Nao sou a Mulher Perfeita sou eu
Eu vou seguir...
Vou como o rio, que não para por um obstáculo qualquer...
Vou como o dia, que, mesmo com sol ou chuva, transcorre em seu tempo...
Vou como a flecha, que, após ser lançada, não retorna para o ponto de partida...
Vou como uma estrela cadente, que, ao se desprender no espaço, segue sua rota sem que nada interrompa sua jornada...
Vou como alguém que não tem tempo a perder, pois a vida nos reserva muitas surpresas, e compreendendo o que nos entristece, abrimos espaço para viver o que pode nos alegrar!
Vou dessa forma! Constante! Confiante!
Acreditando sempre que no final de alguma coisa, sempre marca o início de outra!
E assim eu vou! Certo de que amanhã tudo pode mudar, ou não!
Mas seja qual for a direção a seguir, seguirei!
Pois parado não vou ficar! E eu posso fazer acontecer!
Pois tenho todas as ferramentas necessárias e sei como usá-las.
Eu sei que momentos não duram para sempre.. Dias perfeitos acaba a meia noite. Não sei bem o que é eterno...
Só sei que lembranças..... São nelas que eu penso toda vez em todas as noites até o amanhecer junto com todos os meus sonhos.
Não serão sempre as mesmas que eu vou pensar, mas eu sei que eternamente em algum lugar elas estarão lá.
É por isso que pessoas e dias perfeitos são eternos, por mais que estejam distantes de um dia voltar
Então eu não vou desistir
Não, não vou sucumbir
Quando você menos espera a vida dá voltas
E eu vou ser forte
Mesmo que tudo dê errado
Quando eu ficar no escuro
Eu ainda vou acreditar
Alguém está olhando por mim
É que eu amo você e o amor tem dessas coisas ainda que você não queira você vai continuar o sentindo , algumas vezes com menos intensidadee maais ele continua lá em algum canto em vc intacto idependente do que aconteça .
Eu penso que as pessoas que desejam mal ao próximo, não sabem o que é, nem tão pouco para que serve um bumerangue !
eu odeio ser sua ultima opção
odeio vc só conversar comigo,pois não tem outra pessoa
odeio a sua percepção irônica que você tem sobre mim
mas eu amo quando você me chama de bebe,mesmo sendo da boca pra fora
amo quando você diz que gosta de me irritar
eu não quero te ver triste
eu só queria ser diferente pra você
odeio ser a pessoa com quem você não se abre
odeio as coisas que você gosta
odeio seus amigos
odeio passar a impressão errada pra você
eu queria falar 24 horas c você
queria ser o que você tem de mais especial
odeio quando você começa a cantar suas músicas idiotas
odeio quando você me faz de bobo
odeio quando você da suas desculpas
odeio seu gosto musical
odeio suas mentiras
eu tenho todos os motivos do mundo pra te odiar
mas,mesmo assim eu gosto de você
Se eu não for um pouco egoísta as pessoas passam por cima. Eu te amo e te quero só pra mim, é egoísmo sim.
Hoje quando acordei eu decidi não vou sofrer, mais não.
Eu não tenho medo de perder o meu coração pra você.
Tantos dias sofri sem saber o porquê.
Eu quero ver flores no campo.
Os raios do sol.
Eu quero que passem as nuvens negras.
Eu quero você nos meus olhos na luz da manhã.
Eu quero o reflexo do nosso amor.
Hoje quando acordei eu prometi quero viver mais.
Já te olho sem ter que sofrer pra me entregar a você.
Tantos dias perdi sem saber o porquê.
Eu quero ver flores no campo.
Os raios do sol.
Eu quero que passem as nuvens negras;
Eu quero você nos meus olhos na luz da manhã.
Eu quero o reflexo do nosso amor.
Eu te quero como tem que ser.
Eu te espero não vou mais sofrer.
Eu te quero como tem que ser.
Tantos dias eu perdi.
Tantas noites sem saber o porquê.
Os meus olhos dormentes exalavam o medo de amar novamente. Eu somente existia e não me era válido crer que alguém pudesse amar-me, assim como tu me amas.
Você ta pensando que o amor é fácil ? Pois eu te digo que não é, pra amar temos que superar obstáculos e temos que saber perder, porque ai quando você ganhar, vai saber dar valor na sua vitória ! “
Eu sabia que terminaríamos, eu sabia que era uma viagem sem destino, sabia desde o início e não sabia, não sabia que doeria tanto, que era tanto, que era muito mais do que se pode saber, ninguém pode saber um amor, entender um amor, tanto que terminou sem muito discurso, foi uma noite em que você quase pediu, me deixe. Ora, pra que me enganar: você realmente pediu, sem pronunciar palavra, você vinha pedindo, me deixe, olhe o jeito que te trato, repare em como não te quero mais, me deixe, e eu, de repente, naquela noite que poderia ter sido amena, me vi desistindo de um jantar e de nós dois em menos de dez minutos, a decisão mais rápida da minha vida, e a mais longa, começou a ser amadurecida desde o dia em que falei com você pela primeira vez, desde uma tarde em que ainda nem tínhamos iniciado nada e eu já amadurecia o fim, e assim foi durante os dois anos em que estivemos tão juntos e tão separados, eu em constante estado de paixão e luto, me preparando para o amor e a dor ao mesmo tempo, achando que isso era maturidade. Que idiota eu sou, o que é que amadureci?
Nada, nem a mim mesma, jamais deixei de ter 10 anos, nem quando tive 30, nem quando fiz 40. Nunca tive idade, ela de nada me serviu, ser lúcida sempre foi apenas uma maneira de parecer elegante, uma estratégia para a convivência. Você lembra como eu chorei aquela noite, lembra do fim, você não pode ter esquecido aquela cena, entramos em casa sem acender as luzes, você olhando para fora da janela enquanto eu derramava toda a minha frustração e meu desespero, como se a culpa fosse minha e não sua, ou fosse sua e não minha, como se existisse culpa para o término de um relacionamento que simplesmente não tinha mais combustível, nem mais estrada. Faz quanto tempo desde aquela cena? Eu consigo enxergá-la por vários ângulos, vejo você de costas pra mim, parecia um soldado, tão ereto, em vigília de si mesmo, querendo saltar do terceiro andar, sair sem precisar passar pela porta, sem passar pelo adeus, e eu, curvada, amparada em algum móvel, demolida, e então, na cena seguinte, nós de frente um para o outro, mas com as cabeças abaixadas, você não queria ver meu rosto, e eu estava espantada com o seu, tão sereno, aliviado, quanto tempo faz, 15 minutos, vinte minutos desde que você saiu aqui de casa? Eu ainda estava quieta agora há pouco, eu ainda estava sem pensar e sem sentir, de repente me deu uma calma, nenhuma desgraça aconteceu, você desceu pelas escadas, eu fechei a porta do apartamento e não chorei mais, eu vi pela janela o seu carro saindo da garagem e não chorei, eu fui para o banheiro escovar os dentes, acho que escovei os dentes, não lembro, e botei uma camisola e fui pra cama e não chorei, não pensei, não senti, não chorei, entendi, não entendi, não pensei, não sei, acho que dormi.
Você não ligaria no dia seguinte, era domingo, fui até a cozinha lavar a louça, mas não havia louça para lavar, o combinado era jantarmos fora na noite anterior, não jantamos, ninguém se alimentou, quanto tempo faz desde aquela noite, parece um século, foi ontem. Decidi seguir a rotina: o que eu fazia aos domingos de manhã? Eu caminhava, eu ia ao parque, então caminharei, mas falta você, coloquei o tênis, saí a pé de casa, falta você e não falta, o estrondo está diminuindo, o barulho cessou, será que eu já percebo o acidente? Dou uma volta no parque, duas voltas, três voltas, você não virá aqui me ver? Volto. Telefono pra minha mãe, não telefono pra você, conto pra ela que acabamos, meu relato é muito coerente, ela lamenta mais ou menos, já ouviu eu contar essa história antes, somos reincidentes em finais, mas agora é pra valer, quem me acredita? Eu não me acredito, mas agora não te quero mesmo, e eu já ouvi isso antes, de você, de mim, agora não tem mais volta – dei tantas voltas no parque, é tão ridículo caminhar pra lugar nenhum, para quem vou ficar magra e saudável? E voltei a dizer: não, mãe, acabou de verdade, e pela primeira vez reparei em minha voz tremida, pela primeira vez naquele domingo eu fraquejei, as palavras saíram entrecortadas, eu catava as sílabas que me fugiam, e ela do outro lado da linha fingia que não doía nela também.
Liguei o computador, escrevi, que é como organizo meu pensamento, escrevi e parecia que eu estava ditando a mim mesma um texto requentado, agora acabou, agora é comigo, sei que vou conseguir, tenho meus motivos, e me dei várias explicações, tentei me convencer, eu estava tão racional, tão genial, eu quase consegui, e não almocei, zanzei pela casa, tomei um banho, troquei de roupa, tirei suas fotos dos porta-retratos e desabei pela segunda vez, a primeira sem que você testemunhasse.
Guardei na gaveta aquela fotografia em que você estava de boné, parecia um garoto, me agarrando pela cintura. Guardei todas. Aquela outra, nós dois, eu de novo enlaçada por você. E uma de você sozinho, um flagrante, você não percebeu, bati a foto enquanto você lia o jornal, tão lindo, você era tão lindo, você ainda é o mesmo homem depois de ontem, o mesmo homem sem mim? Eu me olho no espelho e não me enxergo, não sou mais a mesma, perdi a identidade. Tirar suas fotos de vista me pareceu uma providência curativa, agora você não o verá mais, querida, vai esquecê-lo mais rápido, como somos inocentes. E eu lá quero esquecê-lo? Sua presença ainda está tão quente dentro desse apartamento, o colchão ainda está meio afundado do lado em que você dormia.
Não sei se as pessoas choram de forma diferente umas das outras, eu choro contraída, como se alguém estivesse perfurando minha alma com uma lâmina enferrujada, choro como quem implora, pare, não posso mais suportar, mas o insuportável é uma medida que nunca tem limite, eu chorei no domingo, na segunda, na terça, em várias partes do dia e da noite, um choro de quem pede clemência, de quem está sendo confrontado com a morte, eu estava abandonando uma vida que não teria mais, eu sofria minha própria despedida, morte e parto, eu tinha que renascer e não queria, não quero, sinto que caí num vácuo, perdi a parte boa da minha história, e não quero outra, enquanto choro penso que se alguém me visse chorar dessa maneira me salvaria, prestaria socorro, chamaria uma ambulância, eu nunca vi você chorar, você alguma vez chorou por mim, você sofre a minha ausência, sente minha falta? Estar sozinha nessa aflição me condói de mim mesma, é o labirinto do inferno, não há saída, não há saída, você não está me esperando lá fora, nem hoje, nem amanhã, você não vai fazer nenhum gesto para me resgatar, e se fizesse, eu não estenderia minha mão, e é isso que me faz descrer de tudo, eu sei que acabou, eu estava infeliz ao seu lado, eu estou infeliz sem você, mentira, eu era feliz ao seu lado, e nem sei se a palavra é essa, feliz. Felicidade é um resumo fácil, uma preguiça de investigar o muito mais que nos ergue diariamente, na época era o que me bastava, eu sabia onde estava e com quem, eu não estou infeliz, eu só estou perdida e não consigo mandar nenhum S.O.S., ninguém sabe onde estou, largaram meu corpo em cima dessa cama e ninguém me procura.
Choro, choro muito, choro agora feito uma guitarra dedilhada por um bêbado, sinto uma piedade inconsolável de mim, de tanto que recordo o quanto te quis e o quanto te admirei por amares a mim, era paixão inveterada, paixão de doer, paixão de não dar certo mesmo, paixão de perder o tino, e perdi por completo, hoje tento compreender duas ou três frases e nem isso me cabe, ficou tudo sem lógica, eu que prezo tanto a lógica, não entendo mais nada, mergulhei no escuro da minha perplexidade, você era meu até bem pouco tempo, mas vou sair dessa, veja, já estou enxugando as lágrimas, procurando meu celular para fazer uma ligação qualquer, esses compromissos que a gente inventa para fingir que a vida continua. Marquei hora no cabeleireiro sem ter motivo algum pra ficar bonita.
Não consigo mais ser uma pessoa comum, dessas que conseguem ver uma novela sem se afligir e que dirigem prestando atenção apenas nos sinais de trânsito, agora eu só assisto à tevê com o controle remoto na mão para que eu possa trocar de canal a qualquer indício de que virá cena de beijo, não consigo ver um homem e uma mulher se amando, é como se fosse uma agressão pessoal, vamos massacrar essa coitada, vamos fazê-la lembrar, mas não, eu não fico lembrando de nós dois, é muito mais torturante que isso, eu fico imaginando você com outra mulher, você beijando outra mulher, e isso me dá uma náusea que quase me faz desmaiar, fico em posição fetal, eu penso que vou ficar louca, como se já não estivesse, eu não posso ver uma foto de mulher bonita que já imagino o quanto você vai se interessar por ela, e vai desejá-la, eu passei a ter ódio de todas as mulheres que cruzam seu caminho, meu caminho. E no trânsito, eu só tenho olhos para as placas dos carros que são da mesma cor e marca que o seu, e quando um se aproxima eu rogo a Deus para que não seja você, e ao mesmo tempo quero que seja, e às vezes consigo não olhar, me sinto tão valente, consigo por minutos olhar só em frente, não reparo em nenhum veículo a minha volta, é como se estivesse sozinha na avenida, e é nessas horas que corro o risco de bater, eu acelero sem perceber e depois freio muito em cima dos outros carros, eu saio da minha pista sem sinalizar, eu esqueço pra onde estou indo, eu vejo você caminhando pelas calçadas e não é você, de repente todos os homens do mundo ficaram idênticos a você, e eu ainda não me envolvi num acidente por um triz, ou talvez já esteja mais do que acidentada para ainda ter que enfrentar essa dor na carne, de verdade, sem ser apenas uma metáfora. Evito olhar os casais de namorados nas paradas de ônibus, e tem um painel publicitário em que um homem olha para uma loira com um desejo tão escancarado que me retorço e choro só de imaginar você olhando assim para outra mulher, e eu sei que você está, ninguém precisa me contar, eu sei como é que você se cura, se trata, você não chora nem lamenta, você volta pra rua, você vai atrás de todas as mulheres nuas feito um vira-lata, você está olhando nesse instante para outra mulher, está entrando nela, dizendo a ela como ela é gostosa, você está me matando dentro de você, e eu morro a quilômetros de distância, a sós comigo mesma, você transa com outra e me mata, você goza e me mata mais um pouco, você dorme e me deixa insone pra sempre, eu sei que não vai ser pra sempre, mas eu não enxergo o dia de amanhã, hoje eu só estou acordada pro eterno desse pesadelo, você era meu, droga, exclusivamente meu até dias atrás, meu como esse sofrimento.
Com o tempo talvez eu vá embora, porém, peço
que não chore, não deixe escorrer pelo rosto
lágrimas de tristeza. Sorria mesmo que isso pareça
dificil, na verdade, sorrir é o que os
sensatos fariam nessa situação.
Com o tempo você descobrirá, o quanto era
bom tudo que eu tentava mostrar-te, contudo, você sempre
tão nas nuvens, não percebia. Não percebia que apenas,
o que de eu tentava fazer, era com que você me amasse
do fundo do coração.
Palavras não eram, e ainda não são, apenas disfarces,
disfarces de desaforos, desabafos e desilusão, desilusão
com atitudes e escolhas que pareciam erradas, mais
erradas mesmos eram as conclusões que eram tomadas.
Com o tempo, talvez, eu não tenha mais tempo,
de bajular e galantear, talvez eu não tenha mais tempo
a perder. Talvez eu não tenha mais forças, talvez eu não
tenha mais esperanças, de que um dia algo de bom possa
ainda acontecer.
Quando, com o tempo, eu for embora, de verdade,
quero que você se acabe de chorar, pois seria muita ignôrancia,
de novo, desprezar oportunidades tão raras, de poder
ser feliz. Apenas porque acha que deve seguir suas intuições
naturais, e nem sabe de verdade que não há nada de
natural em se amar alguém.
Roubo implica propriedade e não se pode roubar do governo, digamos que eu só recuperei o que era nosso.
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