Nao quero Viver na Ilusao
Sou o fogo, e ela é a gasolina, e não há sinal de que vamos parar ou diminuir o ritmo até algo explodir.
O único veredito é a vingança, uma vendeta, mantida votiva,não em vão, pelo valor e veracidade dos quais um dia deverão vindicar os vigilantes e os virtuosos.
Não podemos controlar os eventos à nossa volta, mas temos o poder de escolher como agir diante do que nos acontecer.
O tempo está passando muito mais rápido do que eu
E eu estou começando a me arrepender de não gastar
tudo isso com você
Chega um momento em que a gente tem que saber a hora de desistir, pra não sofrer mais por algo que não vai ter futuro algum.
Me deparei com a pergunta: por que eu não escrevo mais? Não escrevo mais porque todos os meus textos são sobre você. E eu me cansei disso, digo: de você. Cansei de exaltar suas qualidades e até mesmo inventar algumas. Cansei de escrever sobre a falta que você me fazia e ainda faz, por mais que eu odeie admitir isso. Cansei de escrever pedindo desculpas e sobre sua falta de percepção. Eu preciso seguir com a vida, só que dessa vez, sem você. E pra que isso aconteça, eu preciso desatar esse nó que me prende a você. É por isso que eu não escrevo mais. Não escrevo porque você ficou no passado e infelizmente, o momento qual estou vivendo, se chama presente.
O preço da falta de disciplina é que estamos sempre retornando a um ponto no qual não desejaríamos voltar.
Mas, assim como o homem civilizado é o melhor de todos os animais, aquele que não conhece a
justiça e as leis é o pior de todos.
Compartilhamos alguns lindos momentos juntos e você fez minha vida. Não tenho arrependimentos. Mas sou somente um capítulo em sua vida, haverá muitos mais. Guarde nossas maravilhosas lembranças, mas, por favor, não tenha medo de construir mais algumas.
(Livro P.S. Eu Te Amo)
Quando os convido a ser santos, peço que não se conformem em ser de segunda linha, mas que aspirem a um “horizonte maior. Não se conformem em ser medíocres.
Oração do Doador Desconhecido
Não chamem o meu falecimento de leito da morte, mas de leito da vida.
Deem a minha visão ao homem que jamais viu o raiar do sol, o rosto de uma criança ou o amor nos olhos de uma mulher.
Deem o meu coração a uma pessoa cujo coração apenas experimentou dias infindáveis de dor.
Deem o meu sangue ao jovem que foi retirado dos destroços de seu carro, para que ele possa viver para ver os seus netos brincarem.
Deem os meus rins às pessoas que precisam de uma máquina para viver de semana em semana.
Retirem os meus ossos, cada músculo, cada fibra e nervo do meu corpo e encontrem um meio para fazer uma criança inválida caminhar.
Explorem cada canto do meu cérebro. Retirem as minhas células, se necessário, e deixem-nas crescerem para que, um dia, um menino mudo possa ouvir o gritar em um momento de felicidade ou uma menina surda possa ouvir o barulho da chuva de encontro à sua janela.
Queimem o que restar de mim e espalhem as cinzas ao vento, para que elas ajudem as flores a brotarem.
Se tiverem que enterrar algo, que sejam meus erros, minhas fraquezas e todo o mal que fiz aos meus semelhantes.
Deem os meus pecados ao diabo. Deem a minha alma a Deus.
Se, por acaso, desejarem lembrar-se de mim, façam isso com ação ou palavra amiga a alguém que precise de vocês.
Se fizerem tudo o que pedi, estarei vivo para sempre.
Nota: Trecho do poema To Remember Me (Para se lembrar de mim, em tradução literal), atribuído a Robert N. Test.
...MaisDeus está entre nós e nos chama; mas nós insistimos em não responder e em não vê-Lo, porque preferimos ficar absortos em nossos próprios interesses.
