Nao sou a Mulher Perfeita sou eu

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Sou do tempo em que "Master" queria dizer "Mestre"; agora é sinônimo de banco que escandalizou o Brasil.


Benê Morais

Sou de uma geração em que os pais e professores eram os verdadeiros influenciadores.


Benê Morais

⁠Sou tão ansioso, que vivo vomitando.

Sou intensidade disfarçada de calma…
quem me sente, nunca esquece.
Helaine Machado

Miau
Miau… sou gatinha folgosa,
gosto de brincar com o perigo no olhar,
chego leve, quase inocente…
mas sei exatamente onde tocar.
Faço teu fôlego fugir devagar,
no ritmo que eu quiser conduzir,
porque quem domina o próprio jogo
não precisa pedir — faz sentir.
Tenho charme que envolve,
um jeito livre de ser,
sou doce quando eu quero…
e fogo quando deixo acontecer.
Não me prendo, não me escondo,
sou dona do meu calor,
se entro na tua história
é pra marcar com intensidade e cor.
Assinado em pele e desejo,
sem medo de me revelar:
Helaine Machado —
pra sentir… e nunca mais esquecer de lembrar.
Helaine machado

Sou vento, sou sombra, sou chama acesa,
sou o que fica e o que se desfaz,
um enigma que aprende com a própria incerteza
a ser inteiro…
Assim mesmo, encontro
Paz.

“Sou viciado(a), na minha própria vibe. Quero buscar o impossível, vejo Deus em tudo. No meu mundo, tudo é bênção e tudo tem propósito.”
@Suedson_Corey

Sou o vagante passageiro nas linha da ilusão sou apenas palavras num mundo caótico.

Sou grata por tudo, por todo o amor e por todo o cuidado. Que o Senhor me direcione no caminho certo, com novas escolhas e atitudes. Ajude-me a me tornar uma pessoa melhor, principalmente a orar do jeito certo, a reagir do jeito certo, e que me dê muita sabedoria. Quando tudo estiver errado, corrija-me, ensine-me o jeito certo. Quando eu estiver aflita, acalme o meu coração, porque o Senhor me conhece desde o ventre da minha mãe e sabe tudo de que preciso, mesmo sem eu precisar dizer. Quando algo que desejo não sair como esperado, que Tu, Deus, não me deixes desanimar diante das dificuldades.

Sou o sentinela e o prisioneiro de uma guerra que nunca cessa. No tribunal noturno da mente, cada lembrança esquecida retorna como testemunha hostil, expondo minhas feridas com uma precisão cruel. O silêncio, esse juiz disfarçado de paz, sentencia-me a reviver o que tentei enterrar. Quando os pensamentos se libertam, tornam-se lâminas: cortam sem aviso, rasgam o que o tempo tentou cicatrizar. A sombra, paciente, estende sua mão, prometendo descanso em troca da rendição. Mas há em mim uma centelha teimosa, um lampejo que recusa a dissolução. Assim sigo, numa vigília interminável, onde a lucidez é tanto escudo quanto lâmina. Cada instante é um duelo, e cada suspiro, um veredito suspenso entre a luz que sangra e a escuridão que observa.

Quando me detenho sob o vasto e silencioso palco do universo, a paisagem se dissolve e sou forçado a reconhecer uma caligrafia divina em cada detalhe fugaz, desde a intrincada geometria de um floco de neve até o ritmo imutável das marés oceânicas, o firmamento, em seu silêncio estelar, não é mudo, mas um arauto de uma inteligência que transcende a minha compreensão, e essa sinfonia cósmica, tecida em leis físicas inquebráveis, ressoa como um testemunho inegável da Tua soberania absoluta. Não é apenas grandeza, mas uma perfeição tão avassaladora que anula qualquer dúvida sobre a fonte de toda a existência.

A criança que fui e o homem que sou trocam bilhetes na madrugada. Um pede coragem, como quem pede socorro. O outro devolve silêncio, rabiscos, mapas inúteis de resignação. Às vezes, contra a própria vontade, sobem no mesmo trem. Não sabem por quê. Descendem em estações sem nome, onde a surpresa não consola, apenas prova, cruelmente, que ainda se está vivo.⁠

Às vezes penso que sou ilha e ponte ao mesmo tempo. Isolado, construo travessias para quem está perto. Há dias em que não quero ponte alguma. Outros, sou inteiro de tal modo que abraço o mar. E nessas variações, descubro meu próprio ritmo.

Sou incapaz de navegar no raso. Se amo, desmorono, se sofro, submerjo, se escrevo, transbordo o que a carne não suporta.

Sou o único sobrevivente das minhas próprias emboscadas mentais, e o cansaço dessa vigília é o que me define.

Sou um mosaico de tentativas imperfeitas. Nenhuma foi o bastante, mas todas foram entregues com a honestidade de quem tentou.

Sou confidente da madrugada, ela é a única que aceita minhas versões sem filtros, meus colapsos e minhas confissões inconfessáveis.

Sou um colecionador de perguntas sem respostas. Continuo indagando porque o silêncio total seria o início da minha rendição.

Sou o resultado de mil falhas honestas, nenhuma foi covardia, todas foram passos em falso de quem buscava a luz.

A folha de papel é o único tribunal onde sou inocente, onde posso desabar sem julgamentos e ser fraco sem ser corrigido.