Nao sou a Mulher Perfeita sou eu
Carta aos Românticos
A vocês, que ainda acreditam no amor, escrevo.
Não por ingenuidade, mas por coragem. Porque amar hoje é um ato de resistência.
É remar contra a maré do efêmero, do rápido, do descartável. É escolher permanecer quando tudo ao redor diz que sentir demais é fraqueza.
Ser romântico não é viver em contos de fadas; é acreditar que, apesar de tudo, vale a pena se entregar.
É enxergar poesia nos detalhes, mesmo quando o mundo parece cinza. É escrever cartas quando só enviam mensagens rápidas. É guardar flores secas entre as páginas de um livro que ninguém mais abre.
Românticos são aqueles que esperam. Que acreditam no toque genuíno, no abraço demorado, no olhar que diz mais que palavras. São aqueles que não têm medo de dizer "eu sinto", mesmo que a resposta seja o silêncio.
Escrevo a vocês porque sei o peso e a beleza de ser assim. Sei que, às vezes, o peito dói por sonhar alto demais, por esperar encontros raros em um mundo apressado demais.
Mas também sei que, quando dois românticos se encontram, o tempo para. E tudo que parecia desajustado, enfim, se encaixa.
Sigam acreditando. Sigam amando.
Porque o amor verdadeiro nunca foi para os fracos — sempre foi para quem carrega coragem no coração e esperança na alma.
Quando a Energia Vai Embora
O fim de tudo começa quando a energia se vai.
Sem ela, não há vitalidade, não há impulso, não há motivação para nada.
Tudo perde o sentido.
Tudo perde a graça.
A comida não tem mais sabor, o que antes era prazer vira obrigação.
E, de repente, tudo se confunde com preguiça aos olhos de quem vê de fora.
Nada parece bom o suficiente para valer o esforço.
Tomar banho vira uma batalha silenciosa.
Escolher uma roupa, passar um hidratante, parecem tarefas gigantes.
Abrir a geladeira e sentir que nada combina com nada.
Olhar para as panelas e perceber que você já nem sabe o que fazer com elas.
A cama se torna refúgio e prisão.
Levantar é difícil.
E quando consegue, encara o espelho e não se reconhece.
Olha ao redor e tudo parece um reflexo distorcido da sua própria realidade.
O acúmulo grita: coisas empilhadas, objetos esquecidos, poeira que reflete o que está dentro de você.
E então percebe:
Você acumula mais do que coisas.
Acumula o que não te faz bem.
Acumula a bagunça que não é só física, mas emocional.
E o pior é não ter energia para remover nada disso, nem do ambiente, nem da alma.
É como assistir sua vida de fora, trancada dentro de um corpo que não acompanha o mundo.
Querendo mudar tudo, mas sem força sequer para começar.
Consciência é Papel
Escrevo porque, às vezes, falar não basta.
Porque minha voz se perde no ar, mas as palavras escritas… elas permanecem.
Cada linha é um pedaço meu, uma confissão silenciosa que não precisa de plateia.
Aqui, não existe medo de julgamento.
Aqui, eu não preciso sorrir para suavizar minha dor nem me explicar para ninguém.
O que deixo escrito é a minha consciência escancarada, crua, nua.
É o reflexo do que penso quando tudo silencia, quando ninguém está olhando.
E não, não é drama.
Não é exagero.
É apenas o retrato de existir com o peso que carrego, tentando não incomodar, tentando caber no mundo sem fazer barulho demais.
Escrevo porque é o que me resta quando falar não funciona.
Porque aqui, neste papel, posso ser inteira.
Posso admitir o cansaço, a confusão, o vazio.
Posso dizer que às vezes a vida dói mais do que deveria, e que seguir em frente parece uma vitória silenciosa que ninguém vê.
Se você lê, talvez se reconheça.
Talvez sinta que essas palavras também são suas.
E, nesse instante, é como se eu não estivesse tão sozinha dentro delas.
No fim, é isso:
O que deixo escrito não é só texto.
Sou eu, inteira, existindo em palavras.
Mesmo quando o mundo prefere que eu me cale.
Sensível e convidativa
No encontro entre luz e sombra, capturo emoções que não se apagam.
Escrevo para dar vida ao que o silêncio não pode conter.
Meu olhar não registra apenas o visível, mas o sentido que o tempo não leva.
Fotografia e escrita entrelaçadas, convidando você a sentir.
Sabores da Infância
Há canções que, ao tocarem, não se limitam ao ouvido.
Elas atravessam o tempo, abrem portas escondidas e nos devolvem à infância.
É como se cada nota fosse um fio invisível, puxando memórias guardadas no fundo da alma.
Há sabores que não morrem, mesmo que a receita tenha se perdido.
Um pedaço de bolo simples, o cheiro do café coado, o doce na panela de cobre,
tudo isso nos devolve a pessoas queridas, a risadas ao redor da mesa,
aos dias em que a vida parecia mais lenta e mais viva.
A nostalgia tem esse poder:
não apenas lembrar, mas fazer sentir de novo.
Sentir a mão que já não seguramos,
o colo que já não existe,
o carinho que o tempo não levou, porque ficou em nós.
Cada música que ecoa, cada sabor que retorna,
é também um reencontro com quem fomos
e com aqueles que deixaram marcas suaves em nossa história.
É memória, é afeto, é vida que insiste em permanecer dentro de nós.
Porque o passado, quando é bom, nunca vai embora.
Ele se transforma em eco, em cheiro, em gosto, em canção.
E nos lembra que somos feitos disso:
de pessoas, de instantes e de tudo o que nunca deixou de existir em nós.
A arte de olhar é também a arte de resistir.
De não se afogar nas próprias marés,
de aprender a respirar mesmo quando o silêncio pesa,
de transformar dor em força,
sofrimento em poesia.
Porque até nos dias mais sombrios,
há sempre um modo de florescer.
Texturas e Atmosfera: Sentir a Imagem
A fotografia não captura apenas formas e cores; ela permite sentir o ambiente, perceber a textura dos elementos e experimentar a atmosfera de um instante. Cada superfície, cada detalhe do cenário contribui para a narrativa visual, conferindo profundidade e realismo à imagem.
Tecnicamente, a atenção à iluminação, ao foco e ao contraste é essencial para revelar detalhes e texturas. A escolha de ângulos e distâncias também influencia a percepção tátil e emocional do espectador. Mas mais do que técnica, é sensibilidade: perceber o que transmite a sensação de presença e autenticidade no momento capturado.
Texturas e atmosfera tornam a fotografia viva. Elas permitem que quem observa toque a superfície, sinta o peso, a suavidade ou a aspereza de uma cena, e mergulhe na emoção que ela carrega. Cada detalhe se transforma em ponto de conexão entre a imagem e a experiência humana.
A sensibilidade do fotógrafo transforma simples cenas em experiências sensoriais completas, conectando técnica, emoção e espontaneidade.
Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges
Texto de Introdução/Reflexão: A Experiência da Fotografia
A fotografia não é apenas sobre técnica ou conhecimento; ela é sobre presença, sensibilidade e conexão com o momento. Cada clique é uma escolha, um instante de entrega, uma oportunidade de capturar não apenas o que os olhos veem, mas o que o coração sente.
Ao longo desta série, você encontrará reflexões sobre luz, composição, movimento, cor, narrativa, direção e, acima de tudo, espontaneidade. São textos que unem prática e sensibilidade, conhecimento técnico e olhar poético, mostrando que a essência da fotografia está na experiência, na emoção e na alma que conseguimos revelar através da lente.
Cada imagem é um convite: perceba o instante, sinta o movimento, observe a luz, conecte-se com o assunto. O verdadeiro aprendizado não está apenas nas regras, mas na prática, na percepção e no olhar que se entrega à vida que se desenrola diante da câmera.
Esta série é um convite para explorar, sentir e viver a fotografia de forma completa. Não importa se você está começando ou já tem experiência: cada texto é um passo na descoberta de como capturar o que realmente importa, a essência, a emoção, a espontaneidade que dá alma à imagem.
Espontaneidade: A Alma da Imagem
Às vezes, os dias que já estão ruins ganham um gosto ainda mais amargo.
Eles não avisam, não pedem licença, não perguntam se você está firme o suficiente.
Eles simplesmente chegam, batem na porta como quem já tem a chave e dizem:
— Oi! Já tomei.
Como se pudesse tomar seu ânimo, sua paz, sua força, sua vontade.
E você fica ali, parada, tentando entender em que momento perdeu o controle do próprio dia,
em que segundo tudo virou peso,
em que instante a vida deixou de ser leve para virar esse cansaço que derruba até o que ainda resta de esperança.
Tem dias que chegam assim:
invadindo, atropelando, tomando tudo,
como se fossem donos do seu destino.
E você…
você só tenta respirar no meio do caos,
tentando não afundar de vez dentro do que sente.
Você não está perdida.
Está cansada.
Cansada de ser vista em partes, de ser entendida por fragmentos, de ser tocada só na superfície.
Cansada de quem chega com pressa, promete abrigo, mas só oferece presença pela metade.
Não é confusão, é exaustão emocional.
Não é falta de rumo, é falta de quem fique inteiro.
Porque quando alguém te encontra de verdade, não pede que você se explique o tempo todo.
Permanece. Escuta. Sustenta.
E talvez seja por isso que você tenha parado.
Não para desistir,
mas para não aceitar menos do que merece.
Tem um tipo de silêncio que não é ausência. É exaustão.
É quando a alma percebe que falar já não muda, insistir já não constrói, explicar já não alcança. E então ela recolhe as palavras como quem fecha as janelas antes da chuva.
Há dias em que temos a sensação de que chegamos ao fim da linha. Com você não é diferente. Você também faz parte deste mundo cheio de provas e expiações. E já deve ter passado por um desses dias, e pensado em desistir... No entanto vale a pena resistir... Resista um pouco mais, mesmo que as feridas latejem e que a sua coragem esteja cochilando. Resista mais um pouco mesmo que os pessimistas digam para você parar... Mesmo que sua esperança esteja no fim. Resista mais um momento mesmo que você não possa avistar, ainda, a linha de chegada... mesmo que a insegurança brinque de roda a sua volta. Resista um pouco mais. As dores, por mais amargas, passam... Tudo passa... A ilusão fascina, mas se desvanece... A posse agrada, porém se transfere de mãos... O poder apaixona, entretanto, transita de pessoa. O prazer alegra, todavia é efêmero. A glória terrestre exalta e desaparece. O triunfador de hoje, passa, mais tarde, é vencido.
Além de um olhar
Além de um falar
Além de estar, e não poder tocar;
Além de querer, e não poder ter;
Além das musicas ou dos poemas
Além dos poetas e seus dilemas
Além do carinho que não posso retribuir
Além de querer, muito alem de querer;
Além de caminhar, de contar, de cantar, de estar a passar o tempo;
Além de lembrar e relembrar algo que não preciso ver em
imagem, pois esta dentro;
Além de promessas
Além de nada muito simples, porem não muito anormal;
Além de sentir, e de querer sentir;
Além de um olhar apaixonado numa encenação
Além de um abraço apertado, ou um simples aperto de mão;
Além do que posso sentir
Além de saber que pode ser meu sentimento por você, além.
Uma pessoa que está ansiosa para a guerra não toma cuidado em ver se o oponente também está ansioso ou não. Uma pessoa que está ansiosa para a guerra está cega. Ela nunca olha no inimigo. Ela somente projeta o inimigo. Ela não quer olhar para inimigo – de fato, qualquer um que ela encontre é um inimigo para ela. Ela não precisa ver o inimigo, ela cria, projeta o inimigo. Quando a batalha está enfurecida, os inimigos aparecem na parte externa.
Não importa quantas e idas e vindas você tenha num relacionamento ruim, você pode chamar de destino, de amor de outras vidas, de laço eterno.
Mas a verdade é que quando você é capaz de magoar propositalmente o outro, de trair de mentir, de chantagear. Você já deixou de amar.
A maior de todas as tragédias não é a morte, mas a falta de propósitos na vida.
A lágrima mais amarga derramada sobre túmulos é para palavras que não foram ditas e planos não realizados.
"Estudar não é gasto, é investimento. Aliás, é o melhor, o mais barato e o mais duradouro investimento. Quando você forma alguém, é para sempre. O Brasil vai poder deixar de ser apenas exportador de minério de ferro, de soja e vai virar exportador de conhecimento".
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