Nao sou a Mulher Perfeita sou eu

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⁠Pastel

Pastel salgado ou Pastel doce,
não me importo com o recheio,
Eu como sempre com tudo
o quê vier dentro,
Eu como de qualquer
até se for Pastel de vento,
O Pastel é herança
da imigração chinesa
que eu louvo e agradeço
com este poema
por fazer parte e História
da nossa mesa brasileira.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Eu não dou vitória moral para nenhum Governo maniqueísta que manipula o temor do seu povo para se proteger da opinião pública. Odeio maus governos. Jamais odiarei povos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠No nono dia do ano

No nono dia do ano
eu quero que você saiba
que você não sinta culpa
pelo mal que te fizeram,
O troco pertence
somente as leis do destino,
Prossiga com a tranquilidade
de quem fez tudo o quê
estava ao seu alcance,
se preocupe em fazer
o bem para o próximo
e realizar os seus sonhos
de fazer pelo caminho
o nosso mundo mais bonito.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Se eu não me escandalizar
com alguém passando
fome ou por um sofrimento
enorme já morri por dentro.

Se eu banalizar uma fala
agressiva ou uma guerra
pode ter certeza que
estou no final da linha.

O ditado "Quem não vive para
servir não serve para viver"
é calar para a vida e morrer.

Se posso falar nesta vida,
continuarei falando até que
a morte se dê por vencida.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Faço Festa

A pressa de encontrar
um amor não me interessa,
Eu vivo na bela cidade
de Rodeio cercada
pelo Médio Vale do Itajaí,
Nas linhas do tempo por
aqui domino a arte poética
interminável e faço festa
com o Quero-quero e o Colibri,
e te celebro mesmo que
você não esteja comigo aqui.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Poema Perfeito

⁠Não sei você por aqui
no Médio Vale do Itajaí,
Eu olhei para o Céu
e encontrei a Lua
acenando para Rodeio,
Sob poema perfeito
o caminho está
iluminado e feito.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não importa onde a guerra e o genocídio se encontrem, eu estarei sempre contra os dois.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Balainha

Lutam comigo
e eu nem sei porquê,
Não me meto
na vida de ninguém,
Já que com você
não posso dançar
a Balainha,
Resolvi escrever
poesia porque arcos
de flores não posso fazer.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Eu não tenho vergonha de escrever poesia, tenho vergonha do que o corretor do telefone faz comigo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Amo dançar
um bom Siriri
com o meu
Boi à Serra,
Na vida
quando eu
não estou
dançando,
Ando dando
uma de poeta.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Eu olho para o futuro
de cima carregando
o amor mais puro
deste mundo
para não pisar
na cobra do destino.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Brasileto poético florescido
no Médio Vale do Itajaí
aqui na cidade de Rodeio,
E eu que não consigo
tirar você do meu pensamento,
Te querer a todo momento
se tornou parte da rotina
de fé, inspiração e poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Você achou que
eu estava distraída,
Não tenho vocação
para ser iludida,
Perdeste a cabeça
quando achava que
comigo tudo podia,
Sou capaz de ver
até o quê não quero:
a própria Salomé
e flor do mistério.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Meu pai morreu jovem,
não tive tempo
para conhecer o herói,
eu só tenho isso
para a memória
que foi compartilhado
pelos demais
e o apego à tradição campeira
do Rio Grande do Sul
no meu coração poético.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Bolo de Fubá
com Chocolate
acompanhado
com Café,
Até parece eu
e você,
Um não pode
ao outro faltar,
Somos a própria
alegria de amar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não nasci Poetisa
da noite para o dia,
eu morria de raiva
de ler e até de escutar,
até que chegou
a ironia do destino
que me apresentou
a Fernando Pessoa
que fez a raiva passar.

Em seguida veio
"o Alberto Caeiro,
o Alexander Search
e Álvaro de Campos"
que me apresentaram
a outros tantos.

Mais próxima deles
pude conhecer
"o António Mora,
o António Seabra,
o Barão de Teive,
e o Bernardo Soares"
que me levaram
para muitos lugares.

Pelo caminho fui
apresentada "a Carlos Otto
a Charles James Search,
a Charles Robert Anon,
a Coelho Pacheco,
e a Faustino Antunes"
que fizeram entender
que não há segredo
para compreender
e gostar de poesia.

Praticamente íntima
de todos os anteriores,
fui apresentada
a outros senhores
que me levaram
a outros lugares
que jamais pude sonhar.

E assim fui apresentada
"a Frederick Wyatt,
a Frederico Reis,
a Henry More,
a Crosse, a Jean Seul
e Joaquim Moura Costa"
que de maneira amistosa
na mesma mesa ensinaram
que poderia vir a gostar
de muitos outros mais.

A medida que fui
me reencontrando
com todos eles,
fui evoluindo e pedi
para ser apresentada
por cada um deles "a Maria José,
a Pantaleão, a Pêro Botelho,
a Raphael Baldaya, a Ricardo Reis,
a Thomas Crosse e a Vicente Guedes"
que após a minha rotina de preces
passei a incluir a poesia
e encontrei nela muitas benesses.

Tudo entre eu eles aconteceu lento
e rápido ao mesmo tempo,
que a raiva enorme que sentia
sempre que ouvia poesia
por encantamento passou.⁠

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não sei se você gosta,
sempre que tem jogo eu
faço um Chimarrão da Copa.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠As bandeirinhas
da festa junina
se misturam com
as estrelinhas,
tipo eu não sua
e você na minha,
Se não for poesia
não sei o quê é.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A Broa de Fubá
é uma das poesias
na mesa do Arraiá,
Que não eu jamais
canso de saborear.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu gosto de ficar de papo
enquanto preparo o meu
bom Chimarrão Tapado,
Porque não existe nada
que mantenha melhor
um coração tranquilizado.⁠

Inserida por anna_flavia_schmitt