Nao quero Viver na Ilusao

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Meu dia amanheceu encantado não por ser comemorado o dia do meu nascimento, mas sim por ser mais um dia em que abri os meus olhos para felicitar a vida;
Com todas as minhas lutas que enfrento de queixo erguido, supero cada uma delas com a alegria adquirida pelas minhas experiências;
Meu dia é tão especial como o de qual quer outra pessoa, entretanto busco caprichar cada vez mais nos detalhes em meu caminho;

Sem vontade não há luta... Sem luta não há esforço e sem esforço não há vitória...
Seja autêntico, seja decidido... Pois suas escolhas ou te levarão a vitória ou ainda sim a derrota...
Contudo não tenha inveja, não queira além do que mereça... Seja você mesmo, seja um guerreiro;

Brinde a vida... Brinde a felicidade
Pois de nada adianta o amor
Se não houver responsabilidade...
Respeito e sensibilidade;

Vamos celebrar os sentimentos
Celebremos o que sabemos
Do nosso próprio coração

Seja pela amizade ou pela paixão;
Venha junto a eu caminhar
Cada palmo desse chão...

Para ter a certeza do que
Queremos é realmente
Paixão!

O conhecimento é uma fonte que muitos não conhecem... E a experiência, poucos adquirem.

Não interprete o meu silêncio como o fracasso que tanto te incomoda
Nem o meu sorriso como arrogância que tanto te cerca
Pois o meu caráter não se confunde com aparência
E a minha felicidade com o estado financeiro;

Que não seja inconcebível o amor entre amigos, pois então você concede-me o seu coração?

O ser humano está na autossuficiência da ignorância de si próprio, quando não entende a crítica construtiva.

Aventura-se na vida, pois não terá outra para fazer o que tens vontade!

Não subestime a minha inteligência...
Eu conheço tanto atalhos de pedras que levam ao paraíso
quanto caminhos de grama que levam à perdição.

⁠Os valores morais da existência não se têm mais prioridades
Pois os valores financeiros e a estética física virou a nossa realidade;

⁠Ei!
Você mesma que esteja lendo essas palavras
Se você ainda não realizou tudo aquilo que sonhou!
Não tem problema! Amanhã você terá outra oportunidade para estar realizada
E talvez o seu tempo ainda não tenha chegado
Tenha fé e paciência que logo Deus te fará honrada
Porque você é linda e empoderada, com a tua força tenho certeza de que é amada
Erga a cabeça e siga em frente, porque coragem e força você tem
Só falta insistência, otimismo e certeza também;

⁠O homem pode até errar
Mas se não tiver consciência dos seus erros
Nunca poderar aprender e conseguir melhorar!

⁠A vida é curtíssima demais para não perceber o amor passar;

Considere: se você acordou de manhã é evidente que não morreu durante a noite. Fique feliz com o óbvio.

Millôr Fernandes
Millôr definitivo: a bíblia do caos. Porto Alegre: L&PM, 2011.

Alguns sentimentos não cabem em palavras. Apenas apertam o peito e nos fazem ansiar pelo incontrolável. Caminhamos assim, meio inteiros, meio devorados por aquilo que não sabemos nomear.

Insistimos no que não vale a pena até nos ferirmos por sentimentos e ilusões que criamos. A vida, porém, sempre acerta as contas: geralmente com algo que dói, mas que também abre os olhos.

A NOBRE ARTE DE FORMAR E NÃO RETER. O DIRIGENTE ESPÍRITA COMO SEMEADOR DE ALMAS.
No organismo vivo que é a Casa Espírita, não há lugar para estagnação. Há movimento, crescimento e, sobretudo, renovação. Quando se observa com lucidez a dinâmica dos trabalhos, percebe-se que um dos mais graves entraves ao progresso coletivo reside na retenção indevida de funções, responsabilidades e espaços de atuação. Não por maldade deliberada, mas frequentemente por apego, zelo mal compreendido ou insegurança velada. Ainda assim, o efeito é o mesmo. O bloqueio do fluxo natural do serviço no bem.
O dirigente espírita, quando se fixa excessivamente em suas atribuições, esquecendo-se de que sua função é transitória e educativa, passa a agir como um guardião de tarefas, e não como um formador de trabalhadores. Este desvio sutil compromete a essência do trabalho espírita, cuja base é a cooperação, a fraternidade e o desenvolvimento moral de todos os envolvidos.
A Doutrina Espírita, em sua estrutura lógica e ética, não concebe o trabalho como propriedade individual. Ao contrário, ensina que toda tarefa é patrimônio coletivo, instrumento de aprendizado e meio de ascensão espiritual. Nesse sentido, reter reuniões, centralizar decisões ou limitar a participação de novos cooperadores constitui, ainda que inconscientemente, uma forma de egoísmo institucionalizado.
É imperioso compreender que há trabalhadores em potencial aguardando apenas uma oportunidade. Espíritos que, muitas vezes, trazem consigo experiências pretéritas, compromissos assumidos antes da reencarnação e legítimo desejo de servir. Quando encontram portas fechadas, não apenas se frustram, mas podem afastar-se, perdendo-se valiosas oportunidades de crescimento mútuo.
A omissão do dirigente diante dessa realidade é tão prejudicial quanto a ação desordenada. Delegar não é abdicar da responsabilidade. É exercê-la em sua forma mais elevada. Planejar, orientar, acompanhar e, sobretudo, confiar. A confiança é o elemento que transforma colaboradores em continuadores da obra.
O exemplo clássico da liderança espiritual encontra-se na postura de Jesus Cristo, que não monopolizou o ensino, mas distribuiu responsabilidades, enviando seus discípulos a aprenderem pelo exercício direto do bem. A pedagogia do Cristo não era de retenção, mas de expansão. Ele formava consciências, não dependências.
Da mesma forma, Allan Kardec, ao estruturar o Espiritismo, jamais centralizou o saber em si. Estabeleceu critérios, incentivou o estudo, promoveu o diálogo e permitiu que outros participassem ativamente da construção doutrinária. Sua liderança era firme, porém aberta, disciplinada, porém inclusiva.
Outro ponto de elevada reflexão encontra-se na advertência espiritual de Emmanuel, ao afirmar que muitos trabalhadores são Espíritos em processo de reajuste. Tal entendimento deve despertar no dirigente não o julgamento, mas a compaixão. E mais do que isso, a responsabilidade de educar, orientar e oferecer oportunidades de reabilitação pelo trabalho digno.
Negar espaço ao outro, sob qualquer justificativa, pode significar impedir que ele cumpra um compromisso espiritual. E, simultaneamente, pode representar para quem nega uma prova de orgulho não vencida.
A harmonia institucional não se constrói pela uniformidade artificial, mas pela integração consciente das diferenças. O chamado poder integrativo, conforme analisado nas ciências humanas, é aquele que se exerce com o outro e não sobre o outro. Trata-se de uma liderança que agrega, que escuta, que promove e que reconhece o valor alheio sem sentir-se diminuída.
É necessário, portanto, que o dirigente espírita exerça constante vigilância sobre si mesmo. Pergunte-se com sinceridade. Estou formando ou apenas mantendo. Estou abrindo caminhos ou protegendo territórios. Estou servindo à causa ou à minha própria necessidade de controle.
A resposta a essas indagações definirá não apenas a qualidade de sua gestão, mas o destino espiritual do grupo que lhe foi confiado.
A Casa Espírita não é palco de vaidades sutis, mas oficina de almas. Cada trabalhador que chega é uma esperança que se apresenta. Cada oportunidade concedida é uma semente lançada no campo da eternidade. E cada gesto de confiança é um ato de fé no potencial regenerador do Espírito.
Que os dirigentes compreendam, com profundidade, que sua maior obra não são as reuniões que conduzem, mas os trabalhadores que formam. Pois reuniões passam. Estruturas se transformam. Mas consciências despertas permanecem, dando continuidade ao trabalho do bem através dos séculos.
E quando a liderança se converte em serviço verdadeiro, a instituição deixa de ser apenas um espaço físico e torna-se um organismo vivo de luz, onde cada alma encontra não apenas tarefa, mas sentido, não apenas orientação, mas oportunidade de se reconstruir diante das leis divinas.

" Quem ora com sinceridade não altera Deus, mas transforma-se à altura das leis divinas. E aquele que se transforma, ainda que cercado pelas mais densas sombras, já não caminha para o abismo, pois converteu a própria consciência em luz que o reconduz ao caminho da ascensão. "

"A verdade, quando buscada com disciplina e reverência aos fatos, não se impõe pelo ruído das opiniões, mas se consagra na serenidade invencível da evidência."

SERENIDADE DE SÓCRATES QUE ANTECEDE A COVARDIA DA CICUTA HUMANA.
"A morte de Sócrates não foi derrota. Foi consagração de uma existência autêntica. Ele não se acovardou diante dos deuses, nem dos homens, tampouco de si mesmo. Sua serenidade ao beber a cicuta rompeu as máscaras da moralidade hipócrita de Atenas, revelando uma filosofia viva, íntima, incorruptível.
Hoje, diante de tantas vozes, o Oráculo de Delfos continua sussurrando — como um espelho antigo que insiste em mostrar o que há por trás do semblante. Sócrates ainda nos interpela, com olhos serenos e voz firme: 'Antes de julgar o mundo, olha para dentro. Antes de calçar as sandálias de alguém faça a mesma caminhada. "