Nem Sabes Chegaste quando eu te Sonhava Poema
Ausência.
Sinto-te de mim tão distante.
Mesmo sentindo-te tão perto de mim.
O que aconteceu com nosso amor?
Será esse o fim?
Não permitas que morra.
Em tão singela solidão.
Esse sentimento tão puro.
Que faz feliz o coração.
Quero-te junto a mim.
Neste tempo tão voraz.
Para matar essa saudade assassina.
Que há muito tempo se faz.
Sua ausência é um tormento.
Que ao meu coração desatina.
Perto ou distante.
Seu cheiro me domina.
...Parei-me diante do mar;
Já era noite, admirei as ondas,
também as estrelas e a lua,
saboreie uma brisa mansa e serena.
Ainda me faltava algo:
... - Você !!!
Jmal
Encaixe
No teu abraço me enlaço
Sem deixar que nossos corações virem nó
De confusão
Em mente sã
Enrolados como lã.
É perceptível
Aquele encaixe perfeito de corpos
Aquela ligação perfeita de espíritos
Nossos.
Almas quebradas
Refazem-se nesse abraço
Para quê?
Almas não precisam ser faladas.
Amor é masoquista:
Força que dói, mas é bom.
Abraço é luta
Que liberta
Ou não.
Silêncio, batidas
Toque, cheiro
Eu e você
Em nossos leitos.
Ela inspira
Veem calada
Veem séria
Veem jogada
Conhecem com miséria.
Acham que sabem
Que sabem do que veem.
Eles veem com os olhos
Do que o coração está cheio.
Moça de poucos fins e muitos meios
Vivendo, sorrindo
Com esperança de recomeços.
Mesmo amada
Fecha-se a cara
O dia cinza
Sem pensar em nada.
Alma escondida, evita ferida.
Sabe o que sente
Sabe o que quer
Contra a mente
A dele
A própria.
Terá vida
De sutil glória.
Pele bronze
Sorriso branco,
Tenho certeza que nunca a verei em prantos.
Pois é forte.
Só veem o que há nela
Quem vê além.
Não além da morte
Além da sombra que a disfarça.
Vejo além:
No fundo dos olhos
No sincero do sorriso,
A verdade divina
Que lá resguarda.
[Eduarda
Amada.
O último que verás
Chora agora! Mulher sem raça!
Que viveu sem jamais ter merecido
Neste mundo teu nome não deixou traça
Coração, meu, desaparecido.
Canto eu com amargura
Sobre tua pele rude e impura
Sobre teu leito inconsequente
Canto eu dolorosamente.
Não posso negar que és bela
Tampouco posso me conformar
Mas posso dizer que levas uma vida de cadela
Mesmo tendo isto,
Tua morte não irei clamar.
Coração teu, que dizes ter
Por quem ele continua a bater?
Será ele onipresente?
Estando em todos os lugares
Batendo por dezenas de rapazes?!
Quem tenho eu, além de ti,
Que amor é esse que nunca senti?
Concerta-te imundo mulher
E me tenha como quiser.
... Vida vivida
Porém, mal repartida.
Meu Guardião!
Imensurável a tristeza que oprime o peito... é uma dor que não sei de onde vem e quando vai.
Sou um pássaro preso na gaiola dessa vida... que canta, porque Deus deu o dom...
Ou...
Canto, para Deus não me esquecer aqui.
O véu do pranto embaça o olhar, que antes brilhava pelo sorriso franco... branco...
É um pesar que curva os ombros e num lamento tombo, cansada das lutas inglórias...
Me arrasto em trapos... vestes, alma e coração... pedindo perdão pelo que...?
Não sei!
Nenhuma vontade me domina, só lamento essa sina, que em fardos carrego sem saber o porque.
Mas...
Se tua mão me erguesse e de minhas feridas cuidasses...
Se teu olhar me iluminasse, meu mundo seria o teu.
E na fusão dessas almas feridas, abraçadas... perdidas...
Seriam enfim pelo amor afagadas, cerzidas... cicatrizadas.
Sei que sofro, mas quem não sofre? Por isso viro mutante pra tentar a sorte.
Digo à dor: tu és minha professora, me guio por ti, me faço, me converto, tu és minha criadora.
Minhas lágrimas regam o chão dando vida onde passo, molhando a terra estéril me levando ao compasso.
Sou o seu aluno enquanto estiver aqui, me formo, quem sabe um dia, o céu está logo ali.
Ó, dor, sei que sofro ao tropeçar no chão, mesmo que eu reclame, pra frente vou ao me dar um empurrão.
Para o vento
Sopre vento, sopre suave e cantando,
em melodia extraordinária que cativa nosso prazer.
Teu sopro é tão agradável,
em tua persistência ainda há de me levar.
Desistir para que? Se tentar é tão bom!
O sorriso é suave, é lindo, algo jamais impedido de ser mostrado. É cobrado de nós, desde que nascemos, como requisito básico para a vida.
Esse belo feitio, ainda assim não ensina, não edifica, não muda.
Não, não o sorriso, só as lágrimas.
Réquiem 5
Imagine a vida como uma roda gigante
E em cada ponto uma constante
Veja que interessante
De um lado o nascer
Seguido pelo crescer
Depois o fazer
E por fim o morrer
Isso é o viver
Réquiem 6
O que são os sentimentos
Se não um punhado de vontades
Sem qualquer sentido
Em si reprimido
Às vezes até coagido
Por dizeres alheios
Em rumos certeiros
Sem qualquer pedido
Disparados como flechas
Acertando corações em cheio
Por entre mechas
De puro devaneio
Entrelaçados a mente
Do momento sorridente
Verde Mistério
Teus olhos insistem em me impressionar
Adoro velos mudar de cor
Conforme está o teu humor
Deixando sempre um mistério a solucionar
Adoro velos vagando ao procurar
Sentidos no amor
Que eles fazem com finco rigor
Olhos como ondas verdes do mar
Sempre dispostos a me animar
Belos e únicos como só eles podem ser
Olhos que estão a dizer
Palavras para me ter
E em um piscar
Meu coração devorar
Desejos e lembranças.
Lembrando- me de seus olhos.
Lindos como o amanhecer,
Misteriosos como o silêncio,
Sublimes como o viver.
Não esqueci de seus lábios.
Tão belos e ardentes.
Contendo o mais doce mel.
Pura sedução envolvente.
Recorda-te de seu calor.
Que aquece alma e coração.
Numa mistura ardente,
De desejos e sedução.
Seu sorriso iluminado.
Brilhante como a luz.
Encantador e radiante,
Como seu jeito que seduz.
Deito a caneta
sob os papéis
dos meus
sonhos
porque já estou indo,
por hoje
partindo
mas antes de dizer
adeus,
eu quero lhe
d e s e j a r
os sonhos
teus.
Nada me feriu mais
em calor frio da minha pele
do que amar.
Dos amores que escolhi
Aos amores que tive
Para os amores que nunca apareceram
Entre os amores que nunca amei.
Nada me doeu mais
do que os sentimentos que matei, sufoquei
Me doei e arrisquei.
Sequestrei em tempos de escassez.
Engraçado,
Pois nunca ninguém amei.
Pequena pobre formiga
Não vê que o tempo passa
e ela só trabalha e procria
Pequena pobre formiga.
Mas ela não tem culpa
De residir numa sociedade normativa
e não criar abstratas expectativas.
CRIE EXPECTATIVAS! Pequena pobre formiga,
Pequena pobre formiga...
Meu coração pula de alegria.
O corpo não quer se mover,
e no mesmo instante,
sinto calafrios.
Minha mente tenta entender,
o quão impactante,
é minha reação ao te ver.
Por tudo que tu destruiu
Por tudo que tu não cumpriu
Por tudo que tu não assumiu
Por tudo que tu consentiu
Por tudo que tu não assentiu
Por tudo que tu viu
Por tudo que tu substituiu
Por tudo que tu intuiu
Por tudo que tu deferiu
Por tudo que tu extraiu
Por tudo que tu concluiu
Por tudo que tu subtraiu
Por tudo que tu descobriu
Por tudo que tu traiu
Morra sem dar um piu
"Bela Lua"
Minha bela lua,
Queria contigo fazer um trato.
Quero que venha viver na terra
E eu ocupo seu lugar no espaço.
Creio que não irá aceitar
Pois ninguém está suportando
Viver num lugar de abismo
Onde estão matando e roubando.
Será que tu me entendes
Minha bela e linda lua?
Tanta criminalização
E mendigos pela rua.
Oh sociedade, Oh sociedade
Abra os olhos, por favor!
O mundo está alagado
De tristeza e muita dor.
Agora minha bela lua,
Que no espaço sempre está
Depois desse meu discurso
Podemos trocar de lugar?
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