Nao Tente Adivinhar o que

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⁠Meus sonhos não cabem na minha existência, eles ultrapassam gerações. Nos meus sonhos estão o sentido que busco para a minha vida.

Inserida por FernandoAlva

⁠Não por um ponto final no que passou é sem dúvidas um dos maiores desafios, é um luto diário, onde as lembranças boas acabam se tornando o maior inimigo e as lembranças ruins o maior incentivo.
Somos sabotados facilmente por esse sentimento, pois esquecemos que as coisas mudam a cada segundo, minuto, horas, dias, meses, anos... O sabote é ficar preso ao passado e esquecer que o que era bom um dia acabou ficando ruim, pois se permanecesse bom, seria presente e não passado. Ciclos se encerram!

Inserida por LAISNUNESLIMA

⁠Não procuro perfeição pois não passa de utopia;
Procuro compreensão apesar das divergências;
Não gosto das inconstâncias pois aprecio a palavra;
Não me permito pecar num erro torpe e sempre que posso, aproveito as oportunidades para me desvencilhar do óbvio.
O mais interessante nisso é minha capacidade de ler as palavras nas entrelinhas e reconhecer um rosto embaixo da máscara.
Se a intenção é maldade em algum momento um pequeno deslize me dá indícios e te digo, está lido o bilhete!

Inserida por Elaine1973

Não fique preso ao passado e nem ao futuro, viva o presente. O passado não tem como ser mudado, o futuro só a Deus pertence, o hoje , o agora é uma dádiva e o momento que você tem para fazer o seu melhor, viva o hoje, o agora, não viva de arrependimento e nem de ilusão, viva, pois não tem como mudar o que aconteceu a 1 minuto atrás e nem saber o que irá acontecer 1 minuto a frente, mas o agora você pode controlar, então aproveite isso e faça acontecer.

⁠A vida é pra quem tem fé
Pra quem cai, levanta e fica de pé
Pra quem anda pra frente, não usa a ré
Pra quem é malandro, não um mané
Pra quem quer somar, não divide com um zé
Pra quem se identifica com esse rolé
Aquele abraço, o meu axé

Inserida por mariano_ribeiro

⁠⁠A saudade não tem hora, mas tem imagem registrada na mente e no coração.

Inserida por RobinsonMarques

⁠Bom dia!

Esteja no mundo, mas não pertença a ele.

Descubra a verdade que está em sua alma para cumprir sua missão terrena.

"Meu reino não é deste mundo".

Entender essa lição nos permite curar o olho cego para enxergar além do físico e amar verdadeiramente o próximo.

A visão espiritual traz paz e compreensão, permitindo-nos viver sem preconceitos ou medos, buscando a verdade interior e a liberdade.

Que seu dia seja iluminado pela busca do autoconhecimento e pela beleza além do visível.

Inserida por MDP007

⁠" O amor é uma sintonia entre o corpo e a alma, e não houver essa sincronia a desarmonia é certa."

Inserida por Laerciobarbosa23

" O amor não é cego, e sim um sentimento fruto do nosso próprio ego." ⁠

Inserida por Laerciobarbosa23

As guerras, armadas ou não, sempre acontecerão, pois é da humanidade, destas todos participam e sofrem as consequências ou colhem os louros, todavia alguns não se dão conta e estes são os imbecis, que lavando as mãos com sangue acham que serão isentos, mas a história mostrará que não.

Inserida por ANTONIO9G9ALMEIDA

⁠O que quero não é o que preciso, se definir precisar;
Há urgência nisso, querer nem sempre é poder precisar;
Fazer o que precisa fazer, por que é necessário,
Tenha sempre em mente que, precisar não é querer.

Inserida por jefferson_monteiro

⁠Transbordar da alma
“ Só tememos a morte
Quando não aceitamos nós mesmos..”.

Inserida por HaydeeWandy

Eu não entendo pessoas que conseguem amar sem entregar tudo de si... Na verdade, eu tenho inveja desse tipo de pessoa.⁠

Inserida por Nathh

⁠O MORTO HABITUADO

Não são leves os laços
do absurdo exercício:
o homem lado a lado
com seu laçado ritmo.

muito menos cumprido
do que dependurado,
plataforma do umbigo
ao pescoço do hábito.

Mas ao engravatado
qual o conforto vindo
provar que o inimigo
não inventou o laço?

Por outro lado, fausto
do que secreto visgo
se o absurdo do ato
costuma ser tranquilo?

Discreto e convencido,
como não dar o laço,
rebento do risível
com o bem comportado?

Conhecer o ridículo
quando se chama exato,
isento de impossível
e impossibilitado?

Demasiado antigo,
já não é bem um trato:
vertical compromisso,
enforca-se o enforcado.

Inserida por paulo_valentim

⁠NOTURNO

Não sou o que te quer. Sou o que desce
a ti, veia por veia, e se derrama
à cata de si mesmo e do que é chama
e em cinza se reúne e se arrefece.

Anoitece contigo. E me anoitece
o lume do que é findo e me reclama.
Abro as mãos no obscuro, toco a trama
que lacuna a lacuna amor se tece.

Repousa em ti o espanto que em mim dói,
noturno. E te revolvo. E estás pousada,
pomba de pura sombra que me rói.

E mordo o teu silêncio corrosivo,
chupo o que flui, amor, sei que estou vivo
e sou teu salto em mim suspenso em nada.

Inserida por paulo_valentim

⁠O ANJO ANUNCIADOR

— Ouve, Maria, a nossa
(não, não te assustes!) é uma luminosa
tarefa: retecer
o pequeno clarão que abandonaram,
o lume que anda oculto pela treva!
Porque irás conceber!
Porque a mão, desejosa
e tosca, que O tentara
reter, ainda que leve,
desfez-se ao toque, assim como uma vez
tocado o sopro se desfaz a avara,
a dura contração do peito ansiado…
Mas a haste, o jasmim despetalado,
é tudo o que ainda resta
dos canteiros do céu aqui na terra,
que um seco vento cresta
e uma longa agonia dilacera.
No entanto a morte há de morrer se tu quiseres,
ó gota concebida
bendita entre as mulheres
para que houvesse vida
outra vez, e nascesse desse fundo
obscuro do mundo,
o ninho incompreensível do teu ventre.

Não, não toques ainda
nem a fímbria do manto nem o centro
do mistério que anima a tua túnica:
aguarda, ó muito séria, a ave mansa
e recebe em teu corpo de criança
a Verônica única,
a enxurrada de pétalas te abrindo.

Em tumulto reunidas,
as cores da perdida Primavera
vão retornar, virão
numa enchente de asas, aluvião,
púrpura, sempre-viva, nascitura
estranheza do amor da criatura,
constelação descendo ao rosto teu:
é Ele, é O que reúne o coração
e o grande anel da esfera,
o fogo, a língua ardendo, o incêndio vivo,
a coluna de luz, o capitel que se perdeu…
Que eu

venho anunciar apenas a um esquivo,
humílimo veludo, a frágil chama
que há de crescer em ti, que hás de ser cama
ao parto do Perfeito, e hás de ser cântaro
e fonte e ânfora e água,
hás de ser lago
em que as sombras se afogam, que naufragam
no imenso, ó jovem branca como um lenço;
hás de conter a lágrima
do Infinito, o Seu vulto
e os tumultos da luz na travessia
entre a dádiva, a perda e a renúncia:
quando de um certo dia
cheio de luz amarga

em que serás enfim a sombra esguia
que O deu à luz e que O assistiu morrer…
Atravessa, ó Maria,
os abismos do ser,
ouve este estranho anúncio
e deixa-te invadir para colher,
mais fundo que a razão
e o corpo, o sopro cálido, o prenúncio
da mais viva alegria:
entreabre-te ao clarão
da visita suave,
mas terrível, terrível, deixa a ave
do imenso sacrifício te ofender.

Ó pétala intocada,
hás de sofrer
intensa madrugada
e num lago de luz como afogada
hás de durar suspensa
entre a graça imortal e a dor imensa.

Mas canta, canta agora
como a fonte borbulha, como a agulha
atravessa o bordado,
canta como essa luz pousa ao teu lado
e te penetra e tece a nova aurora,
a nova Primavera e a tessitura
do ramo que obedece e se oferece
para o mistério e pela criatura.

Canta a alucinação,
o toque enfim possível dessa mão
que há de colher para perder e ter
o infinito que nasce do deserto
e a semente que morre se socorre
tudo o que no estertor tentava ser.

Canta a canção do lírio e do alecrim,
essa canção que és e que na treva,
na escuridão da carne, andava perto
da imensidade que te invade. E assim
como o imenso te ampara,
ó voz tão clara
que consolas e elevas,
vem, desperta,
matriz da eternidade e d’O sem-fim,
ó mãe de Deus, canta e roga por mim.

Inserida por paulo_valentim

⁠Não há Messias neste mundo que liberte o sujeito das correntes que o prendem, senão ele próprio com a chave amarrada envolta de seu próprio pescoço.

Inserida por Gabriel_Ayres

⁠O GAVIÃO

Pousava aqui como quem chega
pesaroso de alguma lousa,
de uma tumba qualquer; já não pousa
como certa mulher, a cega

que mendigava por aqui
quando eu era ainda noviça;
as primeiras vezes que o vi
lembrei-me dela e da carniça

que lhe davam, suas unhas duras
e sujas agarrando aquilo!
Onde andarás? Se nas alturas,
terá modificado o estilo

e provavelmente a ração;
senão… O gavião é o mesmo,
disso estou certa! Mas desde então
cresceu muito, já não voa a esmo

por aí, hoje arrebata a caça,
e quando mata chega de outro jeito,
com outro ar: pousa satisfeito,
é todo a máscara, a couraça

da arrogância! Dá-me raiva vê-lo,
prefiro o modelo anterior…
Como uma escultura de gelo,
esse de agora é ameaçador,

frio, irreal, o senhor das caçadas
traz o nada no bico e no porte:
não vem dos mortos, vem da morte!
Tinha antes só duas pegadas,

era solene como um cemitério;
hoje ele mesmo faz-se um e é oNão
que chega aqui com um ar estéril
e pousa desprezando o chão.

Inserida por paulo_valentim

⁠"Não se preocupe, tudo que há de sujo em você está passando por um processo de limpeza"

Inserida por LuanCrystian

⁠"Não tenha medo das consequências que uma vida autêntica podem lhe causar"

Inserida por LuanCrystian