Nao sou a Mulher Perfeita sou eu

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Vulcão da Alma

Sou o fogo que arde sem se ver,

A entrega que não conhece hesitar.

No meu peito, um vulcão a renascer,

Um amor que é mistério e me faz sonhar.



Sou a flor que desabrocha ao sol,

A pele que sente o vento passar.

Intensidade em cada olhar,

Um sonho que não para de voar.



No limite, onde tudo se revela,

Meu coração pulsa em compasso sem fim.

Paz que acalma, paixão que incendeia,

Um universo inteiro dentro de mim.



Romântica, inconsequente, a sonhar

A imaginação me leva além.

Se é extremo, é lá que vou amar

Pois, ao seu lado, sempre vou estar.

Sou um navegante
Minha vida é no mar
Solitário e errante
Meu destino é desbravar
Não tenho medo dos riscos,
Desafio todos e quaisquer perigos
Desejando o mundo conquistar.


Numa dessas viagens
A vida me pregou uma peça
Destacando-se naquela paisagem
Estava uma formosa donzela
E seu olhar o meu encontrou
Por um momento, meu coração pulsou
Mas infelizmente, estava apenas de passagem


Ainda que eu tivesse toda a riqueza
Do mundo, o louvor, a glória,
Ainda que juntasse títulos de nobreza
E tivesse um lugar reservado na História
Se me faltasse teu sorriso para me guiar
E sem a luz do teu lindo olhar,
Seria vã minha vitória.

Não sou nenhum oráculo, mas está na cara que isto não vai dar certo.

SUBSTITUÍVEL

Sou o que serve até não servir.
Sou o que vale até não valer.
Sou o que fica até alguém vir
E mostrar como se deve fazer.

Não sou nome, sou número.
Não sou rosto, sou função.
Sou o espaço entre o lucro
E a próxima demissão.

Não há legado no que faço,
Nem lembrança no que fui.
Só há o rastro do fracasso
E o silêncio que me inclui.




Jerónimo Cesarina

"Não sou a favor da igualdade de direitos entre homens e mulheres. É preciso que elas tenham mais direitos!"

​"Não é sorte, é vício e disciplina. Sou inquebrável porque sou viciado em vencer a dor e o desconforto, um gole de café puro todas as manhã é o primeiro desconforto vencido."

Que vontade é essa de ser o que ainda não sou?
Que desejo é esse de estar onde ainda não estou?


Que ansiedade é essa de um lugar para qual eu vou?
Que desejo é esse de conhecer o destino que aqui me levou?


Que vontade é essa de alcançar o infinito?
Que desejo é esse de encontrar-se com o Bendito?


Que vontade é essa de reter as águas que correm pelas mãos?
Que desejo é esse de não aceitar da vida os Nãos?


Que vontade é essa de correr para além do horizonte?
Que desejo é esse de rever os que estão já tão longe?


Que vontade é essa de voltar o tempo?
Que desejo é esse de alcançar o vento?


Que vontade é essa de explicar a tudo?
Que desejo é esse de fugir do luto?


Que vontade é essa de não ser o que hoje sou?
Que saudade é essa por tudo que o tempo levou?


Que vontade é essa de Te fazer tantas indagações?
Que desejo é esse de cruzar as constelações?


Que vontade é essa de tocar Tuas vestes?
Que desejo tenho pelos campos celestes?


Que vontade é essa de conhecer universos distantes?
Que desejo é esse de eternizar momentos marcantes?


Que vontade é essa de pisar no teu sagrado monte?
Que desejo é esse de beber mais da Tua infinita fonte?


Em meio às muitas perguntas nesta efêmera vida
Quando tudo parece esvair-se tal qual fumaça
Meu coração se enche de uma gratidão devida
Desejoso sempre da Tua infindável Graça.


E como um incansável caminhante e eterno peregrino
Desejo que Tu seles, bondosamente, o meu derradeiro destino

sou uma ateu cheia de fé, porque para Deus não importa a religião, pois todas levam ao criador, ele não ama pelo oque você fez ele ama pelo que você é, mesmo errando ele perdoa, e essa é a forma mais linda de demonstrar amor, perdoando.

Ataques não me corrompem, sou iluminado, não acredito em falsas promessas.


@Godangio

" Não faço do trauma minha identidade!


Pois sou mais que a soma de minhas cicatrizes


E embora meus demônios ainda me cerquem


Sou o campo de batalha das minhas próprias feridas, onde a dor se dissipa antes de ser externalizada."






Frases: Karina Cardoso Maia Cruz

Não Sou Mais a Mesma Água




Por Ederson Cláudio Pereira de Barros




Hoje sou água, calma e transparente,

correndo entre pedras e raízes.

Mas, para alcançar o céu,

preciso deixar para trás essa forma serena.




Aqueço-me ao sol, evaporo silenciosamente,

e subo leve, em mil pequenas gotículas invisíveis.




Lá no alto, entre nuvens e ventos frios,

transformo-me novamente:

condenso-me, viro gelo,

cristal delicado suspenso no ar.




Quando o peso me chama de volta,

despeço-me do céu em forma de chuva.

Caio sobre a terra, sobre folhas, telhados,

rios — e reencontro meu estado líquido.




Volto à forma original, sim…

Mas entenda: já não sou mais a mesma água.




Carrego em mim o caminho percorrido,

as alturas que toquei,

os ciclos que vivi.

Não tenho que passar boa impressão pra ninguém, não sou impressora.

SPECTRUM

Já não me reconheço,

Porém, sei bem o que sou,

O que vejo, o que tornou

-se meu Eu: tão avesso!




Volto sempre ao começo

De uma estrada sem fim,

Que se perde dentro de mim...

Aonde vou!? Sempre esqueço.

Não sou de outro planeta.
Sou apenas de um mundo onde a verdade não se mascara,
e onde as perguntas valem mais do que as respostas prontas.

Sensação horrível por estar deste lado da moeda. Não me vitimizo. Reconheço o meu erro e sou homem suficiente para assumi-lo.

Errei com quem não deveria ter errado. Agora, espero a decisão do destino para saber se sou digno de redenção... Apenas espero que você possa me perdoar um dia.

Sou temporária, passageira, não permaneço e não me demoro onde não sou bem-vinda, onde minha alma não se sente em paz e onde meu coração não é verdadeiro. Sou como arco-íris — passo depois da tempestade, deixo cor por onde fui, e sigo leve, sem precisar permanecer. Onde a essência se perde, o riso silencia e o sentir já não floresce, eu sigo meu caminho, leve e livre, espalhando luz e cores pelo mundo.

Sou uma pessoa extremamente sensível sim, e isto não me faz pior nem melhor do que outros.

Sou inteira
não há fronteira
entre a vida pessoal e o trabalho.


O tempo me pede cuidado:
distinguir o urgente
do importante.


Pergunto a mim mesma:
até onde quero ir
ao custo do esgotamento?


De que vale consumir mais,
se o preço
é a saúde ou a sanidade?


Antes que a natureza imponha sua resposta,
preciso aprender
a impor a minha.

Que de mim emane!


Que de mim emane,
não o reflexo dos outros,
mas a centelha do que sou.


Mesmo que venha o viés,
que eu emane coerência —
pois coerência é o abrigo
dos que ainda creem na verdade.


Se houver confusão,
que eu emane clareza;
não a clareza dos que explicam,
mas a dos que compreendem.


Se houver divergência,
que eu emane convergência;
não por desejo de consenso,
mas por amor ao encontro.


Se me impuserem a arbitrariedade,
que eu emane colaboração;
porque o poder que se impõe
é pequeno diante do gesto que partilha.


Se eu vir a injustiça,
que eu emane ética —
mesmo que doa,
mesmo que me isole,
mesmo que me cale.


E se o mundo se encerrar no próprio umbigo,
que eu ainda emane comunhão.


Que assim eu emane,
ainda que nada volte.
Pois quem emana o bem
não o faz por retorno —
mas porque já o habita.

Sou capaz de ensinar coisas que nem aprendi.
Sou capaz de pedir perdão pelo que não fiz.
Mas não sou capaz de achar justo pagar por erros que não cometi⁠.
Me recuso ao machado que insiste em cortar minha raiz.