Nem Sabes Chegaste quando eu te Sonhava Poema
Tudo há seu tempo.
Você conseguirá tudo com fé, calma e persistência.
Deixe o acaso te surpreender.
Interpreto todos os momentos, de todos os ângulos.
Poesia Infantil | Poemas Para Crianças
NA JANTA
Na Janta
Minha mãe gosta de pato
temperado com alho
E um suco de toranja.
Mas no meu prato
Eu não gosto de pato
E alho para mim é um
Espantalho…
Na Janta
Eu gosto mesmo é de Canja
de Galinha, uma batatinha
Com um refri de latinha
Laranjinha =P
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A terra não é suja como a nossa vida
E vocês tratam a morte como se ela fosse algo ruim.
Mas ela não é.
A Nossa vida aqui que é ruim.
A morte é só a despedida desta vida insone
Balda e degregada
E o que dói
Não foi em quem morre ou parte
Dói em quem fica.
A morte não é ruim porque a saudades
e o egoísmo existem.
Quando todos partirem,
Não espero que nenhum de vocês volte,
Muito menos espero voltar também.
Deixem a vida para trás, para baixo e para a Terra.
Deixe a vida para os animais que realmente a merecem.
A morte é a sustentabilidade da vida pelo seu inverso
tentando restabelecer a ordem
deste mundo quase perdido.
O Homem é humos
E não precisa ser mais.
Já plantou uma semente no corpo para ver como nasce?
O homem é melhor que esterco só isso.
Não conheço outro jeito de salvar o mundo
Se não, não estando aqui.
Volte também
Ao título deste poema
Não insista
A Vida não é sobre nós.
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Poetisa Contemporânea Atual | Novos Poetas Brasileiros
PINGAM AS ROSAS AZUIS
No criado-mudo repousam rosas azuis respeitando a neblina do silêncio.
Um Relógio pendula o tempo, debatendo-se
Oscilam-se os lados,
hora-esquerda,
hora-direita.
Uma rósa chóve outrá balançá
Desprende-se
e píngá ´´´´´´´´´´:
E cai nos azulejos
Pétalas deslizam como lágrimas regando de azul a superfície.
Então paro, me pergunto
E desabo-tou:
Quantás-batídás-até-que-se-caule?_ _ _ _ _
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1725 XVIII na fascinante Cidade do amor e aventura, mágica e libertina Veneza, Itália.
Nasceu um homem que seria uma inspiração para milhões de pessoas em todo o mundo e admirado por muitos até aos dias de hoje em pleno Século XXI.
Assim nasceu um homem inigualável, fascinante, especial, famoso e poderoso e foi um poeta e aventureiro pela Europa fora.
Permito a quem desejo, desfrutar de minha morada.
Permito o calor da lareira, o aconchego do lar e de um vinho gostoso.
me entrego aos ruídos que faço ao beijar!
O perfume do teu suor e do teu calor.
Desafogo
O sentido sem direção
que se afugenta sobre nosso peito,
corrói o sentimento,
enfraquecendo o contimento.
De fato estamos distantes
e o orgulho constrói em cima disso,
a barreira mais insana,
refletindo em ações ignorantes,
não podendo contê-las
em apenas uma dimensão,
se espalhando em seu todo, vastidão.
As palavras não expressam mais
o quanto sinto sua falta em mim.
Representa um castigo,
sem ter você aqui.
Jamais o tempo irá contribuir!
Assim aos poucos, aproximará o nosso fim.
Dédalo
Faça-me viver.
Invente de si,
a melhor proporção
e me dissolva em um cálice de amor.
Tenta-me compreender.
Descrevo meu ser,
fazendo com que você
conclua o labirinto
longo,
distante,
aventureiro da minha afeição.
Aprenda a visualizar
muito além do que possa avistar.
Desvende cada detalhe,
cada traço,
cada risco,
e se houver um chuvisco,
somente sorrie.
Pois à quilômetros
farei de você uma única cena.
Clicando apenas o replay,
para revê-lo em tua melhor performance.
Enamorado
Te encontro paralelamente em mim,
que funde a evolução de devoção por ti.
Enalteço os motivos,
pelos quais faço eternizar nosso destino.
Agora somos dois reflexos em um,
contido em borbulhos sortidos.
Meu coração é puro,
construindo aos poucos
vestígios de você.
O qual reflete em nossos olhares,
uma vazão de emoção, do porque continuar,
na expectativa de se romantizar.
Passarinho
Passarinho...
Faça-me voar!
Restaurei as minhas asas,
estou chegando no alto da montanha,
para assim me apaixonar.
Passarinho...
Ao amanhecer
me inunda de você,
não deixa esquecer
que o mundo é externo,
mas seu calor aquece o que está interno.
Passarinho...
É sincero o fardo que carrego,
transporto de mim à ti
o angélico precedente que existe sobre nós dois.
Ao ponto de fazer o mundo girar
para estarmos em uma única sintonia.
Os corações disparam de maneira nítida,
em frente uma noite à luz do luar.
As estrelas nos iluminam
permitindo a melhor sensação de apreciar.
Durante horas, fomos envolvidos num mesmo abraço,
como se fosse um abrigo enlaçado por nossos braços.
Repetiria contigo,
cada um dos segundos escusos.
Criar asas e voar
É o sonho que quero alcançar
Mas com as janelas fechadas
E com as portas trancadas
Não posso nem pensar
Em voar
Porque quando sonhamos
Precisamos tomar cuidado
Para não sairmos machucados
Porque viver pode ser
Tão complicado de entender
Só queria pode gritar
Sem me preocupar
Com que os outros vão pensar
Mas preciso saber que viver
Sempre será um prazer
Ao Mestre, com carinho
Tudo ao Mestre, que merece tudo...
numa sala de aula, se desdobra;
as lições para a vida, sempre ensina!
nem imagina que talvez um dia, nada sobra!
Vai caminhando o Mestre num tortuoso caminho...
no labor nada fácil de ensinar o bem...
sofre muitas vezes, e sem lamentar,
entende que o saber ajuda e judia também.
Confronta-se o dedicado Mestre, na seara;
entende, mas nem sempre, a realidade...
e segue, às vezes, sem qualquer esperança,
à procura da luz da verdade.
Assim é a vida do Mestre,
na luta do quotidiano...
o ganho é muito relativo, e trabalha com amor.
Sem nunca se queixar, cada passo é seguro!
O Mestre sabe reconhecer bem o seu valor!
JAIRO DE LIMA ALVES - 13/OUTUBRO/2019
Louco ou Gênio
Ouvi uma teoria a algum tempo, dizia:
O louco está fora da redoma dos costumes da sociedade
O gênio é aquele que está na beira da redoma, observa com desejo a loucura de se arriscar, mas convive na sociedade preenchendo os deverem sociais obrigatórios.
Será?
O louco pode ser de fato alguém atormentado, mas como um trunfo ele está acima de nós em uma decisiva questão...
O louco é imprevisível e isso o torna perigoso aqueles que coordenam e instituem a barreira da redoma...
Pois bem, neste sentido não seria a própria imprevisibilidade do louco onde se encontra sua genialidade?
E não é todo gênio, um louco enrustido?
E não é você arrogante ser superior que não encontrou ainda a genialidade da loucura?
ASPEREZA DO CERRADO
Ai a aspereza do cerrado
Não a entende ninguém
É sublime o céu encarnado
E são encantados também
Traz na secura do teu ar
O empoeirado vai e vem
Do vento nas folhas a chorar
E as estrelas no céu além
São versos ao poeta poetar
Que nunca será um porém
São feiticeiras noites de luar
Que ao olhar nos faz tão bem
Só quem embala na emoção
Entende a alma que aqui tem
Está matuta e rude vegetação
De flores, e trovadores também
Ai a aspereza do meu cerrado
Que nunca nos trata como refém
Chão que chora o amor e o amado
Na viola que do cancioneiro provém
Ai a aspereza do tortuoso cerrado
Impregnado aos que aqui vivem...
E aos poetas também!
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano
QUADRAGÉSIMO SEGUNDO HEXÁSTICO
Deves abortar a ignorância:
Assassina confesso d´alma.
Deves parir toda virtude:
Senhora das integridades.
Da ignorância resta mentiras!
Da virtude, conhecimento!
privação
a saudade é um ato estranho
se você a mata ela vive
se você vive ela avulta no tamanho
é uma dor em aclive
um suor sem banho
é funesto
invade todo o sentimento
é de vazio gesto
aos olhos abafamento
indigesto
ao desejo recolhimento
solidão
e eis que ela é etc e tal
torpor, paralisia, emoção
retiro
saudade é ausência fatal
suspiro
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano
FILOSOFIA DO AMOR
De João Batista do Lago
O amor esse desdouro
inquietante e avassalador
banha o corpo de torpor
e a alma sangra no matadouro
e o sangue escorre pelo ralo das veias
enrijecendo o corpo inteiro
e grudando-o na cruz do madeiro
O amor, meu amor, não é brincadeira
Ele está sempre à frente e também na traseira,
fica do lado direito, mas também no lado esquerdo
muitas vezes ele chora
outras tantas desespera
muitas vezes vai embora
outras tantas fica e implora
Esse maldito do amor
que ninguém sabe onde nasce nem quando
trucida os amantes incautos
enganando-os com a paixão
e dos imprudentes brinca e troça
faz quermesse na jugular das emoções
onde leiloa beijos e carícias vãs
Ah, esse sujeito vagabundo
que faz juras em desmedida profusão
prosta os amantes querelantes
debilita a palavra sussurro
derruba o abraço mais profundo
humilha o beijo com o escarro
e subjuga o gozo na raiva do presente
Enfim, ó tu louco e eterno amor
que vagueia sensações despudoradas
és o príncipe do desconhecido
a quem se busca em vidas desesperadas
alcançar a sinfonia do perfeito verbo
onde pretendemos abrigar os corações
escarlates de vidas de humanos carentes
Primavera no cerrado
Depois da chuva das flores
Colore o cerrado de amores
Perfume, a aragem sorrindo
O inverno e secura indo
Num renovo que se refaz
Aroma de esperança traz
No voo da mamangava, do beija flor
É ressurreição, cheiro, cor
Desabrochando no sertão
Com florescente inspiração
Anunciada pelo vento
Cada botão rebento
Em quimeras da natureza
Emoção perfazendo em beleza
E gratificação de quem espera
A alma em poesia da bela primavera.
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
12 de setembro de 2015
Cerrado goiano
QUADRAGÉSIMO TERCEIRO HEXÁSTICO
Assenhora-te do espelho
Refletor de todos os caos
Ainda para ti irrevelados
Debulha-te duplo narcísico
Toda estética será falsa
Se nela faltar toda essência
Inspiração no cerrado
Escrevo diante do cerrado
A inspiração é da cor cinza
Cada galho torto isolado
Desenha versos ranzinza
E nesta paisagem esquálida
Alinha o sol com seus matizes
Tingindo a terra de cor pálida
Em variegados sem deslizes
É tão rico nos seus detalhes
E ásperos nas suas formas
Casca grossa cinzela entalhes
Em divina obra sem normas
No diferente do sertão, sedução
Cada flor na seca ou no molhado
É descoberta, renovo, é criação
Riscando a variedade do cerrado
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano
copyright © Todos os direitos reservados.
Se copiar citar a autoria – Luciano Spagnol
Voo
Voa pensamento
Livre como o vento
A procura do sentimento
Voa imaginação
Nas asas da emoção
Ao encontro do coração
Voa ilusão
Desenhando paixão
Nos rascunhos da solidão
Voa sonhos
Reais e risonhos
Sem ser enfadonhos
Voa felicidade
Sem a brisa da saudade
Flutuando na eternidade
Voa bardo transcritor
Poetando ventura e dissabor
Nos caminhos do amor...
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano
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