Nao sou a Mulher Perfeita sou eu

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Não me agradeça pelo bem que lhe faço; agradeça a si mesmo. Eu funciono como um espelho: devolvo exatamente a energia que recebo. Portanto, se você recebe o meu melhor, é porque o seu mérito em me tratar bem despertou essa resposta em mim.

No sonho, o que eu fujo volta. E o que eu não valorizo tenta se mostrar sutilmente.

AMENDOIM COM CASCA
Oi, tudo bem?
Um amendoim por favor, sem casca
Ah, era exercício e eu não sabia
Comer amendoim era um bem que só, meu velho avô me dizia...
Não vai comer muito isso, menino, que tem efeito bumerangue
Quando tu vais ver, olha só, do nariz lhe arranca sangue
Eita vô, meu velho pai cabra bão bom e não era doce, amargurado da vida de gado que tinha levado, matando boi até no dente!
Eita meu velho vô, era valente, homem crente, de um ar puro, um abraço curador, jeito inocente, que só se sente quando está presente de uma pessoa assim que mesmo mascando boldo da vida amarga masca sorridente.
Eita, vô valente!
Se eu pudesse transformar o passado, transformaria em um presente, só pra estar de novo na sua presença pura, pois estou precisando de cura de um abraço ardente, ...
Ah meu velho avô, como sinto sua FALTA e por você cravaria até um pênalti
Eita homi bravu, homi valenti, falava em caçar onça, ele dizia, pego no dente, eita homi bravu, eita homi valenti
Até que um belo dia se foi, se tornou uma estrela no céu, meu anjo na Terra
Ah meu avô, por você eu lembro, entrava até em guerra e nem tinha idade pra isso
Te defendia com um pedaço de pau, eu também era bravo, era o tal e você ria disso
Meu avô era maneiro, um velhinho mineiro, juntou em boi, amansou cavalo, fez 3 filhos pedreiros, ah meu velho avô, seu silêncio conselheiro
Me acobertava em tudo, meu velho avô era maneiro, falava pouco a grosso modo, a modo mineiro, meu vô era legal, meu vô era maneiro
Ah meu velho pai avô, quanta saudades, ainda me lembro de cada idade, todo aniversário estava PRESENTE, eita meu vô, nunca me abandonou, sempre se preocupou e eu não dei valor, queria de volta, não importa a soma que for, eu só queria meu avô...
.... Passe o tempo que for, ainda vou lembrar do meu VELHO avô

⁠Quando eu me calo
Quando mudo de assunto
Não é porque não sei o que dizer
Na verdade eu sei
Mas receio falar
Receio me comprometer
Receio a conexão de tudo isso
Eu não estou adaptada
Ao seu modo sincero de ser
E ainda não sei
Ser tão recíproca quanto gostaria

Agora somos eu e você...amanhã já não sei o que fazer sobre esse breve estado de "nós". Ainda não aprendi a sentir sem me deixar levar.

Você está pensando
que eu vou esquecer você.
Mas o amor que mora em mim
não aprende a desaparecer.
Eu sei…
você me esqueceu,
nem sequer disse “até logo”,
virou as costas ao que fomos
e me deixou falando sozinho com o vento.
Mas eu…
eu vou continuar te amando,
mesmo que o tempo me aconselhe o contrário,
mesmo que o mundo diga que é tarde.
Refrão
Não adianta, mulher, fugir de mim,
o que é destino não se desfaz assim.
Até o céu conspira a nosso favor,
há estrelas guardando o nosso amor.

⁠Mesmo que eu não consiga,
Eu irei tentar,
Para esse mundo Eu mudar.
Pois não é justo a Maldade que eu vejo em cada olhar.
Sei que Deus me enviou,
Para o seu Amor,
Eu espalhar.❣

Eu gosto de gente que gosta de gente. Que tem interesse não na superfície do ser, mas no que está além da carcaça social que vestimos no dia a dia.

KAMORRA


Eu não amo meu sobrenome por vaidade.#11;
Eu amo porque ele me cobra.
E eu decidi sustentar.


Nesse nome eu coloquei meus valores.#11; Coloquei minha fé.#11;
Coloquei minha disciplina.#11;
Coloquei as noites em silêncio que ninguém viu.#11;
Coloquei a resistência de não me vender por afeto barato.


Kamorra, para mim, não é som.#11;
É postura.


Quando eu digo meu nome, eu lembro do homem que eu preciso ser para não manchá-lo.#11;
Não é sobre ego.#11;
É sobre responsabilidade.


Existem homens que carregam um sobrenome.#11;
E existem homens que transformam o sobrenome em bandeira.


Eu escolhi transformar.


Se um dia perguntarem quem foi Kamorra,#11; eu quero que a resposta não esteja no registro civil,#11; mas no caráter.


Porque nome forte não nasce forte.#11; Ele é honrado todos os dias.


— Marcos Kamorra#11; (Filosofia Kamorrista)

“Eu não nasci forte; fui sendo moldada por aquilo que tentou me quebrar, e hoje caminho inteira não porque nada doeu, mas porque sobrevivi a tudo o que poderia ter me destruído.”

⁠A comunicação tem dois lados, mesmo que eu transmita da melhor forma possível, não tenho garantia se quem está recebendo terá o dirscenimento necessário.

Se eu passar pela Grande Tribulação, eu não tenho receio! Pois o Deus que me livra hoje das calamidades, que aconteceram , neste mês em Portugal! Esse é o meu Deus, que me livra da Grande Tribulação. MAS SE não livrar, não faz mal. Bendito seja o Deus todo Poderoso!

Deriva

Eu não me sinto em casa, pois fui eu quem se lançou para fora dela. Hoje, as paredes sabem o meu nome, mas não me reconhecem.

Eu já não me sinto em mim. Habito este corpo como quem ocupa um traje espacial em missão sem retorno, ou como quem vive em um quarto barato demais para reclamar e caro demais para abandonar.

Há dias em que caminho pela própria consciência como um inquilino com o aluguel atrasado, evitando fazer barulho para não ser expulso. Abro as gavetas da memória e encontro apenas recibos de versões antigas de mim. Todas vencidas.

Não é que o mundo tenha me posto para fora. Não. Fui eu quem saiu aos poucos, deixando as luzes acesas para fingir que ainda morava aqui.

Agora está tudo silencioso: só a expansão infinita e a própria respiração dentro do capacete. Não há grito; o som não se propaga no vácuo. Foi um afastamento quase imperceptível, um desencaixe mínimo entre rota e propósito.

Resta o eco de alguém que já fui e que, se me encontrasse na rua, talvez atravessasse para o outro lado.

"Eu não avanço carregando versões
antigas de mim."

“Se eu não abandonar o que me prende, eu repito quem eu fui. E eu não aceito ser o mesmo de ontem.”

Respeitar diferenças é entender que o outro não precisa pensar como eu para merecer respeito.

Eu te desejo.
Mas não te desejo como quem tem fome.
Te desejo como quem deseja pele.
Pele que não é pele, pele que é carinho, cobertor.
Pele como a tua, que é o silêncio, a música.. pele que é dor.


Eu não desejo teu corpo, desejo tua presença.
Ouvir tua respiração, sentir o colchão afundar com teu peso ao meu lado.


Silêncio. Apenas silêncio..
Silêncio pesado, poético, como se o simples fato de existir junto contigo já fosse íntimo demais..
E talvez seja.


Não é sobre o ato.
Não é sobre querer-te nu.
É sobre fechar os olhos.
Não para imaginar o corpo,
Mas sim pra sentir
A ideia dele ali.


A proximidade. O toque. A respiração.
É bonito.
Melancólico.
Poético, quase erótico.
Não é por te querer por inteiro, mas sim, por te querer por perto.


E assim, eu deixo guardado no peito..
Esperando por um toque que nunca será feito..
Tudo fica estático.
E o que faz as coisas voltarem a girar é a tua imagem.

⁠O SEGREDO DA VIDA

Eu cantei o amor,
pra não ser solidão,
da tristeza e da dor,
eu também fiz canção e num canto sozinho, escutei bem baixinho, a voz do coração.

Que sempre me ensinou, que o segredo da vida é manter sempre vivo, o sorriso no olhar,
Que enxergar os pequenos, detalhes da vida, isto que é amar.

Vivo então a sorrir,
confundindo a razão,
que insiste em querer,
vê minhas lágrimas no chão, pois não sabe o segredo, o segredo que a vida,só fala ao coração. ❤

Autor Cicero Marcos

“Não esqueço quem enxergou valor quando eu parecia poeira.”

DESABAFO

“Ninguém nem nada neste planeta é culpado pelo que não dá certo na minha vida; eu sou meu próprio obstáculo, meu próprio mal.”
Essa frase nasceu do cansaço de quem tenta se erguer há anos e, mesmo assim, sente que tudo desmorona antes de ganhar forma. Por muito tempo, tive a sensação de que o mundo ao meu redor conspirava contra mim. Às vezes parecia algo espiritual, outras vezes soava como uma luta invisível, quase demoníaca, travada em silêncio. O fato é que a ajuda nunca chegou. Nenhuma mão estendida, nenhum anjo, nenhuma presença que dissesse “eu estou aqui”.
Fui ficando à deriva, empurrado para os cantos da vida, aprendendo a aceitar migalhas como se fossem destino. Há anos não sei o que é olhar para minha conta e ver ali o fruto digno do meu suor. O esforço existe, mas o retorno não vem. Com o tempo, isso anestesia. As coisas boas deixam de fazer sentido. O ânimo se apaga. O sorriso vira ensaio.
Hoje sou um ator eficiente: desempenho alegria, força e normalidade sem palco, sem aplausos e sem reconhecimento. Sustento um personagem para sobreviver em meio a amizades raras e rasas e a uma sociedade que se diz justa, mas apodrece na hipocrisia. Não sou vencido — estou exausto. Não sou mau — estou sobrecarregado. E talvez o maior erro tenha sido transformar essa dor em culpa contra mim mesmo.

E ainda nesta noite, sexta-feira, dia 2 de janeiro de 2026, às 23h57, questionar quem rege a minha vida não é sinal de fraqueza. Vejo isso como sinal de consciência. Acredito que, quando alguém começa a se perguntar sobre destino, controle e sentido, essa pessoa já não está dormindo dentro da própria história.
E o problema não é eu ser “o meu próprio mal”.
O meu problema foi ter caminhado longe demais sem testemunhas, sem apoio real, sem pausas para recalibrar o rumo.
Não enxergo o destino como um maestro invisível regendo tudo em silêncio. Para mim, ele se parece mais com um barco mal equipado em mar agitado e tempestuoso. Não é culpa do barco existir — o que falta é leme, mapa e porto.
E, ainda assim, eu sigo flutuando.
Para mim, isso não é pouco. Isso é resistência silenciosa diante de todo o caos da minha vida.