Nascimento
Mesmo diante de um solo que aparenta não ser propício, é possível ver o nascimento de flores que nos trazem lições de esperança.
Querida menininha, este é um dia muito especial em que comemoramos não apenas o seu nascimento, mas também a sua incrível trajetória até aqui.
Há bem pouco tempo você vivia a delicia da infância, em um lugar magico de faz de conta, no mundinho das crianças.
O tempo passou e você cresceu, esta abrindo as portas de uma nova vivencia na busca da independência neste fase da adolescência.
A sociedade vai decretar padrões ideais sobre a aparência e o modo como você deve viver. Mas na trajetória desta linda fase tenho certeza que você vai experimentar tudo de bom que a vida vai trazer para o seu amadurecer e ter a liberdade para ser quem nasceu para ser.
Inicia neste dia de festa a alegria de viver a próxima etapa com ousadia e determinação, para chegar onde você precisa e merece estar.
Parabéns menininha ! Que Deus lhe conceda hoje e sempre muita felicidade, sucesso e prosperidade!
Você é a única que ficará com você mesma desde o nascimento até o fim da vida. Se ame... Se goste... Mantenha consigo uma relação de profundo afeto.
O verdadeiro significado da véspera de Natal é a espera do nascimento do mais puro amor que andou sobre a Terra.
Lembremos que o nosso nascimento foi ontem e quando chegar o sepultamento o tempo avisa por meio da carne cansada ou por meio dos pecados da alma.
Para mudar o mundo é preciso educar o homem com a Palavra de Deus logo após o seu nascimento até à sua morte.
A morte de um cristão fiel é o retorno do seu nascimento espiritual para viver com o Pai, seu Criador.
Os dados cronológicos permitem nos estabelece com precisão a ordem dos acontecimentos: nascimento, vida, morte, ressurreição de Jesus; o que falta é a Sua volta infalível para completar a era eterna dos homens santos, obedientes e fiéis a Deus.
O encanto é uma notoriedade:
No escorrer de uma simples lágrima pode haver o nascimento de uma bela vida.
Em uma simples gota de chuva pode haver todo deslumbre dos céus.
O Banquete do Rei Sem Paladar
Existia um rei que, desde o nascimento, carregava uma maldição: a incapacidade de sentir o sabor de qualquer alimento. Frutas maduras, carnes suculentas e vinhos caros eram, para ele, como mastigar o vazio. Enquanto outros se deleitavam com os banquetes no palácio, o rei sem paladar apenas os observava, incapaz de compreender o brilho nos olhos daqueles que mastigavam como se tocassem o céu.
Por anos, o rei buscou sacerdotes, médicos e curandeiras, desesperado para sentir o prazer que o mundo dos sabores prometia. Mas ninguém conseguia curá-lo. Em sua frustração, ele se voltou ao oculto. Numa noite sem lua, com tochas ardendo nas profundezas de seu castelo, o rei invocou um demônio. A criatura surgiu em meio às chamas, de olhos alaranjados como brasas, dentes serrilhados como os de peixes predadores, garras afiadas no lugar de dedos e um vasto buraco onde deveria estar o estômago.
– O que deseja, ó rei insaciável? – sussurrou a criatura, sua voz ecoando como um vento no vazio.
– Quero o sabor. Quero experimentar o que todos sentem.
O demônio abriu um sorriso pérfido. Do buraco em seu estômago emergiu uma esfera brilhante, que flutuava como uma joia viva. Ele a entregou ao rei.
– Mastigue isto, e conhecerá o sabor. Mas cuidado: o sabor traz fome, e a fome nunca será saciada.
O rei, tomado pela ganância, ignorou o aviso. Ele mastigou a esfera e, no mesmo instante, sentiu o êxtase. Pegou um pedaço de pão da mesa ao lado e chorou.
– Isto... é como mastigar o próprio céu! Nenhuma conquista do meu reinado jamais trouxe tamanha felicidade!
Ordenou que os cozinheiros do castelo preparassem todos os pratos possíveis, e passou dias comendo sem parar. No entanto, os sabores começaram a parecer iguais. Insatisfeito, mandou seus generais buscarem os melhores chefes do mundo, mas mesmo as culinárias mais diversificadas se tornaram banais para seu paladar.
Uma noite, enquanto vagava pelo castelo, sentiu um aroma novo e irresistível.
– Que cheiro é esse? – perguntou com os olhos arregalados.
– Um dos cozinheiros sofreu um acidente, meu senhor. Ele se queimou enquanto cozinhava – respondeu um guarda.
– Queimado? É esse o cheiro? Tragam-no até mim! – ordenou o rei, salivando enquanto lambia os próprios lábios.
O cozinheiro foi levado até ele, ainda ferido. Sem hesitar, o rei mordeu o braço do homem, saboreando enlouquecidamente. A cada mordida, seus dentes cresciam, suas garras se afiavam e sua força aumentava.
– Mais! Quero mais! – rugiu o rei.
Os guardas, apavorados, trouxeram outros servos. O rei devorou todos, um por um, até que não restasse ninguém no castelo além de sua esposa e filha.
De seu quarto, a rainha percebeu os passos pesados e os gritos do monstro que seu marido havia se tornado. Ele arrombou a porta, os olhos brilhando como um demônio faminto.
– Que cheiro é esse? É tão doce... tão puro...
– Não! Pare! – gritou a rainha, segurando sua filha atrás de si.
Em um ato desesperado, ela atirou uma lamparina acesa contra o rei. O óleo escorreu por sua pele, e as chamas começaram a devorá-lo. Mas, para sua desgraça, o rei sentiu o aroma de sua própria carne queimando.
– É o cheiro mais divino que já senti...
E, movido pela fome insaciável, o rei passou a se devorar, mesmo enquanto gritava de dor a cada mordida, ele era incapaz de cessar.
-Pare! Não faça isso com você! - Gritou a rainha enquanto chorava.
O rei se devorou até que não restasse um único pedaço de quer, deixando sua rainha e filha traumatizadas no imenso e vazio castelo.
Natal pra mim é um pretexto para exageros, onde alegam comemorar o nascimento daquele que nunca ensinou a ostentar, mas a partir e compartilhar, distribuir o que se pode com quem não tenha nada para se alimentar.
Essa onda de desejar feliz natal é equivocada, se analisarmos na essência maior, porque o próprio Cristo ensinou a anunciar a sua morte, até que ele venha.
Contudo, entretanto e porém, desejo a todos os amigos, votos sinceros de comunhão, que hoje ao sentar à mesa, compartilhe o pão, sorria e ame do fundo do coração, e não deixe esse bom sentimento esvaecer nos dias após, que possamos nutrir o autruismo e superar as desavenças, ignorar as demandas por motivos de crença, porque o amor maior comemora se hoje seu nascimento, e vida nos deu com o seu perecimento.
Amor e paz a todas as famílias, sentimento fraternal e plena comunhão, são os votos a todos vós, do fundo do coração.
A cada nascimento no planeta Terra é uma alma que se perde para os mundos espirituais e ganhada para a prisão chamada "vida".
Ninguém nasce cruel.
Ninguém nasce quebrado.
O que nos parte não é o nascimento, é o caminho.
É o olhar que fere sem tocar.
É a palavra dita no momento errado, com a intenção errada.
É a indiferença de quem passa por nós como se fôssemos invisíveis.
Eu estive lá… essa madrugada.
De novo.
Naquele lugar escuro dentro da minha cabeça, onde a única companhia é o som do próprio medo gritando.
Sufoca. Dói. Paralisa.
E se as pessoas soubessem o que causam…
Se ao menos soubessem…
Talvez pensassem um milhão de vezes antes de usar a crueldade como defesa, antes de destilar julgamentos como quem cospe veneno em feridas abertas.
Mas eu sei que elas também estão quebradas.
Se tornaram aquilo que um dia odiaram.
Talvez nem percebam.
Talvez estejam apenas tentando sobreviver do jeito que aprenderam.
E eu…
Eu tô tão cansado.
Tão exausto dessa luta invisível.
Dessa armadura que visto pra parecer forte, inteligente, inteiro.
Quando, na verdade, eu sou só um quebra-cabeça feito de pedaços que a vida espalhou por aí.
E eu junto o que posso…
Do jeito que consigo…
Mas ainda assim… falta algo.
Me sinto perdido em mim.
Tentando ser o que esperam, tentando caber em moldes que não me servem mais.
Me cobro, me exijo, me mutilo em pensamentos…
Porque, por algum motivo, aprendi que ser perfeito era a única forma de ser amado.
De ser visto.
De ser aceito.
Mas eu não sou perfeito.
Nem você.
Nem ninguém.
E tudo o que eu queria agora…
Era que alguém segurasse minha mão.
E dissesse:
“Tá tudo bem se você não der conta hoje…
Eu te vejo mesmo assim.”
MENSAGEM DE NATAL
É Natal!
Celebramos hoje a noite Santa do nascimento de Jesus, nosso Salvador.
Deus tornou-se carne e habitou entre nós!
Humanizado na fragilidade de uma criança, veio ao mundo na situação mais adversa, para nos passar ensinamentos e valores de amor, bondade e esperança ao assumir a sua participação na realidade da existência humana para cumprir a grande missão de nos salvar.
O menino Jesus Nasceu! Ele é a Luz de Deus que brilha para toda humanidade; aos que O aceitam e aos que O rejeitam, aos que O conhecem e aos que nunca ouviram falar d'Ele... Por isso, somos todos chamados a viver o verdadeiro Natal do Senhor
que chega silencioso a cada um de nós, e toma conta dos corações que não perderam a doçura de sentir...
O natal nos chega de graça e também cheio de graça, pelo brilho suave da mais bela das luzes, a luz da fé!
Por isso, para que vivamos o verdadeiro Natal, mais que presentes, é preciso distribuir amor...
É preciso amar nossas famílias, caminhar com os nossos filhos.
É preciso ser mais amigos, fazer partilha e dividir a nossa mesa com aqueles que têm fome.
É preciso, verdadeiramente, espalhar amor e praticar caridade!
Reaprender a doçura de sentir.
Sentir como é bom estar vivo.
Sentir como é bom ter um lar.
Sentir a grandeza do amor de Deus por meio do maior presente que poderia nos ser dado:
*Seu filho Jesus*
E cada ser que celebre esta noite,
cada homem, cada mulher, possa entender que o Natal não é consumo, é doação...
Que o Natal não é uma data, é celebração...
Que sinta o coração encher-se de esperança e sinta o dever e a obrigação de ensinar a cada dia, o valor da fé, da amizade, da solidariedade, e celebrar o verdadeiro nascimento de Jesus, que nasceu para que o mundo fosse melhor, para que fosse amor...
Que o maior presente que possamos dar a alguém nesta noite, não seja material, mas seja o olhar do amor capaz de justificar a vida e o verdadeiro sentido do Natal.
A todos um Santo e abençoado Natal!
Júbilos familiares se eclodem quando chega o nascimento de uma criança; imagine a alegria dos anjos quando um pecador nasce de novo, da água e do Espírito para entrar na família de Cristo.
A arqueologia não mostra a prova da manjedoura e os presentes do nascimento de Jesus, mas prova a existência da sua sepultura, cujos registros históricos da Bíblia são aceitos pelos seus historiadores e seguidores.
