Nao sou a Mulher Perfeita sou eu

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Eu sempre fui uma pessoa bem resolvida. Nunca precisei da atenção dos outros para me sentir inteiro, nem busquei validação para confirmar meu valor. Passei boa parte da vida confortável dentro de quem eu era, com minhas certezas, meus limites e meus silêncios.

Até que um dia encontrei alguém que enxergou em mim algo que eu mesmo nunca havia visto. E, por algum tempo, acreditei naquela versão. Passei a falar mais, a rir mais, a confiar mais. O homem reservado se tornou sociável, o introspectivo passou a contar piadas, e a desconfiança deu lugar à esperança. Pela primeira vez em muito tempo, tive a sensação de que a felicidade talvez não fosse apenas um conceito distante.

Mas a realidade tem o hábito de cobrar o preço das ilusões. Com o tempo, percebi que a vida raramente permanece no auge dos sentimentos que ela mesma nos oferece. E aquilo que parecia uma descoberta acabou revelando outra coisa, talvez eu não tivesse me transformado, apenas experimentado uma parte de mim que deveria ter permanecido adormecida.

Agora me vejo diante da tarefa de reconstruir quem sou. Não porque aquela versão estivesse errada, mas porque ela não conseguiu permanecer. Preciso recuperar o controle dos meus sentimentos, reorganizar meus pensamentos e voltar a caminhar com os próprios pés.

Talvez as coisas nunca tenham sido realmente boas aqui dentro. Talvez eu apenas tenha encontrado alguém capaz de silenciar, por um tempo, os ruídos que sempre carreguei. Mas ninguém pode viver para sempre sustentado pelo olhar de outra pessoa.

As coisas vão voltar ao lugar. Não exatamente como eram antes, porque já não sou o mesmo homem. Mas voltarão a ser minhas. E isso terá de ser suficiente.

"Dize-me o que perguntas à IA e eu te direi quem és."


(Osman Matos, séc. XXI)

O bem que eu faço retorna multiplicado em amor, luz e prosperidade. É LEI
Nina Lee Magalhães

Eu traduzo o melhor que existe em cada ser, e assim a vida de cada um melhora ainda mais. É LEI!

Nina Lee Magalhães

“A pergunta ‘o que será do meu filho quando eu morrer?’ envelhece junto com muitas mães atípicas.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“O falso eu precisa de plateia; a alma verdadeira aprende a florescer no silêncio.”
Do livro O Espelho da Alma Livre — Amor, Consciência e Dissolução do Ego no Silêncio Divino, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Mesmo quando a pessoa pergunta quem somos, o amor pode responder sem palavras: eu continuo aqui por você.”
Do livro Alzheimer — Se Eu Não Lembrar, Me Abrace Mesmo Assim. Eu Ainda Estou Aqui, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

E se eu voltasse?!
Ou talvez partisse?!
Ou se findasse.?!
Quem sabe um recomeço...
Ou se me quebra-se
Em mil ou em vários
Pedaços?!Se ficasse em silencio
Ou quem sabe gritasse
implodir,eclodir?!
Dinamitar-me para
Que se faça dentro de mim
Um alto retrato pintado
Real,surreal...Não sei bem ao certo
Quem sabe talvez uma pintura
Uma obra de arte dentro de mim.

Hoje eu acordei com o vento manso
Falando baixo no meu coração
Que a vida pede mais calma no passo
E menos peso na preocupação

Às vezes eu me odeio por ter um bom coração.

É claro que eu te entendo. Uma vez, eu também virei as costas para uma situação e descobri que o mais difícil não era ir embora, mas sustentar a decisão de partir.

Se ao menos eu soubesse que aquele seria o nosso último adeus, eu teria te abraçado com mais força, teria dito as palavras certas e também aquelas que silenciei.


Se eu ainda pudesse te dizer algo, diria que você continua sendo o primeiro e o último pensamento dos meus dias, que a vida já não tem mais a mesma cor e que meus dias andam cada vez mais atarefados numa tentativa de evitar pensar constantemente em você.


Eu te diria que não deixei de te amar, nem mesmo quando tentei. Que eu não consegui te odiar, apesar de você ter partido e quebrado o meu coração. Diria também que ainda guardo as lembranças de nós dois, apesar de evitar revisitá-las porque isso ainda machuca.


Eu te diria que, mesmo quando fecho os olhos, ainda consigo te sentir, e que ninguém jamais conseguiu preencher o espaço que era seu.


Eu te diria que, mesmo não podendo estar ao seu lado hoje, e por mais que eu lute todos os dias contra esse sentimento, meu coração ainda espera, em silêncio, pelo seu retorno e inevitavelmente ele não consegue parar de bater por você.

Ainda aqui
por Sariel Oliveira

Eu já vi a morte levar gente demais de mim.
Gente que eu amava, que eu queria perto,
gente que eu achava que ainda tinha tempo.

E não teve.

A morte não dá aviso,
não dá chance de preparar o coração.
Ela só vem… e tira.

E depois disso, alguma coisa muda dentro da gente.

Hoje, eu prefiro que as pessoas se afastem.
Prefiro ver de longe, mesmo que doa.
Prefiro saber que estão vivendo, sorrindo, seguindo a vida…
mesmo que não seja comigo.

Porque a distância machuca,
mas não destrói do jeito que a morte destrói.

A morte não deixa escolha.
Não deixa caminho de volta.
Não deixa nem um “e se”.

Então, se for pra perder…
que seja pra vida.

Que seja vendo de longe,
que seja em silêncio,
mas sabendo que ainda estão aqui,
em algum lugar do mundo.

Porque no fundo…
o que mais dói não é a distância.

É a certeza de que nunca mais vai existir nem a chance de estar perto de novo.

Houve tempos em que fui forte igual o aço. Hoje em dia o sorriso esconde o que eu guardo por dentro.

Só sei de una coisa: onde eu estou, eu faço o meu trabalho com excelência, categoria e inteligência 🪬🧠

Só sei uma coisa: onde eu estou, faço o meu trabalho com excelência, categoria e inteligência 🪬🧠 Além disso, trago energia para o ambiente, o que somente, os sábios iram notar.

Às vezes eu paro para pensar... A vida é muito bela para se entristecer, momentos difíceis são necessários para nossa evolução.

"Coloque-me diante do pior cenário e eu marcharei para o combate. Posso até cair, mas cairei lutando. Minha espinha não foi feita para se curvar e os meus joelhos só se dobram diante de Deus, nunca de um homem."
— Ginho Peralta

Chocolate Branco

Você tem sabor de chocolate branco, meu Aladim.

Eu me reservo… me entenda.

Qual seria a graça de não te olhar com tanto carinho?
Não chore, apenas olhe para mim.
Minha boca te vê e se anima.

Corra… me abrace e me beije.

Não mergulhe em devaneios nem em pensamentos amedrontados.
Quem, naquela multidão, iria olhar para a menina que se tornou mulher?

ABRINDO O MEU CORAÇÃO...
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Com 10 anos de idade eu era engraxate, carregava minha caixa nas costas e também uma cadeira, aos domingos de manhã, ficava esperando a missa terminar, para assim vários pares de sapato poder engraxar, com batidinhas de escova e sambinha no pano, estava feliz, ganhar várias notinhas, este era o meu plano... Também com essa idade, vendia sorvete e pirulito no campo, em outra ocasião, juntava ferro-velho e também vendia alface, este era o meu trabalho, eu valorizava o meu trampo...

Com 13 anos trabalhei como auxiliar de serralheiro, cortando aço e manuseando solda, era arriscado, mas eu queria ganhar o meu próprio dinheiro...

Com 14 anos acordava às 04h00 da manhã e pegava em uma enxada, assim fui com vários amigos para a colheita de batatas, eu não era tão bom, eram sacos de 60 quilos, mas eu conseguia colher de 10 a 15 sacos, o eito era pequeno, mas eu dava enxadada, quem é fera no assunto, vai achar engraçado e dizer que isso era nada...

Com 15 anos comecei a trabalhar em um posto de gasolina, fazia limpeza interna dos carros e também fazia serviço de frentista, às vezes até lavava algum automóvel, dependia da gorjeta, esse era o meu negócio...

Com 18 anos tirei minha esperada habilitação, um mês depois eu já estava dirigindo um caminhão, viajando por todo Brasil sozinho, vivendo uma e outra emoção, fiz mais de mil viagens e conheci o Norte, Nordeste e Sul de nosso país, com tantas aventuras na estrada, escrevi o que passei, sem me esquecer, contei cada detalhe...

Daí com 34 anos, lancei meu primeiro livro, com essa idade, me tornava oficialmente um escritor, continuei a minha saga, precisava me adaptar, parei o caminhão e voltei a estudar, me aperfeiçoei na área que escolhi, com 41 anos de idade e descobrindo uma e outra novidade, me tornei Professor...

Passando a limpo a minha vida bem rapidinho, percebo que foi muito bom começar a trabalhar ainda menino, assim pude aprender a dar valor ao dinheiro recebido, pois como dizia meu pai, nada me foi dado de "mão beijada", a vida é feita de desafios, de conquistas almejadas, tive momentos incríveis, mas também decepcionantes, nada disso me fez desistir, ao contrário, estou mais empolgado do que antes...

Estou aqui e quero ainda muito mais, pois sou na vida, apenas mais um integrante...