Nao quero Viver na Ilusao
Somos enganados por nós mesmo naquilo que queremos. Projetamos no outro o sonho que queremos viver.
Estamos vivendo uma época muito difícil, uns poucos ganham dinheiro suficiente, para viver por mais de mil anos, enquanto muitos não tem o que comer.
O que é Vida?
Vida é viver as margens do Certo e Errado.
Vida é sentir o peso de uma sacola de compras para saciar à Fome.
Vida é guando se Honra a Fraternidade ao seu semelhante.
Vida é guando se Encontra o Verdadeiro significado do Amor da sua Vida e mesmo assim não conseguimos Entender como lidar com a Vida.
...e se amanhã fosse o último dia?
...quantos anos teríamos que viver em um dia só, quantas palavras para se arrepender, quantas palavras para se dizer, quantos abraços para abraçar? ...talvez desabrigar do coração quem não soube estar.
Para todos os últimos dias que houveram, sempre houve um ontem que antecedeu o amanhã que sempre vem.
Aquele que muito busca
entender o que ninguém
Conseguiu explicar,
Sofre porque deixa
De viver sem o tormento
Do querer saber,
Sem ter onde encontrar
As respostas para as suas
Inquietações que tanto
Lhe faz flagelar.
Viver o evangelho com responsabilidade e cumprimento bíblico nos protegerá dos vexames tão normais aos despercebidos que ainda não sabem o devido valor de tudo aquilo que foi ensinado pelo mestre e Senhor JESUS..
Existem pessoas que são especialistas em criar conflitos e viver de fofocas. Geralmente esse tipo de gente é negativo e pessimista, e quando nos aproxima acaba poluindo e contaminando o ambiente. Por isso que sempre digo: afaste-se de pessoas assim, elas não acrescentam em nada na nossa vida, muito pelo contrário as vezes tira nossa paz e nosso sossego.
Diferente delas já existem pessoas que são iluminadas, que transmitem uma sensação de paz, harmonia e alegria em nossas vidas.
Belo dia sol que brilha que nós trás alegria, alegria de viver de ver seu belo olhar sei que sozinha queres estar mais faço esse poema para lhe alegrar pois você é muito bela para triste estar bela de alma e de espírito a flor mais bela desse recinto
Viver é mudar, e mudar é evoluir, e evoluir é você ter consciência da pessoa que você era, e ver que hoje você se tornou uma pessoa melhor.
Hoje venho ao amanhecer, escrever com ternura a mulher que me ensinou a viver, forte e admirável, com um coração implacável, de uma coragem invejável, lutou sem cansar mesmo sem forças não veio a parar! Ah que força inimaginável! Ah que Coração infindável! Tanto carinho e amor dedicado, mais que mulher formidável! Um exemplo de dedicação, uma mãe em um trilhão, fui abençoado por poder seu filho ser! Muito obrigado por sempre comigo estar! Mesmo que a distância venha hoje a nos distanciar! Saiba minha mãe que em meu coração a senhora sempre está! Te amo hoje e para sempre irei amar a mulher rainha que me ensinou a andar! Feliz dia das mães! Te amo mãe!
Sobreviver e viver sobre
Sou ao meu modo de quase todas as maneiras.
Talvez me falte sentir o quanto de mim perco nesses instantes,
Nesse jardim excessivo que me vigia,
Vestindo-me de ventos e formas imaginárias.
Sou o pé que não pisou a nitidez da escarpa,
Que dançou com todas as coisas que não tive,
Com cada seixo perdido nos extremos indivisos.
Cada viagem é um retorno, um extremo flamejante,
Como se fosse possível possuir uma fração do universo
E, essa fração, fosse a totalidade infinita.
Meu espírito sente que não há solidão nem término
Nesse pequeno abismo disposto em degraus, em espirais,
Onde as criaturas todas clamam pelo mesmo Deus,
Distante da matéria, próximo do mistério,
Do grandioso silêncio que surge sereno e solitário,
E vem ensopar de sulcos
As migalhas espalhadas nas florações.
Sei que nada possuo para aproximar-me
Do invisível, do sucessivo embaraço onde não me encontro.
O manto despido dos vales e montes murmura:
Ainda há pedras à tua frente
E tumulto no mundo submisso, vago e diverso
Como um rio anterior às chuvas,
Quase exausto de tanto ser rio.
[Cada ser é uma escultura filarmônica e simbólica].
No meu peito uma lívida linguagem soluça,
Um cantar sinuoso suspende-me as pálpebras dormentes,
Como um ciclone simultâneo.
Durmo e já não vejo como me via.
Adentro no que é tudo,
Na mínima festa que passa dentro das noites melancólicas.
As cascatas ocluem o choro das rochas,
As tessituras feitas de teias abandonam o limbo,
Para além das urgentes estrelas que não alcanço
E me vivem, e me sustentam quase metaforicamente, me circundam.
Sou as vegetações em desequilíbrio,
As veladuras,
O vazio aquecido e dúctil,
A fosforescência,
A muda eternidade.
Sou uma alma que transborda pela arca dos signos
E não mais sustenta a visão que me subverte e me corrompe
Nem me sabe antes que, como um novo e absoluto nascimento,
Louca, intensa e imperfeitamente, eu a saiba – igual a mim.
