Nao Tenha Medo de Enfrentar seus Piores Pesadelos

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Tenho envolvido os seus sentidos
pouco a pouco por dentro,
Porque sou o amor crescendo
e entregue de aurora em aurora.


Não estou em guerra com você
e nem você está em guerra comigo,
Para Deus só peço neste caminho
é que nós permaneçamos vivos.


Teto de espelhos não foram feitos
para nós e sim o teto de estrelas
em noite de céu aberto refletido
no salar de chão perfeito e cristalino.


O mais doce e que me pertence são
os teus lábios de Achachairu feitos
para desfrutar enquanto a canção
do vento do Hemisfério Sul a embalar.

Beijo com zelo o seu olho esquerdo,
a sua testa e o seu olho direito,
E você retribui com seus lábios,
convidativos a beijá-lo com tudo
do nadir ao ao zênite, da cabeça aos pés,
com um erotismo efusivo e profundo,
fazendo vibrar em todos os seus hemisférios,
para a partir deles estabelecer perenes
a paixão e todo o amor sem mistérios.

Assim que as Paratudo florescerem,
desejo que me mostre os seus olhos,
que eu te ensinarei olhar para o céu
em tempos de desamparo continental,
e não é somente um recado sentimental.


Confio em tudo aquilo que percebo,
prevejo e sinto que está no peito teu,
e todos os dias fascinantemente
têm se transferido convicto pro meu.


Não importa o giro do nosso mundo,
devocionalmente pertenço ao que é
mais profundo e você pertence ao meu.


A tua vulnerabilidade e a tua resistência
me pertencem - plenas nesta trincheira.

Conheço todos
os seus sinais,
No mar de rosas
os teus lábios
hão de ser o cais,
Para unir-nos
como uma orquestra,
nos leve onde
o céu encontra a terra,
e o amor seja a linha mestra.

Deus nos livre de políticos cheios de conversinhas de marocas e com os seus probleminhas.

Revisitar a fé em Deus,
Sem esquecer seus princípios,
Colorir a visão com arte,
Entender que não fazer Sol
também faz parte,
Adoçar a palavra
com poesia e serenidade,
Cultivando o jardiminterior da liberdade.

Vim pelos seus beijos de romã,
abandonei a rota vazia
E decidi estar sob o domínio
do seu amor,
Só uma vez na vida
Senti algo que ia além da poesia.


Para guardar os lábios caso eu volte? Não.
Não há necessidade de guardá-los,
pois ainda não cheguei na realidade
— prevejo anossa proximidade.


Quando vier, não voltarei,
e se eu tentar sair, você não vai me deixar.
Porque juntos caminharemos
em todas as estradas:
Nelas ensolaradas ou enluaradas,
descansaremos, desejaremos,
intensamente nos amaremos:
avassaladoramente.

O trabalho é a fronteira entre existir e conquistar; quem foge dele condena seus sonhos a morrerem no deserto da espera.

Em um floresta de carvalhos, com seus troncos velhos pelo tempo e retorcidos, por terem sofrido o bastante, esse é um lugar que não me sinto tão diferente assim.

As trevas que um dia me subjugavam transformaram-se em matriz de sabedoria. Entendi seus contornos, extraí deles lições e agora navego na penumbra com a calma de quem sabe que cada sombra anuncia um novo nascer.

Já fui engolido pela sombra da depressão, rendido a desistências repetidas, contudo, aprendi seus segredos. Hoje acendo faróis na noite de outros, ofereço a mão que me foi estendida, sei guiar por atalhos do labirinto onde tantas vezes me perdi.

O impossível pode até te ferir, mas é ele quem abre as portas para você ir além de todos os seus limites conhecidos.

A vida vai te empurrar ao limite, e é ali que você vai descobrir que os seus limites eram apenas ilusões construídas.

Seus sonhos perdidos esperam o momento de alinhamento com a sua mais pura intenção para voltarem à vida.

Os mistérios que você esconde são o peso que impede os seus sonhos de alçarem voo. Liberte-se.

A doçura de sua boca é a única mirra que meu sono aceita, repousar em seus braços é a única maneira de apagar a aridez da ausência.

As pessoas que julgam a sua jornada com o rigor de quem nunca calçou seus sapatos são apenas ecos vazios de uma realidade que não lhes pertence, vozes sem peso no palco da sua história, e o erro fatal é dar a essas opiniões o poder de ditar o ritmo ou a direção do seu próprio barco. Feche os ouvidos para o barulho da plateia desinteressada e ajuste as velas para o rumo que só você vê, pois a aprovação dos outros é um prêmio ilusório que se desfaz ao primeiro sinal de sua autêntica vitória, e a paz que importa é aquela que você encontra quando se deita, certo de ter sido fiel à sua essência.

Há batalhas que você vence calado, descobrindo no silêncio o poder de ser maior que seus medos.

Muitas pessoas profundamente feridas falam sobre si para aliviar a dor e ressignificar seus traumas com um olhar menos agressivo. E, ao contrário do que muitos pensam, não buscam elogios: querem provar que quem tentou destruí-las estava errado.

Escrever é permitir que outros leiam seus pensamentos.