Nao quero Viver na Ilusao

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Eu não quero a modernidade
E todo o imediatismo que com ela chega
Não quero a modernidade
Que promove encontros superficiais
Deixando o amor lá atrás

Quero Ser Criança



Foi
Não volta
Sente
Como sente
Faz falta
Tempo
Traga-me
Aquela criança
Para este velho
Sozinho brincar
Como na infância
Por favor, volta!

Eu não sei o que o meu futuro reserva, mas o mundo é grande e eu quero criar algumas memórias.

Não quero um relacionamento a mil maravilhas até porque nada e tão perfeito, mas quero um relacionamento duradouro que independente das brigas permaneceremos unidos até o fim

Preciso mudar a minha maneira de ser.
Não quero ser o que sempre fui.
afinal, não quero continuar na mesmice.
Difícil não é vencer o mundo.
Quem consegue controlar a sua própria vida é um sábio.
Controlar impulsos, desejos, vontade de falar ou emitir opiniões.
Quem consegue lidar com insultos, confrontos e adversidades,
merece ser ouvido em qualquer lugar do mundo.
Sigo nessa caminhada sem desistir de ser um mestre...
Não quero mais saber se tenho direito, razão e a certeza.
Como disse um sábio anônimo:
"Não há razão alguma para ser arrogante".

Há dias que não quero ver ninguém...
Exceto você

Das glórias que há no caminho, não quero prazer profundo, pois já tenho o seu carinho que é a maior glória do mundo.

Vivo no mundo da minha cabeça, porque o mundo da lua é muito longe e eu não quero me mudar.

Eu não carrego verdade, eu carrego muitas dúvidas. Mas tenho cá minhas convicções e não quero impô-las a ninguém. Eu não tenho que provar nada e não quero convencer ninguém. Eu digo o que eu penso porque me pedem pra dizer o que eu penso.

É, eu não quero mais, não quero me entregar por pessoas que dizem que tanto faz e não quero evitar essa dor porque só causa mais dor ainda, só quero sentar em uma varanda, pensar em tudo o que já fiz, tudo de bom e de ruim, pensar nas pessoas que gosto, nas que odeio, pensar em lugares que conheci e os que nunca vou conhecer, pensar em sorrisos, em choros, momentos bons e ruins, depois disso tudo, fazer nada... E pular, pular bem alto, tentar voar, mas no final, ser apenas mais um anjo caido. Só mais uma tentativa de ser alguém.

Quero uma vida adoçada com açúcar, não com adoçante.

(Dulçor)

Não quero ser encontrado, encontro quem eu quero.

Namorar contigo? Não. Não posso, não quero, antes preciso me aproximar do que sobrou de mim, reaprender a sorrir, não por fora, por dentro...
Preciso recolocar algumas peças faltantes, lustrar, remendar alguns rasgos oriundos do último amor, talvez amanhã, quem sabe, se o teu amor durar até lá...

Quero que acabe
Quero que acabe a dor
Quero que acabe o sofrimento
Quero morrer , não quero ir para o céu ou pro inferno, só quero desaparecer para sempre
Sumir do mapa ou da vida, eu só queria que tudo parasse e começasse a ser diferente
Um diferente bom
Começasse a ser feliz

O que eu quero ouvir de você
não poderei mais saber, nem ouvir
Afinal, você deu um basta
pôs fim aquele belo sentimento
todos os momentos que vivemos juntos
Sentimos um ao outros, em meses
muitos meses eu tive você
Doeu mesmo, a falta das carícias
os beijos e delírios, o que dizer?!
O que pensar, tenho que caminhar
desde aquele dia, sem você
Meu coração ainda dói, as vezes
claro, que menos... cada dia menos
tenho só medo de te esquecer
Se não sabes, mas eu amei você
(24/03/2019)

Voz da Jhud

Amar, eu te amo
Ainda ouço Jennifer Hudson dizer
"Eu não quero ser livre, eu não viverei sem você"

Te entreguei meu melhor sorriso
Te entreguei todo meu olhar
Ainda ouço Jennifer Hudson falar
"Nós somos partes do mesmo tempo, nós somos partes do mesmo lugar"

Se a vida for seguir
Que siga até esse amor morrer
Mas ainda sim ouço Jennifer Hudson dizer
"Não, não, não não há como viver sem você".

Em busca dos meus sonhos vou voando, mas não em um avião daqueles supersônicos. Ah, não... Quero quebrar minhas barreiras voando como uma borboleta, leve, solta, às vezes parando e sentindo o perfume das flores raras que encontro no caminho. Outras vezes, sentindo o néctar amargo de uma flor proibida. Mas o meu voo é leve, posso dizer que é mais agradável do que sofrido, mais colorido do que apagado, mais gentil do que deselegante, mais amoroso do que rancoroso. Um voo vagaroso e cheio de descobertas de sonhos possíveis.

Eu não consigo sair da minha zona de conforto - que não é tão confortável como o nome diz.

Quero dizer que não consigo me "mexer", fazer algo de útil e tornar o meu dia produtivo.
Eu queria ter a facilidade em cumprir deveres. Queria ser disciplinada e ter muita motivação. Mas tudo que sei fazer é reclamar e choramingar.

Minha vida é um completo tédio. Eu poderia está apaixonada e ocupar minha mente em amar alguém que não fosse minha família. Porém, não existe ninguém. Não tem ninguém pra tampar meu vazio.
E os dias passam, passam, as horas passam, e eu não me importo.
Eu não me importo, inclusive, com minhas responsabilidades.
Não sei nem que dia é hoje...

Nada é interessante.

Nada faz sentido, principalmente a vida: viver não faz sentido.

Queria entender tudo e ser um robô como os outros, mas eu simplesmente não vejo prazer.

NÃO HÁ PRAZER EM VIVER. Porque eles são robôs. Robôs prestes a morrer. Robôs que, a qualquer momento, instante, pode falhar e nunca mais ser ligado.

Robôs sim. Eles nascem, vão para a escola, estudam e depois estudam, depois se casam, filhos e filhos, trabalha (muito trabalho) pra poder ter grana e viajar. Pra poder ter grana e viajar...
Sim, apenas por isso.

Chamam isso de vida? Chamam isso de "felicidade"?

O pior de tudo é, e se eu não conseguir nada disso? Serei um fracassado?
O que não entendo é, do que adianta todo esse sacrifício, se no final todos nós iremos morrer?

Se você é rico ou pobre, bonito ou feio, legal ou chato, humilde ou egocêntrico, não adianta NADA.
Todos, todos, exatamente todos nós iremos morrer.

E eu?

Eu prefiro pular essa parte de ter que me sacrificar pelo resto da minha existência, e ir logo para a parte onde eu morro de uma vez.

Eu não quero mais fazer o papel de mocinho, agora eu quero ser o vilão, o seu vilão!

Não quero essa mudez de condolências
a mim, a ti, ou só à terra
que tu e eu pisamos — e comemos.
Pergunto simplesmente se tu eras,
quem eras, e onde foste
depois que se fizeram quatro horas.