Não sei mais

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⁠Se sobreviver a tudo isso já não sei mais se vou para um hospício , grupo de alcoólicos anônimos, ou ambos , rs.

Eu não me reconheço. Eu não sei mais quem eu sou.

No fundo do pensamento, peço silêncio mil vezes, mas eu já não me atendo, já não sei mais o que digo ou o que fazer, ⁠se Deus me desse a força de abrir as portas do cofre onde o seu coração dorme, seria mais que um milagre. No céu não cabe uma estrela, e esse arrepio nas costas parece sempre dizer: Por que não passa esse gosto? Não posso ouvir teu nome e não lembrar o quanto eu gosto de você, é como se a vida fosse apenas ir ao encontro de você, seu nome é mágica no ar e por mais que eu tente esquecer é um caso sério que eu não resolvi o tempo que em mim, não passara! Não passara, pois não é facil a vida sem você, sonhar a noite é tão inútil, preciso aprender.

⁠A idiotice do meu ser, fez com que eu perdesse vc, não sei mais o que fazer.
Triste saber, que eu não sou a pessoa certa para você

⁠Diante do desprezo

Não sei mais o que faço meu Senhor.
O desprezo é tão agonizante.
A humilhação é alarmante.
Cenário de tristeza e dor.

Tenho feito e vou repetir.
O inimigo diz pra me desistir.
Meu clamor não cessa no meu coração.
Suplicar a ti, render me por inteiro é a solução.
Diga me Senhor então.

Se há sentido em mim.
Todo esse meu afim.
Veja que não parei.
Do arado não larguei.
Eu não vou retroceder, mesmo diante da dor.
Veja se há fé em mim Senhor.

Estão dizendo que é louca minha fé.
Deitado, de joelhos seja como for.
Meu coração a ti entreguei, meu sangue jorrei.
Peça que a ti eu dou.
Não nego que por ti humilho me com fé.
Diante de ti rastejo Senhor.
Peço que diante do homem, mantenha mim de pé.

Giovane Silva Santos.
06/09/2022 22:38hs

Não sei mais como me encaixar. Eu não sei como nos encaixamos, como nada disso funciona.

Não sei mais se vale apena considerar um "eu te amo" como uma declaração de amor, hoje em dia mais parece declaração de falsidade.

Eu não sei mais decifrar se essa intensidade de sentimentos é amor, se é confusão, se é alegria. Eu sei que as vezes espero tanto de você, e não consigo dar o mesmo de mim. Meu coração treme quando penso em você, metade é ciume, outra metade é um pedido estrondoso de calma, de serenidade, de racionalização. E aí, quando tudo se acalma, feito maré mansa, eu me carrego até você, tão leve quanto uma folha levada pelo vento. Quando alcanço esse profundo momento de sabedoria, entendo o que passa dentro de mim, aquilo que a turbulência da minha insanidade escondia. É aí que eu desejo ficar imóvel, grudada em você, esperando que dure mais tempo que da última vez, e agradecendo por você não estar tão brabo comigo pela minha última crise de loucura. Acho que por isso esqueço de guardar tudo dentro de mim, para tentar me parar da próxima vez que a tempestade me encontrar. Eu queria manter-me do seu lado, não por não confiar em você, mas porque ao seu lado me sinto protegida desse fantasma sorrateiro que me persegue a toda esquina, porque ao seu lado ele vai embora... Mas, pensando bem... quando a gente tira o sentido lírico dessa dramaturgia adolescente, sobra só aquilo que você chama de "neurose". E aí novamente meu coração treme com aquele sentimento estranho, e eu sequer lembro de pedir a Deus mais um minuto de silêncio.

Já não sei mais quem é você, do que realmente você gosta, quem realmente você anda e nem quem realmente você é, não sei nem se quer o seu nome mas o seu sobrenome eu nunca irei esquecer. Decepção.

"Naquele dia pareceu a melhor solução. Agora eu já não sei mais."

Talvez um último adeus

Hoje eu não sei mais
Se devo lutar pelo seu amor
Não estou desistindo por fraqueza.
Muito pelo contrário
Eu estou deixando sua vida
Para que você viva a sua em paz
Sem medo de precisar dizer para mim
Que seu coração já pertence a outro.
É com uma enorme tristeza
Que escrevo esses versos.
Por muito tempo sonhei contigo
Sonhava em ter essa flor em minha companhia
Com o seu perfume do campo
E com a suavidade de uma rosa
Por isso é tão triste agora
A tristeza quase escorre em meu rosto
O coração já começa a ficar apertado
Mas não vejo outra solução
Que não seja em te dizer adeus.
A minha maior tristeza
É pensar que você não sonhou o mesmo que eu
Eu buscaria ser a melhor pessoa para você
Mas você preferiu a incerteza de um amor
Eu posso até te esperar
Mas não posso te esperar para sempre.
Eu só te peço uma coisa
Não tenha dó de mim
Mas tenha um grande carinho
Por aquele que daria a própria felicidade
Para te ver sorrindo
Adeus flor.

" Se eu amo? Não sei mais, só sei que busco amar da minha maneira desconcertante do meu jeito atrapalhado, mas que se torna perfeito pra quem sabe entender..."

Não sei mais como viver pensando assim tanto em vc

Se vai dar certo ou não, eu não sei ... mais eu vou morrer tentando !

Eu prefiro, muitas vezes, ficar sozinha, aliás, quase sempre. Porque, infelizmente, eu não sei mais em quem confiar, todo mundo resolveu mudar e ser falso. Lógico que existem exceções, mas são poucas. As pessoas esqueceram o que é amizade verdadeira, esqueceram o que é amor. Mas eu sei que existe alguém que me ama de verdade, e eu sei que nunca vai me abandonar, ESSE SIM, me ama, que é JESUS CRISTO.

CASULO DA LOUCURA
Já não sei mais dormir
Perdi o sono
Perdi o sonho
Perdi o ritmar
desde que me vi
ancorada
nesse imenso mar de amar.
Para onde foram os ventos?
Para onde foram os lençóis?
Para onde foram os silêncios ?
Não há!
A insônia me despe
Veste minh'alma no casulo da loucura.
e volto novamente a ser lagarta
querendo de borboleta
me transformar.
Toda vez que penso
em voar ...
Meus sentidos extasiam
amortecem
deliram
gritam
e meu coração só quer
sedento embriagar-se
em teu mar.

Se no relacionamento chega a seguinte dúvida "cansei, não sei mais o que fazer pra dar certo", faça a única coisa que você não fez: "NADA". Quando não é pra ser, insistir só vai te decepcionar.

Não vivo uma boa fase da vida.
E talvez esse seja o maior problema:
já não sei mais quando foi a última vez
em que a vida realmente me habitou.
Os dias passam,
mas não deixam marcas boas.
Só acumulam cansaço.
Um cansaço antigo, profundo,
que não some com descanso
porque não vem do corpo —
vem da alma.
Estou brigado com quase toda a minha família.
Não por ódio,
mas por desgaste.
Por palavras ditas tarde demais
e silêncios longos demais.
O presente cobra explicações,
o passado cobra perdão,
e eu não tenho forças para pagar nenhum dos dois.
Perdi o trabalho.
E junto com ele,
perdi a sensação de utilidade,
de pertencimento,
de dignidade.
Quando não se tem mais um lugar claro no mundo,
qualquer lugar vira fuga.
Passei a sair de casa como quem foge de um incêndio invisível.
Coloco a mochila nas costas
— às vezes vazia, às vezes pesada —
e pego um ônibus qualquer.
Não importa o número,
não importa o destino.
O movimento engana a dor por alguns minutos.
Enquanto o ônibus anda,
parece que a vida também anda.
Mas quando desço,
tudo continua exatamente igual.
Tento me enganar.
Tento enganar os outros.
Finjo que estou resolvendo coisas,
que estou sendo útil,
que estou indo atrás de algo.
Mas, no fundo,
só estou tentando adiar o momento
de encarar o que me dói.
As pessoas dizem que eu sou louco.
Talvez porque eu suma.
Talvez porque eu não saiba explicar
o que acontece dentro de mim.
Às vezes, eu mesmo começo a duvidar da minha sanidade.
Porque não é normal se sentir tão deslocado
mesmo estando rodeado de gente.
Não é normal carregar tanta tristeza
sem saber exatamente onde ela começou.
Eu não quero morrer.
Mas também não sei mais como viver assim.
Existe um espaço estranho entre essas duas coisas
— um lugar onde a pessoa apenas aguenta.
E é lá que eu moro hoje.
O que eu queria
não era luxo,
nem reconhecimento,
nem vitória.
Eu só queria um lugar tranquilo.
Um lugar onde eu pudesse descansar em paz
sem precisar fugir,
sem precisar provar,
sem precisar ser forte.
Queria um lugar
onde o passado não gritasse,
onde o presente não cobrasse,
onde o futuro não assustasse.
Queria silêncio.
Queria pausa.
Queria alívio.
Porque viver assim,
carregando tudo sozinho,
se sentindo errado,
cansado,
perdido…
isso também machuca.
Só não deixa cicatriz visível.

Eduarda,
eu não sei mais onde termina a calma
e começa você.
Desde que te conheci,
meu coração não anda — ele corre.
Corre atrás do teu sorriso,
do teu jeito,
da sensação absurda de paz
misturada com esse medo bom de sentir demais.
Você mexeu em lugares que ninguém tocava,
abriu portas que eu mantinha fechadas
até de mim mesmo.
Voltei a escrever porque o que sinto por você
não cabe no silêncio.
Eduarda, se isso ainda não é amor,
então é algo ainda mais perigoso:
é a certeza de que você já mora em mim
antes mesmo de eu saber
como te explicar isso sem tremer.⁠

Ai, meu Deus, o tarifário do Trump! E agora, Brasil?
Ai, meu Deus!
Eu não sei mais o que faço!
É tanto prejuízo que até o meu contador pediu demissão!
As minhas terras… ai, as minhas fazendas produtivas!
Soja, milho, algodão, café gourmet, cacau de exportação, lavanda francesa, eucalipto sustentável!
Tudo plantado com carinho — agora tudo ameaçado!
E os meus gados?
Nelore, Angus, Wagyu massageado à mão!
Eles choram comigo no pasto!
O boi parou de ruminar de tanta tristeza!
Minhas lavouras de cana, ai meu Deus, minha produção de etanol, de álcool, de açúcar orgânico, de mel silvestre de abelha nativa, tudo encalhado nos silos!
E as minhas fábricas?!
As de confecção, de sapato, de máquina, de papelão, de embalagem, de cosmético vegano, de ração, de plástico biodegradável, de sorvete sem lactose, de perfume, de filtro de barro chique!
Tudo parado!
Os operários até me mandaram um “namastê” de solidariedade!
Minhas indústrias pesadas:
Siderúrgica, metalúrgica, fundição, refinaria!
O aço, o zinco, o cobre, o alumínio, o manganês, o nióbio…
Tudo virando sucata nobre sem destino!
Minha mineração!
Minério de ferro de exportação premium!
E os diamantes éticos? E o ouro de lavra ancestral?!
Tudo tributado! Tudo travado!
Ai, Trump, por que me odias?
Minhas ações da bolsa!
Bancos, fintechs, startup de drone, criptomoedas, fundo verde, fundo imobiliário, fundo fundo!
Tudo derretendo como manteiga na frigideira da geopolítica!
E a minha frota de pesca?
Navios no Pantanal, no Atlântico Sul, na costa da Noruega!
Meus barcos! Meus peixes nobres: pirarucu, salmão, tilápia, cavala, tainha, atum azul!
Todos nadando com medo da tributação!
E os meus aviões?
Minhas linhas aéreas particulares!
Os jatinhos não decolam, os hangares estão em luto!
Ai meu Deus, e o jato que ia buscar trufas negras na França?
Meus acres no Acre!
Minhas glebas no Goiás, minha fazenda vertical em Dubai!
Tudo comprometido!
Minhas exportações de vinho artesanal, de azeite orgânico da Mantiqueira, de queijo curado na caverna, de cachaça envelhecida em barril de carvalho francês…
Agora tudo parado na alfândega!
E a minha fábrica de sonhos?
E a minha plantação de esperança?
Até isso foi tarifado!
Ai meu Deus, isso virou o fim do mundo!
Um drama internacional!
Meus amigos do G7 estão em crise existencial!
A classe rica tá entrando em colapso!
Mas ninguém entende o nosso sofrimento.
Rico também chora. E chora com planilha, com relatório, com gráfico de queda e dólar disparando!
Ai meu Deus, o que será de mim com esse tarifário do Trump?!
Vou ali tomar um champanhe pra ver se acalmo…
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✍️ Por Nereu Alves — o drama do rico também merece um palco.