Nao sei o que fazer tenho dois Amores

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Ainda que me sinta triste e cansada, tenho a esperança que tudo vai passar e que Olorum e os Orixás e os guias não vão deixar a mentira continuar!

O meu olhar é nítido como um girassol.
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda,
E de, vez em quando olhando para trás...
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto

Alberto Caeiro
“O Guardador de Rebanhos”. In Poemas de Alberto Caeiro. Fernando Pessoa. Lisboa: Ática, 1946.

Tenho tentado me estressar menos, sorrir mais. Carregar menos o mundo nas costas, dormir em paz. Me esforço para tirar a tensão dos ombros, relaxar completamente.

E eu tenho um daqueles risos muito altos, bobos. Quer dizer, se eu estivesse sentado atrás de mim mesmo em um filme ou algo assim, eu provavelmente iria me debruçar e dizer a mim mesmo para calar a boca.

Eu tenho que ir embora, e você tem que me deixar ir

Dizem que tenho uma personalidade muito forte... Um "Gênio ruim" ... Será mesmo? ... Ou será que simplesmente não vivo para agradar ninguém e por isso eu incomodo até mesmo as pessoas próximas?!
Seja como for sou como sou, e sou feliz e satisfeita com o que vejo!

Nem todas as palavras me convence, nem todas as pessoas eu admiro com tanta veemência, tenho uma paixão nata por desconfianças, mas acho tudo isso muito lícito.

Das orações que tenho pra hoje, essa é a que vem primeiro: que a força do bem seja maior que a do mal. Amém.

Eu tenho 4 sorrisos: um quando acho graça, um quando sou irônica, um quando fico sem graça e um quando te vejo.

Tenho horror a hospitais, os frios corredores, as salas de espera, ante-salas da morte, mais ainda a cemitérios onde as flores perdem o viço, não há flor bonita em campo santo. Possuo, no entanto, um cemitério meu, pessoal, eu o construí e inaugurei há alguns anos, quando a vida me amadureceu o sentimento. Nele enterro aqueles que matei, ou seja, aqueles que para mim deixaram de existir, morreram: os que um dia tiveram a minha estima e perderam.
Quando um tipo vai além de todas as medidas e de fato me ofende, já com ele não me aborreço, não fico enojado ou furioso, não brigo, não corto relações, não lhe nego o cumprimento. Enterro-o na vala comum de meu cemitério – nele não existe jazigo de família, túmulos individuais, os mortos jazem em cova rasa, na promiscuidade da salafrarice, do mau caráter. Para mim o fulano morreu, foi enterrado, faça o que faça, já não pode me magoar.
Raros enterros – ainda bem! – de um pérfido, de um perjuro, de um desleal, de alguém que faltou à amizade, traiu o amor, foi por demais interesseiro, falso, hipócrita, arrogante – a impostura e a presunção me ofendem fácil. No pequeno e feio cemitério, sem flores, sem lágrimas, sem um pingo de saudade, apodrecem uns tantos sujeitos, umas poucas mulheres, uns e outros varri da memória, retirei da vida.
Encontro na rua um desses fantasmas, paro a conversar, escuto, correspondo às frases, às saudações, aos elogios, aceito o abraço, o beijo fraterno de Judas. Sigo adiante, o tipo pensa que mais uma vez me enganou, mal sabe ele que está morto e enterrado.

Vontade só de dormir, dormir muito, para nunca mais acordar. (...) Só tenho passado, o presente é esta viscosidade, o futuro não existe. Ah, eu queria ter um objetivo na vida, uma coisa que sugasse todas as minhas forças, conduzisse todos os meus gestos e todas as minhas palavras. Não tenho nada, só este vazio.

Alguns chamam de paciência, outros de inteligência emocional, eu chamo de agendamento. Tenho pavor dessas situações completamente evitáveis em que alguém tenta organizar as próprias vontades, e o pior de tudo, me obriga a fazer o mesmo. Eu não sou organizável, nem eu, nem meus sentimentos, e essas pessoas que vivem pedindo calma e esperando a próxima hora chegar deveriam entender que eu tenho necessidade de agora e não posso agendar a minha fome. Não posso escolher querer depois, nem amanhã, nem daqui cinco minutos, nem semana que vem. Seria muito bom poder dizer: "vou te amar de segunda a quinta, das 2 ás 5. Sexta, sabado e domingo eu vou te esquecer um pouquinho, mas não se preocupe, segunda eu prometo que relembro o quanto eu te quero." e apesar de saber o quão impossível é datar a felicidade, eu ás vezes tento isso. Mas não pense que faço isso por alguém que decidiu organizar o momento que deseja a minha presença, ou por que talvez eu esteja aceitando a idéia de querer alguma coisa pela metade. Não é nada disso, mas é que se o preço de ser feliz por 4 dias, seja ser menos feliz por 3, no momento me parece uma boa oferta, afinal, pior que agendar a felicidade, é não saber quando ela vai voltar.

Me amo!
me amo por ser quem sou;
me amo por ter as atitudes que tenho;
me amo por saber perdoar;
me amo por ser livre;
me amo por ter minha beleza interior;
me amo por ter os amigos que conquistei;
me amo por poder amar;
me amo por poder dá graças por ter uma vida!

me amar não é ser egoísta,
é exatamente saber reconhecer meu amor próprio.

Tenho repetido que, no que depender de mim, me recuso a ser infeliz.

Calma alma minha, calminha! Eu tenho muito o que aprender.

Antes de poder viver com os outros, eu tenho de viver comigo mesmo. A consciência de um indivíduo não deve subordinar-se à lei da maioria.

Harper Lee
O Sol é Para Todos

"Saudade de você é igual aquelas bobagens que eu ainda tenho no quarto, que nunca mais vou usar, e que não tenho onde guardar... mas guardo."

Tenho aprendido que, no que diz respeito a construção da minha felicidade, eu mesmo devo cuidar de assentar os tijolos, todos os dias.

Sobretudo, tenho certeza de que Deus está nos detalhes e as coisas simples são as melhores. Taí uma dessas velhas e surradas sabedorias que a gente teima em esquecer.

Me vejo cheia de parágrafos, mas desconfio das percepções alheias. Tenho medo de que pulem minhas linhas ou cheguem rápido demais ao ponto final. Não sei virar páginas, ainda que tenha as minhas viradas todos os dias. Onde existo inteira é fantasia da minha mente: o mundo não me enxerga e tampouco eu através dele. Sou um conto e nem sei se meu. Me conte aí pra ver se existo.