Nem Sabes Chegaste quando eu te Sonhava Poema

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Quando o amor encontra a morte,
o destino transmigra para eternidade,
sendo seu julgo proferido numa ilusão...

“Quando damos o início não há como retroagir. Até mesmo quando fazemos uma (Prova) e, Nota alguma nos é atribuído, já evoluímos. Já iniciamos o processo de Aprender a Aprender e, a Sra. Ignorância se vê forçada a nos olhar de forma diferente, pois sabes que, não somos mais o mesmo”.

Prof. Anderson Araújo

Amanha, quando a morte me surpreender, repousarei nos braços do mistério
Irei com a consciência de que não me omiti em lutar pelo que acredito ser verdadeiro
Não me deixei ser esmagado pelo medo
Mas apenas o usei como cautela nas batalhas que travei e nas que virão.

A menina que não morre
e sorri com tal candura.
É a mesma que me socorre,
quando enfrento a noite escura.

"Não prometa se não sabe se vai poder cumprir.
Quando chegar o tempo certo, realize;
mas não saia fazendo promessas sobre um futuro que só a Deus pertence."

Boca pequena, mãos macias, linda e serena quando sorria;
Tímida por fora, louca por dentro, se entregando como queria no seu momento;
Menina mulher com os olhos de Deusa, nos braços meus sua perna fraqueja;
Fica tranquila estou com você, espero que ainda esteja no amanhecer...

Desejo !...
Tenho apenas um único desejo, que é o de :
não desejar ,por que quando não desejamos
estamos vivendo e sentindo tudo ao nosso
entorno ,por estarmos integrado num todo e
não à parte dele e tudo fluí muito naturalmente sem ele o desejo .

Os olhos falam, principalmente quando a boca receia dizer das coisas que o coração confidencia.
Os olhos denunciam,
há mais sinceridade no olhar do que em tudo que se pôde falar, e deveria ter dito.

Vazio

O que pode se fazer quando se sente um vazio?
Colocar água em um bacio?
Creio que não podemos encher algo que esta furado,
exatamente como meu coração, cheio de buracos.
Não posso ser quem você quer que eu seja,
por mais que feliz eu aparentemente esteja.
Carinho enorme por ti eu tenho,
mas meu amor parece até veneno.
Impossibilitada de amar
ou talvez seja medo de te encontrar?

10/04/19

Paz ( É ela )

Quando quero paz,
um chá de Camomila ela faz.
Quando tenho fé,
ela me oferece um café.
Quando penso em amor,
ela pergunta se quero licor.
Se não quero compreender,
ela tenta entender.
Se digo que não tenho dinheiro,
ela faz brigadeiro.
"Não existe dia ruim,
para comer pudim."
Ela é o sol na minha tempestade,
é a que a escuridão trás claridade.
É a que não desistiu de mim,
a que disse: "Ainda não é o fim!"

24/06/19

Quando parece alto o muro
Vou te acompanhar
Voar, voar, voar
E não duvide nenhum segundo
Que os teus sonhos
São feitos pra sonhar

►Sorrisos Anônimos

Seus lindos olhos sobre rascunhos irei pintar
Indagando, em murmúrios, quando iremos nos encontrar
Talvez eu esteja em grandes apuros
Com um desejo ardente de te amar
Que infortúnio, não?

Suas curvas tão sugestivas, desejo acariciar
Não me negue-as, senhorita, não me faça implorar
Assim como o pedinte de barriga vazia,
Encontro-me desesperado, ordenado a te amar,
E preencher o vazio que se encontra em minha vida.

Outrora, numa noite fria, lembrei de ti, Aurora
Perdão, Jasmine, morena minha, formosa
Escrevi, querida, uma poesia em prosa
Juntamente a minha saudade impiedosa, que,
Em meio a terrível solidão, me conforta.

Sinto sua falta, de modo extravagante
Vejo seu sorriso em rostos anônimos
Sinto o seu aroma em jardins distantes
Dizem que não sou mais o mesmo de antes
Seu jeitinho causou a demolição de um sujeito intolerante
Apesar de minha antiga desconfiança permanecer constante,
Você está se tornando cada vez mais importante
E, espero não está apenas sobre um efeito alucinante
Não quero que a traição me torne novamente um ambulante
Sem coração, sem amor, sem um destino
Peço então, em clemência, que não faça isso comigo.

COMECEI A GOSTAR MAIS DE MIM quando certa vez acordei, me olhei no espelho e já não era mais a mesma pessoa, eu havia me abandonado. As marcas de expressão me avisaram que deveria me priorizar.
Comecei a gostar de mim quando amigos me abandonaram uma vez que minhas prioridades haviam mudado com a chegada da maturidade, e estas não mais eram convenientes a eles. Desde então confio somente no Sagrado.
Comecei a gostar de mim quando parei de escutar as mentiras ditas pela minha voz interior e estas só serviam para massacrar minha autoestima.
Comecei a gostar de mim quando tomei as rédeas da minha vida, me tornei mais mulher, mais bonita, autêntica, sincera, sem me preocupar com o que o mundo dita como regra.
Comecei a gostar de mim quando senti meu coração disparar de alegria ao assistir as ondas do mar baterem nas pedras, mostrando a grandeza e beleza da criação.
Comecei a gostar de mim quando me peguei sensível ao perfume das flores. A delicadeza de suas pétalas me mostraram o quanto a vida é efêmera e preciso viver cada minuto como se fosse o último. Chega de não florir e machucar-me com espinhos que eu mesma criei.
Comecei a gostar de mim quando ouvi Jura Secreta, e chorei convulsivamente. Eu deveria ter roubado o beijo que tanto ansiei, deveria ter jurado secretamente e causado a briga que pesava em minha alma sedenta de afeto.
Comecei a gostar de mim quando desvendei que o meu amor próprio é indeclinável, só assim conseguirei compartilha-lo.
Comecei a gostar de mim quando em meio aos meus fracassos ouvi a voz de Deus e nela não havia condenação alguma, só um doce amor me dizendo que poderia recomeçar tudo de novo quantas vezes fossem necessárias, e que nunca estaria só.
Comecei a gostar mais de mim quando compreendi todas estas coisas e muitas outras que estou desvendando conforme percorro a jornada incrível da minha existência.
Hoje gosto mais de mim apenas por mim!

Áureos tempos aqueles
quando na manhãzinha goiaba
colhíamos no cerrado gabirobas
ainda vestidas de orvalho.
Pés e patas competiam no capim
pródigo de carrapichos.
Gestos elásticos ultra-rápidos
assustávamos insetos e aves.
Um séquito de suaves súditos
nos seguia em semi-adoração
nós, os príncipes daquele feudo.
Depois, o asfalto rasgou o campo.
Cogumelos de concreto brotaram.
Cresceram as crianças e a cidade.
Anãs ficaram as árvores aos pés
de edifícios colossais. Sumiram
pássaros gabirobas araçás.
Fim de passeios e piqueniques.
Só ficou a fome funda das frutas
no vão sem remissão das bocas .

O coração e os olhos
São companheiros leais
Quando o coração se entristece
Logo os olhos dão sinais...

Quando somos crianças, nossos pais sempre tentam nos livrar de alguns ralados, alguns machucados.
Conforme vamos crescendo, vamos aprendendo... Que quanto mais correr, mais risco de cair.
Que quanto mais gritar, mais dor de garganta.
Que quanto mais estudar, mais aprendizado.

Tudo que acontece na nossa vida é um ciclo infinito de aprendizado. Às vezes nos surgem dúvidas, com coisas simples do cotidiano... Às vezes conhecemos novas teorias.

E é assim que sempre devemos ser!
Um ser humano cheio de experiências.
Um ser humano cheio de perguntas e afirmações.

Sempre é dia de aprender algo e de ensinar algo.

⁠o que mais me assusta é como
espumamos pela boca de inveja
quando os outros prosperam
mas suspiramos aliviados
quando fracassam

nosso conflito em
celebrar uns aos outros se
revelou o mais terrível
da natureza humana

⁠Quando abro as janelas
da vida e numa bela visão,
avisto teus poemas nós varais do tempo, agitados pelo vento da tua doce inspiração.
Ah, quanta alegria
em viajar na tua poesia,
salvei várias delas pra decorar,
o teto do meu quarto,
e num espanto,
observei os versos teus descendo
e me abraçando
com doçura,
aquele jeito puro
de quem ama eternamente!...
***

⁠O BRILHO DO AMOR
(Edson Nelson Soares Botelho)
Quando amamos e nos sentimos amados
Todo o nosso cotidiano torna-se perfeito
Uma fagulha projetada pelos Deuses
Destinada aos mais fortes e merecedores
Uma chama lançada no tempo
Nos dando a sensação de imortalidade
O pouco tempo tornando-se eterno
Na contemplação da plena felicidade
Não deixando-se abater
Por interferência negativa do destino
Escrevendo a cada dia
Uma nova história da vida
Mesmo que haja escuridão
O amor sempre vai brilhar como a lua cheia

⁠O DESEJO DE AMAR
(Edson Nelson Soares Botelho)

Quando o amor é legitimo
Não existe o imaginário medo
O coração está livre de toda escuridão
Homenageando a liberdade de cada dia

Recuperando todo o tempo perdido
Alcançando o conhecimento mais alto
Libertando de todos os amargos da vida
Sem precisar percorrer nenhum caminho duvidoso

Ergue-se na presença de uma sensação estranha
A mais rara cobiça do ser humano
A sublime arte de amar

No desejo de fundir-se em uma única peça
O sentimento mais raro e nobre
Na mais estranha sensação de nunca ter fim