Nao sei o que fazer tenho dois Amores

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Não sei ficar quieto
Falo além da conta,
Por isso sou poeta
Sigo gastando palavras
Vou contando histórias,
Assim aliviando a alma
Do que pesa dentro de mim...

Rasgo o verbo
Sobre a mesa,
O verso,
Cada palavra.
E, com tudo isso,
Ainda não sei quem sou.
Serei eu um poeta?
Ou apenas um rabisco perdido
Entre os grãos de areia
Da vida?

No meu tempo,
Agora,
Levanto da vida
Para descrever o que não sei,
O que sinto.
Na mente confusa,
Fico parado,
Esperando o tempo passar.

Vejo a maldade no olhar,
e, com profunda dor,
sei que derramar amor
não vai adiantar.
O ódio toma conta,
corações se perdem
no caos do viver,
sem esperança
de um novo amanhecer.

Perdi meu eu,
Já não sei quem sou,
Um labirinto.

Dinda, você é um anjo na minha vida. Sei que ganhei na loteria, porque não se fazem madrinhas como você. Eu te amo demais!

Não sei quanto a você, mas eu me tornei dependente do celular.

Não sei de onde nasce a inspiração para escrever. Ela apenas aparece, suave, como quem chega para despertar a alma.

A cada texto, tento ser alguém diferente. Mil mensagens me aguardam, mas não sei se minhas forças chegarão até elas.

Não sei se você já observou, mas as pessoas estão mudando seus hábitos de consumo e preferindo cada vez mais comprar online, deixando a loja física.

Há tanta coisa dentro de mim querendo virar texto, mas fico preso nas palavras que não sei soltar.

Hoje não saí da cama… e nem sei explicar o motivo.

Timidez

Demétrio Sena - Magé

Só não sei conviver com muitos dedos;
minhas teclas ariscas fogem logo,
meus enredos misturam trajetórias,
pegam fogo e se perdem entre a cinza...
Sou a plena expressão da timidez,
apesar das ausências de pudor;
não existe até dez na minha conta,
porque fujo da dor, mal vejo a sombra...
Nunca soube apostar no malmequer,
tentar ler os garranchos do silêncio
sobre falas medidas; pontuais...
Pois não sei habitar esses mistérios;
cais desertos de minhas convivências
inseguras do quanto sou viável...
... ... ...

Respeite autorias. É lei

Eu sei que você sabe, mas eu finjo que não sei, e você sabe que eu sei, mas finge que não sabe.

Sinto o que sinto
Sou genuína não minto
Gostaria de saber ser …
Sinto que não sei viver
Nesta sociedade corrosiva
Que vive uma mentira
Sinto o que sinto …
Transpareço … não minto
Mas gostaria de mentir …
Nesta vida a corroer …
Sinto … mas quero sentir
Quero ser eu; não quero fingir
Sinto o que sinto …
Porque não posso transparecer
O que sinto … quero dizer
A vida parece encenação …
Vida sem razão de ostentação
E temos que ocultar …
Para o mundo agradar
Sinto que quero …
Por ser genuína desespero …
Sinto o que sinto …
Gostaria de mentir …
Mas não minto

⁠Amizade

Sem procurar, sem pensar.
Ela aparece.
Aparece de não sei onde, e não sei como.
Mas, a amizade que vinga, é a verdadeira amizade.
Amizade é sentir pelo próximo um afeto, um carinho.
É querer bem, é desejar o melhor.
É sorrir para vê-lo sorrir, é curtir um dia de chuva.
Ouvir uma música e nem perceber que a chuva continua a cair.
É saber fazer de um instante, um momento para sempre.
E depois guardar na tua memória.

Ainda Há Cacos Espalhados
​Eu ando em pontas, lento e distraído,
Pois sei que a dor não foi de todo embora.
A ferida fechou, mas o chão, o meu chão querido,
Guarda o que foi quebrado, mesmo que lá fora
O mundo ache que o tempo já cumpriu o seu castigo.
​Ainda há cacos espalhados no tapete,
Fragmentos de um espelho que não soube mentir.
Eu tento varrer, juntar no meu colete,
Mas há estilhaços que insistem em luzir,
Lembrando-me de cada passo que se repete.
​A mão que tateia a escuridão é a mesma
Que um dia segurava o vaso inteiro.
Agora ela recolhe a dor, essa gema
Transparente e cortante, sem um paradeiro
Certo, apenas o peso de uma descrença extrema.
​É preciso ter cuidado ao recomeçar,
Pois a pressa faz o pé sangrar de novo.
A cura não é um instante, é um lugar
Onde aprendemos a coexistir com o povo
De fantasmas que a memória teima em guardar.
​E eu respiro fundo, sabendo que amanhã
O Sol vai nascer sobre os pedaços que restaram.
Não para uni-los, mas para que a manhã
Me encontre a caminhar, mesmo que me custaram
O peso e a prova de que nada é mais de lã.

Se há um destino que sei que não me aguarda após a morte, é o inferno. Fosse o caso, eu seria condenado a vivê-lo duas vezes.

"Coqueiro! Coqueirinho!
Eu não sei o que dizer;
Você foi tão legal;
Em me favorecer;
Deu um cacho de coquinhos;
E pediu para eu comer;
A satisfação foi tão grande;
Que só tenho a agradecer;
Pois coqueiro que nem tu;
Jamais vou esquecer!"

“Eu sei o que eu falo. E principalmente, eu sei o que eu vivo. Quem não vive minha rotina não pode definir minha verdade.”