Nao sei o que fazer tenho dois Amores

Cerca de 668881 frases e pensamentos: Nao sei o que fazer tenho dois Amores

⁠⁠❤
"O amor é assim:
Quando os dois querem;
Um não larga e
o outro não desiste"

Orfandade a Dois

Existe uma orfandade que ninguém vê,
não é de pai, não é de mãe —
é do zelo que se perdeu no meio do caminho.

É deitar ao lado
e sentir frio mesmo com o corpo quente ali.
É ter companhia
e ainda assim conversar com o silêncio.

Sinto falta do cuidado miúdo,
do “vai dar certo” dito nos dias nublados,
do olhar que encoraja
antes mesmo das palavras nascerem.

Sinto falta do afago sem pressa,
do beijo que pousa na testa
como quem promete:
“eu fico”.

Há uma fome de carinho
que não se mata com presença,
porque presença sem ternura
é casa sem luz.

É orfandade de incentivo,
de mãos dadas nas batalhas,
de alguém que veja
e celebre o que há de bom em mim.

Não peço excessos,
peço zelo.
Não peço promessas,
peço cuidado.

Porque pior que estar só
é sentir-se só
no lugar onde o coração
esperava abrigo.

Vamos deixar pra lá
Vamos deixar passar
Vamos ser de novo
Dois seres que não são
Fique onde está
Fico onde estou
Acabou
Passou.

Há exatamente 6 anos eu não apenas adotei duas meninas… eu fui adotado por dois corações que transformaram minha vida em amor todos os dias. (2026)

Há uma solidão que só conhece quem vive entre dois mundos, pertencendo a tudo e não se sentindo dono de nada.

Não gostar de mim é um favor, não falar comigo são dois.

⁠Não podemos servir a dois senhores;
Portanto, não permita que o maligno tenha poderes sobre você.
DEUS É SUPERIOR A TUDO E A TODOS.

"Há dois tipos de relógios, um para controlar o próprio tempo e o outro para não se atrasar na vida."
Há quem esqueça de dar corda.

"Há dois tipos de abelhas, as com ferrão que não produzem mel e as sem ferrão que produzem mel."
Está frase não é sobre apicultura.

“Há dois tipos de pessoas, aquela que ao ler uma frase faz um livro e aquela que ao ler um livro não faz uma frase.”

Se um ou dois seguirem meus conselhos e virarem poetas, não foi em vão a minha solidão.

Se o beijo for doce, não peça um, peça dois.

Se o beijo for doce, não queira um; queira dois.

Meus dois pais me tratam muito bem
(O que é que você tem que não fala com ninguém?)
Meus dois pais me dão muito carinho
(Então porque você se sente sempre tão sozinho?)
Meus dois pais me compreendem totalmente
(Como é que cê se sente, desabafa aqui com a gente!)
Meus dois pais me dão apoio moral
(Não dá pra ser legal, só pode ficar mal!)

Ultraje a Rigor

Nota: Trecho da música Rebelde sem causa.

Será que volta?
Será que não volta?
O quê?
Ele? A internet?
Ou os dois?
Allah ele
Depois de 2 anos
Where?

Dois escritores que viraram gigantes… depois que já não estavam mais aqui para dar nem um “obrigada”.




Franz Kafka nasceu em 3 de julho de 1883, em Praga (na época parte do Império Austro-Húngaro). Era de uma família judaica de classe média e estudou Direito, trabalhando boa parte da vida em seguradoras, um emprego que ele detestava, mas que pagava as contas.


Ele escrevia à noite, como quem vive uma segunda vida escondida. Sua obra gira em torno de temas como angústia, alienação, culpa e burocracias absurdas, criando aquele clima estranho que hoje chamamos de “kafkiano”.


Durante a vida, publicou muito pouco. Suas obras mais famosas, como O Processo e O Castelo, só vieram a público depois da sua morte em 1924, vítima de tuberculose. E aqui vem o plot twist mais irônico: ele pediu para que seus escritos fossem queimados… e o amigo dele simplesmente ignorou.


Resultado: virou um dos maiores escritores do século XX… sem nunca saber disso.




Emily Dickinson nasceu em 10 de dezembro de 1830, em Amherst, nos Estados Unidos. Viveu uma vida extremamente reservada, quase isolada, como se estivesse mais interessada no universo interior do que no mundo lá fora.


Ela escreveu cerca de 1.800 poemas, mas apenas uns 10 foram publicados enquanto ela estava viva. Sim, você leu certo. O resto ficou guardado, organizado cuidadosamente em pequenos cadernos.


Sua poesia era ousada para a época: linguagem diferente, pontuação estranha, ideias profundas sobre morte, existência e emoção. Depois que morreu, em 1886, sua obra foi descoberta… e aí o mundo percebeu o tamanho do talento que estava escondido.


Hoje, ela é considerada uma das maiores poetas da literatura mundial.


O detalhe que une os dois


Os dois viveram escrevendo como quem conversa consigo mesmo… sem plateia, sem aplauso, sem hype. E ironicamente, foi só depois do silêncio definitivo que o mundo começou a escutar.


Kafka queria desaparecer. Emily se escondia do mundo. Os dois acabaram eternos.


E isso diz mais sobre a humanidade do que sobre eles.


O QUE VOCÊ ESTÁ ESPERANDO PARA MOSTRAR AO MUNDO O SEU TALENTO?




ESTÁ ESPERANDO VIRAR MEMÓRIAS PÓSTUMAS ESCRITAS?

Quando você quiser ser
verdadeiramente justo,
não se esqueça de ouvir
os dois lados da história.

“— Eu não te liguei,
e nem vou te ligar…
Não há porquê.


Somos dois chips
no mesmo celular:
mesma linha,
mesmo sinal,
mesmo querer.”

Entre dois mundos


Não sou do tipo “normal”.


Mas eu sempre tive histórias
que não cabem no comum.


Logo depois da adolescência,
vivi algo que nunca esqueci.


Acordei…
ou achei que acordei.


Levantei da cama
e caminhei até a porta do quarto.


Tentei abrir.
Uma vez.
Duas.
Várias…


Nada.


Foi então que, sem entender,
olhei para trás —


e me vi.


Deitada.
Dormindo.


Havia duas de mim no mesmo espaço:


uma presa no corpo,
outra presa no quarto.


Me aproximei devagar…
como quem teme atravessar um espelho.


Tentei me acordar —
toquei, chamei…


mas era como tentar alcançar o vento.


Voltei até a porta.
Insisti mais uma vez.


Nada.


Então desisti.


Voltei para a cama.


Sentei ao meu lado
e, meio irritada, meio rendida, falei:


— Já que não consigo sair…
vou ficar aqui,
esperando você acordar.


E esperei.


Sem saber o que havia lá fora,
sem saber se alguém poderia me ver,
sem saber, sequer,
onde eu realmente estava.


Depois…


acordei.


Como se nada tivesse acontecido.


Mas, aos poucos,
as lembranças foram voltando —
como ecos de um lugar
onde ainda existo.


Nunca entendi
por que fiquei presa naquele dia.


Mas entendi outra coisa:


eu vou.
Vou a lugares,
tempos,
dimensões…


E, às vezes,
nem preciso estar dormindo.


Sempre vivi
entre dois mundos.


E, por muito tempo,
tentei negar isso.


Fingir.


Me encaixar.


Ser outra.


Hoje, não.


Outro dia, disse
a uma das minhas Pessoas Favoritas:


— Eu sou assim.
Ou me aceita…
ou não.


Ela ficou.


E, desde então,
não questiona mais —


admira.


Talvez porque, no fundo,
todo mistério só assuste
até encontrar
quem não tenha medo de olhar.


E eu aprendi:


não existe calmaria
sem a coragem da verdade.🌙

O tolo acredita EM boatos,⁠ mas o sábio não julga sem antes ouvir os dois lados da HISTÓRIA. 📚🧠🧑‍⚖️⚖️