. Por isso, dorme, meu amor, larga a tristeza à porta do meu corpo e nada temas: eu já ouvi o silêncio, já vi a escuridão, já olhei a morte debruçada nos espelhos e estou aqui, de guarda aos pesadelos — a noite é um poema que conheço de cor e vou cantar-to até adormeceres.
E é claro que eu erro, caio, falho, peco e minto, sou humano, e ainda que eu quisesse, não sei ser perfeito. Mas eu gosto do feito, do carinho, da compaixão. Sinto saudade, amo, desamo, corro atras, e de repente faço falta. Meu vazio é de incompletude, de existência ausente, de alguém de perto por perto, aqui dentro talvez.
Fiz de mim um poço, tão profundo tao feito, mas sei la, sou assim, se gosto, gosto, se amo, amo, não sei ser metade, pouco e pior, me incomodo em ser nada. Não ha espaço que eu não me caiba, mas o pouco é apertado demais para mim, faço de mim gigante, gigante amor, gigante.
Se estou, estou, se me fui, me esqueça, não sou de voltar, por isso, nunca jamais em hipótese alguma, me deixe partir, por que como um grão de areia, eu também me esvaio, e sem pesar me perco no deserto, e o longe fica também perto.
Fumaça
Tudo sei, tudo conto;
nada sinto, nada vivo.
Sou apenas corpo a dançar pelo trilho.
E o trem vem chegando,
apitando apressado.
Meu rodopio é longo
e desengonçado.
E me assusta quando apita
E me angustia quando apita
E me corrói ao apitar
porque não tenho como escapar.
Enfeitam-se os laços de família,
Das riquezas da vida os adereços.
Quão agraciado eu sei que sou,
Mesmo sabendo que não mereço.
Tem um sentimento que eu não sei bem como descrevê-lo ou explicá-lo.
Em um momento eu sou a pessoa mais feliz do mundo e no outro eu já quero morrer. Às vezes as pessoas não falaram e nem fizeram nada de mais, mas eu fico muito mal e para baixo e preciso me segurar para não começar a chorar. E quando eu chego em casa preciso fingir que estou bem e colocar um sorriso no meu rosto, mesmo sendo uma das coisas mais difíceis de fazer eu faço. E depois eu entro no meu quarto e continuo fingindo está bem, mesmo sem ninguém perto de mim.
E no outro dia na escola eu abraço e converso com aquela pessoa que me deixou para baixo, fingindo que nada aconteceu no dia anterior. E é sempre isso.
Dia após dia isso acontece.
Mas às vezes tem aquele dia que eu fico feliz ele todo, e bem no finalzinho alguém faz algo para isso não acontecer. E tudo volta do início. Um ciclo sem fim
Sou muito imatura e não sei me declarar.
Eu só sei te observar
E, loucamente, te amar.
Mas,
Eu ainda vou te beijar.
Eu ainda vou te abraçar.
Eu ainda vou te contar
A experiência de te amar.
A tua cruz me fez curvar com este amor que não sei explicar, hoje sou inteiramente gratidão por Jesus Cristo que não deixo de ser ainda mais apaixonado, quanto mais eu vivo, mais eu te amo, mesmo não sendo digno de cada gota de sangue derramada.
Chorasse? -Sim, chorei, pois não aguentei tanta pressão como imaginava. Hoje eu sei que sou forte, porquê optei o "recomeço" em minha vida, além disso, aprendi também que nem toda fraqueza que se tem, quê dizer que não somos fortes.
Eu sou alguém. Que um dia foi chamado de ninguém, por alguém que um dia tanto amei.
Hoje eu sei, o meu valor e o meu potencial para poder ir mais além, daquilo que os meus olhos podem alcançar, que os meus pés podem tocar e que o meu coração pode sentir.
Não sou eu que estou sentindo, mas imagindo o tamanho da dor. Dói muito, eu sei bem disso, principalmente quando sabemos que a vítima foi uma das pessoas que amamos, e que é sangue do mesmo sangue. Não se mede a dor, a tristeza é imensa...
Sou tipo árvore hoje, amanhã não sei, pra liberar os macacos, pra subirem com leveza e graça, e, assim, cair somente folhas secas.
Eu sei que eu tenho defeitos, problemas e manias, eu nao sou satisfeita cmg mesma. Eu sou julgada, ignorada, magoada e eu não consigo sorrir. Eu não sou forte e só sei errar. Pois é eu não me orgulho de mim, mesmo sabendo dos problemas eu contínuo errando.
Mas ainda eu tenho chance de ser feliz.
Mas estão leva
Eu sei que sou o problema eu sei,Tenho Medo de me afundar no meu coração,Eu não sei se eu lamento ou se me esquento com a minha própria imaginação,Imagino o sol ,alguns girassóis e algumas rosas para complementar meu jardim,Eu o rego e não dou lugar ao ego,Me descubro com o processo de brotar uma flor,Mesmo não sendo o jardim do amor,Eu posso amar o meu jardim.
Espelho, espelho meu
Não diga, porque eu já sei que sou linda
Não é minha culpa que eu estou aqui chamando atenção
Na fila do pão eu sou o sonho
Ponha a culpa na minha suculência
Num quarto escuro numa cama fria, descanso o meu corpo, Não sei se sou alheio a esse mundo, ou se esse mundo anda alheio a mim. Nessas horas algo escapa a razão Coisa que cala, mas fala sonhando na solidão.Lágrimas de dor invadem os lençóis onde escondem segredos, vividos sofridos e talvez esquecidos por você Nas sombras negras da noite deixei meu grito solitário.
Boa noite.
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