Naquela noite
Depois de alguns meses encontrei meu casaco, que você usou naquela noite, e foi impressionante a velocidade que fui transportado para junto de ti no momento em que senti seu perfume.
Ainda que não chova
pense em mim
Ainda que não tenha estrelas no céu
como naquela noite
lembre do meu amor
Ainda que
tenha sido fraco
Ainda que não mereça
me perdoe...
Ainda que
faltem recursos
continuarei mandando tuas flores
Ainda que pra isso
precise roubar rosas dum jardim
Ainda que tenha passado o tempo
meu coração continua batendo
como o teu continua batendo
apressado e descompassado
como na água do mar...
Ainda que me falte inspiração
basta que eu te inspire
pra que o mundo ganhe vida
novamente
Ainda que eu morra
voltarei como chuva
molharei teus cabelos
me misturarei às tuas lágrimas
só pra te consolar
Noite do Desejo
Naquela noite fria
À luz da lua cheia
Nós estávamos na cama
Abraçados, fazendo besteiras...
Trocávamos carinhos
Beijos e abraços
Desejávamos o infinito
Naquela noite fria de sábado
O universo era pouco pra nós
Queríamos o mundo e o resto
Queríamos o amor sem o nexo
Queríamos o céu e o inferno
Nos amamos a noite inteira
Desejamos um ao outro
Agora que amanheceu o dia
Te vejo no sábado de novo
Naquela noite o amor apertou mais,
tudo em minha vida ficou escuro,
sem vida, habitado por um fútil sentimento
chamado solidão.
Não sei se voltaria pra trás,
todo aquele amor mais puro
se tornou obscuro aos olhos teus.
Se quando penso em você,
retorno aos momentos,
e me pergunto, por quê?
por quê não houve entendimentos?
Sim, sofri, sorri, menti,
Mesmo assim, quando eu te vejo
eu perco o chão, minha mão transpira,
minha mente pira, já não sei o que faço.
Ainda te amo, pois se amar é uma
loucura sem cura, eu sou e sempre serei
louca por amar você.
Penso em você todos os dias,
queria ter você em minhas mãos,
ter você pra vida inteira.
Você ainda é e sempre será minha
razão de estar vivendo e aprendendo,
minha inspiração de todos os dias,
meu amor infinito, minha luz.
Amei, amo e sempre te amarei.
Eternamente.
Naquela noite lá estava eu
Sozinha, caminhando em meus pensamentos.
Observando as estrelas no céu
Deixando revelarem-se meus sentimentos.
Naquela noite lá estava eu, sozinha
Querendo você, desejando você
Pensando em você
E acima de tudo, amando você.
A lua que iluminava meu caminho naquele momento
Eu idealizava ser você.
E o que estava se passando em meu coração
Eu temia ser o amor, a paixão.
SILÊNCIO SAUDOSO
Naquela noite
Os olhos tristes nevaram...
Pois lembrou
De tudo que vivenciou....
E no silêncio saudoso as lágrimas
Transformaram-se em pingos de neve.
Deixando
O chão embranquecido de recordações
Doloridas, sonhos que terminaram em nada!
E entre o sopro dos ventos
Os ganhos iluminados pelos céus anunciavam...
Uma madrugada longa, gélida e tristonha.
Naquele coração
Que um dia pulou de alegria e que hoje só lacrimejavam...
Um passado presente que chegará novamente
Naqueles olhos amiudê
Que contemplava o brilho do natal
Sentido um vazio sem igual
Pulsando vida em seu peito carregado de dor
Que agora descansava pedindo à DEUS
Para que o dia ali amanhecesse outra vez!
Feliz Natal.
Feliz? Creio que não. Nem naquela noite, no primeiro século, no início da nova era, foi um dia feliz. Maria se dirigia a Belém montada em um jumento, à beira de dar à luz o seu bebê. Embora fosse uma emergência, todas as hospedarias lhes negaram abrigo. Então eles tiveram Jesus em um estábulo.
Dois mil anos se passaram e ainda lhe negam abrigo. Não há espaço para Ele na casa dos hipócritas de ceias fartas e corações vazios. O Natal virou teatro. Sempre foi entendido de maneira equivocada, assim como tantas outras passagens durante a vida de Jesus.
Enquanto muitos celebram com a família em meio a ceias fartas, presentes e do ‘altruísmo anual’, milhares de pessoas, que além de não terem do que se alimentar, não tem amor, não tem uma família.
Creio que seja da natureza do homem. O egoísmo é sempre presente no natal, acobertado pelo altruísmo que só acontece nessa data do ano. As gentilezas fugazes, o consumismo exagerado, e tantos outros aspectos que não contrastam com o verdadeiro sentido do natal.
Não existe o Natal ideal, só o Natal que você decida criar como reflexo de seus valores, desejos e tradições. Nesta noite, desejo a você que repense os seus atos. Que faça perdurar o natal que só existe dia 25 de dezembro. Que toda união, carinho, respeito, amor, que você vive nesta noite unido à sua família, seja vivido durante todo o ano. Pense também nos que não têm o mesmo que você possui. Não apenas valores materiais, mas principalmente no amor.
Desejo que nasça dentro do seu coração, o mais puro, sincero, verdadeiro e único amor: o de Cristo!
Que nesta noite você mude. Busque sempre mudar. Ame mais. Amor nunca é demais. E, que principalmente não esqueça, que enquanto você celebra o natal com sua família, amigos e pessoas queridas, milhares de outras pessoas necessitam não somente do alimento que você irá comer, não somente dos presentes que você irá receber, mas do amor, se é que ele existe, em meio a todo esse teatro em que se tornou o natal.
Melhor do que todos os presentes por baixo da árvore de natal é a presença de uma família verdadeiramente feliz.
Neste ínterim, não finalizo com um ‘feliz natal’, mas sim, com uma feliz mudança àqueles que sentem necessário realizá-la.
Tenham uma boa noite!
Naquela noite, olhando as estrelas, tão próximas de nós, contamos segredos e sonhos ... e de repente uma estrela caiu.
EFÊMERO
Naquela noite fria,
chuva fina batendo na janela
ela olhava saudosa aquele guardanapo que dizia:
"Atropelaram meus sonhos, me ajude a juntar os cacos"
ela sorriu e pensou...
como o tempo voa
um ano já se passou desde que te vi
relacionamento se fez presente
você foi intenso e fugaz
seguiu seu caminho
e parte restante
é só esse guardanapo amarrotado
que eu escrevi pra você
naquela fria noite de solidão e vazio.
Naquela mesma noite
numa cidade distante
debruçado no parapeito 9º andar
ele observava a cidade orvalhada
silenciosa e adormecida na madrugada.
Pensou consigo,
hoje completaria um ano ao teu lado,
juntamos os cacos,
sonhamos juntos,
por tolices te abandonei,
utopias vãs,
e cá estou
solitário a imaginar
a falta que você me faz.
"Minha querida súplica, dançantes comigo naquela noite escura à luz de velas. Acordaste-me aos gritos de um sonho repugnante meu. Que pedido de socorro assustador aquele meu, não achas? Eu estava sem saída e me conhecestes sem o consentimento de teu hospedeiro, que indelicadeza de tua parte, mas sincero sou quando a agradeço, dizendo-te que amadureci desde quando vi minha própria tristeza a minha frente"
- John.
"Me perdi num sonho"
Naquela noite eu me perdi.
Naquela noite eu morri.
Minha alma ali ficou
e seu desespero observou.
a lagrima que no seu rosto corria
pelo meu coração que já não batia
o sentimento que eu não sentia
e o relacionamento que ali rompia.
Naquela noite eu me perdi.
Naquela noite eu morri.
Teu coração estremeceu
na hora que você me disse adeus.
Não quero te deixar pois meu
coração só sabe te amar.
sei que você não ira mais voltar
a unica coisa que me resta e só chorar.
dizia minha amada.
Naquela noite eu me perdi.
Naquela noite eu morri.
Nada foi tao verdadeiro
só com você conheci a
essência do amor,naquela noite
eu me perdi...
Você prometeu que nunca me deixaria, naquela noite chuvosa você me abraçou na varanda, abraçados deitados na rede, eu encontrava no seus braços na sua casa, o local que eu me sentia seguro, você me abraçava e diza que me amava , e sua voz sempre suave me acalmava de qualquer medo. A noite você segurava minha mão, sussurrava no meu ouvido que me amaria pra sempre.
meu coração chama seu nome, todo meu corpo suplica por você, eu respiro com dificuldade, é como se sem você tudo fosse mais difícil, eu não sinto vontade de fazer nada, só quero deitar na minha cama e ficar relendo algumas velhas mensagens que você havia me mandando, eu sorrio feito um bobo só de olhar pra alguma foto sua.
fui te colocando sempre em primeiro lugar de tudo, eu cheguei ao ponto de dar minha vida por um sorriso seu. Até que um dia tudo mudou uma chuva de mentiras e assim você me deixou , não parecia se importar mais oque eu tinha pra ter fala, meu maior medo estava se tornando realidade, Essa dor é indescritível, é algo que me corrói por dentro, que me deixa sem ar. Minha única vontade nesse momento é deitar, pegar meu velho travesseiro e apertar forte e desejar que seja só um pesadelo e que logo irei acordar e tudo estará bem.
Porém infelizmente esse pesadelo eu estou vivendo, a dor está me consumindo; eu olho pra cima e peço a Deus ajuda, peço que me deixe forte, peço que me traga você outra vez, peço que pelo menos que você fique bem.
As vezes eu paro e levo minha mente aonde tudo começou, naquela noite, quando eu te vi tão linda, e o amor nasceu em nós, em que nós perdemos a fala e fixamos os nossos olhares sem ao menos piscar, desde então não conseguir te esquecer, pois o que sinto por você é maior que eu, aquele dia foi diferente, o céu estava lindo, bem envolvente, cheio de estrelas, a lua parecia está ali só para nós dois, Deus fez tudo tão lindo só para nos mostrar esse amor.
O Sol da Meia Noite
Desde que você se entregou em meus braços naquela noite fria,nunca mais soube dizer quando é noite ou dia...
Pois me parece que a Noite quando chega,trasendo-te consigo, me traz um dia mais claro e brilhante do que aquele que estava partindo..
Suavemente sinto tuas mãos nas minhas. Naquela noite com estrelas nos olhando, trouxemos nossa atenção a nós, nossos corações ficaram sorrindo. Teu abraço em um segundo me acalmou, a chuva parou, ficamos assistindo os pingos caírem. Desejamos até à morte que nossas vidas não acabassem ali, a respiração por um instante preferiu não sair, esperávamos ser invisíveis, não queríamos palavras, ouvir nada, não precisavámos de nossos corpos. Sonhávamos parados, lemos nossos rostos, tão amarelos, verdes, azuis, vermelhos. Era muito mais que pudéssemos suportar, aprendemos em momentos a felicidade, nossos inimigos continuavam se movimentando, mas para nós estavam intactos. Éramos apenas seres frágeis, findados, tão fáceis. Nosso respirar se misturava com a luz, a invasão de nosso mundo era o que nos amendontrava. Ele estava morto. Enfrentamos o frio, mas não deixavámos que ele nos gelasse por dentro. Vimos arco-íris, o sol nos queimou, o céu era mais azul que de costume, os bancos vazios, as vidas se esvaziavam bem na nossa frente. Éramos pequenos ao mundo, tinhámos nossa folga, indagávamos, pensando tanto, se aquilo acabaria, se era um sonho claro, olhos nos olhos estávamos unidos, o relógio parara, o tempo já nos isolava. Cheios de remorso, hesitamos andar um pouco, mudar e desistir de parar. Você fumou dois a três cigarros, me ofereceu, mas meu vício já me tinha parado, mas eu aproveitava aquelas pausas como chances de eu te observar se mover, em frente à fumaça, olhando o nada, com aquele gosto, o seu braço em mim. Foram dias que ficamos sentados, enquanto aquele meu sonho se realizava (eu nem ao menos acreditava), não nos deslocávamos, não estávamos prontos, preparados pra cada murmúrio, ao mundo que nos feriria e nos mostraria o caminho árduo e somente de continuar. Preferimos sentar, nos abrir pra cada um. Uma vez ou outra, alguém nos encontrou, nos chamou, mas não era nenhuma obrigação os seguir. Éramos constantes, contavámos nossas histórias de redenção, parecidas, e nossas aventuras até então eram como melodias. Até que por tempos ficamos calados, olhando, pupila a pupila, experimentando tudo aquilo, entrelaçando nossas mãos, passando os dedos em nossas bochechas, olhares fixados ao nosso relento, tão simples, fundo e secreto. Éramos criaturas em um filme, coadjuvantes, pedintes. Nosso riso era alimento pra alma, nossos corações como cordas. Houve um dia em que não havia ninguém na rua, numa noite calorenta, e nos abraçamos como duas crianças carentes, solitárias, e eu já não podia mais me soltar de você, aquilo significou mais do que um banal afeto. Eu senti seu palpitar mais rápido, esqueci todo e possível ser humano, eu te olhava com deslumbre, me aquietava, e, por fim, nos desprendemos num impulso tão leve. Não sabiámos se já tinhámos sentido tal abraço, você me aquecia, era o que necessitavámos. Eu passava a mão no seu cabelo, e, sem perceber, a sua boca já era minha, o cheiro da sua pele já tinha entrado na minha, eu te apertava cada vez mais forte, tudo a nossa volta era tão vago, custavámos a nos mover um passo, marchávamos lentamente, nos abraçavámos com um ritmo mais quente, nossos corpos se entendiam como um grupo perfeito, como a música mais bela, a primaveira mais limpa. Nosso beijo nos cegou por várias vezes, eu não tinha pressa, as sombras não mais nos refletia, seus traços eram apenas tocados pelas minhas mãos, olhavámos resignados, como na primeira vez, um ao outro, como num passo à liberdade. Às vezes paravámos, na pausa do estranhamento, dos sonhos que ainda não tínhamos criado pra nós mesmos, e conversávamos qualquer asneira, mas sempre não aguentavámos a pressão daquelas conversas. Nossos gestos já eram interpretados como vindos daquele mesmo momento, o tempo não era nada, as ligações já não mais eram atendidas. Estávamos tão sóbrios e saudáveis ao mesmo tempo! Começamos tarde, vimos na nossa apreciação a saudade. Estavámos altos, drogados com nossos próprios rostos e atos. Nos enxergamos ao máximo. Tínhamos toda aquela cor nova, viva, a beleza não cedia seu encantamento a nós, eu começava a te sentir como nunca. Como nunca senti alguém, como nunca acreditei.
E sempre lembro-me de um sábado distante; sentamos em um banco, conversamos. Aquela conversa me disse tanto, me encantou, despertou. Nada pareceu real, ainda não parece real. Embaixo de um céu escuro, fitavámos a nós, você sussurrava, pareciam palavras ensaiadas, disse que estava viciado em mim, não tinha mais jeito, e eu, no coração dizia o mesmo. Em um outro dia, sentimos um ar fresco, novo, diferente, doce e marginal ao mesmo tempo. A velocidade aumentou, nossos corpos se uniram como nunca, olhamos todas aquelas estrelas, você discordou da sua melancolia, falamos de livros, comunismo e outros ismos, história, amigos; rimos como nunca nos vimos rir. Eu já não mais acreditava no seu rosto nem na sua presença. Vivíamos com as palavras tarjadas, lúcidas porém tão linfáticas. Impugnavámos em nossa própria impureza, nossas incertezas eram nossa histeria momentânea, grandiosa e envolvente. Às vezes atreviámos a colocar nossos corações à prova, perplexos e com medo de nosso marejar, com um temor de amar, doídos, éramos um ultraje a esses medos. Lúgubres vimos tudo, sempre submissos àqueles instantes.
Mas no último dia, encontramos as minhas fraquezas. Você foi embora. Não partiu; demorou um pouco a se despedir, soltou um "até mais". Acreditei que não tinhámos nos acabado. Você disse que ligaria, e por tantos dias, senti o seu desapego, o seu corpo já não era mais meu, seus olhos tinham ido embora de mim, a sua saudade a mim era tranqüila, e aquilo tornou-se minha fadiga. Sinto que parte foi culpa minha, não corri ao lado do que devia, fingia que tinha-me esquecido, eu não falava mais contigo, e você idem; e então você surgiu novamente e repentino na coragem com a novidade que fincou em mim. Ante à ligação, ao "...tá bom." que pareceu tão fácil, na superficialidade daqueles segundos, minha resposta, com desprezo, não sei se ficou contigo, ou apenas em mim, ou em nada significou. Sua falta de importância foi o resultado de eu soltar minhas lágrimas por no máximo dois ou 5 minutos. Me levantei, admiti entristecida que me feri e me doí mais uma vez, com mais uma chance, não tive a coragem de olhar no espelho, meus olhos estavam arrependidos e cansados. Meu fardo me deixou, ele se foi, por meu simples e sofrêgo pedido. Me recômpus, me venci, saí de casa, andei e a vida não parou. Penso ainda hoje, de cada dia, minuto, com esses meus sofismos agudos a este ode que lhe faço. Nas entrelinhas ainda nos entendemos, reconhececemos o que devemos um ao outro, desde o primeiro dia que vi seu rosto, infinito, me encarando. Ainda tento descobrir se te aproveitei por completo.
Nunca mais teriámos dias como aqueles. Pelas nossas escolhas, nunca nos tivemos mais. Apenas nossas esperanças nos devorara, nossa escuridão tinha sido criada, evidente no nosso necrológio. Depois daquela última ligação nos falamos raramente, apenas simpáticos, envergonhados ou não. Já nos éramos inúteis. Parei de te procurar, não te parabenizei por nada, entretanto sempre te achara (e eu te acharei). Em mim as lembranças continuaram correndo, só a mim elas restam, nessas nossas noites escurecendo. E achei que meus inimigos nunca mais nos encontraria. Me encontraram. Eu nunca pensei que eu seria tua. Meu engano do pensamento foi meu pagamento.
Estamos perto, longe, distantes, amantes. E que minha calma, desespero e alegria, seu tédio e nossa melancolia estejam presentes no nós irreconciliável. Até mais, até o dia que nos virmos outra vez; entre o mistério desses dias que nos passaram, atropelaram, nas ruas do tempo e do sentimento, da escassez da ternura que vivemos, as lembranças me têm, perdidas, sem censura, nosso momento único e feliz; você.
Naquela noite, o improvável aconteceu: eles dormiram colados, melados, grudados e só acordaram no outro dia, quando o sol do meio dia apareceu.
Tirou o fôlego dela.
Derrepente naquela noite tão normal ele chega a vida dela, assim já arrancando suspiros de uma forma inexplicável, tirando o sono fazendo seu coração acelerar. Ela viaja em seus pensamentos quando lembra daquele beijo repentino inesperado mas que tirou seu fôlego e tira toda vez ao relembrar, eles tem aquela química meio louca, suas almas até parece que foram feitas pra se encontrarem; e se encontram mas que pena, o momento não era deles. Assim eles seguem; certas noites sozinho ele pensa nela e certas noites sozinha ela pensa nele, e algumas noites sozinhos eles fazem isso ao mesmo tempo e nem se tocam que algo tá ficando tão guardado ali dentro que talvez nem aconteça de tanto que guardam.
Ela se sente tão dele que mesmo sem poder esperar , ela possa ainda assim está esperarando o tempo deles.
Naquela noite eu escutei a sua promessa
Eu te vi desabar como jamais tinha visto
E confesso que doeu à beça
Pois por mim, você é benquisto
Aquela noite choveu, e como choveu
Fora de casa molhava a rua, e dentro molhava o travesseiro
A melhor parte daquela noite, foi quando a vista escureceu, e você adormeceu
Pois neste momento você repousou, e seu sonho foi seu maior conselheiro
Por algumas horas, sua mente parou de te torturar
Por algumas horas, você conseguiu ser feliz de verdade
Mas quando você acordar, toda a dor irá voltar
Eu e você sabemos qual é única coisa disso que lhe trará liberdade
