Nao sei o que fazer tenho dois Amores

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Sou dramática, intensa, transitória e tenho uma alegria em mim que quase me deixa exausta.

Marla de Queiroz

Nota: Trecho de texto de Marla de Queiroz. Por vezes, é atribuído de forma errônea a Caio Fernando Abreu e Clarice Lispector.

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Intensidade agora em algo totalmente novo
Eu corro atrás, eu tenho fé, eu estou aí no jogo
Estamos aí na luta sem perder a sanidade
Vencendo o desamparo com personalidade...

Tenho conhecido duas classes de crentes: os orgulhosos que se consideram humildes, e os humildes que têm medo de ser orgulhosos. Deveria haver outra classe: os desesperados de si mesmos que deixam todo o assunto nas mãos de Cristo, e se negam a gastar o tempo tentando fazer-se bons. Serão esses os que alcançarão o alvo, e bem antes que os demais.

Tenho poucos amigos, mas são esses poucos que me fazem feliz.

Eu gosto de textos que começam com a palavra 'eu'. Tenho que tomar cuidado com a minha tendência a me incluir em todos os assuntos, minha mania de querer saber de tudo, estar em todos os lugares.

Porque eu tenho pesadelos que parecem tão reais até quando você me abraça. E eu acordo triste, e brigo de verdade e passo o dia grave e dolorida como quando a gente leva um tombo no piso liso... que é só o passado. É como se eu sentisse um ciúme horroroso do meu livro predileto comprado em sebo, a dedicatória apaixonada que não é a minha, os resquícios do manuseio de outras mãos. Alguém corrompeu o trecho que eu mais gostava quando grifou à caneta algo que não pude apagar com borracha e que era tão secretamente meu. Desenhou corações onde só havia minha dor e eu discordei da interpretação alheia. E achei aquilo tudo de uma crueldade atroz. Mas permaneci com o livro no colo, cheia de um afeto confuso por ele: afeto pelo que era, angústia por já ter sido de outro alguém, e aquela sensação (imbecil) de falta de exclusividade. Eu que sempre achei que tudo é e está para o mundo. Perdoa o meu senso de autoimportância, já que não consigo perdoar o meu egoísmo. Eu sei que em alguns presentes, no embrulho, laços do passado são aproveitados. Eu só queria que eles não fossem tão vermelhos: desses que doem nos olhos e no coração.

O amor me pegou

É hoje, tenho que te falar.
Você mudou minha vida como ninguém conseguiu mudar.
Hoje, se penso em dez coisas, oito são você.
E se te olho com tristeza é porque penso que um dia posso te perder.
Mas se eu estou feliz é porque estou com você.
E se vivo um sonho acordado, é meu bem, é você ao meu lado.

Num único beijo saberás tudo aquilo que tenho calado.

Pablo Neruda
Crepusculário

Sinto ciúmes mesmo sem te ter. E mesmo assim, tenho medo de te perder.

Tenho espírito justiceiro e entendo que o amor deve seguir estes graus de preferência: Deus, humanidade, pátria, família e indivíduo.

D. Pedro II

Nota: Citação do Diário de Pedro II em: CARVALHO, José Murilo de, Perfis Brasileiros - D. Pedro II, Companhia das Letras, São Paulo, 2007

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Eu tenho cada vez mais menos respostas, mas também tenho cada vez mais menos perguntas. Disso eu não duvido mais: tenho cada vez menos certezas. Quanto mais o tempo passa, eu fico menos à vontade para alimentar dores e com muito mais preguiça de sofrer. Quanto mais o tempo passa, menos faço por onde adiantar a morte, mais tento fazer por onde aproximar a vida.

Tenho um lado sombrio que costuma ser doce para disfarçar a bagunça que o tempo fez em mim.

Tenho censo de humor apurado, quando estou triste estou alegre ,quando estou alegre estou feliz demais.

Que culpa tenho eu, se meu sangue é Vermelho e meu coração é de Esquerda?

"Tenho fé que chegará um tempo onde as pessoas entenderão umas as outras" "jiraya"

Perder quem amamos por um erro seu é umas das piores dores. Tenho a consciência de que poderia ter sido tudo diferente, mas na prática tudo o que fiz foi machucar a minha pessoa amada. Sei que posso seguir sem você, sem seus abraços, beijos e olhares por nós trocados, porém meu coração clama pelo seu amor.
Me desculpe por lhe magoar tanto assim, por não ter valorizado e cuidado de todo seu sentimento que você entregou totalmente a mim desde o primeiro momento que estivemos lado a lado. Desculpe por machucar seu coração desta forma.

Tenho mais medo de meu coração do que do Papa e de todos seus cardeais.

Sempre aprendendo

Tenho aprendido que grande parte daquilo em que juramos acreditar pode ser somente crença alheia que a gente não passou a limpo.
Que pode haver algum conforto no acordo tácito da hipocrisia, mas ele não faz a vida cantar.
Que se não tivermos um olhar atento e generoso para os nossos sentimentos,
podemos passar uma jornada inteira sem entrar em contato com o que realmente nos importa.
Que aquilo que, de fato, nos importa, pode não importar a mais ninguém e isso não tem importância alguma.
Que enquanto não nos conhecermos pelo menos um pouquinho, rabiscaremos cadernos e cadernos sem escrever coisa alguma que tenha significado para nós.
Tenho aprendido com o tempo que quando julgamos falamos mais de nós do que do outro.
Que a maledicência acontece quando o coração está com mau hálito.
Que o respeito é virtude das almas elegantes.
Que a empatia nasce do contato íntimo com as nuances da nossa própria humanidade.
Que entre o que o outro diz e o que ouvimos existem pontes ou abismos,
construídos ou cavados pela história que é dele e pela história que é nossa.
Que o egoísmo fala quando o medo abafa a voz do amor.
Que a carência se revela quando a autoestima está machucada.
Que a culpa é um veneno corrosivo que geralmente as pessoas não gostam de ingerir sozinhas.
Que a sala de aula é a experiência particular e intransferível de cada um.

"Tenho medo de estar sozinha mais do que qualquer outra coisa. Então, por que eu faço isso? Por que eu afasto as pessoas que amo? O que há de errado comigo?
Eu não sei.
E eu não sei como fazer isso parar."

Tenho até vergonha. Nem eu suporto mais gostar de você. E olha que nem gosto.