Não te Conheço Direito

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⁠Quem toma remédio sem olhar direito a bula,pode está se envenenando.

Exerça seu direito,
De ir e rir.
Se não der,
Voltar e chorar.

Sobre meu sumiço conta a história direito,
Sem pular a parte sobre prioridade e opção.

Seus limites só afastam,
Quem achava que tinha algum direito sobre você.

Todo mundo quer exigir seu direito de ser respeitado, mas quase sempre esquecem do seu dever.

O direito a ser idiota só não é mais genuíno porque ainda assim desperta concorrência!

Sob a proteção de Deus
colaborar com compromisso
com o Estado de Direito,
Conviver com Igualdade
e Justiça sob a lei,
Lendo nas páginas
da vida como caminhar
e o Rukun Negara
perpetuar e preservar
em busca de evolução
e qualidade de vida.

Beijo com zelo o seu olho esquerdo,
a sua testa e o seu olho direito,
E você retribui com seus lábios,
convidativos a beijá-lo com tudo
do nadir ao ao zênite, da cabeça aos pés,
com um erotismo efusivo e profundo,
fazendo vibrar em todos os seus hemisférios,
para a partir deles estabelecer perenes
a paixão e todo o amor sem mistérios.

"O Jurista ao manejar o direito como aplicador da ordem se torna um 'arquiteto' tentando construir um castelo de cartas no meio de uma tempestade".

Preservar o estado democrático de direito em todo o mundo é algo que vai além das eleições democráticas. É respeitar a escolha da maioria sem desrespeitar o direito das minorias.

... a medular
liberdade de expressão
não se restringe ao justo direito
de quem a reivindica, manifesta - como
também, ao igualmente necessário e
justo direito de quem a disseca,
refutando ou não tal
conteúdo!

... a vida
é repleta de razões,
e questionar tais razões
é um direito que nos
cabe!

“Acima da mera sobrevivência mecânica, está o direito inegociável de viver. Devemos utilizar o breve tempo da nossa existência para o crescimento real, para o compartilhamento, para a gratidão e para o reconhecimento da grandeza da vida.”

Se penso pouco, erro. Então, vou pensar direito.

⁠Duvidar é um direito seu, o meu é acreditar.

Ajudar os filhos adultos não os beneficia, apenas aumenta o seu senso de direito e diminui sua responsabilidade de ter que viver de acordo com seus recursos.

O Evangelho não nos dá o direito de controlar a porta da misericórdia; ele nos chama a anunciar que a porta continua aberta por causa de Jesus.
miriamleal

O político influencer tem o direito de considerar idiotas seus asseclas apaixonados, mas não mais que ele.⁠

⁠⁠Muitos fingem lutar por direitos ao buscarem privilégios em detrimento do direito de alguém.


Eles vestem a armadura do discurso justo, empunham bandeiras coloridas e erguem palavras como se fossem espadas morais.


Dizem lutar por direitos, mas no fundo desejam apenas inverter a balança — não para equilibrá-la, e sim para fazê-la pender a seu favor.


A luta por direitos nasce do reconhecimento da dignidade comum.


Já a busca por privilégios nasce do medo de perder vantagens.


Direitos ampliam a mesa; privilégios escolhem quem pode sentar.


Os direitos libertam; os privilégios substituem correntes de lugar.


Há uma diferença muito sutil — e também muito perigosa — entre justiça e conveniência.


Quando alguém reivindica algo que, para existir, precisa reduzir o espaço legítimo do outro, talvez não esteja defendendo um Direito, mas disputando Superioridade.


E toda superioridade travestida de virtude carrega o germe da injustiça.


É fácil se comover com o próprio discurso.


Difícil é examiná-lo com honestidade.


Porque defender direitos exige coerência: o que peço para mim deve caber também ao outro, inclusive àquele de quem discordo.


A verdadeira luta por direitos não escolhe favoritos.


Ela não humilha para incluir, não exclui para compensar, não silencia nem divide para vencer.


Ela constrói pontes onde antes havia muros.


No fim, a pergunta que resta é tão simples quanto desconcertante: estamos ampliando a Liberdade Coletiva ou apenas redesenhando o Mapa dos Privilégios?


A resposta começa no espelho da consciência.

⁠Prefiro me preservar no Direito de não me Descrever para não tropeçar no infortúnio de me Enaltecer
ou me Limitar.


Toda tentativa de nos definir carrega um risco muito silencioso: o de transformar um instante em sentença.


Pois, quando nos descrevemos, quase sempre recorremos ao que já sabemos sobre nós, ao que já fomos, ao que os outros reconheceram ou criticaram.


E assim, sem perceber, vamos vestindo uma versão de nós mesmos que pode até nos servir por um tempo, mas que também nos aprisiona.


Enaltecer-se demais é cair na armadilha da própria estátua: bonita, admirável, mas imóvel.


Limitar-se demais é aceitar uma moldura estreita para uma vida que ainda tem espaço para tantos contornos inesperados.


Entre uma coisa e outra, talvez exista uma Sabedoria Discreta em permanecer inacabado.


Há uma liberdade profunda em não se definir com tanta pressa.


Em permitir que a vida nos contradiga, nos amplie, nos transforme.


Quem se descreve demais começa a defender a própria descrição; quem se preserva um pouco mais, continua disponível para se tornar algo que ainda nem sabe.


Talvez seja por isso que algumas pessoas preferem caminhar sem tantas legendas sobre si mesmas.


Não por falta de identidade, mas por respeito ao grande mistério de ainda estar em construção.


No fim, há algo de muito belo, charmoso e humano em aceitar que somos maiores que qualquer frase que possamos escrever sobre nós.