Nao sou seu Quase Amigo e

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"‎Eu sou um pouco mais estranha do que ser estranha permite. Sou estranha além do charme de ser estranha.”

Creio que conviver comigo seja como andar de montanha-russa: ao mesmo tempo em que sou previsível, te surpreendo num piscar de olhos.

Eu sou persistente. Eu vou atrás daquilo que quero e que eu acho que tenho capacidade de conseguir.

Sou imortal. Nada pode me ferir.

"‎Sou direta. Fria. Seca. E nada disso é novidade pra ninguém. É só o meu jeito."

Eu sou muito insegura, na verdade, eu tenho o maior medo de estar sustentando uma ilusão. Parece um castelo de cartas, qualquer toque errado e já era, sinto que pode acabar a qualquer momento por parte dele, eu me prendo demais a este sentimento e não deixo os outros fluírem, queria tanto ter a certeza de algo mais concreto!

É por isso que tomo ópio, é um remédio.Sou um convalescente do momento, moro no Rés do chão do pensamento e ver passar a vida faz-me tédio

Eu sou a dama maldita que, sem nenhuma piedade, vai te poluir com todos os líquidos, contaminar teu sangue com todos os vírus.

Posso ter sido mais uma pra você, mas sou única pra mim.

Sou muito mais lunar que solar.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trecho da crônica Adeus, vou-me embora!

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Porque eu sou briguenta, mas sou mais sensível que maria-mole na frigideira.

Esse cara sou eu.

Faço o melhor que sou capaz só pra viver em paz.

Sou mais escritora do que vivente, que uma pessoa que vive.
Naquilo que vivi, sou mais escritora do que alguém que vive.
É assim que eu me vejo.

Sou sortudo. E quanto mais duro eu trabalho, mais sortudo fico.

Que importa o sentido? O sentido sou eu.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trecho da crônica Facilidade repentina.

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Sou uma árvore que arde com duro prazer. Só uma doçura me possui: a conivência com o mundo.

Clarice Lispector
Água viva. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Só tenho o que sou.

Clarice Lispector
A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Eu faço o que faço, sou o que sou e de nada importa o que se falou!

Sou a pessoa mais legal que eu conheço.