Nao quero Viver na Ilusao
Crianças deveriam estar brincando e desenvolvendo o próprio senso crítico, não sendo treinadas para decorar roteiros ideológicos que nem têm maturidade para entender. Estão transformando crianças em políticos mirins, o que me lembra muito o fenômeno dos pastores mirins em algumas igrejas.
Em ambos os cenários, o que vemos é uma atuação ensaiada: a criança mimetiza gestos, tons de voz e frases de efeito que claramente não pertencem ao seu repertório infantil. Quando o palanque ou o púlpito substituem o parquinho, a criança perde o direito de ter dúvidas e de descobrir o mundo no seu próprio tempo.
Estamos trocando a educação pela doutrinação precoce. No fim, essas crianças não estão sendo preparadas para serem cidadãos conscientes ou líderes espirituais, mas sim ferramentas de marketing para adultos que querem validar suas próprias crenças através da 'pureza' de uma criança que, na verdade, só está repetindo o que lhe mandaram dizer.
Superar os fantasmas do passado não é esquecer o que aconteceu, mas impedir que o que passou dite o ritmo do que está por vir.
Fazer as pazes com o passado é a única forma de garantir que os fantasmas de ontem não assombrem os sonhos de amanhã.
Não é um adeus amargo, é apenas a minha liberdade batendo na porta. Me perdi em você, mas finalmente me encontrei.
Dizer adeus dói, mas aceitar que não somos mais os mesmos dói ainda mais. Siga em paz, meu eterno ex-amor.
Olho para as estrelas e questiono: onde está o meu amor, que ainda não cruzou o meu caminho para iluminar o meu céu
