Natureza Friedrich Nietzsche

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Deus perdoa sempre, a natureza nunca

A física é o pólo positivo na atração entre o homem e a natureza.

Hegel
A Idéia, A Natureza, O Espírito

Os três grandes momentos hegelianos no devir dialético da realidade são a idéia, a natureza, o espírito. A idéia constitui o princípio inteligível da realidade; a natureza é a exteriorização da idéia no espaço e no tempo; o espírito é o retorno da idéia para si mesma. A primeira grande fase no absoluto devir do espírito é representada pela idéia, que, por sua vez, se desenvolve interiormente em um processo dialético, segundo o sólito esquema triádico (tese, antítese, síntese), cujo complexo é obejto da Lógica; a saber, a idéia é o sistema dos conceitos puros, que representam os esquemas do mundo natural e do espiritual. É, portanto, anterior a estes, mas apenas logicamente.

Chegada ao fim de seu desenvolvimento abstrato, a idéia torna-se natureza, passa da fase em si à fase fora de si; esta fase representa a grande antítese à grande tese, que é precisamente a idéia. Em a natureza a idéia perde como que a sua pureza lógica, mas em compensação adquire uma concretidade que antes não tinha. A idéia, todavia, também na ordem da natureza, deveria desenvolver-se mais ou menos, segundo o processo dialético, das formas ínfimas do mundo físico até às formas mais perfeitas da vida orgânica. Esta hierarquia dinâmica é estudada, no seu complexo, pela Filosofia da natureza.

Finalmente, tendo a natureza esgotado a sua fecundidade, a idéia, assim concretizada, volta para si, toma consciência se si noespírito, que é precisamente a idéia por si: a grande síntese dos opostos (idéia e natureza), a qual é estudada em seus desenvolvimentos pela Filosofia do Espírito. O espírito desenvolve-se através dos momentos dialéticos de subjetivo (indivíduo), objetivo (sociedade), absoluto (Deus); este último se desenvolve, por sua vez, em arte (expressão do absoluto na intuição estética), religião (expressão do absoluto na representação mítica), filosofia (expressão conceptual, lógica, plena do absoluto).

Com o espírito subjetivo, a individualidade empírica, nasce a consciência do mundo. O espírito subjetivo compreende três graus dialéticos: consciência, autoconsciência e razão; com esta última é atingida a consciência da unidade do eu e do não-eu. O espírito subjetivo é estudado, em sentido vasto, pela psicologia, que se divide em antropologia, fenomenologia do espírito, psicologia propriamente dita. Não estando, pois, o espírito individual em condição de alcançar, no seu isolamento, os fins do espírito, de realizar a plena consciência e liberdade do espírito, surge e se afirma a fase do espírito objetivo, isto é, a sociedade. No espírito objetivo, nas concretizações da sociedade, Hegel distingue ainda três graus dialéticos: odireito (que reconhece a personalidade em cada homem, mas pode regular apenas a conduta externa dos homens); amoralidade (que subordina interiormente o espírito humano à lei do dever); a eticidade ou moralidade social (que atribui uma finalidade concreta à ação moral, e se determina hierarquicamente na família, na sociedade civil, no estado).

A sociedade do estado transcende a sociedade familiar bem como a sociedade civil, que é um conjunto de interesses econômicos e se diferencia em classes e corporações. O estado transcende estas sociedades, não porque seja um instrumento mais perfeito para a realização dos fins materiais e espirituais da pessoa humana (a qual unicamente tem realidade metafísica); mas porque, segundo Hegel, tem ele mesmo uma realidade metafísica, um valor ético superior ao valor particular e privado das sociedades precedentes, devido precisamente à sua maior universalidade e amplitude, isto é, é uma superior objetivação do espírito, segundo a metafísica monista-imanentista de Hegel, daí derivando uma concepção ético-humanista do estado, denominada por Hegel espírito vivente, razão encarnada, deus terreno.

Segundo a dialética hegeliana, naturalmente a sucessão e o predomínio dos vários estados na história da humanidade são necessários, racionais e progressivos; e necessária, racional e progressiva é a luta, a guerra, grças à qual, ao predomínio de um estado se segue o predomínio de um outro, a um povo eleito sucede um outro. Este, no fundo, tem razão sobre o vencido unicamente porque é vencedor, e aquele tem culpa unicamente porque é vencido. A história do mundo - com todo o mal, as injustiças, os crimes de que está cheia - seria destarte o tribunal do mundo. (O que se compreende, quando se faz coincidir o "ser" com o "deve ser", como acontece de fato no sistema hegeliano, graças à dialética dos opostos, em que os valores - verdadeiro-falso, bem-mal, etc. - são nivelados, porquanto igualmente necessários para a realização da idéia).

Se bem que no sistema hegeliano a vida do espírito culmine efetivamente no estado, põe dialeticamente acima do espírito objetivo o espírito absoluto, em que, através de uma última hierarquia ternária de graus (arte, religião, filosofia), o espírito realizaria finalmente a consciência plena da sua infinidade, da sua natureza divina, em uma plena adequação consigo mesmo.

Na arte o espírito tem intuição, em um objeto sensível, da sua essência absoluta; quer dizer, o belo é a idéia concretizada sensivelmente. Portanto, no momento estético, o infinito é visto como finito. Na religião, pelo contrário, se efetua a unidade do finito e do infinito, imanente no primeiro; mas em forma sentimental, imaginativa, mítica. Hegel traça uma classificação das religiões, que não passa de uma história das mesmas, segundo o seu sólito método dialético. Nessa classificação das religiões o cristianismo é colocado no vértice como religião absoluta, enquanto no ministério da encarnação do Verbo, da humanação de Deus, ele vê, ao contrário, a consciência que o espírito (humano) adquire da sua natureza divina.

Acima da religião e do cristianismo está a filosofia, que tem o mesmo conteúdo da religião, mas em forma racional, lógica, conceptual. Na filosofia o espírito se torna inteiramente autotransparente, autoconsciente, conquista a sua absoluta liberdade, infinidade. Como as várias religiões representam um processo dialético para a religião absoluta, assim, os diversos sistemas filosóficos, que se encontram na história da filosofia, representariam os momentos necessários para o advento da filosofia absoluta, que seria o idealismo absoluto de Hegel.

Medida pelas intenções da natureza, a pobreza é uma grande riqueza; pelo contrário, a riqueza é uma grande pobreza.

A natureza é grande nas coisas grandes e grandíssima nas pequeninas

É difícil tentar explicar a Natureza Humana,
pois nem sempre o Ser Humano consegue ser humano
ou ao menos procura se-lo...
Dificil para entender, e mais ainda para explicar...
Osculos e amplexos,
Marcial

TENTANDO EXPLICAR A NATUREZA DO SER HUMANO
Marcial Salaverry

Para tentar explicar a Natureza Humana, precisamos entender que uma das leis mais imutáveis que existe, é aquela que é representada por nossa imagem no espelho, ou seja, como nossa imagem nos é devolvida pelo espelho, nossos atos serão retribuídos da mesma maneira, e nem sempre se aceita essa realidade da vida...

Se sorrirmos para o espelho, veremos um rosto sorridente à nossa frente. Se sorrirmos para as pessoas, elas nos sorrirão também (claro que nem todos, pois gente mal humorada sempre existe, mas estas, claro que podemos deixar de lado). Contudo, se fecharmos a carranca, é dessa maneira que nos tratarão. Se formos educados, a tendência é recebermos a reciprocidade, da mesma maneira que se formos grosseiros, não poderemos esperar sorrisos, ou sequer um tratamento educado dos demais, que naturalmente devolverão o que receberem...

Existem diversas pequenas peculiaridades do relacionamento interpessoal que devem ser observadas, se quisermos receber boas respostas por nossos atos.

Uma delas, e que sempre causa grande aborrecimento, é sermos deixados de lado por quem tanto nos estimava. Isso ocorre quando alguém nos apoiava e proclamava nossas qualidades aos quatro ventos. De repente, sem que nossas qualidades antes elogiadas tenham sofrido qualquer perda de rendimento, ou por vezes, até melhorando, esse alguém passe a desconsiderar tudo o que antes elogiava. Por vezes por causa de algum relacionamento pessoal. Mas isso nada tem a ver com as qualidades profissionais de alguém. Podemos amar ou detestar alguém pessoalmente, mas o reconhecimento de suas qualidades profissionais não deve ser afetado. Quando isso ocorre, denota falha de julgamento, já que sentimentos pessoais não podem interferir na vida profissional.

Também, o que dói na vida é descobrir que aqueles que foram nossos amigos, de repente parecem estar sempre muito ocupados para nos dar atenção. Nesses casos, sempre é conveniente tentar descobrir o porque dessa mudança de tratamento, e se a culpa for nossa, ou seja se esse afastamento se deve a alguma atitude inconveniente, que tal fazer um reestudo e procurar modificar-nos um pouco. Da mesma maneira que desejamos que amigos nos entendam, devemos procurar entende-los. Sempre devemos procurar manter a amizade, usando do diálogo. Para isso, somos dotados da capacidade de comunicação.

Se por quaisquer razões, começarmos a nos afastar de nossas amizades, existe o perigo de ficarmos apenas cercados de maus amigos, de pessoas que ficam em nossa volta, apenas movidas por interesses, e que, no momento em que deixarmos de as interessar, nos darão o mesmo retorno que demos a nossos amigos leais, ou seja, as costas.

E é triste descobrir que estamos sós apenas porque não soubemos reconhecer quem nos dedicava real amizade, e nos rodeamos apenas por bajuladores, que tão logo deixemos de os atender, sequer pensarão antes de nos abandonar.

Devemos sempre observar uma certa coerência de atitudes, procurando cuidar de nossa língua, pois muitas vezes fazemos comentários desabonadores sobre alguém. Sempre causará estranheza se mais tarde nos declararmos amigos incondicionais. Ora, se ontem alguém não prestava, como mudou tão repente? Isso denota muita incoerência de nossa parte. São atitudes que devem ser evitadas.

Assim como, nos deixarmos levar por vaidade excessiva, proclamando aos quatro ventos nossas excelsas qualidades. Deixemos que os outros as reconheçam. A vaidade excessiva não é bem vista pelas pessoas. Apenas pelos bajuladores, que sempre saberão agradá-las, atiçando sua vaidade.

Bem crianças, a velha lei da Natureza Humana condena certos, digamos, defeitos de caráter, tais como ingratidão, egoísmo, vaidade, orgulho, mas nós também temos pontos positivos para abordar, tais como gratidão, reconhecimento, solidariedade, amor, temperança, amizade, que, por serem virtudes, são quase que obrigatórios em nossa formação. Só que nem todos sentem isso, o que é pena.

Esperando que esses pontos obrigatórios sejam melhor considerados, desejo a todos UM LINDO DIA.

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"A suprema felicidade da vida é a convicção de ser amado por aquilo que você é, ou melhor, apesar daquilo que você é"
Victor Hugo

O homem destrói a natureza com desculpa de sobreviver. A natureza luta para sobreviver para garantir a sobrevivência do homem.

Quem sou eu? Esperançoso por natureza; uso das palavras, com destreza... Um pecado, a incerteza.

Encontrei na natureza o que eu sempre fui... um completo e revoltado selvagem. Não existia êxtase maior do que navegar naquele profundo mar de montanhas; pinhos. Que aos céus pediam o seu divino toque. Eu nada tinha a perder, mas tudo eu tinha a ganhar. Quando na natureza eu me encontrava ao me ver nela chegar.

Voltar à essência é regressar ao estado de natureza.

"Contemple a vida e os milagres da natureza que incluem você".

Os fundamentos da fé estão acima da natureza e da razão. Mas sobre a interpretação e a capacidade de conhecimento das experiências naturais, é a razão que tem a supremacia.

A nossa natureza é o movimento; o completo repouso é a morte.

1623/1662

O homem é uma parte da natureza.

1632/1677

Acho que as coisas verdadeiramente naturais são os sonhos, os quais a natureza não pode tocar com decadência.

Bob Dylan
STINE, Peter. The Sixties (1995).

Para certos assuntos preciso da sua natureza, nervoso.

Jean-Jacques Rousseau disse que o homem é bom por natureza o meio que o corrompe, acredito que o problema não é do sistema e sim do próprio homem que o criou.

A mulher, que a beleza do rosto une a beleza da alma, os encantos da natureza aos da virtude, bem pode passar na Terra por uma imagem do céu.

Muitas mulheres estão simplesmente sobrecarregadas. (...) Elas perderam a conexão com a natureza e com elas mesmas. Estão buscando respostas do lado de fora, sem perceber que as respostas que realmente importam estão do lado de dentro.

Gisele Bündchen
Aprendizados

viva a mãe natureza
que é e sempre será
iluminada pela luz branca
de Jesus, um dos Cristos do Universo
que nos guarda de todo mal
que protege a natureza
de nós mesmos
o ser que se diz humano
mas que ainda não achei
uma descrição
ou definição plausível para tal
e independente de qualquer coisa
a natureza continua linda
mesmo que despedaçada
mesmo que destruída
mesmo que dilacerada
mesmo que queimada
mesmo que desmatada
mesmo que soterrada
mesmo que inundada
mesmo que poluida
mesmo q...

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