Nao sou uma Pessoa que Espera a Elogiar
Suicídio
Já pensou alguma vez em suicídio?
Por favor, não pense mais nisso!
Suicidar é uma péssima solução
Não ajuda, só piora a situação!
Se sua vida está complicada
Esta ideia não resolve nada
O melhor que se tem a fazer
É mudar seu modo de viver!
A vida é um presente divino
Lugar onde fazemos nosso destino
Nós temos uma missão a cumprir
Seria muita covardia desistir!
O suicídio faz as coisas ficarem pior
Na próxima teremos que fazer melhor
A vida desertada gera muitos problemas
O espírito vivenciará graves dilemas!
Mesmo que seja ruim, viver é preciso
Devemos honrar nosso compromisso
Foi apenas um conselho, a opção é sua
Mas lembre-se que a vida continua...
A vida é uma trajetória de desafios, se você acha que a sua vida não está boa por que você encontra desafios demais, então é melhor você parar de viver, por que é você que precisa mudar a visão sobre os desafios, pois eles estão ai como um presente, por que a partir deles, e da superação dos mesmos é que vamos nos tornar melhor, maior, e até mais visionário.
O que os olhos não vêem
Havia uma vez um rei
num reino muito distante,
que vivia em seu palácio
com toda a corte reinante.
Reinar pra ele era fácil,
ele gostava bastante.
Mas um dia, coisa estranha!
Como foi que aconteceu?
Com tristeza do seu povo
nosso rei adoeceu.
De uma doença esquisita,
toda gente, muito aflita,
de repente percebeu...
Pessoas grandes e fortes
o rei enxergava bem.
Mas se fossem pequeninas,
e se falassem baixinho,
o rei não via ninguém.
Por isso, seus funcionários
tinham de ser escolhidos
entre os grandes e falantes,
sempre muito bem nutridos.
Que tivessem muita força,
e que fossem bem nascidos.
E assim, quem fosse pequeno,
da voz fraca, mal vestido,
não conseguia ser visto.
E nunca, nunca era ouvido.
O rei não fazia nada
contra tal situação;
pois nem mesmo acreditava
nessa modificação.
E se não via os pequenos
e sua voz não escutava,
por mais que eles reclamassem
o rei nem mesmo notava.
E o pior é que a doença
num instante se espalhou.
Quem vivia junto ao rei
logo a doença pegou.
E os ministros e os soldados,
funcionários e agregados,
toda essa gente cegou.
De uma cegueira terrível,
que até parecia incrível
de um vivente acreditar,
que os mesmos olhos que viam
pessoas grandes e fortes,
as pessoas pequeninas
não podiam enxergar.
E se, no meio do povo,
nascia algum grandalhão,
era logo convidado
para ser o assistente
de algum grande figurão.
Ou senão, pra ter patente
de tenente ou capitão.
E logo que ele chegava,
no palácio se instalava;
e a doença, bem depressa,
no tal grandalhão pegava.
Todas aquelas pessoas,
com quem ele convivia,
que ele tão bem enxergava,
cuja voz tão bem ouvia,
como num encantamento,
ele agora não tomava
o menor conhecimento...
Seria até engraçado
se não fosse muito triste;
como tanta coisa estranha
que por esse mundo existe.
E o povo foi desprezado,
pouco a pouco, lentamente.
Enquanto que próprio rei
vivia muito contente;
pois o que os olhos não vêem,
nosso coração não sente.
E o povo foi percebendo
que estava sendo esquecido;
que trabalhava bastante,
mas que nunca era atendido;
que por mais que se esforçasse
não era reconhecido.
Cada pessoa do povo
foi chegando á convicção,
que eles mesmos é que tinham
que encontrar a solução
pra terminar a tragédia.
Pois quem monta na garupa
não pega nunca na rédea!
Eles então se juntaram,
Discutiram, pelejaram,
E chegaram à conclusão
Que, se a voz de um era fraca,
Juntando as vozes de todos
Mais parecia um trovão.
E se todos, tão pequenos,
Fizessem pernas de pau,
Então ficariam grandes,
E no palácio real
Seriam logo avistados,
Ouviriam os seus brados,
Seria como um sinal.
E todos juntos, unidos,
fazendo muito alarido
seguiram pra capital.
Agora, todos bem altos
nas suas pernas de pau.
Enquanto isso, nosso rei
continuava contente.
Pois o que os olhos não vêem
nosso coração não sente...
Mas de repente, que coisa!
Que ruído tão possante!
Uma voz tão alta assim
só pode ser um gigante!
- Vamos olhar na muralha.
- Ai, São Sinfrônio, me valha
neste momento terrível!
Que coisa tão grande é esta
que parece uma floresta?
Mas que multidão incrível!
E os barões e os cavaleiros,
ministros e camareiros,
damas, valetes e o rei
tremiam como geléia,
daquela grande assembléia,
como eu nunca imaginei!
E os grandões, antes tão fortes,
que pareciam suportes
da própria casa real;
agora tinham xiliques
e cheios de tremeliques
fugiam da capital.
O povo estava espantado
pois nunca tinha pensado
em causar tal confusão,
só queriam ser ouvidos,
ser vistos e recebidos
sem maior complicação.
E agora os nobres fugiam,
apavorados corriam
de medo daquela gente.
E o rei corria na frente,
dizendo que desistia
de seus poderes reais.
Se governar era aquilo
ele não queria mais!
Eu vou parar por aqui
a história a que estou contando.
O que se seguiu depois
cada um vá inventando.
Se apareceu novo rei
ou se o povo está mandando,
na verdade não faz mal.
Que todos naquele reino
guardam muito bem guardadas
as suas pernas de pau.
Pois temem que seu governo
possa cegar de repente.
E eles sabem muito bem
que quando os olhos não vêem
nosso coração não sente.
EU amo você como eu nunca amei ninguém antes. Não é uma regra nem uma prisão, é algo suave que como uma lágrima, escorre na saudade de que me apego pra suportar sua ausência. E quando você chega é sempre alegria, o meu riso é tão feliz contigo. Eu não posso resistir ao impacto da sua presença sobre o meu coração disparado, pois é sempre como se sempre fosse a primeira vez. E eu não tenho medo de sentir tudo o que eu sinto. Te amar me tira os medos e me dá asas pra voar.
E sustento firmemente as recordações que me abraçam e me protegem enquanto deixo a porta aberta. Sempre aberta, porque eu sei que você sempre volta pra mim. Porque eu fui feita pra amar você!
Somos um casal comum, com uma peculiaridade: ambos brigamos por tudo, mas não nos separamos por nada.
Eu julgava uma coisa necessária. Ele julgava outra. Não fomos feitos um para o outro. Nossas cores prediletas não são as mesmas. Nossos times, maiores rivais. Eu prefiro os lugares calmos, ele não sai dos agitados. No entanto, nossas almas se encontraram.
Eu gosto de como ele fala, como ele ri, como vira a cabeça e como as suas covinhas aparecem pra mim. Gosto de como seu cabelo comporta ao vento. Gosto daquela mão de furinhos, a boca carnuda que parece me convidar, intimidar. Adoro o timbre de quando ele me chama e a forma tímida de me cumprimentar. Gosto da sua cara de sono, do olhar com o que observa as coisas. Eu gosto de tudo. Eu gosto dele.
Os dias passam. Poucas coisas dessa memória infinitamente pequena que eu tenho dele vai ficando trancadas dentro do meu coração. Palavras, muitas vezes ditas, verdadeiras e vindas de dentro, eu guardei. Lágrimas dessem quando eu me lembro.
Pouco sei do que ele é. Pouco sei do que ele sente. Conheço tudo que o incrementa. Já me acostumei com a sua forma de tratar, um estilo “não ligo pra você” totalmente sentimental por dentro, florescendo de sentimentos. Ele sabe amar.
Pego meu celular e coloco em seu número. Ele importaria se eu ligasse? Seu olhar percorre minha insônia. Seu abraço o meu reflexo. Sua imagem a minha vida.
Eu te amo tanto que nem sei. Não saber o que você fez hoje dói. Aquelas palavras horrendas nunca saíram de dentro. A forma de você me tratar como se não me conhecesse e não assumisse é a pior das dores. Mas é difícil, não poder contar por já saber sua reação. Fingir motivos e problemas pra que você não saiba da verdade. Eu te digo de todas as formas, e você não quer escutar.
Dói o dia em que você não fala comigo – o que tem ficado extremamente comum – e dói mais ainda momentos em que você me diz, de forma subentendida, o quão sou insignificante nos seus dias. São detalhes pra você. São tormento pra mim.
Não se deve confundir liberdade com a falta de respeito. Somos seres individualizados, vivendo uma vida coletiva, numa condição social de amplitude cultural. O respeito é essencial.
Não entendo porque continuo agindo assim
te provoco na esperança vã que receberei uma resposta diferente.
Mas de novo...só o silêncio.
Está na minha hora de calar.
Amizade verdadeira é uma preciosidade infinita. Encontramos refúgio, carinho, amor.
E se não cuidarmos de forma adequada, você pode perdê-la para sempre.
"'Volte enquanto é tempo' é uma frase que não existe para mim. Eu não volto pra lugar nenhum, eu só vou em frente"
“Não posso ser uma dessas pessoas que ficam sentadas falando que pretendem fazer isso e aquilo. Eu vou fazer e pronto.”
— Quem é Você, Alasca?
Pessoas com maturidade emocional após uma derrota não culpam pessoas por seus resultados ou circunstâncias, elas assumem os erros e buscam corrigi-los.
Vou ser importante pra mim, não vou ser mais discreta e nem mais ousada. Vou ser sempre como uma borboleta, que se tranforma dentro do casulo e conserva sua essência até se sentir preparada para mostrar-se para os outros.
