Nao sei o que fazer tenho dois Amores
*contrato com o tempo*
se o tempo quer que eu te esqueça,
diz pra ele arrumar o que fazer,
porque eu não assino esse contrato,
não vou bater ponto pra te esquecer.
não vou ajudar relógio nenhum
a enferrujar tua lembrança,
vou estar pensando em você
com a mesma teimosia de criança.
(Saul Beleza)
Com tantas “lideranças religiosas” mais preocupadas em fazer política do que evangelizar, tomara que ninguém espere encontrar toda essa permissividade escatológica lá no céu.
Quase sempre mais empenhadas em conquistar palanques do que corações, é natural que alguns confundam fé com estratégia e altar com palco.
Mas o risco maior não está apenas no que se faz aqui, e sim no que se passa a acreditar: que a permissividade, a manipulação e o jogo de interesses poderiam ter algum espaço no céu.
O céu — seja entendido como metáfora de transcendência ou esperança — não se molda aos desvios humanos.
Ele não precisa de campanhas, slogans ou acordos.
Ali não se barganha silêncios, não se negocia salvação e nem se legitima vaidade em nome de Deus.
Tomara mesmo que ninguém espere encontrar lá a mesma mistura de poder e conveniência que alguns apaixonados cultivam cá.
Que a expectativa do sagrado permaneça alta o bastante para nos lembrar que espiritualidade não se mede por seguidores, mas por verdade; não por palanque, mas por compaixão; não por permissividade, mas por integridade.
E que, diante de tantas distorções e adequações, ainda caiba em nós o desejo de uma fé que não se deixa contaminar — e de um céu que não se pareça, nem de longe, com os arranjos terrenos.
Falhar é um luxo reservado aos que se atrevem a fazer o que muitos medem esforços para fazer.
Quem nunca tentou nada ousado costuma chamar de prudência aquilo que, no fundo, é medo disfarçado de virtude.
O erro não visita os imóveis.
Ele bate à porta de quem caminha, de quem arrisca, de quem troca a segurança do discurso pelo peso da prática.
Por isso, falhar não é sinônimo de incompetência, mas de movimento; não é vergonha, é evidência de coragem.
Há os que colecionam opiniões impecáveis porque nunca precisaram lidar com as consequências.
Já os que falham carregam marcas reais: aprenderam onde o chão cede, onde o orgulho cai e onde a humildade também é o professor.
No fim, o maior fracasso não é tropeçar tentando, mas passar a vida inteira economizando passos para não correr o risco de cair.
Porque quem nunca falha, quase sempre também nunca vive aquilo que realmente vale a pena.
Fazer “Textão” apequenado para culpar a Vítima deve ser muito mais fácil que clamar por Justiça.
Há uma Covardia muito particular em transformar palavras longas em Pensamento Pequeno.
Nem todo discurso extenso é profundo; às vezes, ele serve apenas para envernizar crueldades antigas com aparência de argumento.
E poucas misérias morais são tão reveladoras quanto aquela que, diante da dor de alguém, escolhe investigar a vítima com mais rigor do que o agressor.
É como se a consciência, incapaz de sustentar o peso da injustiça, preferisse terceirizar a culpa para quem já está ferido.
Culpar a vítima quase sempre é um atalho emocional para poupar estruturas, conveniências e cumplicidades.
Exigir Justiça demanda coragem, lucidez e, acima de tudo, disposição para encarar o desconforto de reconhecer onde realmente mora a violência.
Já culpar quem sofreu permite preservar reputações, proteger interesses e manter intactos certos afetos ideológicos e morais.
É um expediente perverso: condena-se menos o ato injusto e mais a fragilidade de quem não conseguiu escapar dele.
Existe também um narcisismo disfarçado nesse tipo de reação.
Quem culpa a vítima frequentemente se coloca num pedestal imaginário, como se dissesse: “comigo teria sido diferente”.
Nessa fantasia, o sofrimento alheio vira palco para exibição de falsa superioridade, e não oportunidade de empatia.
Mas a vida real não se curva à arrogância dos que analisam tragédias do alto da própria zona de conforto.
Há violências que desabam rápido demais, manipulações que se instalam silenciosamente, contextos que esmagam qualquer simplificação preguiçosa.
A Justiça, por sua vez, começa onde esse conforto acaba.
Ela exige que se olhe para o fato sem romantizar o agressor nem sabatinar a vítima como se o seu comportamento precisasse atingir um padrão irreal de pureza para merecer proteção.
Porque a dignidade humana não é prêmio por perfeição.
Ninguém precisa ser impecável para ter direito de não ser ferido, violado, humilhado ou descartado.
Talvez por isso tanta gente prefira o “Textão” apequenado: ele oferece a ilusão de reflexão sem o custo ético da responsabilidade.
Soa elaborado, parece racional, mas no fundo só repete a velha brutalidade de sempre com mais linhas e menos vergonha.
Clamar por Justiça é muito mais difícil, justamente porque não combina com malabarismo moral.
Pois pede firmeza para nomear a violência, honestidade para não inverter papéis e humanidade para não fazer da dor alheia um tribunal de conveniência.
No fim, textos grandes não engrandecem consciências pequenas.
E toda vez que alguém escolhe culpar a vítima em vez de clamar por Justiça, o que se revela não é criticidade, mas a Miséria Espiritual de quem prefere ferir de novo a reconhecer o verdadeiro culpado.
Tropeçar é um luxo reservado somente aos que se atrevem a fazer o que todos os outros protelam, medindo esforços.
Há quem veja o tropeço como uma falha, como um desvio indesejado de uma trajetória idealizada, limpa, sem marcas.
Mas essa visão, embora confortável demais, ignora uma verdade muito incômoda: só tropeça quem está em movimento.
E movimento, por si só, já é uma ruptura com a inércia que domina tantos caminhos adiados.
Enquanto alguns calculam demais, esperando o cenário perfeito, o momento exato, a garantia de sucesso — outros simplesmente vão.
E ao ir, erram.
E, ao errar, aprendem.
O tropeço, nesse sentido, deixa de ser um acidente e passa a ser um rito silencioso de coragem.
Não é sobre cair, mas sobre ter saído do lugar onde cair sequer seria possível.
Medir esforços, muitas vezes, é apenas uma forma elegante de mascarar o medo.
O medo de falhar, de ser visto, de não corresponder às expectativas — próprias ou alheias.
E assim, na tentativa de evitar o tropeço, muitos acabam evitando também a experiência.
Permanecem intactos, sim, mas também intocados pela transformação que só o risco proporciona.
Tropeçar exige exposição.
Exige assumir que não se sabe tudo, que não se controla tudo, que o caminho se revela enquanto se caminha.
E isso, para muitos, é desconfortável demais.
Preferem a segurança do planejamento eterno à vulnerabilidade da ação imperfeita.
Mas há algo profundamente humano em perder o equilíbrio por um instante.
É nesse breve desalinho que nos reconhecemos vivos, tentantes e inacabados.
O tropeço não diminui — ele denuncia a tentativa.
E tentativa, no fim das contas, é o que separa quem vive de quem apenas ensaia viver.
Talvez o verdadeiro luxo não seja evitar a queda, mas poder se permitir caminhar sem a obsessão de nunca falhar.
Porque quem nunca tropeça, talvez nunca tenha ido longe o bastante para descobrir o próprio limite.
"Os fatos da vida são algo externo a você e nada pode fazer sobre eles! Eles só interferiram na sua vida, quando você conferir a eles importância! Pois, só assim é que eles se tornam interno e muda o seu estado de anima(alma), seja na dor ou na alegria!"
O tempo é o remédio que insiste em fazer efeito apenas quando abandonamos a urgência e acolhemos a paciência como aliada da cura.
O que a sociedade pede para eu fazer, muitas vezes, é o contrário do que eu devo fazer. Isso porque, ao seguir o que ela quer, eu não estarei fazendo o que realmente desejo, mas sim o que ela espera de mim. Mas o que eu realmente quero? Essa resposta só eu posso encontrar, ninguém mais. E só vou descobrir isso na prática, vivendo, vivendo por mim, sem seguir imposições externas, mas sim me ouvindo e buscando o meu próprio caminho.
Hoje é sexta-feira santa! Dia de fazer jejum e abstinência de carne, rezar e agradecer a Deus por ter nos dado o seu filho amado, Jesus Cristo, o qual morreu por nós numa cruz para apagar os nossos pecados. É bom que façamos neste dia bastante silêncio, e uma boa reflexão sobre o que temos feito em agradecimento a Deus, Nosso Pai, por tudo isso que Ele bondosamente nos tem dado. Abraços fraternos.
Amigos e amigas de Facebook e a quem mais possa interessar:
Gostaria de humildemente, fazer de público o meu pedido de desculpas ou mesmo de perdão a quem por acaso ofendi com minhas brincadeiras ou pelo jeito brincalhão de ser, durante a Campanha política para o Pleito Eleitoral de 07 de Outubro próximo. Sei que estamos num país democrático e num município abençoado por Deus, o qual escolhi para morar e criar minha família dignamente. Às vezes cometemos alguns excessos e, na empolgação, escrevemos ou falamos coisas com as quais, sem querer, magoamos o nosso próximo, e, como tudo passa a política também passa, ficando para trás somente as cinzas do que falamos ou fizemos durante a disputa eleitoral. E as amizades, como ficarão? E o amor ao próximo como ficará?... Pensemos nisso e lutemos firmes pelos nossos ideais, porém, com lealdade, respeito e ética, buscando sempre o melhor para nós, nossos filhos e netos que houverem e a população em geral.
Abraços fraternos.
O ser humano pode fazer uma promessa mentirosa ou até mesmo se arrepender de uma promessa feita de coração, mas Deus jamais faria uma promessa em Sua Palavra se Ele não estivesse disposto a cumpri-la.
Senhor, vós que me ensinas o que é certo e errado, e o que pode
fazer-me feliz e infeliz, faz-me então obediente a vossa lei de amor.
Dá -me discernimento para que eu não me deixe levar pelos caminhos tortuosos do mal, da inveja, dos vícios e da perdição.
Peço -lhe ainda o dom da prudência, para que eu não faça dos vossos mandamentos uma espécie de escravidão; à julgar, condenar, impor falsas obrigações aos meus irmãos, companheiros de jornada.
Que todas aprendam que vós sois o caminho que liberta!
Que assim seja!
Haredita Angel
26.10.25
"Chega de fazer chorar a alma.
Fogo é calor.
É tempo de tomar banho de mar..."
Haredita Angel
21.04.14
Fazer amor com quem se ama é o glamour da vida. Sensação hilariante de sensações indescritíveis, néctar de sândalos fortificante que eu jamais vou esquecer. Ainda hoje em meu coração entre uma batida e outra sinto você em mim. Sinto seu abraço como uma magia em meu dia a dia. Meus olhos brilham de alegria mesmo sabendo que você não está aqui. Sinto-me feliz até porque felicidade são momentos e esses são os meus.
❝ ...Sou feita de sonhos, amor e alegria,
sou fiel aos meus sentimentos, gosto
de fazer as coisas da minha maneira,
do meu jeito imperfeito. Não dito regras,
também não gosto de segui-las. vivo do
meu jeito e procuro ser feliz do meu modo,
as vezes incomodo algumas pessoas por
ser assim. Mas não sou perfeita.E na minha
humilde imperfeição, sou completamente
FELIZ....❞
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