Nao sou a Mulher Perfeita sou eu
Sou todas as manifestações de uma substância atuando na captação da realidade através dos sentidos em relação à materialidade do corpo intrinsecamente ligado àquilo que apresenta similaridade ao meu conteúdo interior. E muitas vezes te olho e me vejo. E descubro que te amo porque amo o que contém dentro da forma pela qual nesta jornada, minha Alma veio habitar.
Sou sonhos e angústias! O vírus da sociedade moderna A voz da boca da noite A lágrima dos esquecidos
Sou o sangue do pulso rasgado cultivando poesias! O templo profano... O uivo da filosofia AnarcoSurrealTupiniquim!
Pois bem! Sou como um menino, sentado à beira de um rio, com algumas pedras na mão.
Volto ao tempo de incerteza, de raiva, de medo… Volto a ser aquele que lança as pedras! E me perco do que as recolhe…
Mas o rio não sente dor! O rio não sente nada… apenas segue! E com ele prossegue, tudo aquilo que nele se encontra…
E esse menino indeciso, jogando suas pedras no rio,chateado, fraquejado. Embora ainda não ciente, do momento vivido. Não se importa com o que há de vir…
Apenas peleja em sua mente, a trajetória da pedra, e onde irá cair.
Apenas no momento se encontra e nele se perde...
Livre de razão, do fato predestinado. Livre por escolha… escolha de momento.
Mas as pedras se acabam, e no fundo do rio elas ficam.
E como todo menino, as descarto! E procuro outras no chão… no fim me canso, e o dia termina. Só me vem a lembrança e o remorso. O momento se foi… outro virá?
Talvez! Mas, como adulto novamente, não quero esse novo momento! Só quero resgatar aquele breve tormento, que joguei na razão… mas agora já foi, e no mais se foi...
No meu hoje sou metade
de um passado que foi nosso.
Ando tão sem vontade
de lembrar do que é saudade,
do que eu quero mas não posso.
Querer-te bem
Faz parte
Amar-te bem:
Minha arte
Sentimentos, jeitos, releve
Sou fogo, ela ar
Livre como uma brisa, leve
Fácil de amar
Pois bem! Sou como um menino, sentado à beira de um rio, com algumas pedras na mão.
Volto ao tempo de incerteza, de raiva, de medo… Volto a ser aquele que lança as pedras! E me perco do que as recolhe…
Meus amigos dizem que sou louco, louco por quê? louco por quem?, tu sabe o que é loucura? Estou saindo de mim, perdendo a razão, querendo quebrar a promessa moral que fiz comigo mesmo de não interferir na tua vida, esta esperando eu tomar a iniciativa? então a palavra é reciprocidade.
Sou apenas um sonhador que vive a contemplar o amor sem me importar com a dor! Também sou forte e destemido me sentido desprovido de todo ódio e rancor!
Seu dotô, me ajude.
Por favô.
Descobri que sou claustrofóbico.
E o diagnóstico foi uma prova de calô.
Em Santos, no verão.
No elevadô.
Não passei dô,
Mas pelo amô,
Me ajude a pensar fora da caixa,
Nuns momentos assim.
Faz um laudo pra mim,
Dizendo que não posso mais me trancá,
Em nenhum setô,
Por favô, dotô.
Sem o senhô eles não vão me escutá.
Vão dizer que já que passa,
Que a caixa é massa,
E um bom lugá para morá!
Mas eu não sou daqui, nem sou de lá!
Sou menino criado na cidade
nunca tive uma infância na fazenda
o sertão para mim foi uma lenda
que pairou sobre a minha mocidade.
Conheci o sertão, isto é verdade,
assistindo o cinema brasileiro;
Glauber Rocha me deu esse roteiro
e eu que sou bom aluno fui atrás...
Os chocalhos são sinos matinais
nas dolentes canções do bom vaqueiro.
sou aquilo que imaginei sem saber de nada
agora sou aquilo que aprendeu a imaginar da maneira exata.
Tabula rasa
De nenhuma palavra, sou como uma lousa em branco, a espera de um contraste!
Continuo, e lá perpetuo, nada tenho a fazer, não há como eu mesmo me preencher!
Não há nem mesmo uma maneira de me mexer!
Então somente fico! E na minha mente redijo, o texto que penso escrever.
Embora porém já saiba o quão impossível há de ser…
Somente será preenchido pelo giz de quem sobre mim, descrever!
E nesse impasse interminável, suplico a mim mesmo uma solução…
Mas na fôrma eu estou preso! Condenado, e fadado, a nela permanecer até o fim.
No mais, espero a visão de quem eu busco… E enquanto não vem, faço o que sempre fiz! Sinto pena de mim...
as vezes me pego pensando,
meu cérebro tem 52 ou sou sigmund
“Existem momentos na vida da gente, em que as palavras perdem o sentido ou parecem inúteis e, por mais que a gente pense numa forma de empregá-las, elas parecem não servir. Então a gente não diz, apenas sente.”
Estão ausente de valor de idade
Sejamos 20 0u 30 50 e 70
Sempre teremos o mais números de vezes que achamos que o cérebro não envelhece.
Minha uma Mãe uma vez disse, nunca esqueci: "NOSSO CÉREBRO NUNCA ENVELHECE"
Então se ela falou isso, entendi que nem sempre somos o mesmo, só adquirimos experiência e inteligência, pelo que fazemos, quem quer, claro.
Agora somos o quê????
210 milhões de habitantes, quantos são os indivíduos ou quantos deles regrediu a educação.
Menos inteligência. Menos saber.
Ainda bem que meu cerebro recebe
inúmeros raios de inteligência.
Quando tiver a idade da minha Mãe
quando ela me disse, pasmemm sobre o cerebro.
Vou falar o mesmo, só que com mais inteligência no meu cérebro que nunca envelhece.
E quando eu for velho, para onde vai o meu cérebro que nunca envelhece........
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