Nem sei quem sou
Esses sons
Muito longe
não sei onde
Se perderam
No entanto
Ouço vozes
Que velozes
Na distância
Feneceram
E eu fiquei
O silêncio
Cobre o tempo
Que vivi
Nas estradas
Percorridas
Pés cansados
Só feridas
Nem senti
Só o alento
Procurei
Continuo
O caminho
Sou forçada
Pois a hora
Não chegou
Aqui estou
E o vento
Na janela
Me lembrou
Que andei
Então penso
Que essas vozes
E as feridas
Que a saudade
Por maldade
Não me deixa
Esquecer
Fica assim
E mais nada
DA PALAVRA FINAL NADA SEI
Da palavra final
nada sei.
Nunca me foi concedida.
Embora escravo,
embora rei.
Embora levantasse o dedo na hora dos apartes.
Embora levantasse o dedo timidamente
Do último banco da classe contraditória de viver.
Embora sôfrego, trôpego,
embora sofrido levantasse o dedo,
meu Deus, que esquivo andar sem graça
quando atravesso a sala cheia de gente.
A sala dos correios secretos
que os olhos conhecem, reconhecem,
sempre burlesco arlequim
por fora
e massacrado por dentro
e triturado
no mais triste cavaleiro da figura da palavra.
Chegar sem preconceitos,
cotidianos simulacros:
sonho menino.
Não mero esboço de um desenho inacabado de homem,
inadequado, por certo, na forma de chegar e falar
das coisas do mundo e de mim.
Mas chegar, achegar,
e saber que entre o tempo
o ser aflora.
E amanhece.
Debaixo do sonho
aninhado.
Dentro de um cesto
desfiado.
Deixai-me participar da mesa da verdade.
E aceitai minhas dúvidas e minha fragilidade
como dádiva dos deuses.
"E eu sei que tentei! E muito! Só eu sei o quanto foi difícil! Só eu sei o que passei. Eu não sou de desisti fácil. Por isso cheguei ate o ponto, de ver que não valia mais a pena!"
N.P.Braga
não sei se realmente estou mudando ou me iludindo,mas me sinto melhor, menos angustiada, menos preocupada com o nosso futuro, quando eu parti, ainda tinha vontade de ficar, de estar com você, tínhamos a promessa de um dia nos encontramos e ter um dia só nosso, eu precisava desse dia, todos os dia quando acordava eu esperava e imaginava quando aconteceria, e lembrava que faltava menos um dia para que chegasse... mas depois de ser ignorada, me senti profundamente ferida, claro que já estive mais ferida antes, mas eu achava uma desculpa para perdoar e aceitar novamente todas as dislaceradas que sentiria novamente em meu pobre coração, mas ser ignorada e rejeita por quem se ama é muito doloroso, é como se você nao existisse, como nunca fosse importante e tudo vivido seria uma mentira, eu sei que nao era mentira, você esta amadurecendo e se tornando um homem de verdade, e nao estou usando isso como desculpa novamente,nem me enganando, pois sei que nos afastarmos mesmo era o correto a fazer, e talvez nao houvesse outro modo de você distanciar meu coração, de congela-lo novamente, hoje á prefiro nao ter esse nosso encontro prometido, nao por medo do que pode acontecer, mas simplesmente por acha-lo desnecessário, tudo que tinha para ser tido ja foi falado, nao afaz sentido nos encontrarmos para falar novamente do passado, devemos abandonar nossos fantasmas... já nao acordo mais pensando em quanto tempo ainda falta para ser feliz, estou sendo feliz com os pequenos acontecimentos do dia a dia, com o trabalho, com a rotina, com preguiça do domingo, com a solidão da tarde ensolarada sem ninguem para visitar, a solidao ainda me remete a você, mas nao como um estado de profunda necessidade, apenas com saudosa memória dos momentos que passamos juntos, bons ou ruins, sorrisos e lagrimas derramadas nos fizeram ser quem somos hoje, e depois de quase um ano sem se emocionar, sem chorar por ter sofrido um diluvio, hoje volto a viver, e tenho novamente vontade de viver e nao de apenas existir como no ultimo ano. as palavras que me descrevem hoje é alivio, e esperança.
Poesia da Vontade
Não sei se me carecerá assiduidade
Ao descrever a matéria desta poesia.
Ocorre que me falta a maestria
da vontade de ter vontade.
Eu preciso de você
Porque tudo que eu pensei
Que pudesse desfrutar da vida
Sem você não sei
Meu amanhecer é lindo
Se você comigo está
Tudo é mais bonito no sorriso
Que você me dá
Eu não vivo sem você
Porque tudo que eu andei
Procurando pela vida
Agora eu sei
HÁ AMOR ;
PORQUÊ TANTOS TE PROCURAM.
ONDE TU ESTÁS,
HÁ SEI, NAS VIRTUDES, NOS PASSADOS DE CADA UM DE NÓS ?
NA FIDELIDADE, NA RESPONSSABILIDADE, DE CADA UM NÓS ?
AI TU ESTÁS, DENTRO CORAÇÃO.
Pra falar a verdade eu já não sei de nada, as vezes penso em seguir em frente e outras penso em seguir ao seu lado, e o que me da medo nessa confusão de pensamentos é fazer a escolha errada
O que realmente mexe comigo a ponto de me preocupar é o seu silencio, pois sei que ele é o seu limite, o qual eu nunca irei ultrapassar!
Não sei quanto tempo ainda durará minha existência. Não importa! Mas eu quero que saiba que, ao deixar este mundo, ao partir para o desconhecido, partirei feliz, com a certeza de que nada que eu fizesse ou me viesse a acontecer poderia ter sido melhor do que foi.amo ser amado por você doce amor.
Sei tudo sobre as coisas certas, mas nem sempre as coloco em prática. Sei de meus deveres e direitos. Sei o que posso e não fazer. Às vezes erro por diversão, outras vezes erro por errar, e outras vezes acerto, ou por sorte, ou por competência.
Fecho os olhos para não ver a frota que chegou nem sei se do Atlântico ou do Pacífico. Viro o corpo, à direita e à esquerda, cansado de noites sem dormir à espera da alvorada. Dezembro, dezembro. É do natal passado de que me lembro.
Sei que venho erroneamente tendo atos e pensamentos sufocantes. Porque te querer é o erro que mais pesa em minha consciência cansada de carregar esse fardo da paz que o teu sorriso me trouxe e que foi-se embora contigo. E isso explica meus dias de tormentas.
Continuo te querendo. Te sonhando. Te escutando. E deixo dito que teus sussurros são as piores partes da minha noite, pois tua voz nunca foi tão em baixo tom e tão ensurdecedora. Mas eu te supero rápido, e logo isso passará a ser comparado com os barulhos da rua, que não representam nada além de um passado que me enlouqueceu num momento de fragilidade e, quem sabe, medo. E não pense que poderás voltar como se nada fosse nada e que minhas horas gastas me convencendo de que tu fostes e eu não fui culpada em momento algum. Porque quebrarás a cara em pedacinhos miúdos como meu coração, dividido em partes incontáveis e perdidas pelos cantos do meu quarto e de todo o caminho que venho seguindo, cambaleando sem apoio. Aprendi que quem vai uma vez, vai duas, três.. e não se deve dar tantas chances pra quem só quer um passa-tempo, e não um recomeço.
Eu pedia toda noite que você voltasse. Porque, meu bem, tua falta está presente em todos os meus dias. Mas sei que nada seria como antes.
Não volta, não volta.
Procuro em meio as palavras algo para esclarecer tudo isso. Sei que seria melhor esquecer tudo e tentar seguir em frente, mas todo mundo sabe o quanto sou teimosa e escolho sempre o caminho mais complicado. Existem varias teorias sobre nós, eu não sei em qual acreditar… Uns falam que a nossa historia ainda não acabou, outros ja dizem que ela nunca começou. Talvez não tenha começado mesmo, ou talvez começou e já acabou, tanto faz, eu acredito no que ainda esta por vir. Sinto que nós ainda vamos nos esbarrar muito por ai. Talvez até de certo, se não ontem, nem hoje, pode ser amanhã, daqui uma semana, um mês e assim vai… Quem sabe daqui uns anos? Nunca é tarde para ser feliz. É bem estranho isso, mas essas ultimas noites estão dificeis para eu dormir, dai é quando abro a janela e a brisa da madrugada traz você até meus pensamentos, imagino como seria aquele beijo que nós não demos e lembro do seus braços em volta de mim, me tomando para ti e então eu choro. Sim, choro. Choro pensando em o que poderiamos ser se não fossemos tão cabeças duras, eu tão boba e você tão babaca. Mas deixe o tempo dizer o que vai ser de nós, até lá eu fico aqui lendo meus livros, escutando minhas músicas e escrevendo essas coisas que provavelmente você nunca vá ler. E você? Você fica ai vivendo sua vidinha banal.
Às vezes tenho vontade de gritar
Mas sei que na distancia não ouviras
Então emudeço
Pois minhas forças se esgotaram
E deixo me sentir na inspiração
De sua presença em meu sentir.
Eu sei que me nascerás amanhã
e o amanhã será pai de todas as manhãs
em que te busquei, procurei, desisti e te encontrei.
Não sei se há verdade no que sinto. Há uma vontade imensa de transmutar certas tristezas. Há sempre uma espécie de embriaguez fingindo alegria. Há sempre uma espécie de lucidez trazendo a raiva à tona. Há sempre uma espécie de entendimento que me deixa vulnerável, emotiva e crítica. Não sei se no auge da minha perspicácia eu admitiria tanta bondade, nem sei se vivendo o meu cotidiano com toda a minha racionalidade eu admitiria tanta ternura. Não há um absolutismo nessa sensação que as palavras causaram montando uma história bonita. Às vezes, de tão insegura, por tanto medo de cambalear entre as palavras, risco o papel até rasgá-lo, tamanha minha força. Essa força que só quem tem muito medo dentro de si sabe usar.
Nunca esquecerei ele. Não sei bem certo se ele é um vício... Bom, olhar pra ele é um vício... Mas pensar nele, não. Porque ultimamente nem pensei muito nele... Isso dói, pensar nele. Dói porque sei que ele não gosta de mim. Mas não importa. Ele é um amor que levarei para sempre comigo. Ele é inesquecível. Ele é alguém por quem eu daria e dedicaria toda a minha vida. É quem eu não conseguiria jamais viver sem. É quem eu respeito e compreendo. É quem eu aprecio muito, tanto as qualidades quanto os defeitos. É quem eu gostaria de ter para mim, mas se ele não quer, apenas posso desejar que ele seja feliz. É quem, mesmo não sendo meu, eu desejo toda a felicidade do mundo. É quem eu sempre vou amar, apesar dos fatos.
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