Nao sou a Mulher Perfeita sou eu

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Caixa que respira, isso tudo já elimina a vergonha
Anjo, padre, calcinha
Eu tenho referências estranhas para minha vida morna
Ainda morna
Folha de pavão
Pena de pavão
Não sinto vontade de ficar de pé
É estranho a desistência proto-exponencial
Falas difíceis, falas difíceis em potes


Socorro


Viva antes da vida e não morra antes da morte.

Espelho, espelho meu, existe um ateu mais crente do que eu?

⁠Sabe, quando eu era criança, acreditava em tantas coisas mágicas: Papai Noel, Coelhinho da Páscoa, contos de fadas... Tudo parecia possível, tudo era cheio de encanto. Mas aí a gente cresce, e a vida começa a nos dizer que é besteira acreditar nessas coisas, que precisamos ser mais “pé no chão”. Só que, honestamente? Eu não consigo ser assim.
Eu ainda acredito em clichês. Ainda me pego sonhando com finais felizes, ainda choro em filmes românticos, ainda acho lindo quando vejo um pedido de casamento. E, às vezes, isso me faz sentir meio bobo, como se o mundo dissesse que eu deveria ser mais duro, mais cético. Mas por que eu deveria? O que há de errado em querer enxergar a beleza e o amor nas pequenas coisas?
A vida já é cheia de momentos difíceis, de dores e decepções. Então, se acreditar no amor, nos finais felizes, ou até mesmo em um pouco de magia torna tudo mais leve, por que eu abriria mão disso? Talvez seja isso que ainda mantém viva aquela criança dentro de mim, aquela que nunca deixou de sonhar. A magia não está lá fora, está dentro de nós, e eu ainda escolho mantê-la viva.

“Eu descobri que algumas certezas envelhecem antes de nós, e quando finalmente percebemos, já estamos defendendo algo em que deixamos de acreditar.”

“Há coisas que eu só compreendi depois de deixá-las para trás, porque certas verdades fazem barulho demais quando ainda estamos vivendo dentro delas.”

Lá vou eu, rindo e chorando, nestes vales de lágrimas, tristes e amargurados, tentando levar a vida como Deus e o Diabo querem. Mas a vida tem destas coisas. Assim, debaixo do céu e por cima do chão, vou levando a vida aos chutes e pontapés, vou enfrentando o salão, dançando o samba que a vida vai tocando para mim em cada raiar do sol.

A minha incapacidade de tocar a tua alma, faz com que eu procure estar mais perto do teu coração.

Sabe o que eu acho muito engraçado? É que nossa mãe/pai acha que está no direito de dizer coisas extremamente feias para os seus filhos, e em que base cientificamente, no que isso vai ajudar a criança a "crescer"? Ela só vai ficar mal, muitas vezes os adultos erram. "Ai, mas é culpa do celular que ela/ele é assim!" Não, não é, é culpa sua (às vezes).
Acha que brigar, xingar e bater até arrancar sangue da sua/seu filha/filho vai resolver alguma coisa? Não, não vai, isso só vai fazer ela(e) sentir medo de você, não respeito. Acho que quem tem que crescer aqui não são os adolescente, e sim os adultos (a maioria).

hoje eu me vejo lutando contra a depressão, e vencendo aos poucos

O que será que a vida espera de mim?

Às vezes me pergunto se ela espera que eu seja alguém digno. Alguém que tenha aprendido as regras do mundo, que saiba distinguir o certo do errado, que cumpra os valores que me ensinaram e carregue, com alguma dignidade, tudo aquilo que esperaram que eu fosse.

Mas quem decidiu o que é ser digno?

Talvez dignidade seja apenas uma palavra que inventamos para dar nome à maneira como esperamos que o outro viva.

Desde cedo nos ensinam o que devemos ser. Estudamos para ser alguém. Trabalhamos para ser alguém. Construímos relações, acumulamos histórias, conquistas, fracassos, títulos e lembranças — quase sempre tentando responder a uma pergunta que ninguém nos fez diretamente, mas que parece estar escondida em tudo:

“Você está sendo aquilo que deveria ser?”

E talvez seja justamente aí que a vida se torne estranha.

Porque, enquanto tentamos corresponder ao mundo, vamos nos afastando lentamente de nós mesmos.

Talvez a vida não queira de mim grandes feitos. Talvez não queira que eu seja extraordinário, admirado ou lembrado. Talvez queira apenas que eu consiga existir sem precisar transformar cada passo em uma prova de que mereço estar aqui.

Ser alguém simples.

Alguém que compreenda a si mesmo, ainda que nunca completamente. Alguém que reconheça as próprias contradições, faça as pazes com algumas delas e aprenda a conviver com aquilo que jamais conseguirá compreender.

E, quem sabe, compreender um pouco os outros.

Porque talvez compreender o outro seja também perceber que ninguém sabe exatamente o que está fazendo. Há pessoas que parecem ter todas as respostas, mas carregam perguntas que nunca tiveram coragem de dizer em voz alta.

Talvez todos nós estejamos apenas tentando encontrar alguma forma de chamar de vida aquilo que fazemos com o tempo que nos foi dado.

E então penso que talvez eu esteja fazendo a pergunta errada.

Talvez não seja a vida que espera alguma coisa de mim.

Talvez seja eu quem espere alguma coisa dela.

Espero que, em algum momento, tudo faça sentido. Que os encontros tenham uma razão, que as perdas tenham deixado alguma coisa, que os caminhos que não escolhi tenham me conduzido, de alguma maneira, até onde deveria estar.

Espero que exista alguma espécie de resposta escondida depois de todas essas perguntas.

Mas talvez não exista.

Talvez eu esteja procurando por algo que nunca teve nome.

Algo simples e, ao mesmo tempo, impossível de explicar. Algo que não cabe em uma profissão, em uma relação, em uma conquista ou em qualquer uma das palavras que usamos para definir uma vida.

Algo que talvez exista apenas naquele lugar silencioso dentro de nós onde ninguém mais consegue entrar.

E talvez seja por isso que, mesmo quando conquistamos aquilo que um dia desejamos, ainda sentimos que falta alguma coisa.

Porque há desejos que não sabem dizer o próprio nome.

Há vazios que não pedem para ser preenchidos, apenas compreendidos.

Há partes de nós que passam anos esperando que finalmente prestemos atenção nelas.

Talvez viver seja esse movimento estranho entre aquilo que o mundo espera de nós e aquilo que, silenciosamente, esperamos encontrar dentro de nós mesmos.

Talvez amadurecer não seja finalmente descobrir quem somos.

Talvez seja aceitar que nunca seremos uma resposta definitiva.

Somos perguntas em movimento.

Somos aquilo que fomos, aquilo que perdemos, aquilo que escolhemos, aquilo que recusamos e também tudo aquilo que ainda não conseguimos ser.

E talvez a vida não esteja esperando nada de nós.

Talvez ela simplesmente aconteça.

E sejamos nós que, diante dela, insistimos em perguntar:

“O que devo fazer com tudo isso?”

Talvez a resposta não esteja em descobrir o que a vida espera de mim.

Talvez esteja em descobrir o que, apesar de tudo, ainda faz com que eu queira continuar vivendo.

As expectativas que eu criei, são a causa da minha tristeza e apatia. Dito isso, estou me desfazendo de todas elas.

⁠Eu tinha tanta paz na minha vida, te conheci e cai direto no inferno, mas eu amava estar lá com você. Desse mesmo inferno eu mergulharia para te trazer de volta, mesmo voltando a ter paz sem você.

O CÓDIGO DAS APARÊNCIAS, A ELEGÂNCIA DO VAZIO

Nunca fui eu quem viu o mundo de um jeito errado. Foi o mundo que se acostumou a olhar torto e chamar de normal o que o desnutriu.

Sempre observei com calma e clareza as vaidades humanas, essa fé cega nas aparências, esse culto ao tecido, à marca, aparência cara.

Percebi cedo que o tratamento muda conforme a roupa.

Se estou de acordo com o figurino, sou tratado como alguém digno de escuta.
Mas basta vestir o que é confortável, o que é meu, e já sou confundido com alguém menor, sem valor.

O traje é um passaporte social.
Quem veste o uniforme da convenção entra. Quem veste a própria pele é barrado na porta.

O mais curioso é que os mesmos que exigem elegância não conseguem enxergar educação no olhar sincero, nem grandeza em um corpo simples.

Confundem brilho com valor, perfume com virtude, mentira com sabedoria.

E nessa inversão de sentidos constroem o vazio que os engole e consomem seus filhos, vendem status, compram aprovação e chamam o aplauso de propósito.

Tristes dos que vivem da casca, só percebem o abismo quando o chão cede, e o chão sempre cede, porque foi feito de vaidade.

A sociedade adora o disfarce.
É por isso que respeita quem finge e rejeita quem sente. O código das aparências é a religião do vaidoso, onde o espelho é altar e a consciência é silêncio.

Mas há quem se negue a ajoelhar.
Há quem saiba que a roupa não sustenta caráter e que o corpo, por mais enfeitado, não abriga verdade alguma se a alma estiver ausente.

Não é rebeldia, é lucidez.
A roupa que visto não muda o que sei.
A aparência que esperam não define o que sou.

O mundo pode continuar se engomando, eu sigo sendo humano.

Prefiro o desconforto da autenticidade ao conforto de uma farsa bem passada.

Porque, no fim, o corpo fica, a roupa apodrece, e o que resta é o que ninguém viu, a dignidade que sustentou o silêncio, a verdade que não precisou de terno e a coragem de não caber no falso figurino.

Daqui não se leva nem o corpo, muito menos a fantasia.

O que são palavras e títulos?


Se eu te convidasse para entrar em minha nave e te levasse para um novo planeta que atendesse a todas tuas necessidades existências e essenciais. Preferirias ainda assim seguir a cultura medieval de outro planeta?


Evoluir dói. Mudar processos incomodam pessoas acomodadas, evoluir processos mais ainda. Para pessoas muito rigidez pode ser quase insuportável.


Mas formas mais eficientes de promover uma realidade justa precisam de mudança.


Comportamentos de 1929 já se comprovarsm ineficientes.


O sistema precisa cuidar da experiência humana do onboarding ao offboard.


O trabalho humano já entregou o suficiente para que o essencial seja facilmente produzido e entregue na sua mesa. O acúmulo de riqueza justifica a mão de obra remanescente da adaptação de tecnologias e justa recompensa pela feitoria delas.


O humano não precisa que assinem um papel falando que ele pode construir uma casa com o próprio esforço deles. É uma grande oportunidade de processo para enriquecimento da cultura brasileira e patrimônio humano.


Vamos ampliar as cidades.
Casa para todos!

Boa noite. 🌙

Hoje eu quero agradecer a Deus por mais um dia. Ontem foi um dos dias mais difíceis da minha vida. Houve momentos em que pensei em desistir, em que a dor parecia maior do que minhas forças. Mas Deus me permitiu acordar hoje, respirar mais uma vez e enxergar que ainda existe esperança.

Percebi que preciso de mudanças. Preciso cuidar mais de mim, dos meus sonhos, da minha paz e da minha felicidade. Sei que não será fácil, mas também sei que sou mais forte do que imaginei ser nos momentos em que tudo parecia perdido.

Esta noite, deito a cabeça no travesseiro com gratidão. Gratidão por estar aqui, por continuar lutando, por não ter desistido. Gratidão pelas novas ideias, pelos recomeços e pela oportunidade de escrever uma nova história.

Que Deus fortaleça meu coração, ilumine meus caminhos e me dê sabedoria para fazer as mudanças que preciso fazer. Que amanhã eu acorde ainda mais forte, com mais fé e mais vontade de viver.

Porque, apesar das lágrimas, das dores e das batalhas, eu continuo aqui. E enquanto eu estiver aqui, sempre haverá uma nova chance de recomeçar.

Boa noite. Que Deus cuide de mim, da minha família e de todos aqueles que amo. 🤍

Desabafo:
A minha vida é uma longa história, e nela eu aprendi que nem sempre vai ser uma história de felicidades, vai ter amor, felicidade, tristeza, dor, medo, inúmeras coisas que vai se passando e construindo grandes histórias em nossas vidas, seja de fracasso ou superação... todos os dias temos novas linhas para serem traçadas em nossas vidas!

Eu cuidei tanto que esqueci de cuidar de mim mesmo, eu priorizei tanto que acabei comigo mesmo aos poucos ..
Eu esqueci de mim mesma por alguém que nunca pensou onde estava me machucando de verdade...
Eu cuidei tanto quando na verdade eu quem estava precisando de ajuda..
E no silêncio ninguém pode me ouvir...

Toda a mentira traz a desgraça. Toda a vez que eu menti, destrui a minha vida. Furucuto 2022

Passei minha vida dedicando a Matemática, quando eu decidi parar de resolver problemas Matemáticos. Eu já estava apaixonado por ela. Furucuto, 2026

"Gostaria tanto de fazer com que os meus alunos compreendessem a Matemática como eu a compreendo. Mas a vida ensina-nos que nem sempre temos o privilégio de escolher a forma como os outros aprendem; resta-nos apenas o dever de nunca desistir de ensinar."
(FURUCUTO, P. D., 2026).