Nao sou a Mulher Perfeita sou eu
"Os jovens podem se alimentar do que gostam, os idosos só devem se alimentar do que não prejudicam a saúde" Ademar de Borba
"Deus não nos chama para o repouso da autossuficiência, mas para a dinâmica do serviço. A nossa prontidão em agir com o pouco que temos é o que convida o Mestre a realizar o impossível."
Não celebro nada antes da vitória!
O processo tem que ter foco para poder ter uma conclusão de sucesso!
O ABISMO COMO CONSCIÊNCIA E CONDENAÇÃO À LIBERDADE.
O abismo não é um lugar. É uma condição. Não se trata de um espaço onde se cai, mas de uma verdade diante da qual se desperta.
O teu sonho, nessa leitura, não é simbólico no sentido comum. Ele é existencial em sua raiz mais profunda. Revela a própria estrutura do ser humano enquanto consciência. O homem surge no mundo sem essência prévia. Não há natureza fixa. Não há destino traçado. Há apenas a existência em seu estado bruto. E essa existência carrega consigo um vazio inevitável. Um nada silencioso que habita o centro da consciência.
Esse nada é o teu abismo.
Não como destruição, mas como liberdade absoluta. Porque, ao não seres determinado por nada anterior, estás condenado a escolher. A cada instante. A cada gesto. A cada pensamento. Essa liberdade radical não é leve. Ela pesa. Ela inquieta. Trata-se de uma angústia que não nasce do perigo concreto, mas da percepção vertiginosa das possibilidades infinitas de ser.
Sonhar com o abismo, nesse contexto, é perceber que não há um solo essencial que te sustente. Não há uma identidade fixa que te defina antes de agir. És tu quem te constrói. E essa construção se dá sem garantias, sem absolutos, sem um fundamento externo que te isente da responsabilidade.
Há uma imagem que ilustra essa condição com rigor. Um homem diante de um precipício não teme apenas a queda. Ele teme a possibilidade de lançar-se. Esse é o verdadeiro abismo. A consciência de que o ato depende unicamente de si. De que nada o impede, exceto a própria decisão.
Assim, o teu sonho não denuncia fragilidade. Ele denuncia lucidez. É o instante em que a consciência se percebe livre e, ao mesmo tempo, exposta. Sem desculpas. Sem subterfúgios. Sem um roteiro previamente escrito.
Há, contudo, um risco silencioso. Fugir desse abismo interior é viver em dissimulação. É criar máscaras, papéis rígidos, justificativas artificiais para escapar da liberdade. É fingir ser algo fixo para não enfrentar o peso de escolher continuamente.
Encarar o abismo, portanto, é um ato de autenticidade. É aceitar que não há essência anterior que te determine. Que és projeto. Que és construção contínua. Que és, a cada instante, aquilo que decides ser.
Teu sonho não anuncia uma queda. Ele revela uma condição. Uma convocação silenciosa à responsabilidade integral de existir.
E no centro desse silêncio, há uma pergunta que não pode ser evitada.
O que farás com a liberdade que te constitui como um abismo sem fundo.
Tão linda está, não esperava vê-la aqui, apesar dos anos, ouço essa música e lembro de nós; “tanto tempo sem você e a música adivinha onde vamos estar”; a música que você ama, você não mudou, teu olhar brilha; “… Eu esqueci você, as coisas mudaram”; tá escrito nas bochechas coradas que não esqueceu; “você contínua o chato de sempre, não fecha a boca”; quer tanto o meu silêncio, mas fala tão perto?; “é teu nariz que encosta no meu”; você ainda usa o perfume, aquele que eu te dei; “eu odeio você, só com você sinto meu coração tão bem”; como no começo, você só olha para minha boca.
“Após anos e sua mão na minha: e me sinto tão segura”; o tempo não mudou o coração e você ainda pode me ouvir no silêncio; “desde sempre, você sempre soube o que eu quero”; você sempre me disse tudo no olhar e tudo dizemos no coração; “eu digo que esqueci, que odeio você, mas só com você, eu quero abraçar e não soltar”; só com você eu amo tanto, que sinto medo e quero tanto você para sempre do meu lado; “lembra o primeiro beijo, a primeira flor que colocou em meu cabelo? Sinto você, a cada flor que sinto o cheiro.”
Com você eu viro beija-flor, você sempre será minha flor e como amo, sentir tua pele em cada toque teu; “teu lábio tocando o meu, como o pousar de um beija-flor na tua flor me faz tão especial”; eu queria tanto parar o tempo para beijar você, por toda minha vida e minha vida ser você; “em cada ausência sua, eu vou te amar mais e mais e sempre será assim, meu coração só seu”; me perdoa, não ser capaz de mudar o destino e fazer você minha, você é tudo para mim e sempre vai ser minha vida; “se amar é perdoar, não há nada que eu não posso perdoar, és minha vida além da vida.”
Nas relações não observáveis: há uma dor isenta de ódio, dor que não é lógica, dor que sentimos e na tua beleza há desejamos; até quando a dor será dor? Mesmo quando há saudade, será mesmo dor? Quanto tempo até perceber que há beleza na dor do amor? A dor que é amor, sente saudade e deseja a beleza que há na dor, mas parece, que você menti pra você, e quis esquecer, o que não se esquece; até tentou se curar dessa dor, mas não há dor, há o amor que chamou de dor;
Além de não saber como fazer para a lógica compreender e sem perceber que o amor não leva lógica; vou dizer que a dor sem ódio, não requer cura, mas aceitação e gratidão; se quiser, chore pela saudade, descreva teu amor, mas não trate tua dor, como se fosse ódio; pare o observável; perceba o não observável: deixe florescer a dor que é amor, sinta a saudade; se permita sentir, mesmo que chore, deixe sorrir: é a dor mais bela que você pode sentir; uma dor sendo o amor mais especial dê seu viver.
Eu vivi isso, senti as relações não observáveis e me fiz poeta pelo sentir; eu descrevi meu mais profundo conhecer e vi minha vulnerabilidade em relações não observáveis; onde o amor se mistura na saudade e parece dor, mas não é dor; eu não vi, como tantos tentam ver, eu pude sentir e pude na minha vulnerabilidade: apenas aceitar uma dor que me fez poeta do amor sem dor e me tem saudade que não é ódio: mas apenas amor, por quem não volta mais para mim: e me fez abraçar a gratidão de minha eterna saudade.
Não é sobre a quantidade de livros lidos, mas sobre o quanto cada um deles foi capaz de transformar você.
Sfj,reflexões
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