Nao Tente Adivinhar o que
Quem diz que não tem muito a oferecer, na verdade, te dá o melhor: amor, lealdade e paz. Isso sim é o que vale.
"ASSUMO"
Assumo os meus cabelos! Por que não?
Se o tempo os branqueou, foi pela vida
de luta contumaz, feroz, renhida,
que trouxe-me de pé até então!...
Talvez não fora a história pretendida
mas, certamente, tenho compreensão
que foi de muito amor e de paixão
na estrada que me foi dada e estendida.
Se vê-me sob o céu acinzentado
desse envelhecimento acentuado,
perdoe-me se tenho dele orgulho…
Os meus cabelos, pois, assumo brancos
na vida vinda a trancos e barrancos
enquanto, em gratidão e amor, mergulho!
Nem sempre as coisas funcionam como queremos. Não adianta ficar chateado, entende? Vamos aproveitar o que temos. Abandonar o que não podemos.
(Raphaël)
Meu amor, por favor, fala que você também não me esqueceu
Que eu tô digitando tudo que o coração escreveu
Se a saudade também molha a sua cara, pega o nosso fim
Apaga, apaga, apaga
Já não bastava a gente se encontrar
Com tanto lugar nesse mundo
Ela pediu ele em casamento
O restaurante aplaudiu
Tive que bater palma junto
Eu não te entendo
Por que que você quer quem não te quer
E deixa querendo quem tá te querendo?
Incomoda mesmo quem sonha alto e tem os pés no chão — porque quem só rasteja não suporta ver alguém construindo asas sem perder o equilíbrio.
Não pisei neste palco existencial para
desagradar, muito menos, agradar qualquer
espectador na plateia social.
Entrei em cena sem repertório,
de forma improvisada, para exteriorizar
a minha identidade.
Foda-se a avaliação alheia!
"O problema de muitas igrejas hoje não é a falta de memória psicológica, mas a ausência de memória viva,lembram de Deus apenas como conceito antigo, não como presença atual. Pregam uma nostalgia emocional, não uma fé firmada na fidelidade eterna".
Eu não me apaixono fácil. Não sou de me encantar com sorrisos bonitos ou palavras bem ensaiadas. Posso contar nos dedos de uma mão quem realmente mexeu comigo… e em um único dedo quem me tirou o ar, o sono e a sanidade. Porque quando eu gosto, é raro. Quando eu sinto, é de verdade. E quando me entrego… não tem meio-termo. Ou é tudo, ou não é nada. Quem me teve de verdade, teve o meu melhor. E isso… quase ninguém teve.
Como é triste ver e não tocar,
querer e não estar.
Como é triste sentir vontade,
sem poder beijar, ter tanto tempo,
tantos passeios, sem ser
construção.
Triste é não ter razão,
nem forças
para navegar, esquecer
ou tentar...
quando tudo caminha para o “não”.
Como é triste beijar o sol,
quando queima sua fantasia,
dilata seu coração,
sem chão.
Como é triste a solidão
dependendo do “gostei”,
de tantos likes sem sentido.
Como é triste ver o corpo
carente, dependente de um abraço,
na companhia da visualização.
Triste é viver no automático
deste mundo sem direção.
