Nao sou seu Quase Amigo e

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A minha língua jurou, o meu coração não.

Não são as pessoas que são responsáveis pelo falhanço do casamento, é a própria instituição que é pervertida desde a origem.

Simone de Beauvoir

Nota: Citação encontrada em "O Casamento", Jurandir Araguaia, Clube de Autores, 2010

Não perguntes o que a tua pátria pode fazer por ti. Pergunta o que tu podes fazer por ela.

John Kennedy

Nota: Versão de trecho do Discurso de posse

O que distingue um grande poeta é o fato dele nos dizer algo que ninguém ainda disse, mas que não é novo para nós.

A água turva não mostra os peixes ou conchas embaixo; o mesmo faz a mente nublada.

O cérebro é um órgão maravilhoso. Começa a funcionar assim que você se levanta da cama e não pára até você chegar ao escritório.

Qualquer pessoa pode errar; mas ninguém que não seja tolo persiste no erro.

O dinheiro não é necessário para comprar uma única necessidade da alma.

Henry David Thoreau
Walden ou A vida nos bosques (1854).

O dinheiro não faz a felicidade. Um homem com 10 milhões de dólares não é mais feliz do que o que possui 9.

Não permitais à língua ultrapassar o pensamento.

É grande quem usa vasos de argila como se fossem de prata, mas não é inferior quem usa vasos de prata como se fossem de argila. Uma alma fraca não sabe suportar a riqueza.

O desprezo é uma pílula amarga, que se pode engolir, mas que se não pode mastigar sem fazer caretas.

tua covardia
não é minha
teu riso, outra ironia

O drama do homem é o de ser limitado nos meios e infinito nos desejos; assim, não pode ser plenamente feliz.

Os mortos são uns invisíveis, e não uns ausentes.

Reflita sobre as suas bênçãos presentes, as quais todo homem tem bastante; e não sobre os infortúnios passados, os quais todos homens têm alguns.

O problema do nosso tempo é que o futuro não é o que costumava ser.

Paul Valéry

Nota: A citação também pode ser atribuída aos poetas Laura Riding e Robert Graves, encontrada no artigo From a Private Correspondence on Reality, publicado em 1937 no jornal "Epilogue". O poeta francês Paul Valéry também escreveu a expressão em 1937.

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Não deixaremos de explorar e, ao término da nossa exploração deveremos chegar ao ponto de partida e conhecer esse lugar pela primeira vez.

Já é vender a alma não saber contentá-la.

Um dos maiores travões aos delitos não é a crueldade das penas, mas a sua infalibilidade (...) A certeza de um castigo, mesmo moderado, causará sempre impressão mais intensa que o temor de outro mais severo, aliado à esperança de impunidade.