Não te Conheço Direito
percebi que não posso mais guardar essas palavras. Sinto que perdi o direito de opinar sobre nós, sobre como você tem agido ou como tem se afastado, mas a verdade é que o pensamento de você indo embora me apavora.
Olho para trás e vejo o quanto fui descuidado. Você é, e sempre foi, aquela bandeja de coisas agradáveis que eu, por pura distração ou tolice, acabei derrubando. Você é a vitrine de anéis brilhantes que eu deixei escapar por entre os dedos, e dói perceber que a culpa desse estrago é só minha.
Você tem esse dom extraordinário de acalmar meus medos. Se eu tivesse o mínimo de certeza de que conseguiria encontrar meu caminho sozinho, eu não te pediria para ficar. Eu te deixaria ir. Mas a verdade nua e crua é que eu não duraria outro dia sem você.
Por favor, não vá.
Sei que errei ontem, e talvez tenha errado por muitos "ontens", mas deixe-me ter uma voz nisso. Deixe-me tentar consertar o que derrubei. Fica comigo?
A monogamia é o maior triunfo do direito de propriedade sobre o desejo biológico. Juramos exclusividade eterna para alguém que mal conhecemos, apenas para garantir que o nosso tédio não seja compartilhado com mais ninguém.
Eu até tento ser uma pessoa paciente, mas as pessoas abusam do meu direito de ser educada.
SerLucia Reflexoes
Beijo com zelo o seu olho esquerdo,
a sua testa e o seu olho direito,
E você retribui com seus lábios,
convidativos a beijá-lo com tudo
do nadir ao ao zênite, da cabeça aos pés,
com um erotismo efusivo e profundo,
fazendo vibrar em todos os seus hemisférios,
para a partir deles estabelecer perenes
a paixão e todo o amor sem mistérios.
Sob a proteção de Deus
colaborar com compromisso
com o Estado de Direito,
Conviver com Igualdade
e Justiça sob a lei,
Lendo nas páginas
da vida como caminhar
e o Rukun Negara
perpetuar e preservar
em busca de evolução
e qualidade de vida.
“Nenhum transtorno mental deve retirar da pessoa sua dignidade, sua voz ou seu direito ao tratamento.”
Do livro Transtorno de Ansiedade Generalizada, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Saúde mental não é favor, luxo ou fraqueza confessada; é direito, cuidado e humanidade.”
Do livro Transtorno de Ansiedade Generalizada, de Nina Lee Magalhães de Sá.
É direito dos outros de me desrespeitarem, assim como é o meu de mantê-los LONGE.
NÃO é sobre concordância, é sobre respeito
“A maternidade foi romantizada por uma sociedade que nem sempre deu às mães o direito de criar seus próprios filhos com dignidade.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Quando uma mulher escreve, pinta, ensina, cuida ou resiste, ela disputa o direito de existir com autoria.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Quando o futuro vira ameaça constante, o presente perde o direito de ser vivido.”
Do livro Transtorno de Ansiedade Generalizada, de Nina Lee Magalhães de Sá.
"Escuta aqui, e escuta direito.
Tudo que vale a pena te destrói. Te quebra. Não te ensina de leve, com lição bonitinha e final feliz. Não. Te quebra no osso, te deixa no chão, cuspindo sangue e sonho. Quantos sonhos já morreram na gaveta? Quantos ficaram pelo caminho, abandonados como cadáver esquecido?
Pois bem. O sonho pode até não se realizar. Eu sei disso. Mas quem disse que eu ligo? O barato do sonho não é realizá-lo. O barato do sonho é o que ele faz com você enquanto você corre atrás dele. Ele te mantém vivo. Ele te mantém LUTANDO.
E lutando, eu não paro. Nunca.
Eu sou obcecado. Eu sou louco. Não no sentido fraco da palavra — não sou doido perdido, não. Sou louco igual um fio desencapado: perigoso, certeiro, que não pede licença pra acertar. Sou como o Toji Fushiguro. Sem amarra sentimental. Sem benção, sem destino escrito. Só com a força de quem aprendeu que o mundo não te deve nada — então você vai lá e toma.
Você acha que eu tenho algo a perder? Já perdi tudo. E ainda assim estou aqui. Você acha que a dor me para? A dor é meu combustível. Você acha que o fracasso me assusta? Eu já morei dentro dele. Ele é meu vizinho.
Então não venha com pena. Não venha com 'tente de novo'. Eu não tento. Eu faço. Eu não espero. Eu conquisto.
Então vá. Vá para a luta. Não como um coitado. Vá como um predador. Vá como alguém que já foi destruído tantas vezes que a própria ideia de destruição perdeu o sentido.
E vença.
Que exista apenas um resultado: VITÓRIA.
E não venha me dizer que é impossível. Eu sou a prova viva que o impossível só é o que ainda não foi feito por alguém louco o bastante.
Eu sou esse alguém.
E você? Você vai ficar aí, ou vai vir comigo?"
🏛️ Reflexão sobre o Estado Democrático de Direito 🇧🇷
Se você deseja compreender a fundo o regime que governa o nosso país, o ponto de partida ideal é a leitura minuciosa do Artigo 5º da Constituição Federal de 1988.
Composto atualmente por 79 incisos e 4 parágrafos, este artigo resume os pilares fundamentais das nossas liberdades individuais, civis e garantias jurídicas. 📖✨
Contudo, a verdadeira compreensão da nossa realidade jurídica vai além da teoria escrita. Ao término dessa leitura, o exercício mais crítico e necessário é observar a prática:
⚖️ O Poder Judiciário brasileiro, de fato, materializa e assegura o cumprimento dessas garantias no cotidiano do cidadão?
A eficácia de uma Constituição não reside apenas na perfeição de seu texto, mas na sua aplicação diária, íntegra e igualitária.
É super legítimo lutar por direitos, o medonho é lutar por privilégios as custas do direito de alguém.
Muitos fingem lutar por direitos ao buscarem privilégios em detrimento do direito de alguém.
Eles vestem a armadura do discurso justo, empunham bandeiras coloridas e erguem palavras como se fossem espadas morais.
Dizem lutar por direitos, mas no fundo desejam apenas inverter a balança — não para equilibrá-la, e sim para fazê-la pender a seu favor.
A luta por direitos nasce do reconhecimento da dignidade comum.
Já a busca por privilégios nasce do medo de perder vantagens.
Direitos ampliam a mesa; privilégios escolhem quem pode sentar.
Os direitos libertam; os privilégios substituem correntes de lugar.
Há uma diferença muito sutil — e também muito perigosa — entre justiça e conveniência.
Quando alguém reivindica algo que, para existir, precisa reduzir o espaço legítimo do outro, talvez não esteja defendendo um Direito, mas disputando Superioridade.
E toda superioridade travestida de virtude carrega o germe da injustiça.
É fácil se comover com o próprio discurso.
Difícil é examiná-lo com honestidade.
Porque defender direitos exige coerência: o que peço para mim deve caber também ao outro, inclusive àquele de quem discordo.
A verdadeira luta por direitos não escolhe favoritos.
Ela não humilha para incluir, não exclui para compensar, não silencia nem divide para vencer.
Ela constrói pontes onde antes havia muros.
No fim, a pergunta que resta é tão simples quanto desconcertante: estamos ampliando a Liberdade Coletiva ou apenas redesenhando o Mapa dos Privilégios?
A resposta começa no espelho da consciência.
O político influencer tem o direito de considerar idiotas seus asseclas apaixonados, mas não mais que ele.
Ajudar os filhos adultos não os beneficia, apenas aumenta o seu senso de direito e diminui sua responsabilidade de ter que viver de acordo com seus recursos.
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