Nao quero Viver na Ilusao

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Eu sou alguém que ama, que busca a paz, não sou perfeita e nem procuro a perfeição. Eu quero apenas viver feliz.

⁠don’t wanna lose you, I don’t wanna hate you
(Eu não quero te perder, eu não quero te odiar)

Eu não quero que as coisas mudem. Eu acho que talvez seja por isso que voltei aqui, para tentar parar essa mudança. Para fazer o relógio andar para trás, para fazer as coisas voltarem a ser como eram. Mas eu sei que isso é ingênuo. Não assim que a vida funciona. Ela está passando, sempre em movimento, quer você goste ou não. E sim, às vezes ela é dolorosa. Às vezes é triste. E às vezes, surpreendentemente, feliz.
(Hopper)

Eu não iria durar um único dia sem você e não quero.

Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe...

Adriana Britto

Nota: Trecho de um poema muitas vezes atribuído, de forma errônea, a Mário Quintana.

Não quero jogar tudo fora a não ser que seja realmente obrigada, mesmo que muitas vezes ele ponha em prática esse plano subliminar de me perder.

Não leve a mal, se o que eu quero é voltar; O mundo real ainda é meu lugar. Não se vá, não assim, não agora...

Cansei de ser a mulher certa na hora errada. Mas também não quero ser a mulher errada na hora certa. Só quero ser mulher e você que quebre esse relógio!

Seus olhos encaram os meus, e percebo que não quero o contato visual que deseja porque ele me desmonta, pedaço por pedaço. (Convergente)

Veronica Roth
Convergente

Não tenho pra onde ir
Mas não quero ficar.

Eu quero que eles digam: caramba, eu não sei em que festa que ela foi, mais eu quero ir nessa festa!

Água Perrier

Não quero mudar você
nem mostrar novos mundos
pois eu, meu amor, acho graça até mesmo em clichês

Adoro esse olhar blasé
que não só já viu quase tudo
mas acha tudo tão déjà-vu mesmo antes de ver.

Só proponho
alimentar meu tédio.
Para tanto, exponho
a minha admiração.
Você em troca cede o
seu olhar sem sonhos
à minha contemplação

Antonio Cicero

Nota: Trecho da música Água Perrier, em parceria com Adriana Calcanhotto.

Não quero lembrar do passado...
Porque dele só restou dor.
Não quero lembrar da dor que senti, porque ainda sinto dentro de mim.
Quisera eu esquecer de tudo que passou...
quisera eu não sentir o que ainda sinto...
Muita dor ... muita tristeza...muita saudade...
uma mistura de sentimentos que estão me matando lentamente por não saber viver o presente...e sim viver do passado.

Eu sou assim... Ligada na tomada! Não paro, canso mas não abro a mão do que eu quero, do que gosto.Às vezes fantasio e imagino inúmeras cenas e respostas na minha mente antes de torná-las reais. Não faço e nem falo tudo certo. Sou fraca em alguns momentos, mas forte em muitos outros. Eu Amo. Eu me amo. Eu brigo. Eu choro. Eu grito. Eu abraço. Eu converso com Deus. Eu falo sozinha. Tenho desejos, objetivos, sonhos, lembranças. Não sou a mais certa, mas sou aquela que se entrega, que provoca, que não nega e não se prende. Minha falta de medo me assusta.

"Aprendi a ficar quieta quando aquilo que mais quero e desejo não depende só de mim."

⁠Não quero correr nem uma chance de perder. É inútil discutir. Não vou mudar de ideia. Eu fiz o que podia hoje... Deixo o resto com você.
(Norman)

Me dá um beijo?
Mas não quero um beijo qualquer.
Quero um beijo bem gostoso,
com teu gosto de mulher

Quero um beijo que me excite.
Que me faça te desejar.
Quero um beijo que me agite.
Que me mostre teu jeito de amar.

Quero um beijo de emoção.
Que mexa dentro de mim.
Que me faça perder a respiração.
Que me faça querer não ter fim.

Quero um beijo com ardor.
Que me faça querer mais.
Quero um beijo de fazer amor.
Como só você me faz.

Te amo!

Se comer bolo é errado, então não quero estar certa.

⁠O Peso de Pedir

Dizem que eu não quero ajuda. Que não me ajudo. Que se eu precisasse de verdade, eu pediria.

O que ninguém entende é que pedir já foi uma escolha. Já foi uma tentativa, e, na maioria das vezes, o que encontrei foi silêncio, portas fechadas ou respostas que doeram mais do que o problema em si.

Aprendi a não insistir. Não por orgulho, mas por respeito. Porque sei que ninguém é obrigado a estar disponível. Sei que as pessoas têm seus próprios fardos e que nem sempre vão conseguir carregar o meu também. Então, eu escuto o não antes mesmo de ouvi-lo. E, para evitar o peso da rejeição, escolho não pedir.

Sei que, quando alguém realmente quer ajudar, ajuda. Sem esperar um pedido formal. Sem precisar ouvir "socorro" para entender que há um grito guardado no peito. Sei disso porque sempre fui essa pessoa. A que percebe, a que chega, a que estende a mão sem precisar ser chamada.

Então, se eu não peço, não é porque não preciso. É porque já aprendi que ir sozinho pode ser mais difícil e prolongado, mas é menos doloroso do que ouvir palavras cortantes e afiadas que já me feriram outras vezes. A solidão que vem com o silêncio, embora difícil, se torna um abrigo mais seguro do que os cortes invisíveis de quem diz querer ajudar, mas não está realmente disposto.

E quem sabe, talvez eu só precise de alguém que esteja disposto a perceber sem precisar de um pedido formal. Alguém que, como eu, entenda que a dor nem sempre se expressa em gritos, mas às vezes em silêncios profundos e na ausência de palavras.

Não quero lembrar. Faz mal lembrar das coisas que se foram e não voltam.