Nao sei o que fazer tenho dois Amores

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“Quero o que não sei. E é isso que me mantém vivo.” – Os`Cálmi

Mortinhos


Estamos perdidos
Eu não sei onde estás
Caminhamos sozinhos
Num caminho para o amor e para a paz


Sei que estou vivo
Mas deixei algo para trás
Algo com valor e sentido
Foi o teu amor que tão bem me faz


Dizem que estamos escondidos
Mas como cada um foi capaz
De fugir de sorrisos tão bonitos
Que estão lá um para o outro nas horas más


Só sei que sobrevivo
Desde algum tempo para cá
Sei que sobrevives num mundo esquecido
Em que esquecemos de nos dizer olá

O melhor de mim é aquilo que eu ainda não sei por que me renova.

Terças Feiras

As terças-feiras tem sido nubladas e chuvosas aqui dentro, não sei se é “sina,” se é algo da minha mente, mas, assim tem sido.

As terças me fecho, as portas se abrem, mas, aqui é tudo escuro, é tudo “truvo,” e faz tempo que estou aqui.

Bastado de sentimentos, desafortunado por natureza, a vida é mesmo essa roda do tempo em que esperamos por dias melhores e eles nunca vem.

Enquanto isso eu espero o ciclo: “ame, viva, sonhe!”

“Ame”, amar é o principal meio a que devemos nos apegar, portanto se amamos conseguimos passar para o segundo ponto, “viva”, viver é da natureza humana, com desafios, com obstáculos, criando meios sustentáveis, mas, vivendo.

E, quando vivemos podemos descansar no “último” ponto dessa estrada “sonhe”, sonhar é divino, tudo acontece no sonhar, sonhar é ciclo infinito, e aliança, é desejo, esperança.

Tente um pouco e, mais um pouco, mais um pouco e verá que você consegue.

Ame, viva, sonhe e, segundo a canção eternizada na voz de Mariza Monte:

Sem botão, no tempo
No topo, no chão
Em cada escada há caminhada
À pé, de caminhão

Seu horário nunca é cedo
Aonde estou?
E quando escondo a minha olheira
É pra colher amor

Quantas vezes podemos sofrer?

Quantas vezes podemos sofrer enquanto vida estiver? Não sei ao certo, varia de indivíduo.

Eu já passei várias vezes e aparentemente vou continuar passando, não sei se a vida faz essas coisas pra aprendizado, mas, eu ainda não aprendi nada e não sei se terei tempo.

Mas, se falando de amor, que é o que devemos levar adiante para todos os seres humanos que encontrarmos, cito um trecho do meu livro: “Quando se ama.”

No contrário das ondas, no andar contra o vento, no desespero da dor.

Na insônia de minhas noites, na solidão das minhas dores.

Eu amei na inutilidade que meu ser devora, na ausência de saúde em mim, no pensar de uma canção de outrora, no pesar de quem não fui bastante, na incerteza e desprezo do meu choro em pranto.

Amei sem poder amar, mas, amei!

Neste lugar, as pessoas esquecem-se da vida, da morte… não sei. Mas esquecem-se sempre de alguma. coisa."

"Eu te amo, meu Senhor.
Não sei viver sem teu amor,
Me ajuda a proseguir
São os teus sonhos que eu quero sentir"
(O teu Exército, de Moysés Fernandes)

A vida pesa, e eu já não sei onde apoiar minhas mãos pra continuar.

Eu não o entendo. Mas sei que você é um bilhete premiado.

Um sutil sentimento surgiu dentro de mim, não sei bem em qual momento aconteceu. Foi sorrateiro como poeira, mas ocupou toda a extensão do meu ser, ah, por favor, me deixe respirar.
Tristeza malvada, vai embora e me deixa aqui com a alegria da simplicidade.

Sei lá, tô muito bom hoje não, mas tô vivendo.

⁠Eu desisto. Eu não sei como deter a ansiedade, talvez não dê. Talvez seja isso mesmo nessa nova etapa, sentir menos alegria.
(Alegria)

⁠Eu não sei onde sua história vai te levar, mas a busca por quem somos nunca encerra.

⁠Como eu vou me conhecer se eu não sei nem quem é o meu pai?

⁠Ao contrário de tudo que se diz a meu respeito, eu sou aquilo que sei que sou, não importa o bem da história ou a sua maldade, sempre será uma história mal contada se for contada por quem não sabe o que sou ou o que pretendo ser.

Eu não sei se encontrarei; se já não o procuro, por vezes até escondo-me.
Não sei por que, mas não sei se arrependo-me.
Amar-te imensamente
Desejando sempre.
Buscando fugir disso, mas sentindo ainda o sabor de teus braços quentes.⁠

Não se engane.. Eu sei de coisas que você acha que eu não sei..

Quando não sei pronunciar uma palavra estrangeira e insisto em falar mesmo errado, erro duas vezes. Primeiro, por não entender que teria que ser poliglota para acertar sempre, e segundo, por achar que é errado ler na minha propria língua.

Sim... Gosto! Mais do que o gostar me permite! Mas não sei quanto tempo me quedarei por aqui, a espera de um vislumbrar de esperança.

Não sei se o que eu faço ajuda o mundo de alguma forma; talvez minha existência seja a prova da minha insignificância.