Nao sou seu Quase Amigo e

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Coisas que quase ninguém sabe, os Imigrantes Italianos, Japoneses, Espanhóis, Alemães, Poloneses, e outras etnias, vieram para o Brasil para cobrir a falta da mão de obra Escrava após o fim da Escravidão.
Então que fique bem claro: Quem escravisou os NEGROS foram os Portugueses, nós, filhos, netos, bisnetos, tataranetos de Imigrantes não temos nada de divida com os Negros!!!!

⁠Nem todo recomeço é bonito. Às vezes ele nasce da dor, do cansaço, do quase. Aprender a soltar o controle. Fazer a sua parte e deixar o universo agir. Tem horas que não é sobre fazer mais… é sobre soltar.

⁠O ser humano é muito imediatista, ele quer tudo para ontem, muita coisa para hoje e quase nada para amanhã.

No tumulto da vida, que corre apressada e ruidosa, nasce um silêncio raro, quase sagrado. Uma brisa atravessa o tempo, trazendo o teu perfume e me conduzindo a um mundo que desacelera, tornando-se mais suave. Ainda assim, o que me resta é um vazio delicado, já escrito pelo nosso destino.

"A noite que satanás tentou roubar minhas memórias em pesadelos quase infinitos!

Acabei de chegar de uma entrevista de emprego.
Antes disso, dormi um pouco por pelo menos uns 20 minutos.
Nesse intervalo entre o sono e a entrevista em seguida, tive um sonho muito louco, mas bem difícil de acreditar que foi tudo real.
Bom, primeiro sonhei com uma super lua, mas não era simplesmente uma super lua, como vemos nos jornais, com um tamanho praticamente normal.
No céu, aparecia uma lua gigantesca que era como se ela tocasse o chão e o céu ao mesmo tempo.
Seu tamanho era indecifrável.
Vi nela uns triângulos, em forma de pirâmide. Na cor branca.
De repente o sol começa a tocar nela e tudo se transforma em fogo.
Todos que estavam a admirar aquela raridade ficaram perplexos, mas, não amedrontados.
Meio que ficaram maravilhados.
E, comigo não foi diferente, amei aquilo tudo.
Começa um dançar de fogo na lua.
Com todas aquelas cores vibrantes, nossa!
Passava no telejornal em tempo real, que aquela lua, só seria vista novamente após 150 anos.
E que se todos pudessem vê - la, seria uma imagem incrível, guardada pelo resto de suas vidas.
E admirei até tudo terminar.
Aquele fenômeno estava sendo visto mundialmente, por bilhões de pessoas.
Realmente era um fenômeno incrível, lindo e maravilhoso.
Em seguida, comecei a sonhar com eu e meu esposo, no mesmo ambiente em que moramos.
Estávamos olhando nossas fotos das viagens que já fizemos, no celular.
De repente, algumas fotos começam a ficar desfocadas.
Meu esposo em um banco na praça, e o seu rosto ficava embaçado, como se tivesse um ser tomando o seu lugar.
O mais louco mesmo, é que essas fotos do meu sonho ou pesadelo, sei lá, do que posso chamar.
Todas existem.
Então, passamos foto por foto. Pudemos observar que todas elas, é como se tivesse a presença de um ser além de nós.
Começamos a discutir a questão, porquê elas eram perfeitas.
Porém, estavam assim por quê?
Desconfiamos do óbvio.
Começamos a passar novamente as fotos, quando de repente surge eu, em um cemitério em pé.
Mas, não era uma foto, era um vídeo!
O plano de fundo era um cemitério. E aquela seria eu? A mesma roupa, o mesmo cabelo.
Quem teria me filmado?
Na verdade, eu nunca estive naquele lugar.
O meu olhar começou a mudar, os olhos ficaram turvos e de repente a figura que era eu, começou a me encarar de uma forma macabra.
Eu entendi na mesma hora, que aquilo ali era um ser transformado em mim, em tempo real.
Fiquei atordoada, e eu comecei a falar com meu esposo, tem alguma coisa errada.
Foi quando a gente começou a perceber que os vídeos estavam passando sozinhos.
E de repente vi meus sonhos anteriores naquele primeiro vídeo.
Vi meus irmãos, minha tia... Tudo o que eu havia sonhado nas noites anteriores.
Entendi que realmente havia ali uma força maligna, tentando se apossar de mim, e me mostrando tudo o que é de mais importante pra mim.
Percebi que meus sonhos foram roubados de minha memória.
O interessante é que nesse terrível pesadelo, eu sabia que aquilo tudo era real, porquê realmente foi os sonhos que eu tive semana passada, que estavam ali, na minha frente transformados em vários vídeos.
Eu e meu esposo, no mesmo quarto que estamos, começamos a repreender todo o mal.
Foi quando, a gente percebeu que na tela do celular, começou a aparecer um vídeo com um ser bem estranho.
E ele ria muito, e ao mesmo tempo, parecia estar com raiva.
Ele era alto, e tinha uma voz, e um sorriso medonho.
Com uma capa preta por fora, e por dentro dela tinha uma cor avermelhada.
Orei tão alto, e com tanta fé, que aquele ser de repente começou a falar.
"Então, já que você pediu pra que nós te deixemos em paz, adeus."
E saiu pulando e sorrindo, com gargalhadas altamente sombrias.
Ele desapareceu em um lugar de montanhas e arbustos, era um lugar bonito, mas, bem sombrio e estranho.
Só sei que acordei sabendo que tudo aquilo foi real. De uma maneira diferente.
Era como se satanás tivesse tão zangado pelas coisas começarem a dar certo por aqui, que resolveu roubar meus sonhos, pra tentar me fazer parar pelo medo.
Mas, ele nunca vai conseguir.
Minha vida e minha família é de Deus.
E é ele que controla e domina a nossa vida.
Começamos ir a igreja.
Começamos a fazer o curso de design gráfico.
E agora estou recebendo várias propostas de trabalho.
Deve ser por isso, que satanás está tão interessado em me fazer parar.
Porquê ele sabe, que quando a gente segue a Deus.
A gente consegue ser muito, mais muito feliz.
Tudo começa a dar certo.
E a vida se torna muito melhor de ser vivida.
Então, siga a Deus e nunca deixe que forças malignas tentem te parar.
27/11/2019 23:38"

sofrendo ...


Em determinados momentos, senti-me interiormente apagado, quase como se minha vitalidade estivesse diminuída. Nas sextas-feiras, quando o mundo lá fora parecia vibrante e cheio de vida, eu me recolhia para tentar ocupar a mente e evitar pensar na possibilidade de outra pessoa ocupar o lugar que eu desejava ser meu.
Em silêncio, imaginava que, ao passar em frente ao seu endereço, ainda restasse em você a lembrança do olhar que eu dedicava a você. Quando me perguntava “o que houve?”, eu respondia que nada, embora internamente houvesse um receio: o medo de ter perdido você num momento de fragilidade, o medo de que o amor tivesse se dissipado sem que eu percebesse.
Mesmo ciente de que outra pessoa ocupava seus dias, continuei a nutrir um amor intenso por você, acreditando que sua ausência seria temporária. Essa esperança se baseava nos seus gestos e olhares. A vida, de fato, nos trouxe novamente juntos, embora por tempo insuficiente para que eu pudesse demonstrar as mudanças pelas quais passei. Quando percebi, tudo havia terminado novamente.
Agora, resta-me aprender a conviver com a solidão e aceitar que o sonho que alimentei transformou-se em silêncio e tristeza, um “para sempre” incerto.
Se eu soubesse que aquela última ocasião juntos seria um adeus disfarçado, teria valorizado cada instante, abraçando você com calma e atenção, absorvendo a paz que você transmite e que hoje me falta.
Tenho fé de que o que você sente não decorre de desinteresse, mas de um conflito interno que poderá ser superado com oração, força e determinação. Reconheço a mulher forte que luta para se reerguer, e estou ao seu lado nessa jornada, acreditando que, mesmo diante das adversidades, encontraremos serenidade.
Jamais deixarei de estar presente, sempre disponível para apoiar você, pois este sentimento que nos une é profundo e verdadeiro.
Se um dia eu partir, sei que minha alma permanecerá, com dívidas a serem reparadas e a missão de restaurar o que foi destruído. O amor é a razão pela qual permaneço firme e resiliente.
Embora a dor e a angústia sejam presentes, estou empenhado em superar esses desafios, com fé e determinação.
O que mais dói é saber que nunca seremos exatamente como antes, mas meu amor permanece intacto. Nunca tive a intenção de causar sofrimento e desejo que, com o tempo, haja perdão e renovação.
Finalizo pedindo que tudo o que nos faz mal seja superado e que nossas almas se fortaleçam para buscar a felicidade que almejamos.
Com todo o meu respeito e consideração

Quase todos os dias penso no trapezista, caminhando por sua vida, que nada mais é do que um fio fino e delicado. Um movimento em falso, uma promessa na qual possa acreditar, até mesmo um olhar pode lançá-lo ao abismo, onde a existência colide com a realidade.

Nem todos enxergam o fio.
Para muitos, o trapezista parece apenas seguir em frente, firme, quase seguro. Há quem admire sua coragem, sem perceber que não há escolha apenas a impossibilidade de parar.
E, ainda assim, ele segue.
Não porque acredita que chegará ao outro lado, mas porque aprendeu, cedo demais, que olhar para baixo é o verdadeiro começo da queda.

Já,abram seus ouvidos
Ele está quase chegando
Organizem suas bagagens
Vem o "PAI" nos chamando
Amanhã seremos passado.

Renovar é silencioso.
A vida se refaz no detalhe,
no que quase passa despercebido.
Olhar para o simples é enxergar
o que é real.

Há coisas que faço com grandeza quase ofensiva — levantar ruínas, atravessar vendavais, carregar mundos nas costas. E, no mesmo corpo, existe o sujeito que trava diante do pequeno: lavar a louça, lavar o corpo, lavar a alma — e nada ficar realmente lavado. A pia continua cheia, a pele continua cansada, e a alma… essa sempre deixa um canto por esfregar.

De vez em quando, meus monstros me chamam para a caverna. Eles têm boa dicção, argumentos sedutores, promessa de silêncio. Os pseudo-anjos, esses, são piores: falam em luz, mas deixam tudo enevoado; abrem a boca e não esclarecem nada — só criam sombras com asas brilhantes. Vivo assim: entre o que me salva e o que me consome, entre o que me ilumina e o que me incendeia. Um clarão que, às vezes, vira labareda.

Dentro de mim, a vida e a morte conversam. A morte que pede fôlego, a vida que implora descanso. As dores anunciam sua chegada sem som — e quando finalmente tento dizer, ninguém entende a língua em que sangro. Falo em metáforas, gaguejo verdades, engulo gritos. E sigo juntando frases soltas: as tuas, as minhas, as que se quebram antes de virar sentido. Somos dois que viram quatro, e cada um deles puxa um fio do mesmo corpo.

Muita gente em mim. Tão pouca gente pra mim. Por mim?

Minha voz anda rouca de tanto gritar por dentro. E, no entanto, aqui estou: 30 gotas de Rivotril, uma trégua temporária, mais uma noite sem enlouquecer. Amanhã acordo de novo, inteiro o suficiente para existir, firme o suficiente para não pedir licença, atento o bastante para não pisar nos ovos dos pintinhos que nunca rompem a casca.

Porque, apesar de tudo, ainda escolho viver. Mesmo quando viver parece demais para um dia só.

A vida às vezes é boa, às vezes é cruel…
E quase nunca é justa.

Tem dias em que eu olho para trás e penso numa coisa meio curiosa, quase irônica, dessas que a gente conta rindo no café da tarde enquanto mexe o açúcar devagarinho. Desde pequena a vida parecia uma arena gigante, como se cada fase viesse com um teste novo, um daqueles que não dá para devolver para o professor dizendo que caiu conteúdo que ninguém explicou. E mesmo assim eu fui atravessando tudo com uma cara tranquila, quase elegante, como quem diz para o mundo que está tudo sob controle, quando na verdade por dentro existia um turbilhão inteiro discutindo filosofia com a própria sobrevivência.

Nunca contei quase nada. Não porque não existisse história, muito pelo contrário. Era tanto capítulo que dava para montar uma biblioteca inteira, daquelas silenciosas, onde só eu conheço o catálogo. E reclamar nunca foi muito meu estilo, não por heroísmo, mas porque as pessoas criaram uma versão de mim que parece feita de aço temperado. A tal mulher forte. Aquela que resolve. Aquela que aguenta. Aquela que sempre volta. E quando o mundo decide que você é forte, pronto, está oficialmente proibida de fraquejar em público, como se fosse uma regra invisível assinada numa reunião secreta da humanidade.

O curioso é que eu mesma comecei a acreditar nessa história. Não que eu nunca tenha cansado, claro que cansei. Só que eu aprendi a conversar comigo mesma como quem acende uma luz interna no meio de um apagão. Houve uma vez, só uma, que pensei em dividir o peso, abrir a caixa preta da minha história, mostrar as evidências, os fragmentos, os acontecimentos. E a resposta foi aquele silêncio estranho, ou pior, aquela frase que parece pequena mas faz eco dentro da gente por muito tempo. Não acreditam em evidências. E eu pensei, então está bem, talvez a minha prova não seja para convencer ninguém, talvez seja apenas para me manter de pé.

Engraçado como a gente descobre forças que não estavam no manual de instruções da vida. Eu fui percebendo que existe uma musculatura invisível dentro da alma. Uma espécie de academia espiritual onde cada queda vira um exercício novo. E ali, sem plateia, eu fui ficando mais resistente, não porque o mundo exigiu, mas porque alguma coisa maior sempre esteve comigo. Aquela presença silenciosa que não precisa de explicação, que aparece nos momentos mais absurdos da existência e sussurra, calma, continua.

Então eu continuo. Não enlouquecida, como alguns poderiam imaginar quando veem a quantidade de batalhas acumuladas desde a infância, mas curiosamente lúcida. Como quem atravessou tempestades suficientes para reconhecer o som da própria paz quando ela aparece. E tem uma coisa engraçada nisso tudo, quase uma ironia elegante da vida. As pessoas pensam que eu nunca precisei de ajuda. Mas na verdade eu sempre tive ajuda, só que veio de um lugar que não depende de aplauso, de aprovação ou de testemunha.

No fim das contas, eu sigo com essa mistura de força interior e fé silenciosa que me acompanhou o tempo inteiro. Como se eu estivesse caminhando por um mundo barulhento com uma bússola dentro do peito. E olha, posso te dizer uma coisa com aquela tranquilidade de quem já atravessou muita coisa. Quando a gente aprende a confiar nessa força que mora dentro da gente, o caos até tenta fazer barulho, mas já não manda mais na história. Porque a história, no fim, continua sendo minha. E eu ainda estou escrevendo.

O amor, no começo, chega leve, quase como um sopro bonito cheio de promessas. A gente pensa que ele vive só nos grandes sentimentos, na intensidade que tira o fôlego, mas com o tempo entende que o amor verdadeiro mora mesmo é nos dias simples, na rotina, no que quase ninguém vê. E, de repente, eu casei. Não foi só um acontecimento, foi uma escolha consciente. Encontrei uma mulher, mas mais que isso, encontrei alguém para caminhar ao meu lado, alguém que eu decido amar todos os dias. Porque amar não é só sentir, é escolher permanecer. Existem dias leves e outros difíceis, dias em que tudo flui e outros em que é preciso paciência, silêncio e compreensão. O amor deixa de ser apenas emoção e passa a ser atitude, cuidado, respeito e presença. Não é sobre perfeição, é sobre constância, sobre escolher a mesma pessoa mesmo quando seria mais fácil desistir. O para sempre não nasce pronto, ele se constrói aos poucos, em cada gesto simples, em cada recomeço. E talvez seja isso que faz o amor ser tão bonito, ele não é algo que se encontra pronto, é algo que se constrói, todos os dias, juntos.

De mim pra VOCÊ. (Um pronome quase definido).

Tudo começou há um tempo atrás, Um tempo em que pensei finalmente estar em paz.
Foi quando percebi que tudo era uma ilusão, Ilusão que aos poucos só féria o meu coração.
Foi quando decidi, parar de acreditar no que mais queria crer mesmo sem encontrar VOCÊ.
Foi aí que VOCÊ apareceu em meu viver.
Pude então perceber que VOCÊ já estava aqui, Aqui dentro do meu coração.
Quase me enganei, Quase que não percebi, que o meu coração precisa só de ti.
Foi quando percebi, que tudo era uma ilusão, Ilusão que aos poucos só féria o meu coração.
Foi quando decidi, parar de acreditar, no que mais queria crer mesmo sem encontrar VOCÊ.
Foi aí que VOCÊ apareceu em meu viver.
Pude então perceber que VOCÊ já estava aqui, Aqui dentro do meu coração.

Eu nunca perco
esse meu estranho vício,
quase febre, quase delírio,
de acreditar na poesia do viver.


E então,
como um tsunami indomável
de sentimentos e emoções,
arrebento em mim mesma,
invado minhas próprias margens,
transbordo…
e sigo,
encravada,
cravada mesmo,
como farpa na carne do tempo,
nos versos da vida.
✍ @MiriamDaCosta

⁠Algumas criaturas muitas das vezes me assusta, e ao mesmo tempo quase me entristeço devido às suas atitudes más !

Quase sempre as borboletas presentes no estômago estão com fome de amor.

Mozão


Oh mozão, cheguei à conclusão
Já faz tempo que a gente fica
Quase um namoro, sei lá, a gente enrola
Eu sinto falta de você quando não está aqui
Sei lá, dá vontade de te amarrar
Colar em você e te prender a mim
Vontade de casar, ter filhos pra gente cuidar
Pra sempre namorar
Eu sei, tô viajando
Tô novo, mas o que custa sonhar?
Se o tempo não para de passar
E nunca vai parar
Num piscar de olhos, tá passando mais de um mês
A gente fica velho e o que a gente fez?
Não deixe o nosso plano acabar
Esteja aqui amanhã quando eu acordar
Momôzim, vamos fazer assim
Eu cuido de você, você cuida de mim
Não desisto de você e nem você de mim
Vamos até o fim
Momôzim, vamos fazer assim
Eu cuido de você, você cuida de mim
Não desisto de você e nem você de mim
Vamos até o fim, dá a mão pra mim

... muito
retemos do que nos fere
e desacata; e quase nada
do que nos corrige e, ao nos
corrigir, nos guia ao que de fato
importa: superar
e seguir!